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Considerando o gráfico a seguir, criado com o auxílio da ferramenta MS Excel 2007, assinale a afirmativa correta.

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As relações internacionais da segunda metade do século XX foram marcadas pela disputa de dois blocos econômicos e políticos com características distintas. Essa disputa ficou conhecida como Guerra Fria, e teve como principais atores políticos:
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Toda a produção semanal de latas de suco de certa fábrica foi vendida a três lojas, aqui designadas por A, B e C. Para a loja A, foi vendido um terço da produção, para a loja B, foi vendido 40% da produção, e, para a loja C, foram vendidas 11.360 unidades. Qual a produção semanal de latas de suco dessa fábrica?
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TEXTO 1
“Ao avistar a guarnição da polícia, o elemento empreendeu fuga em desabalada carreira, pulando muros e invadindo quintais. Depois o meliante adentrou num matagal, tomando rumo ignorado”. Se você acompanha programas policiais, deve ter percebido que o texto acima faz parte da linguagem simbólica das polícias Militar e Civil, um pouco mais da primeira instituição.
No “mundo policial” há alguns termos e expressões que são entendidos apenas por aqueles que fazem parte da instituição. Na maioria das vezes, são comandos ou gírias que estabelecem níveis de comunicação entre os membros da corporação. O objetivo é manter o conteúdo de mensagens importantes restrito a seus membros, evitando o vazamento desnecessário de informações.
O jornalista policial acaba aprendendo essa linguagem simbólica. O repórter-foca (iniciante) é capaz de não compreender uma ocorrência policial registrada numa delegacia qualquer. É comum o repórter policial encontrar termos como mocó (esconderijo); meliante (bandido); invólucro (papelote de droga); minuciosa (abordagem completa no suspeito); cão (revólver); chuço (policiais escrevem ‘chuncho’ – arma artesanal pontiaguda, geralmente fabricada no interior dos presídios); tereza (corda feita com lençóis, geralmente usada para fuga em presídios); cavalo doido (vários presos correndo ao mesmo tempo rumo ao muro para tentar fuga das unidades prisionais); x-9 (delator, o chamado dedo-duro); armar a casa (fazer uma emboscada); oxi (cocaína oxidada, pura); RP (Rádio Patrulha); positivo/operante (ok durante a operação). Isso sem incluir os códigos usados somente entre os militares.
Pois bem. Imagine você que um repórter iniciante chega à delegacia logo pela manhã e se depara com a seguinte ocorrência: “A guarnição RP 0000, em patrulhamento de rotina pela Zona Leste, deparou-se com dois elementos em atitudes suspeitas, saindo de um mocó. Em revista minuciosa aos meliantes, foram encontrados 30 invólucros de oxi, dois chunchos e um revólver. Os acusados confessaram que fugiram recentemente do presídio Urso Branco. Na fuga, usaram um tereza, e usariam o revólver para armar a casa de um rival. Os conduzidos foram encaminhados para a delegacia, para que o delegado tome as medidas de praxe.” Para o perfeito entendimento da ocorrência, o repórter precisaria perguntar alguns termos aos policiais.
O problema – na visão de especialistas – é que repórteres policiais, principalmente os que trabalham na TV e na rádio, estão incorporando essa linguagem em suas reportagens, e usam os mesmos termos para se comunicar com os leitores/espectadores/ouvintes. Assim, é comum vermos alguns repórteres chamando o suspeito de ‘meliante’; ou dizendo que os acusados foram presos ‘num mocó’.
O delegado Márcio Moraes, titular da Delegacia de Homicídios, disse que a maioria das gírias é criada por bandidos, para despistar a ação da polícia. A gíria mais recente criada no meio criminal é “cega”. De acordo com o contexto da história, a gíria pode ter um significado diferente, mas na maioria das vezes o seu uso é para desmentir algo. Por exemplo: quando um crime é atribuído a um suspeito e esse suspeito é questionado sobre o crime, logo ele responde: “é cega”, querendo dizer que a informação repassada para a polícia é mentirosa.
Disponível em: http://comunicacaoespecializada.blogspot.com.br/2009/11/linguagem_26.html. Acesso em 09/06/17. Adaptado.
Sendo a língua heterogênea e variável, existe a possibilidade de os usuários empregarem termos diversos para expressar um mesmo significado. Essa característica das línguas naturais está exemplificada no seguinte trecho do Texto 1:
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Acerca da ferramenta MS PowerPoint 2007, analise as afirmativas a seguir.
1) O botão Balões, na guia Revisão, grupo Comentários, mostra as revisões realizadas no documento em forma de botão.
