Magna Concursos

Foram encontradas 60 questões.

667923 Ano: 2012
Disciplina: Psicologia
Banca: UEPA
Orgão: PM-PA

Sobre o Desenvolvimento organizacional, é corretor afirmar que:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
667725 Ano: 2012
Disciplina: Psicologia
Banca: UEPA
Orgão: PM-PA

Delírios de perseguição, delírios de grandeza, algumas vezes associados com alucinações apresentam ideias religiosas e/ou políticas, proclamando-se salvadores da terra ou da raça humana. O comportamento tende a uma conformidade aos delírios e as atitudes hostis. Os sintomas descritos referem-se à esquizofrenia do tipo:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
O exercício das atribuições inerentes aos cargos Policial-Militar, exercida por oficiais e praça da Polícia Militar, com a finalidade de preservar, manter e estabelecer a ordem pública e segurança interna, através das várias ações policiais ou militares, em todo o território do Estado é a/o:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Texto I
Como a idade faz nosso cérebro florescer
A ciência conseguiu identificar a base neurológica da sabedoria. A partir da meia-idade as pessoas podem até esquecer nomes, mas tornam-se – acredite – mais inteligentes. A partir de um certo momento da vida, que, para a maioria de nós, começa depois do aniversário de 40 anos, a grande questão neurológica se resume a uma pergunta: aonde diabos foram parar todos os nomes que eu esqueço? No início, desaparece o nome de uma atriz famosa. Depois, some o nome dos filmes que ela fez. Mais adiante, você não consegue achar no mar de neurônios o nome do famoso marido dela, muito menos o do outro ator, manjadíssimo, com quem ela contracenou em seu trabalho mais célebre. A débâcle ocorre no almoço de domingo em que você se percebe, diante da cara divertida de seus filhos, tentando explicar: “Aquele filme, com aquela atriz australiana, casada com aquele outro ator...”.
Essa, você já sabe – ou vai descobrir dentro de algumas décadas –, é a parte chata de um cérebro que bateu na meia-idade. Ela vem junto com muitas piadas e uma dose elevada de ansiedade em relação ao futuro. O que você não sabe, mas vai descobrir nas próximas páginas, é que existe outro lado, inteiramente positivo, das transformações cerebrais trazidas pelo tempo. “Conforme envelhecemos, o cérebro se reorganiza e passa a agir e pensar de maneira diferente. Essa reestruturação nos torna mais inteligentes, calmos e felizes”, diz a americana Barbara Strauch, autora de O melhor cérebro da sua vida. O livro reúne argumentos que fazem a ideia de envelhecer – sobretudo do ponto de vista intelectual – bem menos assustadora do que costuma ser.
Aos 56 anos, estava cansada de passar pela vergonha de encontrar um conhecido, lembrar o que haviam comido na última vez em que jantaram juntos, mas não ter a mínima ideia de como se chamava o cidadão. Queria entender por que se pegava parada em frente a um armário sem saber o que tinha ido buscar. Barbara não entendia como o mesmo cérebro que lhe causava lapsos de memória tão evidentes decidira, nos últimos tempos, presenteá-la com habilidades de raciocínio igualmente surpreendentes. Ela sentia que, simplesmente, “sabia das coisas”, mas, ao mesmo tempo, se exasperava com a quantidade imensa de nomes e referências que pareciam estar sumindo na neblina da memória. Como pode ser?
É provável que essa mesma pergunta já tenha passado pela cabeça de muitos que chegaram aos 40 anos rumo às fronteiras da meia-idade, um período cada vez mais dilatado em que podemos passar um tempo enorme de nossa existência. Com o aumento da expectativa de vida, a fase intermediária da vida, entre os 40 e os 68 anos, tornou-se uma espécie de apogeu. Nesses anos é possível aliar o vigor reminiscente da juventude à sabedoria da velhice que se insinua – desde que se saiba identificar, e abraçar, as mudanças que acometem o cérebro maduro. Ele já não é o mesmo que costumava ser. Mas as mudanças o transformaram num instrumento melhor. “Para o ignorante, a velhice é o inverno; para o sábio, é a estação de colheita”, diz o Talmude.
Os pesquisadores também descobriram que, conforme envelhecemos, mudamos o padrão de ativação cerebral. Isso significa que acionamos áreas diferentes das usadas anteriormente para fazer as mesmas tarefas. A região frontal do cérebro, encarregada da racionalidade, passa a concentrar a maior parte das atividades. A área posterior da cabeça, onde estão algumas das estruturas ligadas a nossas respostas emocionais, é acionada com menos frequência. Outra mudança significativa: para realizar a mesma tarefa de adultos jovens (de até 30 anos), os mais velhos usam mais áreas do cérebro. Em vez de usar regiões de apenas uma metade do cérebro, passam a usar as duas. Os cientistas ainda não estão certos sobre o que essas mudanças representam. Há duas possibilidades. A primeira, menos agradável, é que o cérebro esteja ficando velho a ponto de não reconhecer mais as áreas encarregadas de cada atividade. A segunda hipótese é mais reconfortante: o cérebro pode, sim, estar ficando velho. Mas, ao redirecionar funções para áreas diferentes e para mais regiões, dá mostras de que é capaz de se adaptar e manter seu bom funcionamento.
É irresistível pensar que, talvez, a superativação do cérebro, representada pelo uso simultâneo de várias áreas, possa estar por trás das melhoras de raciocínio relatadas por quem está na meia-idade – e comprovadas pelos pesquisadores. Os cientistas descobriram que um sistema muito especial do cérebro, formado por circuitos localizados em camadas profundas do órgão, está constantemente ativado nos adultos de meia-idade. O sistema, chamado de modo-padrão, é usado nos momentos de reflexão, quando pensamos sobre o que aconteceu recentemente, fazemos balanços e traçamos planos para nós mesmos. Os pesquisadores concluíram que os adultos simplesmente não conseguem desligar o modo-padrão, algo que os jovens fazem quando estão envolvidos em uma tarefa. Os adultos, mesmo quando estão concentrados, continuam o bate-papo interno com eles mesmos.
Estar em constante reflexão pode nos tornar distraídos, mas também pode ajudar a ter boas ideias. Isso explicaria por que adultos de meia-idade têm o raciocínio afiado, embora não lembrem onde puseram a carteira.
A equipe da psicóloga Mara Mather, da Universidade do Sul da Califórnia, mostrou imagens tristes e repulsivas a voluntários maduros e a jovens. Concluiu que nos mais velhos a área do cérebro responsável pelas emoções reagia menos às figuras negativas. Concluiu que era um sistema de proteção. O cérebro parecia escolher dar menos atenção ao lado ruim da vida. Há nisso mais inteligência e sabedoria do que um cérebro jovem talvez seja capaz de perceber.
(Texto adaptado. http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/ 0,,EMI245598-15257,00-COMO+A+IDADE+FAZ+NOSSO+CEREBRO+ FLORESCER.html. Acessado em 05/07/2012)
Inteligentes, calmos e felizes são características do/da:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
649714 Ano: 2012
Disciplina: Psicologia
Banca: UEPA
Orgão: PM-PA
A Violência contra mulher é comprovada se não suficiente pelas estatísticas apresentadas por ONGS e órgãos públicos, pela simples observação das atividades policiais e forense, cujo cotidiano da criminalidade dentro dos lares, ocupa um espaço significativo. Diante do exposto analise as afirmativas e marque a alternativa correta.
I. A Violência contra a mulher é exclusiva das classes sociais mais desfavorecidas.
II. É resultado do baixo nível educacional , de uma lamentável tradição cultural, drogadição e alcoolismo, presentes nas classes menos favorecidas e mesmo nas classe economicamente superiores , relaciona-se a uma parte destes mesmo fatores.
III. A Impunidade se erige como um dos fatores criminógenos da violência doméstica contra a mulher.
IV. Nas classes economicamente superiores a violência doméstica contra a mulher é pouco significativa , em face da realidade das classes mais desfavorecidas.
V. Ao Longo dos últimos anos, a visibilidade da violência doméstica vem ultrapassando o espaço privado e adquirindo dimensões públicas, estando presente em todas as classes sociais.
De acordo com as afirmativas acima, a alternativa que contém todas as afirmativas corretas é:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
638744 Ano: 2012
Disciplina: Psicologia
Banca: UEPA
Orgão: PM-PA
A cerca da psicoterapia breve, marque a alternativa correta quanto aos conceitos de especial aplicação.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
É um ato administrativo e tem como finalidade básica a seleção dos Policiais Militares para o exercício de funções pertinentes ao grau hierárquico superior. O conceito acima se refere:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
588851 Ano: 2012
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: UEPA
Orgão: PM-PA

