Foram encontradas 40 questões.
Sobre busca e revista policial é INCORRETO afirmar.
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NO TEXTO ABAIXO TEMOS UM TRECHO DA OBRA “VIOLÊNCIA URBANA”, DE PAULO SÉRGIO PINHEIRO E GUILHERME ASSIS DE ALMEIDA. LEIA-O PARA RESPONDER A QUESTÃO.
De dia, ande na rua com cuidado, olhos bem abertos. Evite falar com estranhos. À noite, não saia para caminhar, principalmente se estiver sozinho e seu bairro for deserto. Quando estacionar, tranque bem as portas do carro e não se esqueça de levar o som consigo. De madrugada, não pare em sinal vermelho. Se for assaltado, não reaja - entregue tudo.
É provável que você já esteja exausto de ler e ouvir várias dessas recomendações. Faz tempo que a ideia de integrar uma comunidade e sentir-se confiante e seguro por ser parte de um coletivo deixou de ser um sentimento comum aos habitantes das grandes cidades brasileiras. As noções de segurança e de vida comunitária foram substituídas pelo sentimento de insegurança e pelo isolamento que o medo impõe. O outro deixa de ser visto como parceiro ou parceira em potencial; o desconhecido é encarado como ameaça. O sentimento de insegurança transforma e desfigura a vida em nossas cidades. De lugares de encontro, troca, comunidade, participação coletiva, as moradias e os espaços públicos transformam-se em palco do horror, do pânico e do medo.
A violência urbana subverte e desvirtua a função das cidades, drena recursos públicos já escassos, ceifa vidas --especialmente as dos jovens e dos mais pobres--, dilacera famílias, modificando nossas existências dramaticamente para pior. De potenciais cidadãos, passamos a ser consumidores do medo. O que fazer diante desse quadro de insegurança e pânico, denunciado diariamente pelos jornais e alardeado pela mídia eletrônica? Qual tarefa impõe- se aos cidadãos, na democracia e no Estado de direito?
(Paulo Sérgio Pinheiro e Guilherme Assis de Almeida. Violência urbana. Editora Publifolha. Acesso: http://www1.folha.uol.com.br/livraria da folha - em 9.2.12)
No trecho “O sentimento de insegurança transforma e desfigura a vida em nossas cidades.” , as formas verbais denotam tempo
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Segundo a lei 9.784/99, o particular que requereu a instauração de processo administrativo:
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São crimes propriamente militares, previstos no Código Penal Militar.
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O oficial só perderá o posto e a patente se for julgado indigno do oficialato ou com ele incompatível, em tempo de guerra, por decisão do:
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Indique PT para Polícia Tradicional e PC para Polícia Comunitária, em seguida marque a alternativa com a sequência CORRETA.
( ) O profissionalismo policial se caracteriza pelas respostas rápidas aos crimes sérios.
( ) O que determina a eficácia da polícia é o apoio e a cooperação do público.
( ) A polícia se ocupa mais com os problemas e as preocupações dos cidadãos.
( ) O aparato policial presta conta apenas as seus superiores.
( ) O policial trabalha voltado unicamente para a marginalidade de sua área, que representa, no máximo 2 % da população residente ali onde “todos são inimigos, marginais ou paisano folgado, até prova em contrário”.
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Manifestação popular na PI 112, no bairro Angelim, em virtude dos inúmeros acidentes de trânsito no local. A população obstrui a via publica impedindo o trânsito de veículos e pessoas a Polícia Militar é chamada a intervir no local, na ação policial um PM, por iniciativa própria, se desloca sozinho em direção a um popular que se encontrava obstruindo a via pública e a uma distância de 25 centímetros faz o uso do spray de pimenta na direção dos olhos do citado popular. Marque a alternativa CORRETA sobre a conduta do PM, que agiu:
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NO TEXTO ABAIXO TEMOS UM TRECHO DA OBRA “VIOLÊNCIA URBANA”, DE PAULO SÉRGIO PINHEIRO E GUILHERME ASSIS DE ALMEIDA. LEIA-O PARA RESPONDER A QUESTÃO.
De dia, ande na rua com cuidado, olhos bem abertos. Evite falar com estranhos. À noite, não saia para caminhar, principalmente se estiver sozinho e seu bairro for deserto. Quando estacionar, tranque bem as portas do carro e não se esqueça de levar o som consigo. De madrugada, não pare em sinal vermelho. Se for assaltado, não reaja - entregue tudo.
É provável que você já esteja exausto de ler e ouvir várias dessas recomendações. Faz tempo que a ideia de integrar uma comunidade e sentir-se confiante e seguro por ser parte de um coletivo deixou de ser um sentimento comum aos habitantes das grandes cidades brasileiras. As noções de segurança e de vida comunitária foram substituídas pelo sentimento de insegurança e pelo isolamento que o medo impõe. O outro deixa de ser visto como parceiro ou parceira em potencial; o desconhecido é encarado como ameaça. O sentimento de insegurança transforma e desfigura a vida em nossas cidades. De lugares de encontro, troca, comunidade, participação coletiva, as moradias e os espaços públicos transformam-se em palco do horror, do pânico e do medo.
A violência urbana subverte e desvirtua a função das cidades, drena recursos públicos já escassos, ceifa vidas --especialmente as dos jovens e dos mais pobres--, dilacera famílias, modificando nossas existências dramaticamente para pior. De potenciais cidadãos, passamos a ser consumidores do medo. O que fazer diante desse quadro de insegurança e pânico, denunciado diariamente pelos jornais e alardeado pela mídia eletrônica? Qual tarefa impõe- se aos cidadãos, na democracia e no Estado de direito?
(Paulo Sérgio Pinheiro e Guilherme Assis de Almeida. Violência urbana. Editora Publifolha. Acesso: http://www1.folha.uol.com.br/livraria da folha - em 9.2.12)
Trecho para a questão “Se for assaltado, não reaja - entregue tudo.”
Nesse trecho, o termo destacado sugere uma:
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Conforme o Artigo 5º, inc. XXXVIII, da Constituição Federal, é reconhecida a instituição do júri, com a organização que lhe der a Lei, assegurados, EXCETO.
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Excedente é a situação transitória a que, automaticamente, passa o Policial Militar que, EXCETO.
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