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Foram encontradas 112 questões.

1214890 Ano: 2013
Disciplina: Física
Banca: UFPR
Orgão: PM-PR
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Considere que num recipiente cilíndrico com êmbolo móvel existem 2 mols de moléculas de um gás A à temperatura inicial de 200 K. Este gás é aquecido até a temperatura de 400 K numa transformação isobárica. Durante este aquecimento ocorre uma reação química e cada molécula do gás A se transforma em duas moléculas de um gás B.
Com base nesses dados e nos conceitos de termodinâmica, é correto afirmar que o volume final do recipiente na temperatura de 400 K é:
 

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1214309 Ano: 2013
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: UFPR
Orgão: PM-PR
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Climate change: forecast for 2100 is floods and heat ... and it’s man’s fault
By Nick Allen
9:04PM BST 16 Aug 2013
Climate scientists have concluded that temperatures could jump by up to 5°C and sea levels could rise by up to 82 cm by the end of the century, according to a leaked draft of a United Nations (UN) report.
The UN Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC) also said there was a 95 per cent likelihood that global warming is caused by human activities. That was the highest assessment so far from the IPCC, which put the figure at 90 per cent in a previous report in 2007, 66 per cent in 2001, and just over 50 per cent in 1995.
Reto Knutti, a professor at the Swiss Federal Institute of Technology in Zurich, said: “We have got quite a bit more certain that climate change is largely man-made. We’re less certain than many would hope about the local impacts.” The IPCC report, the first of three in 2013 and 2014, will face intense scrutiny particularly after errors in the 2007 study, which wrongly predicted that all Himalayan glaciers could melt by 2035.
Almost 200 governments have agreed to try to limit global warming to below 2°C above pre-industrial times, which is seen as a threshold for dangerous changes including more droughts, extinctions, floods and rising seas that could swamp coastal regions and island nations. Temperatures have already risen by 0.8°C since the Industrial Revolution.
The report will say there is a high risk global temperatures will rise by more than 2°C this century. They could rise anywhere from about 0.6°C to almost 5°C a wider range at both ends of the scale than predicted in the 2007 report. It will also say evidence of rising sea levels is “unequivocal”. The report projects seas will rise by between 30 cm and 82 cm by the late 21st century. In 2007 the estimated rise was between 18 cm and 58 cm, but that did not fully account for changes in Antarctica and Greenland.
Scientists say it is harder to predict local impacts. Drew Shindell, a Nasa scientist, said: “I talk to people in regional power planning. They ask, 'What’s the temperature going to be in this region in the next 20 to 30 years, because that’s where our power grid is?’ We can’t really tell.”
(adapted from <telegraph.co.uk>)
Considering what the text says about the IPCC and its predictions and conclusions on global warming, mark true (T) or false (F) for the following statements:
( ) The IPCC made a wrong prediction about the Himalayas in the 2007 report.
( ) Himalayan glaciers will certainly disappear by 2035 because of global warming.
( ) The IPCC can now be sure of how climate change will impact different locations.
( ) IPCC’s new report will be carefully examined after the errors committed in 2007.
( ) Global warming will have a huge impact in Swiss because of its large glaciers.
Mark the alternative which presents the correct sequence, from top to bottom.
 

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1213762 Ano: 2013
Disciplina: Matemática
Banca: UFPR
Orgão: PM-PR
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A figura ao lado apresenta o gráfico da reta r: 2y – x + 2 = 0 no plano cartesiano. As coordenadas cartesianas do ponto P, indicado nessa figura, são:
Enunciado 1213762-1
 

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1208331 Ano: 2013
Disciplina: Geografia
Banca: UFPR
Orgão: PM-PR
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No campo político, o nascimento do Estado moderno definiu o marco da centralidade territorial e institucional do poder político. Esta é certamente a instituição política mais importante da modernidade, responsável pela delimitação do território para o exercício do mando e da obediência, segundo normas e leis estabelecidas e reconhecidas como legítimas, sendo possível legalmente a coerção física em caso de desobediência. (CASTRO, Iná Elias. Geografia e PolíticaTerritório, escalas de ação e instituições. Rio de Janeiro, Ed. Bertrand Brasil, 2005, p. 111).
Sobre as origens e características do Estado, é correto afirmar:
 

