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2545491 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: NUCEPE
Orgão: PM-PI
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TEXTO 1

“Ao avistar a guarnição da polícia, o elemento empreendeu fuga em desabalada carreira, pulando muros e invadindo quintais. Depois o meliante adentrou num matagal, tomando rumo ignorado”. Se você acompanha programas policiais, deve ter percebido que o texto acima faz parte da linguagem simbólica das polícias Militar e Civil, um pouco mais da primeira instituição.

No “mundo policial” há alguns termos e expressões que são entendidos apenas por aqueles que fazem parte da instituição. Na maioria das vezes, são comandos ou gírias que estabelecem níveis de comunicação entre os membros da corporação. O objetivo é manter o conteúdo de mensagens importantes restrito a seus membros, evitando o vazamento desnecessário de informações.

O jornalista policial acaba aprendendo essa linguagem simbólica. O repórter-foca (iniciante) é capaz de não compreender uma ocorrência policial registrada numa delegacia qualquer. É comum o repórter policial encontrar termos como mocó (esconderijo); meliante (bandido); invólucro (papelote de droga); minuciosa (abordagem completa no suspeito); cão (revólver); chuço (policiais escrevem ‘chuncho’ – arma artesanal pontiaguda, geralmente fabricada no interior dos presídios); tereza (corda feita com lençóis, geralmente usada para fuga em presídios); cavalo doido (vários presos correndo ao mesmo tempo rumo ao muro para tentar fuga das unidades prisionais); x-9 (delator, o chamado dedo-duro); armar a casa (fazer uma emboscada); oxi (cocaína oxidada, pura); RP (Rádio Patrulha); positivo/operante (ok durante a operação). Isso sem incluir os códigos usados somente entre os militares.

Pois bem. Imagine você que um repórter iniciante chega à delegacia logo pela manhã e se depara com a seguinte ocorrência: “A guarnição RP 0000, em patrulhamento de rotina pela Zona Leste, deparou-se com dois elementos em atitudes suspeitas, saindo de um mocó. Em revista minuciosa aos meliantes, foram encontrados 30 invólucros de oxi, dois chunchos e um revólver. Os acusados confessaram que fugiram recentemente do presídio Urso Branco. Na fuga, usaram um tereza, e usariam o revólver para armar a casa de um rival. Os conduzidos foram encaminhados para a delegacia, para que o delegado tome as medidas de praxe.” Para o perfeito entendimento da ocorrência, o repórter precisaria perguntar alguns termos aos policiais.

O problema – na visão de especialistas – é que repórteres policiais, principalmente os que trabalham na TV e na rádio, estão incorporando essa linguagem em suas reportagens, e usam os mesmos termos para se comunicar com os leitores/espectadores/ouvintes. Assim, é comum vermos alguns repórteres chamando o suspeito de ‘meliante’; ou dizendo que os acusados foram presos ‘num mocó’.

O delegado Márcio Moraes, titular da Delegacia de Homicídios, disse que a maioria das gírias é criada por bandidos, para despistar a ação da polícia. A gíria mais recente criada no meio criminal é “cega”. De acordo com o contexto da história, a gíria pode ter um significado diferente, mas na maioria das vezes o seu uso é para desmentir algo. Por exemplo: quando um crime é atribuído a um suspeito e esse suspeito é questionado sobre o crime, logo ele responde: “é cega”, querendo dizer que a informação repassada para a polícia é mentirosa.

Disponível em: http://comunicacaoespecializada.blogspot.com.br/2009/11/linguagem_26.html. Acesso em 09/06/17. Adaptado.

“O delegado Márcio Moraes, titular da Delegacia de Homicídios, disse que a maioria das gírias é criada por bandidos, para despistar a ação da polícia.” (6º parágrafo) Acerca da organização sintática desse trecho, analise as afirmações abaixo.

1) O segmento “que a maioria das gírias é criada por bandidos” complementa o sentido da forma verbal “disse”, desempenhando, assim, a função de objeto direto.

2) O segmento “titular da Delegacia de Homicídios” traz uma explicação adicional a respeito do sujeito, sendo, assim, um aposto.

3) O segmento “a maioria das gírias” cumpre a função de sujeito da forma verbal “é criada”.

4) O segmento “por bandidos” indica quem é o agente da forma verbal “é criada”, sendo, assim, o agente da passiva.

Estão corretas:

 