2) A escolha de um tema bem como a alteração de suas cores, fontes e efeitos, é feita na guia Design, grupo Temas.
3) Para animar um texto ou objeto, selecione o texto ou objeto e clique no botão Animação Personalizada, na guia Animações, grupo Animações. Depois, deve-se clicar na opção Adicionar Animação para a escolha do tipo de animação.
4) Para inserir um clipe de som ou uma música no slide, deve-se clicar no botão Som, Guia Inserir, grupo Clipes de Mídia.
5) O botão Organizar, na guia Início, grupo Desenho, permite que vários objetos sejam agrupados, de modo que sejam tratados como um único objeto.
Estão corretas, apenas:
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TEXTO 1
“Ao avistar a guarnição da polícia, o elemento empreendeu fuga em desabalada carreira, pulando muros e invadindo quintais. Depois o meliante adentrou num matagal, tomando rumo ignorado”. Se você acompanha programas policiais, deve ter percebido que o texto acima faz parte da linguagem simbólica das polícias Militar e Civil, um pouco mais da primeira instituição.
No “mundo policial” há alguns termos e expressões que são entendidos apenas por aqueles que fazem parte da instituição. Na maioria das vezes, são comandos ou gírias que estabelecem níveis de comunicação entre os membros da corporação. O objetivo é manter o conteúdo de mensagens importantes restrito a seus membros, evitando o vazamento desnecessário de informações.
O jornalista policial acaba aprendendo essa linguagem simbólica. O repórter-foca (iniciante) é capaz de não compreender uma ocorrência policial registrada numa delegacia qualquer. É comum o repórter policial encontrar termos como mocó (esconderijo); meliante (bandido); invólucro (papelote de droga); minuciosa (abordagem completa no suspeito); cão (revólver); chuço (policiais escrevem ‘chuncho’ – arma artesanal pontiaguda, geralmente fabricada no interior dos presídios); tereza (corda feita com lençóis, geralmente usada para fuga em presídios); cavalo doido (vários presos correndo ao mesmo tempo rumo ao muro para tentar fuga das unidades prisionais); x-9 (delator, o chamado dedo-duro); armar a casa (fazer uma emboscada); oxi (cocaína oxidada, pura); RP (Rádio Patrulha); positivo/operante (ok durante a operação). Isso sem incluir os códigos usados somente entre os militares.
Pois bem. Imagine você que um repórter iniciante chega à delegacia logo pela manhã e se depara com a seguinte ocorrência: “A guarnição RP 0000, em patrulhamento de rotina pela Zona Leste, deparou-se com dois elementos em atitudes suspeitas, saindo de um mocó. Em revista minuciosa aos meliantes, foram encontrados 30 invólucros de oxi, dois chunchos e um revólver. Os acusados confessaram que fugiram recentemente do presídio Urso Branco. Na fuga, usaram um tereza, e usariam o revólver para armar a casa de um rival. Os conduzidos foram encaminhados para a delegacia, para que o delegado tome as medidas de praxe.” Para o perfeito entendimento da ocorrência, o repórter precisaria perguntar alguns termos aos policiais.
O problema – na visão de especialistas – é que repórteres policiais, principalmente os que trabalham na TV e na rádio, estão incorporando essa linguagem em suas reportagens, e usam os mesmos termos para se comunicar com os leitores/espectadores/ouvintes. Assim, é comum vermos alguns repórteres chamando o suspeito de ‘meliante’; ou dizendo que os acusados foram presos ‘num mocó’.
O delegado Márcio Moraes, titular da Delegacia de Homicídios, disse que a maioria das gírias é criada por bandidos, para despistar a ação da polícia. A gíria mais recente criada no meio criminal é “cega”. De acordo com o contexto da história, a gíria pode ter um significado diferente, mas na maioria das vezes o seu uso é para desmentir algo. Por exemplo: quando um crime é atribuído a um suspeito e esse suspeito é questionado sobre o crime, logo ele responde: “é cega”, querendo dizer que a informação repassada para a polícia é mentirosa.
Disponível em: http://comunicacaoespecializada.blogspot.com.br/2009/11/linguagem_26.html. Acesso em 09/06/17. Adaptado.
No Texto 1, o leitor encontra informações que esclarecem e justificam:
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Considere a tabela abaixo, criada com auxílio da ferramenta MS Excel 2007, para analisar as afirmativas a seguir.

1) O botão De Texto, na guia Dados, grupo Importar Dados Externos, permite importar dados de um arquivo de texto.
2) As bordas da tabela acima foram aplicadas ao se clicar na seta ao lado de bordas, na guia Início, grupo Fonte.
