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Foram encontradas 60 questões.

2546411 Ano: 2017
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: NUCEPE
Orgão: PM-PI
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Para o professor Milton Santos, em seu livro “Por uma outra globalização: do pensamento único à consciência universal”, a globalização “é, de certa forma, o ápice do processo de internacionalização do mundo capitalista” (2001, p. 23). Com base nesta compreensão do professor Milton Santos, é correto afirmar que a globalização é:
 

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2546138 Ano: 2017
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: NUCEPE
Orgão: PM-PI
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Organismos internacionais são instituições que congregam diferentes países com um objetivo comum, podendo ter este objetivo caráter político, social, econômico ou mesmo de ajuda mútua. Diante da crise internacional gerada pelo aumento do número de refugiados, particularmente da África e do Oriente, quais organismos internacionais têm atuado diretamente na busca de soluções internacionais ou de ações que amenizem os efeitos dessa situação?
 

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2546127 Ano: 2017
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: NUCEPE
Orgão: PM-PI
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Quanto aos direitos e garantias fundamentais, é correto afirmar que:

 

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2546091 Ano: 2017
Disciplina: Direito Penal
Banca: NUCEPE
Orgão: PM-PI
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De acordo com o Código Penal Brasileiro, em relação ao crime, é correto afirmar que:
 

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2546074 Ano: 2017
Disciplina: Informática
Banca: NUCEPE
Orgão: PM-PI
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Ainda quanto à ferramenta MS Word 2007, assinale a afirmativa correta.
 

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2546035 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: NUCEPE
Orgão: PM-PI
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TEXTO 1
“Ao avistar a guarnição da polícia, o elemento empreendeu fuga em desabalada carreira, pulando muros e invadindo quintais. Depois o meliante adentrou num matagal, tomando rumo ignorado”. Se você acompanha programas policiais, deve ter percebido que o texto acima faz parte da linguagem simbólica das polícias Militar e Civil, um pouco mais da primeira instituição.
No “mundo policial” há alguns termos e expressões que são entendidos apenas por aqueles que fazem parte da instituição. Na maioria das vezes, são comandos ou gírias que estabelecem níveis de comunicação entre os membros da corporação. O objetivo é manter o conteúdo de mensagens importantes restrito a seus membros, evitando o vazamento desnecessário de informações.
O jornalista policial acaba aprendendo essa linguagem simbólica. O repórter-foca (iniciante) é capaz de não compreender uma ocorrência policial registrada numa delegacia qualquer. É comum o repórter policial encontrar termos como mocó (esconderijo); meliante (bandido); invólucro (papelote de droga); minuciosa (abordagem completa no suspeito); cão (revólver); chuço (policiais escrevem ‘chuncho’ – arma artesanal pontiaguda, geralmente fabricada no interior dos presídios); tereza (corda feita com lençóis, geralmente usada para fuga em presídios); cavalo doido (vários presos correndo ao mesmo tempo rumo ao muro para tentar fuga das unidades prisionais); x-9 (delator, o chamado dedo-duro); armar a casa (fazer uma emboscada); oxi (cocaína oxidada, pura); RP (Rádio Patrulha); positivo/operante (ok durante a operação). Isso sem incluir os códigos usados somente entre os militares.
Pois bem. Imagine você que um repórter iniciante chega à delegacia logo pela manhã e se depara com a seguinte ocorrência: “A guarnição RP 0000, em patrulhamento de rotina pela Zona Leste, deparou-se com dois elementos em atitudes suspeitas, saindo de um mocó. Em revista minuciosa aos meliantes, foram encontrados 30 invólucros de oxi, dois chunchos e um revólver. Os acusados confessaram que fugiram recentemente do presídio Urso Branco. Na fuga, usaram um tereza, e usariam o revólver para armar a casa de um rival. Os conduzidos foram encaminhados para a delegacia, para que o delegado tome as medidas de praxe.” Para o perfeito entendimento da ocorrência, o repórter precisaria perguntar alguns termos aos policiais.
O problema – na visão de especialistas – é que repórteres policiais, principalmente os que trabalham na TV e na rádio, estão incorporando essa linguagem em suas reportagens, e usam os mesmos termos para se comunicar com os leitores/espectadores/ouvintes. Assim, é comum vermos alguns repórteres chamando o suspeito de ‘meliante’; ou dizendo que os acusados foram presos ‘num mocó’.
O delegado Márcio Moraes, titular da Delegacia de Homicídios, disse que a maioria das gírias é criada por bandidos, para despistar a ação da polícia. A gíria mais recente criada no meio criminal é “cega”. De acordo com o contexto da história, a gíria pode ter um significado diferente, mas na maioria das vezes o seu uso é para desmentir algo. Por exemplo: quando um crime é atribuído a um suspeito e esse suspeito é questionado sobre o crime, logo ele responde: “é cega”, querendo dizer que a informação repassada para a polícia é mentirosa.
Disponível em: http://comunicacaoespecializada.blogspot.com.br/2009/11/linguagem_26.html. Acesso em 09/06/17. Adaptado.
Observe o cumprimento das normas de regência verbal no seguinte trecho: “Imagine você que um repórter iniciante chega à delegacia logo pela manhã e se depara com a seguinte ocorrência:”. (4º parágrafo)
Assinale a alternativa em que as alterações promovidas também cumprem as normas de regência e preservam a coerência do enunciado.
 

