Foram encontradas 40 questões.
Leia o TEXTO I, abaixo, para responder a questão.
OS BAD BOYS
Eles são personagens fáceis em noticiários, muito conhecidos nas escolas e, na maior parte das vezes, os queridinhos de papai e mamãe. Rebeldes e sem noções de limites, os jovens que praticam atos violentos e agressivos estão no foco das atenções, não somente por serem tema de discussão no horário nobre da televisão, mas também pelo grande número de adolescentes que estão pegando essa onda.
Como é fácil constatar, o mais prejudicado nessa situação é o próprio adolescente, que muitas vezes segue em um rumo difícil de trilhar. “O que mais me intriga é perceber que essas pessoas gostam de fazer isso. Ou seja, eles batem em pessoas que nem conhecem direito simplesmente porque acham bom! Só o que eles não percebem é que só a turminha deles acha isso legal”, afirma o estudante Ludgero Marques, de 16 anos.
É claro que muita gente, ao ouvir falar desse tipo de pessoa, logo faz referência aos jovens de classe média (os famosos playboys e patricinhas), mas também há uma grande incidência desse tipo de comportamento em adolescentes menos abastados, mas com modos e locais de ação um pouco diferentes.
De acordo com a psicopedagoga Aderlane Neves Maia esse comportamento ainda está associado ao chamado Bullying, a violência nas escolas que antes estava restrita somente aos alunos, que passou a afligir também professores e que agora rompeu os limites das escolas. “A origem dessa agressividade está na falta de família, de educação por parte dos pais. A grande questão de hoje em dia é que os pais estão meio perdidos e os filhos se aproveitam disso”, detalha.
(...)
(Francisco Lima – Jornal Meio Norte, Teresina- quinta-feira, 19 de março de 2009)
Em: “Ou seja, eles batem em pessoas que nem conhecem direito simplesmente porque acham bom!” , a expressão destacada introduz uma seqüência que indica:
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Leia o TEXTO I, abaixo, para responder a questão.
OS BAD BOYS
Eles são personagens fáceis em noticiários, muito conhecidos nas escolas e, na maior parte das vezes, os queridinhos de papai e mamãe. Rebeldes e sem noções de limites, os jovens que praticam atos violentos e agressivos estão no foco das atenções, não somente por serem tema de discussão no horário nobre da televisão, mas também pelo grande número de adolescentes que estão pegando essa onda.
Como é fácil constatar, o mais prejudicado nessa situação é o próprio adolescente, que muitas vezes segue em um rumo difícil de trilhar. “O que mais me intriga é perceber que essas pessoas gostam de fazer isso. Ou seja, eles batem em pessoas que nem conhecem direito simplesmente porque acham bom! Só o que eles não percebem é que só a turminha deles acha isso legal”, afirma o estudante Ludgero Marques, de 16 anos.
É claro que muita gente, ao ouvir falar desse tipo de pessoa, logo faz referência aos jovens de classe média (os famosos playboys e patricinhas), mas também há uma grande incidência desse tipo de comportamento em adolescentes menos abastados, mas com modos e locais de ação um pouco diferentes.
De acordo com a psicopedagoga Aderlane Neves Maia esse comportamento ainda está associado ao chamado Bullying, a violência nas escolas que antes estava restrita somente aos alunos, que passou a afligir também professores e que agora rompeu os limites das escolas. “A origem dessa agressividade está na falta de família, de educação por parte dos pais. A grande questão de hoje em dia é que os pais estão meio perdidos e os filhos se aproveitam disso”, detalha.
(...)
(Francisco Lima – Jornal Meio Norte, Teresina- quinta-feira, 19 de março de 2009)
Considere o trecho: “...a violência nas escolas que antes estava restrita somente aos alunos, que passou a afligir também professores e que agora rompeu os limites das escolas. “A origem dessa agressividade está na falta de família, de educação por parte dos pais.” Dentre as palavras destacadas, aquela que exprime idéia de tempo é:
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Ao se efetuar uma abordagem policial o PM deve observar alguns princípios, desta forma, identifique a sequência que faz a CORRETA relação entre as colunas:
| 1. Segurança | ( ) Constitui-se no ato de cercar-se de todas as cautelas necessárias para eliminação dos riscos de perigo, este compreendido em todas as suas minúcias: risco contra os executores da abordagem, risco de fuga, etc. |
| 2. Surpresa | ( ) É o ato de obter um sucesso imprevisto, furtivamente, conseguindo dissuadir psicologicamente o infrator da lei, através do inesperado. |
| 3. Rapidez | ( ) É a capacidade de imediata resposta no tempo resposta da ocorrência policial. |
| 4. Ação Vigorosa | ( ) Atividade dinâmica que envolve as atividades de prever, dar ordens, dirigir, coordenar, controlar, fiscalizar a ação da tropa. |
| 5. Unidade de Comando | ( ) Maneira como se exerce uma força, física e moralmente. A postura policial, mais a entonação da voz faz toda a diferença na execução de uma abordagem policial. |
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Leia o TEXTO I, abaixo, para responder a questão.