3) A soma da população de todos os municípios apresentados na tabela acima (Coluna C) foi calculada com a fórmula =SOMA(C2:C11).
4) Para inserir um tema para planilha no Excel, deve-se clicar no botão Temas, guia Inserir, grupo Temas.
5) O intervalo de células C2:C11 da tabela acima pode ser classificado do menor para o maior, através do botão Classificar e Filtrar, grupo Edição, na guia Início.
Estão corretas, apenas:
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Assinale a alternativa em que o termo destacado está corretamente grafado, segundo as normas ortográficas em vigor.
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TEXTO 1
“Ao avistar a guarnição da polícia, o elemento empreendeu fuga em desabalada carreira, pulando muros e invadindo quintais. Depois o meliante adentrou num matagal, tomando rumo ignorado”. Se você acompanha programas policiais, deve ter percebido que o texto acima faz parte da linguagem simbólica das polícias Militar e Civil, um pouco mais da primeira instituição.
No “mundo policial” há alguns termos e expressões que são entendidos apenas por aqueles que fazem parte da instituição. Na maioria das vezes, são comandos ou gírias que estabelecem níveis de comunicação entre os membros da corporação. O objetivo é manter o conteúdo de mensagens importantes restrito a seus membros, evitando o vazamento desnecessário de informações.
O jornalista policial acaba aprendendo essa linguagem simbólica. O repórter-foca (iniciante) é capaz de não compreender uma ocorrência policial registrada numa delegacia qualquer. É comum o repórter policial encontrar termos como mocó (esconderijo); meliante (bandido); invólucro (papelote de droga); minuciosa (abordagem completa no suspeito); cão (revólver); chuço (policiais escrevem ‘chuncho’ – arma artesanal pontiaguda, geralmente fabricada no interior dos presídios); tereza (corda feita com lençóis, geralmente usada para fuga em presídios); cavalo doido (vários presos correndo ao mesmo tempo rumo ao muro para tentar fuga das unidades prisionais); x-9 (delator, o chamado dedo-duro); armar a casa (fazer uma emboscada); oxi (cocaína oxidada, pura); RP (Rádio Patrulha); positivo/operante (ok durante a operação). Isso sem incluir os códigos usados somente entre os militares.
Pois bem. Imagine você que um repórter iniciante chega à delegacia logo pela manhã e se depara com a seguinte ocorrência: “A guarnição RP 0000, em patrulhamento de rotina pela Zona Leste, deparou-se com dois elementos em atitudes suspeitas, saindo de um mocó. Em revista minuciosa aos meliantes, foram encontrados 30 invólucros de oxi, dois chunchos e um revólver. Os acusados confessaram que fugiram recentemente do presídio Urso Branco. Na fuga, usaram um tereza, e usariam o revólver para armar a casa de um rival. Os conduzidos foram encaminhados para a delegacia, para que o delegado tome as medidas de praxe.” Para o perfeito entendimento da ocorrência, o repórter precisaria perguntar alguns termos aos policiais.
O problema – na visão de especialistas – é que repórteres policiais, principalmente os que trabalham na TV e na rádio, estão incorporando essa linguagem em suas reportagens, e usam os mesmos termos para se comunicar com os leitores/espectadores/ouvintes. Assim, é comum vermos alguns repórteres chamando o suspeito de ‘meliante’; ou dizendo que os acusados foram presos ‘num mocó’.
O delegado Márcio Moraes, titular da Delegacia de Homicídios, disse que a maioria das gírias é criada por bandidos, para despistar a ação da polícia. A gíria mais recente criada no meio criminal é “cega”. De acordo com o contexto da história, a gíria pode ter um significado diferente, mas na maioria das vezes o seu uso é para desmentir algo. Por exemplo: quando um crime é atribuído a um suspeito e esse suspeito é questionado sobre o crime, logo ele responde: “é cega”, querendo dizer que a informação repassada para a polícia é mentirosa.
Disponível em: http://comunicacaoespecializada.blogspot.com.br/2009/11/linguagem_26.html. Acesso em 09/06/17. Adaptado.
No que se refere às normas de concordância (verbal e nominal), analise os enunciados a seguir.
1) É até engraçado algumas expressões utilizadas no mundo policial.
2) Não é necessário a proibição de gírias entre policiais militares e civis.
3) Antigamente, havia muitos policiais que sofriam preconceitos por usar gírias no trabalho.
4) De fato, toda gíria são formas variantes utilizadas para fins comunicativos.
Estão de acordo com a norma-padrão os enunciados:
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De acordo com a Convenção Contra a Tortura e Outros Tratamentos ou Penas Cruéis, Desumanos ou Degradantes, é correto afirmar que:
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