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TEXTO II (Para responder a questão)
SEM MEDO DA VERDADE
Dossiê Polícia - Pesquisa
(...)
Um assassinato a cada doze minutos. É esse o ritmo da tragédia brasileira. É o número por trás da atmosfera de medo que domina as ruas de todas as grandes cidades do país. Ele se traduz em 45 000 homicídios por ano. E vem dramaticamente acompanhado de uma quantidade igualmente estratosférica de todos os outros tipos de crime, como assaltos, roubos a residências ou estupros. Esse conjunto nefasto empurra os cidadãos para dentro de casa, afastando-os das ruas e praças, que ficam à mercê dos bandidos. O medo mina o ambiente nas cidades, nos negócios, afasta investimentos e traz enormes prejuízos às famílias. Encarar essa questão é uma das emergências do país. O Brasil já se mostrou capaz de resolver problemas aparentemente insolúveis. Venceu a inflação supersônica, na década passada, para se tornar uma liderança entre as economias emergentes deste início do século XXI; com sua disciplina econômica, foi dos primeiros países a se distanciar do vórtice da crise financeira mundial. Não é possível que não consiga lidar também com o problema da criminalidade e combater a inépcia de suas polícias. Não mais.
A essa constatação, segue-se uma indagação inevitável. O que falta às polícias brasileiras para que consigam restaurar um nível civilizatório de segurança nas cidades?
(...)
(Por Ronaldo França. Revista Veja. Edição 2141 – ano 42 – nº 48 – de 2 de dezembro de 2009 – p. 156)
Quanto ao sentido, a palavra “insolúveis” equivale a:
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Dados:
Definição 1: A equação ax + by = c, onde a, b e c são números inteiros conhecidos, e x e y são variáveis que só assumem valores inteiros, chama-se Equação Diofantina.
Definição 2: Os números inteiros a e b são primos entre si e os únicos divisores comuns de a e b são 1 e –1.
Afirmação: A equação Diofantina ax + by = c tem solução se, e somente se, a e b forem primos entre si.
A solução da equação 8x + 15y = 54 é:
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TEXTO I
Toque de recolher para menores
Medida polêmica adotada em algumas cidades brasileiras não resolve a raiz do problema da violência
Vivemos em uma sociedade em que a preocupação com a segurança pública é constante. Visando a adotar políticas para coibir a propagação da violência, diversas cidades brasileiras adotaram o Toque de Recolher para menores de 18 anos. Apesar de a referida medida parecer benéfica, o referido Toque de Recolher está sendo visto com desconfiança por uma parte da sociedade, pois cada caso deve ser encarado de forma individual.
Os contrários à medida alegam que ela restringe o direito de ir e vir, sendo que a pertinente repressão pode ocasionar um comportamento mais agressivo no seio familiar. Já os adeptos da medida justificam suas ponderações alegando que a iniciativa irá restringir os casos de violência, drogas entre jovens e que eles irão descobrir que não podem fazer tudo o que querem e no horário que pretendem.
Apesar de as Varas da Infância e Juventude e o Conselho Tutelar na maioria das cidades efetuarem a referida decisão de forma conjunta, cumpre esclarecer que a medida só foi aplicada em cidades que não apresentam um índice populacional elevado. Nas capitais e grandes cidades, o Toque de Recolher pode se tornar inócuo, pois não teremos um efetivo policial que irá fiscalizar de forma ostensiva todos os jovens, principalmente os que se encontram nas periferias, onde geralmente ocorre a maior parte dos principais problemas.
(...)
Vivemos num país em que são constantes as notícias que veiculam índices de criminalidade, onde medidas repressivas não atingem a origem dos problemas. Por outro lado, temos pessoas que se sentem vulneráveis a esta situação, sobre a qual não possuem qualquer controle. A restrição à liberdade dos jovens não irá solucionar, definitivamente, qualquer problema. Além disso, o Toque de Recolher restringe um dos princípios constitucionais, que é o da dignidade da pessoa humana.
(...)
(Por: Gislaine Barbosa de Toledo. Revista Visão Jurídica. Número 42 – p. 24-25)
De acordo com as ideias apresentadas no TEXTO I, é CORRETO afirmar que:
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“Teresina, por ser capital e pela localização, se beneficia das mudanças conjunturais do Estado e também por ser capital é privilegiada como cenário para as mudanças e exibições sociais”. (QUEIROZ, Teresinha. Os literatos e a República. Teresina: FCMC, 1994, p. 18).
O Piauí, no final do século XIX e primeiras décadas do século XX, assistiu a uma série de transformações socioculturais resultantes da reordenação de sua estrutura econômica. Podemos afirmar CORRETAMENTE que essas transformações relacionam-se com:
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A figura acima representa os níveis em uma hierarquia de memória típica em computadores embutidos, de desktop e servidores. Os números 3, 2 e 1 podem ser substituídos respectivamente por:
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Considere a planilha Excel abaixo, em sua configuração padrão, com quatro números inteiros. Assinale a alternativa em que o valor retornado pela fórmula =MÉDIA(A1:B2), inserida na célula C2, é mostrado. Considere os valores mostrados na planilha para responder à questão.