O Estatuto do Desarmamento surgiu com objetivo de limitar o uso das armas trazendo regras mais rígidas para concessão do registro e do porte de arma de fogo no país. Embora não proíba por completo, deliberou pela obrigatoriedade de “ comprovar a aptidão psicológica para o manuseio de arma de fogo”, previsto na Lei 10.826/2003 e no Decreto 5.123/2004 o que demonstra a importância e responsabilidade técnica e ética do psicólogo que atua nesta área. Diante do exposto marque a alternativa correta.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
576984 Ano: 2012
Disciplina: Psicologia
Banca: UEPA
Orgão: PM-PA
Sobre a concepção de normal e patológico, analise as afirmativas a seguir, identificando as verdadeiras (V) e as falsas (F).
( ) Em sua dimensão histórica possibilita a construção de aportes teóricos importantes para a compreensão das atividades no setor de saúde.
( ) Saúde é, restritamente, a ausência de doença.
( ) O normal saudável teria que se sentir capaz de adoecer e afastar a doença.
( ) A normalidade, nesse contexto, deve ser entendida como equilíbrio instável, fundamentalmente precário, entre sofrimento e as defesas contra o sofrimento.
( ) O normal não deve ser tomado como sinônimo de saudável, mas como o que não entrou em um quadro de descompensação psíquica ou somática.
A alternativa que apresenta a sequência correta é:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1184337 Ano: 2012
Disciplina: Psicologia
Banca: UEPA
Orgão: PM-PA
A cerca da definição “É um documento expedido pelo Psicólogo que certifica uma determinada situação ou estado psicológico, tendo como finalidade afirmar sobre as condições psicológicas de quem, por requerimento, o solicita”. Corresponde a qual documento emitido por Psicólogos?
Questão Desatualizada

Provas

Questão presente nas seguintes provas