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Nas relações de regência, um termo regente, quer seja nome quer seja verbo, pode ter mais de um termo regido. Observe as frases a seguir:
A - Ela sempre gostou de conquistar, de sobressair, de dominar.
B - Na época, demonstrava interesse por sapatos, por livros e por chapéus.
C - Fazia jus a ser criticada, porém não a sofrer discriminação.
Pode-se afirmar que:
I - Em A, as expressões sublinhadas são regidas pelo mesmo verbo: gostar.
II - Em B, os termos sublinhados estão sob a regência do verbo demonstrar.
III - Em C, as orações sublinhadas estão regidas pelo substantivo jus.
Está correto o que se afirma em:
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Segundo o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa (2009), o acento agudo foi eliminado nos ditongos abertos “ei” e “oi” das palavras paroxítonas, mas permanece em oxítonas terminadas em “éu(s)”, “éi(s)” e “ói(s)”. Com base nessa regra, assinale a alternativa em que o uso do acento agudo está correto.
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Para responder à questão, considere a afirmação abaixo.
“No Windows podemos utilizar teclas de atalho para a maior parte de suas funções”.
Assinale a alternativa que mostra o conjunto de teclas que “Desfaz a última ação”.
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A respeito de arcos trigonométricos e suas simetrias, julgue os itens seguintes.
I - !$ sen 2040º = sen(-240º) !$.
II - !$ cos (90º + x) = sen x, ∀ x ∈ R !$.
III - !$ tg(-31 \pi/4) = -1 !$.
IV - !$ tg(\pi + x) = -tg x, ∀ x ∈ R - \left \{{ \large \pi \over 2} + k\pi \right\}(k ∈ Z) !$.
Das afirmações acima:
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Assinale a alternativa em que todas as palavras são substantivos e estão corretamente separadas em sílabas.
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Leia o texto para responder à questão.
Um rio do Éden
29 de agosto de 2013 | 2h 19.
Luiz Fernando Veríssimo - O Estado de S. Paulo.
O meu relógio biológico é um Rolex. Não, brincadeira. Nós todos temos um relógio dentro de nós que sempre "sabe" exatamente que horas são, embora nem todo mundo saiba que ele sabe, ou confie nele. O relógio biológico funciona mais ou menos como uma portaria de hotel, à qual você pede para ser acordado a certa hora. Ou como um despertador, que você marca para acordá-lo. O relógio interior pode falhar - as portarias de hotel e os despertadores também falham -, mas sempre que não acreditei no meu me arrependi. O que aconteceu mais de uma vez foi que o relógio biológico me acordou e fiquei na cama, aflito para saber se a portaria iria se lembrar ou o despertador funcionar, e acabei me atrasando. E minha tese é que quando o relógio biológico não nos acorda é porque, no fundo, não queremos acordar. Algum outro instrumento instintivo que carregamos sem saber prevaleceu e neutralizou o relógio.
É fascinante essa ideia de que trazemos nos genes recursos, impulsos, fobias e encargos dos quais não nos damos conta, como relógios embutidos ligados a alguma fonte inimaginavelmente precisa de tempo certo. Somos portadores de mensagens cifradas que não conhecemos, e não entenderíamos se conhecêssemos. Há uma teoria segundo a qual o pavor universal de cobras vem de um resquício do passado reptiliano que ficou num dos cantos primitivos do nosso cérebro. E a mais nobre e misteriosa missão que nossos genes realizam à nossa revelia é a de trazer nosso DNA desde as origens da espécie humana até agora. Ninguém nos contratou, mas nossa função no mundo é transportar DNA.
O famoso biólogo darwinista Richard Dawkins deu um título poético a um dos seus livros: River Out of Eden. Tirado de Gênese 2:10 "E saía um rio do Éden para regar o jardim, e dali se dividia". O rio do Éden de Dawkins e de DNA, e passa por todos nós.
Disponível em: http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,um-rio-do-eden-,1069085,0.htm. Acesso em 6/9/2013.