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1201532 Ano: 2013
Disciplina: Italiano
Banca: UFPR
Orgão: PM-PR
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Brasile, le manifestazioni e la torre d’avorio
Mentre esplode la protesta di piazza, le istituzioni brasiliane continuano a rimanere sorprese e senza risposte, senza accorgersi che ciò che accade in Brasile sta succedendo in molte altre parti del mondo.
Frei Betto – Traduzione all’italiano: S. Romagnoli
Le recenti manifestazioni di strada in Brasile hanno sorpreso i governi – dei comuni, degli stati e il governo federale. Le autorità, perplesse, si interrogano: come è possibile? Chi sta dietro tutto questo? Chi li controlla? E reagiscono con l’unica e sciagurata lezione appresa in 21 anni di dittatura: la repressione poliziesca.
Le autorità si barricano nella torre d’avorio. Come se il Brasile fosse un pianeta distante da questo orbe terrestre nel quale dovunque esplodono manifestazioni di strada, da Occupy Wall Street a Piazza Tahrir al Cairo, dalla periferia di Parigi a Piazza Taskim a Istambul.
La domanda “chi ci sarà dietro?” troverebbe una risposta se il governo prestasse attenzione all’ovvio che ha di fronte agli occhi: l’insoddisfazione dei giovani. La stessa insoddisfazione che portò la generazione ora al potere alle manifestazioni studentesche degli anni 60 e alla guerriglia urbana degli anni 70. La stessa insoddisfazione che mobilitò i lavoratori negli scioperi a cavallo tra gli anni 70 e 80 e diede origine al PT, da dieci anni al comando del paese.
La differenza è che allora la polizia infiltrava i suoi agenti nei gruppi dirigenti studenteschi e nei sindacati, partiti e gruppi clandestini e, ottenute le informazioni, agiva preventivamente. Ora la mobilitazione avviene attraverso le reti sociali, che è più difficile controllare (ma non impossibile, come ha dimostrato Snowden, giovane statunitense, rivelando al mondo che l’Agenzia per la Sicurezza Nazionale degli USA penetra nei computer di milioni di persona).
Quel che c’è di evidente è che le autorità hanno interrotto tutte le vie di comunicazione con i movimenti sociali, al massimo tollerati, ma mai presi seriamente in considerazione. Dove sono le assemblee politiche che prevedano la partecipazione di leader popolari? E i comitati di gestione? E la Segreteria Nazionale della Gioventù? E l’Unione degli Studenti? E i canali di dialogo con i giovani?
Asserragliato nella torre d’avorio, il governo si stupisce di fronte a ogni nuova manifestazione: di senza terra, di indigeni, di utenti dei trasporti pubblici, di persone scontente dell’inflazione, e perfino di fronte ai fischi alla presidente Dilma, all’apertura della Confederations Cup. Chi non dialoga finisce per isolarsi e chiede repressione, come tutti quelli che si sentono messi alle strette.
E’ ora che le autorità lascino la torre d’avorio, mettano da parte i binocoli puntati sulle elezioni del 2014 e poggino i piedi per terra, sulla realtà. La testa pensa dove poggiano i piedi. E la realtà è la stabilità economica minacciata; la riforma agraria soffocata: le terre indigene invase (dall’agrobusiness e dalle opere sfarzose del governo); l’alleggerimento degli oneri a carico dell’industria automobilistica che prevale sull’investimento pubblico per il trasporto collettivo; la ricattabilità delle autorità con i fondi neri delle imprese private, ecc.
L’ovvio, quindi, è l’assenza di speranze di questi giovani che non sanno ancora come trasformare la propria indignazione e rivolta in proposte e programmi politici.
(Adattato da: <http://temi.repubblica.it/micromega-online/brasile-le-manifestazioni-e-la-torre-d%E2%80%99avorio/>)
Si può dire che il testo ha come obiettivo principale:
 