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2545845 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: NUCEPE
Orgão: PM-PI
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TEXTO 1

“Ao avistar a guarnição da polícia, o elemento empreendeu fuga em desabalada carreira, pulando muros e invadindo quintais. Depois o meliante adentrou num matagal, tomando rumo ignorado”. Se você acompanha programas policiais, deve ter percebido que o texto acima faz parte da linguagem simbólica das polícias Militar e Civil, um pouco mais da primeira instituição.

No “mundo policial” há alguns termos e expressões que são entendidos apenas por aqueles que fazem parte da instituição. Na maioria das vezes, são comandos ou gírias que estabelecem níveis de comunicação entre os membros da corporação. O objetivo é manter o conteúdo de mensagens importantes restrito a seus membros, evitando o vazamento desnecessário de informações.

O jornalista policial acaba aprendendo essa linguagem simbólica. O repórter-foca (iniciante) é capaz de não compreender uma ocorrência policial registrada numa delegacia qualquer. É comum o repórter policial encontrar termos como mocó (esconderijo); meliante (bandido); invólucro (papelote de droga); minuciosa (abordagem completa no suspeito); cão (revólver); chuço (policiais escrevem ‘chuncho’ – arma artesanal pontiaguda, geralmente fabricada no interior dos presídios); tereza (corda feita com lençóis, geralmente usada para fuga em presídios); cavalo doido (vários presos correndo ao mesmo tempo rumo ao muro para tentar fuga das unidades prisionais); x-9 (delator, o chamado dedo-duro); armar a casa (fazer uma emboscada); oxi (cocaína oxidada, pura); RP (Rádio Patrulha); positivo/operante (ok durante a operação). Isso sem incluir os códigos usados somente entre os militares.

Pois bem. Imagine você que um repórter iniciante chega à delegacia logo pela manhã e se depara com a seguinte ocorrência: “A guarnição RP 0000, em patrulhamento de rotina pela Zona Leste, deparou-se com dois elementos em atitudes suspeitas, saindo de um mocó. Em revista minuciosa aos meliantes, foram encontrados 30 invólucros de oxi, dois chunchos e um revólver. Os acusados confessaram que fugiram recentemente do presídio Urso Branco. Na fuga, usaram um tereza, e usariam o revólver para armar a casa de um rival. Os conduzidos foram encaminhados para a delegacia, para que o delegado tome as medidas de praxe.” Para o perfeito entendimento da ocorrência, o repórter precisaria perguntar alguns termos aos policiais.

O problema – na visão de especialistas – é que repórteres policiais, principalmente os que trabalham na TV e na rádio, estão incorporando essa linguagem em suas reportagens, e usam os mesmos termos para se comunicar com os leitores/espectadores/ouvintes. Assim, é comum vermos alguns repórteres chamando o suspeito de ‘meliante’; ou dizendo que os acusados foram presos ‘num mocó’.

O delegado Márcio Moraes, titular da Delegacia de Homicídios, disse que a maioria das gírias é criada por bandidos, para despistar a ação da polícia. A gíria mais recente criada no meio criminal é “cega”. De acordo com o contexto da história, a gíria pode ter um significado diferente, mas na maioria das vezes o seu uso é para desmentir algo. Por exemplo: quando um crime é atribuído a um suspeito e esse suspeito é questionado sobre o crime, logo ele responde: “é cega”, querendo dizer que a informação repassada para a polícia é mentirosa.

Disponível em: http://comunicacaoespecializada.blogspot.com.br/2009/11/linguagem_26.html. Acesso em 09/06/17. Adaptado.

Assinale a alternativa em que o segmento sublinhado desempenha uma função de adjetivo.

 

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2545783 Ano: 2017
Disciplina: Legislação Militar
Banca: NUCEPE
Orgão: PM-PI
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De acordo com a Lei Estadual nº 3.729, de 27/05/1980, o Conselho de Disciplina da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Piauí será composto por:

 

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2545634 Ano: 2017
Disciplina: Informática
Banca: NUCEPE
Orgão: PM-PI
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Em relação aos conceitos sobre segurança da informação, procedimentos de segurança e procedimentos de backup, numere a 2ª coluna em conformidade com os conceitos da 1ª coluna.
1) Tipos de Backup
( ) Confidencialidade, integridade, disponibilidade, autenticidade e irretratabilidade.
2) Segurança da Informação ( ) Encriptação, certificado digital, assinatura digital.
3) Mecanismos de Segurança
( ) Completos, incrementais e diferenciais.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
 

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2545510 Ano: 2017
Disciplina: Legislação Militar
Banca: NUCEPE
Orgão: PM-PI
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Com base na Lei nº 3.729, de 27/05/1980, (Conselho de Disciplina da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Piauí), qual o prazo que caberá, em princípio, ao Comandante Geral da Polícia Militar do Piauí, contado da data do recebimento do processo, para apreciar os recursos interpostos, oriundos de Conselho de Disciplina?

 

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