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Ainda que as Reações Adversas a Medicamento (RAM) possam apresentar diversas classificações, àquela proposta por Rawlins e Thompson continua sendo uma das mais utilizadas. Quanto à classificação citada, é correto afirmar que:
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O exercício das atribuições inerentes aos cargos Policial-Militar, exercida por oficiais e praça da Polícia Militar, com a finalidade de preservar, manter e estabelecer a ordem pública e segurança interna, através das várias ações policiais ou militares, em todo o território do Estado é a/o:
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Para Piaget o desenvolvimento cognitivo divide-se nos estágios:
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Considera-se causa mais frequente de insuficiência renal aguda em pacientes internados, sobretudo em UTI:
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Sobre as medidas de promoção à saúde e preventivas com acidentes por animais peçonhentos, identifique as afirmativas abaixo em V (verdadeiro) e F (falso).
( ) Onde há rato há cobra. Limpar paióis e terreiros, não deixar amontoar lixo. Fechar buracos de muros e frestas de portas.
( ) O uso de botas de cano alto ou perneira de couro, botinas e sapatos evita cerca de 80% dos acidentes.
( ) Lavar o local da picada apenas com água ou com água e sabão e aplicar o torniquete.
( ) Não colocar folhas, pó de café ou outros contaminantes e manter o paciente hidratado.
A sequência correta é:
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Em relação à Reanimação Neonatal (RN) é correto afirmar que:
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Texto I
Como a idade faz nosso cérebro florescer
A ciência conseguiu identificar a base neurológica da sabedoria. A partir da meia-idade as pessoas podem até esquecer nomes, mas tornam-se – acredite – mais inteligentes. A partir de um certo momento da vida, que, para a maioria de nós, começa depois do aniversário de 40 anos, a grande questão neurológica se resume a uma pergunta: aonde diabos foram parar todos os nomes que eu esqueço? No início, desaparece o nome de uma atriz famosa. Depois, some o nome dos filmes que ela fez. Mais adiante, você não consegue achar no mar de neurônios o nome do famoso marido dela, muito menos o do outro ator, manjadíssimo, com quem ela contracenou em seu trabalho mais célebre. A débâcle ocorre no almoço de domingo em que você se percebe, diante da cara divertida de seus filhos, tentando explicar: “Aquele filme, com aquela atriz australiana, casada com aquele outro ator...”.
Essa, você já sabe – ou vai descobrir dentro de algumas décadas –, é a parte chata de um cérebro que bateu na meia-idade. Ela vem junto com muitas piadas e uma dose elevada de ansiedade em relação ao futuro. O que você não sabe, mas vai descobrir nas próximas páginas, é que existe outro lado, inteiramente positivo, das transformações cerebrais trazidas pelo tempo. “Conforme envelhecemos, o cérebro se reorganiza e passa a agir e pensar de maneira diferente. Essa reestruturação nos torna mais inteligentes, calmos e felizes”, diz a americana Barbara Strauch, autora de O melhor cérebro da sua vida. O livro reúne argumentos que fazem a ideia de envelhecer – sobretudo do ponto de vista intelectual – bem menos assustadora do que costuma ser.
Aos 56 anos, estava cansada de passar pela vergonha de encontrar um conhecido, lembrar o que haviam comido na última vez em que jantaram juntos, mas não ter a mínima ideia de como se chamava o cidadão. Queria entender por que se pegava parada em frente a um armário sem saber o que tinha ido buscar. Barbara não entendia como o mesmo cérebro que lhe causava lapsos de memória tão evidentes decidira, nos últimos tempos, presenteá-la com habilidades de raciocínio igualmente surpreendentes. Ela sentia que, simplesmente, “sabia das coisas”, mas, ao mesmo tempo, se exasperava com a quantidade imensa de nomes e referências que pareciam estar sumindo na neblina da memória. Como pode ser?
É provável que essa mesma pergunta já tenha passado pela cabeça de muitos que chegaram aos 40 anos rumo às fronteiras da meia-idade, um período cada vez mais dilatado em que podemos passar um tempo enorme de nossa existência. Com o aumento da expectativa de vida, a fase intermediária da vida, entre os 40 e os 68 anos, tornou-se uma espécie de apogeu. Nesses anos é possível aliar o vigor reminiscente da juventude à sabedoria da velhice que se insinua – desde que se saiba identificar, e abraçar, as mudanças que acometem o cérebro maduro. Ele já não é o mesmo que costumava ser. Mas as mudanças o transformaram num instrumento melhor. “Para o ignorante, a velhice é o inverno; para o sábio, é a estação de colheita”, diz o Talmude.