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1201173 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: PM-PR
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Brazuca é um nome triste, mas não por ser com ‘z’
A escolha do nome da bola que a Adidas lançará para a Copa do Mundo de 2014 foi feita por votação na internet a partir de uma lista tríplice. Com 77.8% das preferências, Brazuca derrotou Bossa Nova e Carnavalesca. Como quase todos os analistas da língua que estão de plantão esta semana, lamentei a notícia (considerava Bossa Nova o menos ruim de três nomes fracos), mas por motivos diversos. Não é a grafia com z que me incomoda, mas a palavra em si. Convém explicar. Sim, é verdade que todos os dicionários e o Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (Volp), da Academia Brasileira de Letras, registram apenas brasuca, com s. Afinal, a palavra não é derivada de Brasil, brasileiro? Eis toda a base para a argumentação dos que implicaram com a grafia. Uma argumentação que deixa de levar em conta dois fatos singelos.
1. A forma brazuca é muito mais usada na vida real. Uma pesquisa no Google traz mais de 4 milhões de páginas, contra pouco mais de um décimo disso para brasuca. Pode-se defender a tese de que a preferência popular não é suficiente para alterar a grafia de um termo vernáculo, mas atenção: estamos falando de palavra informal, brincalhona, recente. Brazuca é uma gíria, e as gírias, como todas as criações populares, têm a mania de escolher como serão conhecidas.
2. Ainda que não fosse assim , o batismo da bola da Copa do Mundo é um ato de branding, ramo do marketing que tem regras próprias, entre elas a de privilegiar formas gráficas fortes – e nesse mundo a letra z goza de grande prestígio. Naturalmente, a correspondência com a grafia “Brazil” numa marca destinada a ter circulação internacional também deve ter sido considerada um trunfo por seus criadores.
Se não é a grafia, o que sobra para criticar em Brazuca, a bola? Sua carga cultural idiota, só isso. O fato de que, brazuca ou brasuca, a palavra é um sinônimo tolo de brasileiro. O termo nasceu em Portugal com tom depreciativo (o sufixo “-uca”, o mesmo de mixuruca, deixa isso claro), numa espécie de contraponto ao nosso “portuga”. Até aí, tudo bem: a própria palavra brasileiro tinha uso pejorativo antes de ser assumida em espírito de desafio pelos nativos desta terra.
O problema é que, ao ser adotado por aqui, brazuca/brasuca virou um clichê patriótico viscoso, folclórico e carregado de autocomplacência, primo da malemolência, da ginga e da incrível musicalidade de muitos inzoneiros* que habita este gigante adormecido. É por isso que Brazuca é bola fora – e Brasuca não seria melhor.
(Sérgio Rodrigues, 04/09/2012, <http://veja.abril.com.br/blog/sobre-palavras/curiosidades-etimologicas>.)
*Inzoneiro: Adj. Bras. Pop. 1. Mexeriqueiro, intrigante, mentiroso. 2. Sonso, manhoso. (Dicionário Aurélio)
Considere as afirmativas acerca dos relatores de coesão presentes no texto e identifique como verdadeiras (V) ou falsas (F) as seguintes afirmativas:
( ) A conjunção como , estabelece relação de comparação entre os segmentos que une.
( ) A expressão dos que refere-se a uma parte das pessoas que implicaram com o nome escolhido para a bola.
( ) O vocábulo assim remete à maior flexibilidade que as gírias teriam em relação ao modo como são escritas.
( ) A conjunção se implica a negação da grafia como responsável pela não aceitação do nome eleito para a bola.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
 