Considerando o uso das palavras no texto, numere a segunda coluna de acordo com a primeira.
| (1) Rolex | (...) sigla que abrevia o termo ácido desoxirribonucleico (ADN, em português). |
| (2) gene | (...) que está de acordo com a teoria evolucionista do naturalista inglês Charles Robert Darwin (1809-1882). |
| (3) DNA | (...) marca de relógio suíço de luxo, considerado, por muitos, um símbolo de status. |
| (4) darwinista | (...) menos usado que Gênesis: é o primeiro livro tanto da Bíblia Hebraica como da Bíblia Cristã. |
| (5) Gênese | (...) jardim em que Adão e Eva viveram; paraíso. |
| (6) Éden | (...) unidade fundamental, física e funcional da hereditariedade. |
A sequência numérica correta é:
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Segundo o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa (2009), não se usa hífen quando o prefixo ou falso prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa por vogal diferente ou consoante.
Considerando essa regra, assinale a alternativa correta:
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Leia o texto para responder à questão.
Um rio do Éden
29 de agosto de 2013 | 2h 19.
Luiz Fernando Veríssimo - O Estado de S. Paulo.
O meu relógio biológico é um Rolex. Não, brincadeira. Nós todos temos um relógio dentro de nós que sempre "sabe" exatamente que horas são, embora nem todo mundo saiba que ele sabe, ou confie nele. O relógio biológico funciona mais ou menos como uma portaria de hotel, à qual você pede para ser acordado a certa hora. Ou como um despertador, que você marca para acordá-lo. O relógio interior pode falhar - as portarias de hotel e os despertadores também falham -, mas sempre que não acreditei no meu me arrependi. O que aconteceu mais de uma vez foi que o relógio biológico me acordou e fiquei na cama, aflito para saber se a portaria iria se lembrar ou o despertador funcionar, e acabei me atrasando. E minha tese é que quando o relógio biológico não nos acorda é porque, no fundo, não queremos acordar. Algum outro instrumento instintivo que carregamos sem saber prevaleceu e neutralizou o relógio.
É fascinante essa ideia de que trazemos nos genes recursos, impulsos, fobias e encargos dos quais não nos damos conta, como relógios embutidos ligados a alguma fonte inimaginavelmente precisa de tempo certo. Somos portadores de mensagens cifradas que não conhecemos, e não entenderíamos se conhecêssemos. Há uma teoria segundo a qual o pavor universal de cobras vem de um resquício do passado reptiliano que ficou num dos cantos primitivos do nosso cérebro. E a mais nobre e misteriosa missão que nossos genes realizam à nossa revelia é a de trazer nosso DNA desde as origens da espécie humana até agora. Ninguém nos contratou, mas nossa função no mundo é transportar DNA.
O famoso biólogo darwinista Richard Dawkins deu um título poético a um dos seus livros: River Out of Eden. Tirado de Gênese 2:10 "E saía um rio do Éden para regar o jardim, e dali se dividia". O rio do Éden de Dawkins e de DNA, e passa por todos nós.
Disponível em: http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,um-rio-do-eden-,1069085,0.htm. Acesso em 6/9/2013.
No início do segundo parágrafo, Veríssimo afirma: “É fascinante essa ideia de que trazemos nos genes recursos, impulsos, fobias e encargos dos quais não nos damos conta, como relógios embutidos ligados a alguma fonte inimaginavelmente precisa de tempo certo”. Nessa afirmação, a expressão destacada “essa ideia" foi utilizada para:
I - retomar algo já mencionado no primeiro parágrafo.
II - detalhar melhor os aspectos apresentados no primeiro parágrafo.
III - manter o tema e, ao mesmo tempo, acrescentar informações novas.
IV - fazer o texto progredir sequencialmente.
V - introduzir apenas informações completamente novas.
Estão corretas apenas :
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Conforme o art. 32 da Lei 12.527/2011, constituem condutas ilícitas que ensejam responsabilidade do agente público ou militar:
I - fornecer informação requerida nos termos desta Lei, retardar deliberadamente o seu fornecimento ou não fornecê-la intencionalmente;
II - utilizar, bem como subtrair, destruir, inutilizar, desfigurar, alterar ou ocultar, totalmente, informação que se encontre sob sua guarda ou a que tenha acesso ou conhecimento em razão do exercício das atribuições de cargo, emprego ou função pública;
III - agir com dolo ou má-fé na análise das solicitações de acesso à informação;
IV -divulgar ou permitir a divulgação ou acessar ou permitir acesso indevido à informação sigilosa ou informação pessoal;
V - impor sigilo à informação para obter proveito pessoal ou de terceiro, ou para fins de ocultação de ato ilegal cometido por si ou por outrem.
Estão corretas apenas as proposições:
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Assinale a alternativa em que a partícula SE é índice de indeterminação do sujeito.
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