OS BAD BOYS
Eles são personagens fáceis em noticiários, muito conhecidos nas escolas e, na maior parte das vezes, os queridinhos de papai e mamãe. Rebeldes e sem noções de limites, os jovens que praticam atos violentos e agressivos estão no foco das atenções, não somente por serem tema de discussão no horário nobre da televisão, mas também pelo grande número de adolescentes que estão pegando essa onda.
Como é fácil constatar, o mais prejudicado nessa situação é o próprio adolescente, que muitas vezes segue em um rumo difícil de trilhar. “O que mais me intriga é perceber que essas pessoas gostam de fazer isso. Ou seja, eles batem em pessoas que nem conhecem direito simplesmente porque acham bom! Só o que eles não percebem é que só a turminha deles acha isso legal”, afirma o estudante Ludgero Marques, de 16 anos.
É claro que muita gente, ao ouvir falar desse tipo de pessoa, logo faz referência aos jovens de classe média (os famosos playboys e patricinhas), mas também há uma grande incidência desse tipo de comportamento em adolescentes menos abastados, mas com modos e locais de ação um pouco diferentes.
De acordo com a psicopedagoga Aderlane Neves Maia esse comportamento ainda está associado ao chamado Bullying, a violência nas escolas que antes estava restrita somente aos alunos, que passou a afligir também professores e que agora rompeu os limites das escolas. “A origem dessa agressividade está na falta de família, de educação por parte dos pais. A grande questão de hoje em dia é que os pais estão meio perdidos e os filhos se aproveitam disso”, detalha.
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(Francisco Lima – Jornal Meio Norte, Teresina- quinta-feira, 19 de março de 2009)
Observe as seqüências:
I. “Eles são personagens fáceis em noticiários,...”
II. “Como é fácil constatar,...”
Em relação ao sentido textual das palavras destacadas, é CORRETO afirmar que:
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Sobre licenciamento do serviço ativo, é INCORRETO afirmar:
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Analisando as afirmativas abaixo, marque (V) para verdadeiro e (F) para falso. Em seguida, marque a alternativa que satisfaz a sequência CORRETA.
( ) Na prática a Polícia Comunitária (como filosofia de trabalho) difere do Policiamento Comunitário (ação de policiar junto à comunidade). Aquela deve ser interpretada como filosofia organizacional indistinta a todos os órgãos de Polícia, esta permite as ações efetivas com a comunidade.
( ) A proposta de Polícia Comunitária oferece uma resposta tão simples que parece irreal: personalize a polícia, faça dela uma presença também comum.
( ) Polícia Comunitária é uma atitude na qual o policial, como cidadão, aparece a serviço da comunidade e não como uma força. É um serviço público, antes de ser uma força pública.
( ) A Polícia Comunitária é caracterizada pelo uniforme distinto, o que possibilita uma maior receptividade pela comunidade.
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OS BAD BOYS
Eles são personagens fáceis em noticiários, muito conhecidos nas escolas e, na maior parte das vezes, os queridinhos de papai e mamãe. Rebeldes e sem noções de limites, os jovens que praticam atos violentos e agressivos estão no foco das atenções, não somente por serem tema de discussão no horário nobre da televisão, mas também pelo grande número de adolescentes que estão pegando essa onda.
Como é fácil constatar, o mais prejudicado nessa situação é o próprio adolescente, que muitas vezes segue em um rumo difícil de trilhar. “O que mais me intriga é perceber que essas pessoas gostam de fazer isso. Ou seja, eles batem em pessoas que nem conhecem direito simplesmente porque acham bom! Só o que eles não percebem é que só a turminha deles acha isso legal”, afirma o estudante Ludgero Marques, de 16 anos.
É claro que muita gente, ao ouvir falar desse tipo de pessoa, logo faz referência aos jovens de classe média (os famosos playboys e patricinhas), mas também há uma grande incidência desse tipo de comportamento em adolescentes menos abastados, mas com modos e locais de ação um pouco diferentes.
De acordo com a psicopedagoga Aderlane Neves Maia esse comportamento ainda está associado ao chamado Bullying, a violência nas escolas que antes estava restrita somente aos alunos, que passou a afligir também professores e que agora rompeu os limites das escolas. “A origem dessa agressividade está na falta de família, de educação por parte dos pais. A grande questão de hoje em dia é que os pais estão meio perdidos e os filhos se aproveitam disso”, detalha.
(...)
(Francisco Lima – Jornal Meio Norte, Teresina- quinta-feira, 19 de março de 2009)
Em: “Eles são personagens fáceis em noticiários, muito conhecidos nas escolas e, na maior parte das vezes, os queridinhos de papai e mamãe.” , a seqüência destacada assinala a idéia de que os jovens bad boys, na maioria das vezes:
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No que concerne à função dos órgãos de segurança pública é INCORRETO afirmar:
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Assinale a alternativa que identifica CORRETAMENTE as características do Policiamento Ostensivo.
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Sobre a embriaguez em serviço, é CORRETO afirmar:
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