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1199793 Ano: 2013
Disciplina: Italiano
Banca: UFPR
Orgão: PM-PR
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Brasile, le manifestazioni e la torre d’avorio
Mentre esplode la protesta di piazza, le istituzioni brasiliane continuano a rimanere sorprese e senza risposte, senza accorgersi che ciò che accade in Brasile sta succedendo in molte altre parti del mondo.
Frei Betto – Traduzione all’italiano: S. Romagnoli
Le recenti manifestazioni di strada in Brasile hanno sorpreso i governi – dei comuni, degli stati e il governo federale. Le autorità, perplesse, si interrogano: come è possibile? Chi sta dietro tutto questo? Chi li controlla? E reagiscono con l’unica e sciagurata lezione appresa in 21 anni di dittatura: la repressione poliziesca.
Le autorità si barricano nella torre d’avorio. Come se il Brasile fosse un pianeta distante da questo orbe terrestre nel quale dovunque esplodono manifestazioni di strada, da Occupy Wall Street a Piazza Tahrir al Cairo, dalla periferia di Parigi a Piazza Taskim a Istambul.
La domanda “chi ci sarà dietro?” troverebbe una risposta se il governo prestasse attenzione all’ovvio che ha di fronte agli occhi: l’insoddisfazione dei giovani. La stessa insoddisfazione che portò la generazione ora al potere alle manifestazioni studentesche degli anni 60 e alla guerriglia urbana degli anni 70. La stessa insoddisfazione che mobilitò i lavoratori negli scioperi a cavallo tra gli anni 70 e 80 e diede origine al PT, da dieci anni al comando del paese.
La differenza è che allora la polizia infiltrava i suoi agenti nei gruppi dirigenti studenteschi e nei sindacati, partiti e gruppi clandestini e, ottenute le informazioni, agiva preventivamente. Ora la mobilitazione avviene attraverso le reti sociali, che è più difficile controllare (ma non impossibile, come ha dimostrato Snowden, giovane statunitense, rivelando al mondo che l’Agenzia per la Sicurezza Nazionale degli USA penetra nei computer di milioni di persone).
Quel che c’è di evidente è che le autorità hanno interrotto tutte le vie di comunicazione con i movimenti sociali, al massimo tollerati, ma mai presi seriamente in considerazione. Dove sono le assemblee politiche che prevedano la partecipazione di leader popolari? E i comitati di gestione? E la Segreteria Nazionale della Gioventù? E l’Unione degli Studenti? E i canali di dialogo con i giovani?
Asserragliato nella torre d’avorio, il governo si stupisce di fronte a ogni nuova manifestazione: di senza terra, di indigeni, di utenti dei trasporti pubblici, di persone scontente dell’inflazione, e perfino di fronte ai fischi alla presidente Dilma, all’apertura della Confederations Cup. Chi non dialoga finisce per isolarsi e chiede repressione, come tutti quelli che si sentono messi alle strette.
E’ ora che le autorità lascino la torre d’avorio, mettano da parte i binocoli puntati sulle elezioni del 2014 e poggino i piedi per terra, sulla realtà. La testa pensa dove poggiano i piedi. E la realtà è la stabilità economica minacciata; la riforma agraria soffocata: le terre indigene invase (dall’agrobusiness e dalle opere sfarzose del governo); l’alleggerimento degli oneri a carico dell’industria automobilistica che prevale sull’investimento pubblico per il trasporto collettivo; la ricattabilità delle autorità con i fondi neri delle imprese private, ecc.
L’ovvio, quindi, è l’assenza di speranze di questi giovani che non sanno ancora come trasformare la propria indignazione e rivolta in proposte e programmi politici.
(Adattato da: <http://temi.repubblica.it/micromega-online/brasile-le-manifestazioni-e-la-torre-d%E2%80%99avorio/>)
Nel penultimo paragrafo, l’autore suggerisce alcuni problemi che il governo attuale dovrebbe affrontare. In base al testo, quale delle alternative presenta un problema da affrontare in un altro momento?
 

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1198086 Ano: 2013
Disciplina: História
Banca: UFPR
Orgão: PM-PR
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Se, durante décadas, o dia 13 de maio foi comemorado como a data da abolição da escravidão, recentemente o dia 20 de novembro foi instituído no Brasil como o Dia da Consciência Negra. Sobre os sentidos dessas duas datas, identifique como verdadeiras (V) ou falsas (F) as seguintes afirmativas:
( ) O 13 de maio simboliza uma libertação conquistada pelos escravos e pelos abolicionistas junto ao Império, que instituiu políticas de reparação aos ex-escravos e aos seus descendentes.
( ) O 20 de novembro tem se firmado como uma data que relembra a resistência escrava, pois a abolição da escravidão não ocorreu sem a luta de parte dos escravos, seja de forma coletiva organizada (quilombos), seja de forma individual (suicídio, fuga, abandono do trabalho).
( ) O 13 de maio foi resultado tanto da resistência dos escravos quanto da atuação dos abolicionistas, porém a abolição da escravidão foi um processo lento que seguiu a situação e as vontades política e econômica das elites.
( ) A razão pela demora em se estabelecer o 20 de novembro como uma data comemorativa deveu-se à escassez de indícios que confirmassem a luta política dos abolicionistas, visto que Rui Barbosa, então ministro da Fazenda do início da República, incinerou os documentos que comprovavam essas ações.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
 