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2545441 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: NUCEPE
Orgão: PM-PI
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TEXTO 1
“Ao avistar a guarnição da polícia, o elemento empreendeu fuga em desabalada carreira, pulando muros e invadindo quintais. Depois o meliante adentrou num matagal, tomando rumo ignorado”. Se você acompanha programas policiais, deve ter percebido que o texto acima faz parte da linguagem simbólica das polícias Militar e Civil, um pouco mais da primeira instituição.
No “mundo policial” há alguns termos e expressões que são entendidos apenas por aqueles que fazem parte da instituição. Na maioria das vezes, são comandos ou gírias que estabelecem níveis de comunicação entre os membros da corporação. O objetivo é manter o conteúdo de mensagens importantes restrito a seus membros, evitando o vazamento desnecessário de informações.
O jornalista policial acaba aprendendo essa linguagem simbólica. O repórter-foca (iniciante) é capaz de não compreender uma ocorrência policial registrada numa delegacia qualquer. É comum o repórter policial encontrar termos como mocó (esconderijo); meliante (bandido); invólucro (papelote de droga); minuciosa (abordagem completa no suspeito); cão (revólver); chuço (policiais escrevem ‘chuncho’ – arma artesanal pontiaguda, geralmente fabricada no interior dos presídios); tereza (corda feita com lençóis, geralmente usada para fuga em presídios); cavalo doido (vários presos correndo ao mesmo tempo rumo ao muro para tentar fuga das unidades prisionais); x-9 (delator, o chamado dedo-duro); armar a casa (fazer uma emboscada); oxi (cocaína oxidada, pura); RP (Rádio Patrulha); positivo/operante (ok durante a operação). Isso sem incluir os códigos usados somente entre os militares.
Pois bem. Imagine você que um repórter iniciante chega à delegacia logo pela manhã e se depara com a seguinte ocorrência: “A guarnição RP 0000, em patrulhamento de rotina pela Zona Leste, deparou-se com dois elementos em atitudes suspeitas, saindo de um mocó. Em revista minuciosa aos meliantes, foram encontrados 30 invólucros de oxi, dois chunchos e um revólver. Os acusados confessaram que fugiram recentemente do presídio Urso Branco. Na fuga, usaram um tereza, e usariam o revólver para armar a casa de um rival. Os conduzidos foram encaminhados para a delegacia, para que o delegado tome as medidas de praxe.” Para o perfeito entendimento da ocorrência, o repórter precisaria perguntar alguns termos aos policiais.
O problema – na visão de especialistas – é que repórteres policiais, principalmente os que trabalham na TV e na rádio, estão incorporando essa linguagem em suas reportagens, e usam os mesmos termos para se comunicar com os leitores/espectadores/ouvintes. Assim, é comum vermos alguns repórteres chamando o suspeito de ‘meliante’; ou dizendo que os acusados foram presos ‘num mocó’.
O delegado Márcio Moraes, titular da Delegacia de Homicídios, disse que a maioria das gírias é criada por bandidos, para despistar a ação da polícia. A gíria mais recente criada no meio criminal é “cega”. De acordo com o contexto da história, a gíria pode ter um significado diferente, mas na maioria das vezes o seu uso é para desmentir algo. Por exemplo: quando um crime é atribuído a um suspeito e esse suspeito é questionado sobre o crime, logo ele responde: “é cega”, querendo dizer que a informação repassada para a polícia é mentirosa.
Disponível em: http://comunicacaoespecializada.blogspot.com.br/2009/11/linguagem_26.html. Acesso em 09/06/17. Adaptado.
Assinale a alternativa que apresenta a ideia global do Texto 1.
 

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2545429 Ano: 2017
Disciplina: Direitos Humanos
Banca: NUCEPE
Orgão: PM-PI
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De acordo com o Pacto Internacional dos Direitos Civis e Políticos, é correto afirmar que:
 

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2545400 Ano: 2017
Disciplina: Direitos Humanos
Banca: NUCEPE
Orgão: PM-PI
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Considerando a Declaração Universal dos Direitos Humanos, analise as proposições abaixo.
1) Toda pessoa tem direito à vida, sendo vedado o aborto.
2) Ninguém será submetido a tratamento degradante, salvo motivo justificado.
3) Ninguém será arbitrariamente preso, detido ou exilado.
4) Toda pessoa tem o direito de ser, em todos os lugares, reconhecida como pessoa perante a lei.
Estão corretos, apenas:
 

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2545134 Ano: 2017
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: NUCEPE
Orgão: PM-PI
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De acordo com a Constituição Federal, em relação à administração pública, é correto afirmar:

 

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2545099 Ano: 2017
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: NUCEPE
Orgão: PM-PI
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O desenvolvimento da humanidade apresentou em diversas épocas conflitos étnicos e religiosos que, em muitas situações, se transformaram em guerras de extermínio. É correto afirmar que os conflitos étnicos e religiosos:
 

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2545093 Ano: 2017
Disciplina: Geografia
Banca: NUCEPE
Orgão: PM-PI
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As relações internacionais incluem as chamadas “trocas comerciais”, que se caracterizam por acordos bilaterais. O Brasil possui diversos parceiros econômicos, com os quais desenvolve comércio em diversos setores da economia, sendo os principais parceiros:
 

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2543547 Ano: 2017
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: NUCEPE
Orgão: PM-PI
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O processo de aquecimento global tem gerado inúmeros impactos em diferentes países e regiões da Terra. Dentre as principais decisões tomadas pela Conferência do Clima (COP-21), realizada em Paris, em 2015, para combater o aquecimento global, estão:
 

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2543505 Ano: 2017
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: NUCEPE
Orgão: PM-PI
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Como uma das contradições do desenvolvimento capitalista, pode-se apontar o processo de fragmentação do espaço, na medida em que a globalização visa integrar os diferentes espaços geográficos. A fragmentação do espaço se caracteriza:
 

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2543229 Ano: 2017
Disciplina: Biologia
Banca: NUCEPE
Orgão: PM-PI
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O desmatamento e a poluição do ar estão entre as causas de degradação do meio ambiente, situação vivida em diversos países. Como consequência desse processo de degradação ambiental, podemos citar:

 

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