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“Se compararmos os efeitos positivos do colapso da União Soviética e de seu sistema político aos seus efeitos negativos, eu diria que estes últimos são incomparavelmente maiores”. (HOBSBAWM, Eric. O novo século: entrevista a Antonio Polito. São Paulo: Cia das Letras, 2000, p. 84).
No ano de 2009, comemorou-se os 20 anos da Queda do Muro de Berlim, que abriu caminho para a desagregação e fim da União Soviética. Simbolicamente, para o mundo contemporâneo, a Queda do Muro de Berlim, significou:
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“Começa a cúpula sobre clima para definir novas metas contra mudança climática. A cúpula da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre mudança climática, destinada a discutir metas para reduzir as emissões de gases do efeito-estufa, foi iniciada nesta segunda-feira (07/12/2009), em Copenhague, na Dinamarca. A maior reunião já realizada sobre o aquecimento global, que reúne 15 mil pessoas, delegados de 192 países, ambientalistas e ONGs, se propõe a superar a grande brecha entre países ricos e pobres para combater os efeitos das emissões de CO2 nas próximas décadas.” (Disponível em http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente. Acesso em: 10 dez. 2009.)
A emissão de gases de estufa reflete, essencialmente, o nível de industrialização e o modelo energético adotado pelos diferentes países. Nesse sentido, em se tratando da questão energética e os impactos ambientais, julgue os itens abaixo:
I – A queima do petróleo, do carvão mineral e, em menor escala, do gás natural, libera gases poluentes na atmosfera, entre eles os gases de efeito-estufa, diretamente associados ao aquecimento global.
II – A produção de energia elétrica em centrais termonucleares não produz emissões de gases causadores do efeito-estufa. No entanto, essa forma de produção de energia, além de possuir um alto custo, origina resíduos com alto poder de contaminação que não tem ainda uma solução suficientemente segura e satisfatória para seu descarte.
III – Nas usinas hidrelétricas, a eletricidade é obtida por meio do aproveitamento das águas dos rios. A força hidráulica movimenta turbinas que acionam os geradores responsáveis pela transformação da energia hidráulica em energia elétrica. Nesse sentido, essa forma de obtenção de energia elétrica não apresenta restrições ambientais, já que não gera poluição atmosférica.
IV – A produção de biocombustíveis apresenta-se como uma alternativa energética sustentável, uma vez que as emissões de gases decorrentes da queima do etanol e do biodiesel é menos poluente do que a queima dos derivados de petróleo. Além disso, o aproveitamento de mão-de-obra em grandes áreas monocultoras reduz o problema do desemprego.
A respeito das afirmações constantes dos itens I a IV, pode-se afirmar, CORRETAMENTE, que:
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“O que é o Terceiro Estado? Tudo. O que tem sido até na ordem política? Nada. Que deseja? Vir a ser alguma coisa”. (SIEYÈS, Emmanuel Joseph. Qu'est-ce que le Tiers-État. 1789).
A Revolução Francesa apresentou diversas fases cujos resultados foram também diversos. No campo, onde se concentrava a maior parcela do Terceiro Estado, a Revolução trouxe importantes transformações, entre as quais podemos destacar CORRETAMENTE:
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TEXTO II (Para responder a questão)
SEM MEDO DA VERDADE
Dossiê Polícia - Pesquisa
(...)
Um assassinato a cada doze minutos. É esse o ritmo da tragédia brasileira. É o número por trás da atmosfera de medo que domina as ruas de todas as grandes cidades do país. Ele se traduz em 45 000 homicídios por ano. E vem dramaticamente acompanhado de uma quantidade igualmente estratosférica de todos os outros tipos de crime, como assaltos, roubos a residências ou estupros. Esse conjunto nefasto empurra os cidadãos para dentro de casa, afastando-os das ruas e praças, que ficam à mercê dos bandidos. O medo mina o ambiente nas cidades, nos negócios, afasta investimentos e traz enormes prejuízos às famílias. Encarar essa questão é uma das emergências do país. O Brasil já se mostrou capaz de resolver problemas aparentemente insolúveis. Venceu a inflação supersônica, na década passada, para se tornar uma liderança entre as economias emergentes deste início do século XXI; com sua disciplina econômica, foi dos primeiros países a se distanciar do vórtice da crise financeira mundial. Não é possível que não consiga lidar também com o problema da criminalidade e combater a inépcia de suas polícias. Não mais.
A essa constatação, segue-se uma indagação inevitável. O que falta às polícias brasileiras para que consigam restaurar um nível civilizatório de segurança nas cidades?
(...)
(Por Ronaldo França. Revista Veja. Edição 2141 – ano 42 – nº 48 – de 2 de dezembro de 2009 – p. 156)
Sentido e correção gramatical serão mantidos se antes de “Um assassinato a cada doze minutos” , acrescentarmos:
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