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466828 Ano: 2013
Disciplina: Francês (Língua Francesa)
Banca: UFPR
Orgão: PM-PR
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L’EXPRESS
Actualité/Monde MOSCOU
En Russie, on brave les animaux sauvages avec insouciance
Par AFP, publié le 12/08/2013
Moscou - Un coup de peigne à la petite Macha et sa maman la fait poser à côté d'un guépard, simplement tenu en laisse à l'entrée d'un cirque à Moscou: les Russes bravent souvent les animaux sauvages avec insouciance, au prix de quelques drames.
Les familles russes, l'été venu, se dirigent vers les parcs et les chapiteaux en y emmenant leurs enfants, dans l'espoir de faire "une photo inoubliable" avec des animaux parfois présentés dans les endroits les plus animés des grandes villes.
Piotr Loznitsa, père de deux fils de 12 et un an, ne craint rien de la part des animaux-modèles. Il laisse son aîné prendre la pose à côté d'un jeune guépard à l'entrée du cirque de Tsvetnoï Boulevard, au centre de Moscou. "J'ai confiance en dresseurs", explique-t-il.
Cette confiance serait-elle "un héritage de notre infantilisme soviétique, où nous nous croyions aveuglément protégés par l'État qui contrôlait tout", s'interroge ce décorateur de 49 ans.
Même après une série de piqûres contre la rage que son fils aîné avait subies, mordu à la jambe par un singe, poser avec un animal avant une représentation de cirque est pour Piotr "aussi naturel que de prendre une coupe de champagne au ballet, au Bolchoï".
"Tout le monde fait ça", explique-t-il. Mais Piotr a un tabou: il ne laissera jamais ses fils poser avec un ours. "Avec les ours, vous n'êtes jamais protégés, croyez-moi, j'ai vécu un temps dans la taïga", dit-il d'un ton grave.
Evguénia, une vendeuse de 44 ans, a eu elle aussi une mauvaise expérience avec sa Dacha de six ans, qui, rassurée par le dresseur-photographe, a pris un iguane sur son épaule, le mois dernier.
"Ma fille garde toujours les traces de cette égratignure sur son épaule", confie-t-elle, avant d'en conclure: "Maintenant on se fera photographier avec n'importe quel animal sauf l'iguane".
Comme Dacha, des dizaines d'enfants sont victimes d'accidents avec des animaux sauvages chaque année en Russie, relève le chargé russe pour les droits de l'enfant Pavel Astakhov qui appelle à interdire cette activité lucrative. Malgré le soutien des organisations de défense des animaux, l'initiative reste cependant lettre morte.
Après les chevaux classiques de l'époque soviétique, que l'on peut du reste toujours croiser en plein Moscou sans grandes mesures de sécurité, les Russes de tous âges posent souvent sans hésiter avec des ours, lions, guépards et tigres, présentés au public dans des parcs ou des complexes de loisirs.
Drogués et privés parfois de griffes et de crocs, ces fauves, souvent des animaux de cirque à la retraite, "ne présentent pas de danger", assurent leurs maîtres.
"L'intérêt lucratif remplace ici le bon sens", explique de son côté Boris Maïkhrovski, vice-directeur de la Compagnie d'État du Cirque de Russie, qui a strictement interdit l'utilisation des animaux dans ce type d'activité après une série d'accidents.
"Un éléphant par exemple est capable de tuer n'importe qui en l'écrasant contre le sol avec sa trompe", explique à l'AFP cet ancien dresseur.
Mais la pratique reste toujours courante dans les établissements privés, aux risques et périls des participants.
L'an dernier, trois graves accidents ont été enregistrés au seul mois d'août.
Une fillette a été gravement mutilée par un ours, détenu dans une cage mal protégée, dans un complexe touristique au nord de Moscou, alors qu'elle lui offrait une friandise sous l'oeil bienveillant de ses parents.
La veille, un léopard avait attaqué et blessé deux adolescentes dans un cirque à Togliatti, une ville sur la Volga, et quelques jours plus tôt, un ours avait mutilé une fillette qui voulait lui donner à boire dans une colonie de vacances à Blagovechtchensk, en Sibérie.
Deux ans plus tôt, dans la même région de Sibérie, un garçon de trois ans que ses parents avaient posé près de la cage d'un tigre pour le prendre en photo, a été grièvement mutilé par le fauve.
<http://www.lexpress.fr/actualites/1/monde/en-russie-on-brave-les-animaux-sauvages-avec-insouciance_1272828.html>
L’auteur du texte ci-dessus affirme que l’habitude de se faire photographier avec des animaux sauvages en Russie:
 