Os pesquisadores também descobriram que, conforme envelhecemos, mudamos o padrão de ativação cerebral. Isso significa que acionamos áreas diferentes das usadas anteriormente para fazer as mesmas tarefas. A região frontal do cérebro, encarregada da racionalidade, passa a concentrar a maior parte das atividades. A área posterior da cabeça, onde estão algumas das estruturas ligadas a nossas respostas emocionais, é acionada com menos frequência. Outra mudança significativa: para realizar a mesma tarefa de adultos jovens (de até 30 anos), os mais velhos usam mais áreas do cérebro. Em vez de usar regiões de apenas uma metade do cérebro, passam a usar as duas. Os cientistas ainda não estão certos sobre o que essas mudanças representam. Há duas possibilidades. A primeira, menos agradável, é que o cérebro esteja ficando velho a ponto de não reconhecer mais as áreas encarregadas de cada atividade. A segunda hipótese é mais reconfortante: o cérebro pode, sim, estar ficando velho. Mas, ao redirecionar funções para áreas diferentes e para mais regiões, dá mostras de que é capaz de se adaptar e manter seu bom funcionamento.
É irresistível pensar que, talvez, a superativação do cérebro, representada pelo uso simultâneo de várias áreas, possa estar por trás das melhoras de raciocínio relatadas por quem está na meia-idade – e comprovadas pelos pesquisadores. Os cientistas descobriram que um sistema muito especial do cérebro, formado por circuitos localizados em camadas profundas do órgão, está constantemente ativado nos adultos de meia-idade. O sistema, chamado de modo-padrão, é usado nos momentos de reflexão, quando pensamos sobre o que aconteceu recentemente, fazemos balanços e traçamos planos para nós mesmos. Os pesquisadores concluíram que os adultos simplesmente não conseguem desligar o modo-padrão, algo que os jovens fazem quando estão envolvidos em uma tarefa. Os adultos, mesmo quando estão concentrados, continuam o bate-papo interno com eles mesmos.
Estar em constante reflexão pode nos tornar distraídos, mas também pode ajudar a ter boas ideias. Isso explicaria por que adultos de meia-idade têm o raciocínio afiado, embora não lembrem onde puseram a carteira.
A equipe da psicóloga Mara Mather, da Universidade do Sul da Califórnia, mostrou imagens tristes e repulsivas a voluntários maduros e a jovens. Concluiu que nos mais velhos a área do cérebro responsável pelas emoções reagia menos às figuras negativas. Concluiu que era um sistema de proteção. O cérebro parecia escolher dar menos atenção ao lado ruim da vida. Há nisso mais inteligência e sabedoria do que um cérebro jovem talvez seja capaz de perceber.
(Texto adaptado. http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/ 0,,EMI245598-15257,00-COMO+A+IDADE+FAZ+NOSSO+CEREBRO+ FLORESCER.html. Acessado em 05/07/2012)
Inteligentes, calmos e felizes são características do/da:
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“Em um estudo que analisou o efeito do manitol na farmacocinética (PK) da amicacina, ratos adultos Wistar foram tratados da seguinte maneira: o grupo 1 (G1) recebeu manitol; o grupo 2 (G2) se administrou manitol e 10 mg/kg de amicacina ao mesmo tempo, e finalmente o grupo 3 (G3) recebeu somente amicacina. Posteriormente se realizou o estudo de PK nos três grupos; para isso foram retiradas amostras de sangue, em tempos prédeterminados, durante 24 horas e analisadas por métodos imunoenzimáticos. Os resultados mostraram diferenças significativas (p < 0.05) entre os grupos. Exemplo disso são os valores obtidos de concentração máxima (Cmax), correspondentes a 62.26 ± 15.75 mg/ml para G1, 72.63 ± 24.80 mg/ml para G2 e 68.61 ± 27.40 mg/ml para o Grupo 3; além da área sob a curva (AUC), sendo a maior para G2, com, 222.52 ± 47.30 mg/ml/h, e a menor para G1, com um valor de 135.59 ± 39.00 mg/ml/h.” Nesse contexto a Área sob a Curva (AUc é importante, por ser um parâmetro farmacocinético que:
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A Violência contra mulher é comprovada se não suficiente pelas estatísticas apresentadas por ONGS e órgãos públicos, pela simples observação das atividades policiais e forense, cujo cotidiano da criminalidade dentro dos lares, ocupa um espaço significativo. Diante do exposto analise as afirmativas e marque a alternativa correta.
I. A Violência contra a mulher é exclusiva das classes sociais mais desfavorecidas.
II. É resultado do baixo nível educacional , de uma lamentável tradição cultural, drogadição e alcoolismo, presentes nas classes menos favorecidas e mesmo nas classe economicamente superiores , relaciona-se a uma parte destes mesmo fatores.
III. A Impunidade se erige como um dos fatores criminógenos da violência doméstica contra a mulher.
IV. Nas classes economicamente superiores a violência doméstica contra a mulher é pouco significativa , em face da realidade das classes mais desfavorecidas.
V. Ao Longo dos últimos anos, a visibilidade da violência doméstica vem ultrapassando o espaço privado e adquirindo dimensões públicas, estando presente em todas as classes sociais.
De acordo com as afirmativas acima, a alternativa que contém todas as afirmativas corretas é:
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As parasitoses intestinais constituem um importante problema de saúde pública, especialmente nos países em desenvolvimento. Em relação a essas patologias é correto afirmar que:
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