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466440 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: PM-PR
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As razões da revolta
As manifestações das ruas trouxeram pelo menos uma certeza: o jovem brasileiro, com seu poder de articulação pelas redes sociais, mudou. De uma forma de protestar à distância, com certa dose de descaso e “chacota” contra as instituições (de que sempre se percebeu apartado), ele se mobilizou com rapidez, invadiu o espaço público e reagiu contra o que não concorda.
O estopim foram o aumento do ônibus e a reação truculenta da polícia. Na esteira do protesto inicial, vieram as demandas concretas: a péssima qualidade do transporte, a corrupção, os conchavos políticos, as incongruências entre o investimento em saúde e educação e as fortunas gastas com estádios e futebol, enfim, o abismo entre o Brasil que se vende para o mundo e a nação real, com sua violência, trânsito e serviços precários.
Muitos críticos cobraram falta de foco dos jovens e dificuldade de controle das massas que saíram às ruas. Isso deu, dizem os críticos, espaço para grupos mais radicais e bandidos, que causaram violência. Mas será que houve falta de foco?
Embora as queixas sejam muitas e variadas, alguns padrões em comum podem ser identificados. Trata-se, em primeiro lugar, de um movimento mais horizontal, sem liderança clara. Alguns grupos, como o Movimento Passe Livre (MPL), logo apareceram. Mesmo dentro deles, não parece haver voz única. Boa parte das manifestações se dá “por contágio”. Mesmo o jovem inicialmente acomodado se sente “tocado” pela onda de protestos e decide sair à rua, para participar do momento histórico. A insatisfação crônica com o status do país se transformou de forma rápida, talvez pela capilaridade das redes sociais, numa indignação ativa, potente geradora de força de mobilização. [...]
Os políticos correram para achar uma explicação e tentar dar respostas (algo que não andam acostumados a fazer). Algumas demandas foram rapidamente atendidas. É simplista, porém, justificar o que aconteceu com o fato de o jovem não se sentir representado. Além da crise de representatividade política, que não é queixa só do jovem, faltam a perspectiva de um país melhor – mais justiça, melhores condições de transporte, saúde e educação – e uma percepção menos ufanista e mais real do Brasil.
O desafio dos jovens é manter a força do movimento, num momento em que os governos atendem parcialmente a algumas demandas. Os políticos deveriam perceber que o desafio é usar essa força para mudar o país naquilo que ele tem de pior. Têm de limpar as feridas para facilitar a cicatrização. Não adianta dourar indefinidamente a pílula, na espera de um Brasil que nunca chega.
(Jorge Bouer, Época, 08 jul. 2013.)
“É simplista, porém, justificar o que aconteceu com o fato de o jovem não se sentir representado.”
Observe que Jorge Bouer escreveu “ de o jovem” e não “do jovem”. Diferentemente do que acontece na fala, a escrita não aceita a contração da preposição com um artigo em certos casos. Em qual das sentenças abaixo a contração é VETADA na escrita culta?
 

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