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Foram encontradas 112 questões.

1253330 Ano: 2013
Disciplina: Química
Banca: UFPR
Orgão: PM-PR
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A equação geral dos gases ideais é uma equação de estado que correlaciona pressão, temperatura, volume e quantidade de matéria, sendo uma boa aproximação ao comportamento da maioria dos gases.
Os exemplos descritos a seguir correspondem às observações realizadas para uma quantidade fixa de matéria de gás e variação de dois parâmetros. Numere as representações gráficas relacionando-as com as seguintes descrições.
  1. Ao encher um balão com gás hélio ou oxigênio, o balão apresentará a mesma dimensão.
  2. Ao encher um pneu de bicicleta, é necessária uma pressão maior que a utilizada em pneu de carro.
  3. O cozimento de alimentos é mais rápido em maiores pressões.
  4. Uma bola de basquete cheia no verão provavelmente terá aparência de mais vazia no inverno, mesmo que não tenha vazado ar.
Enunciado 1253330-1
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta na numeração das representações gráficas.
 

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1247966 Ano: 2013
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: UFPR
Orgão: PM-PR
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Reading the world in 196 books
By Ann Morgan (Photo: Darren Russell) – BBC - 15 July 2013
Enunciado 1247966-1
I used to think of myself as a fairly cosmopolitan sort of person, but my bookshelves told a different story. Apart from a few Indian novels and the odd Australian and South African book, my literature collection consisted of British and American titles. Worse still, I hardly ever tackled anything in translation. My reading was confined to stories by English-speaking authors.
So, at the start of 2012, I set myself the challenge of trying to read a book from every country (well, all 195 United Nations (UN) recognised states plus former UN member Taiwan) in a year to find out what I was missing. With no idea how to go about this beyond a sneaking suspicion that I was unlikely to find publications from nearly 200 nations on the shelves of my local bookshop, I decided to ask the planet’s readers for help. I created a blog called A Year of Reading the World and put out an appeal for suggestions of titles that I could read in English.
The response was amazing. Before I knew it, people all over the planet were getting in touch with ideas and offers of help. Some posted me books from their home countries. Others did hours of research on my behalf. In addition, several writers, like Turkmenistan’s Ak Welsapar and Panama’s Juan David Morgan, sent me unpublished translations of their novels, giving me a rare opportunity to read works otherwise unavailable to the 62% of Brits who only speak English. Even with such an extraordinary team of bibliophiles behind me, however, sourcing books was no easy task. For a start, with translations making up only around 4.5 per cent of literary works published in the UK and Ireland, getting English versions of stories was tricky.
But the effort was worth it. As I made my way through the planet’s literary landscapes, extraordinary things started to happen. In the hands of gifted writers, I discovered bookpacking offered something a physical traveller could hope to experience only rarely: it took me inside the thoughts of individuals living far away and showed me the world through their eyes. More powerful than a thousand news reports, these stories not only opened my mind to the nuts and bolts of life in other places, but opened my heart to the way people there might feel.
And that in turn changed my thinking. Through reading the stories shared with me by bookish strangers around the globe, I realised I was not an isolated person, but part of a network that stretched all over the planet. One by one, the country names on the list that had begun as an intellectual exercise at the start of the year transformed into vital, vibrant places filled with laughter, love, anger, hope and fear. Lands that had once seemed exotic and remote became close and familiar to me – places I could identify with. At its best, I learned, fiction makes the world real.
(adapted from <http://www.bbc.com/culture/story/20130715-reading-the-world-in-365-days>)
Identify the statements below about Ann Morgan as true (T) or false (F), according to the text.
( ) She decided to read nearly 200 books in a year, which included all the UN-recognized countries.
( ) She was sure she could find all the books she wanted to read at the local bookstore.
( ) She felt that she was missing something by not having read foreign publications.
( ) She created a blog to ask for suggestions of books she could read in English.
( ) She decided not to read a book from Taiwan because it was a former UN member.
Mark the alternative which presents the correct sequence, from top to bottom.
 

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1247948 Ano: 2013
Disciplina: História
Banca: UFPR
Orgão: PM-PR
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“O conhecimento histórico é sempre (...) uma consciência de si mesmo: ao estudar a história de uma outra época, os homens não podem deixar de compará-la com seu próprio tempo (...). Mas, ao comparar a nossa época e a nossa civilização com as outras épocas e civilizações, corremos o risco de lhes aplicar a nossa própria medida(...)”. (GUREVICH, Aron. As categorias da cultura medieval. Lisboa: Editorial Caminho, p. 15).
Aplicando o raciocínio exposto acima aos sentidos que a Idade Média adquiriu em diferentes tempos históricos, identifique como verdadeiras (V) ou falsas (F) as seguintes afirmativas:
( ) Atualmente, os historiadores entendem o medievo na sua multiplicidade, com suas especificidades regionais e temporais, ao mesmo tempo que mostram a permanência e a relevância de determinadas instituições e invenções medievais, como a universidade, o livro, a imprensa e o banco.
( ) No século XV, surge a noção negativa de Idade Média, considerada uma era intermediária e homogênea de trevas e ignorância, separando a antiguidade Greco-romana e o Renascimento, que se via como herdeiro do período “clássico” – noção que ainda perdura entre muitas pessoas.
( ) Nos séculos XX e XXI, obras como “O Senhor dos Anéis”, “As crônicas de Nárnia” e “Game of Thrones” evocam elementos medievais imaginativos, tais como a floresta como lugar do mágico, cavaleiros, espadas, dragões, religiosidade, dando continuidade a recriações da Idade Média em curso desde o século XIX.
( ) Na recente historiografia, por conta das apropriações midiáticas da Idade Média, procura-se estabelecer as diferenças e as distâncias entre a Idade Média e a História do Brasil, mostrando que o medievo não possui relação com a formação de nosso país, por ter sido um fenômeno europeu.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
 

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1247871 Ano: 2013
Disciplina: Francês (Língua Francesa)
Banca: UFPR
Orgão: PM-PR
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L’EXPRESS
Actualité/Monde MOSCOU
En Russie, on brave les animaux sauvages avec insouciance
Par AFP, publié le 12/08/2013
Moscou - Un coup de peigne à la petite Macha et sa maman la fait poser à côté d'un guépard, simplement tenu en laisse à l'entrée d'un cirque à Moscou: les Russes bravent souvent les animaux sauvages avec insouciance, au prix de quelques drames.
Les familles russes, l'été venu, se dirigent vers les parcs et les chapiteaux en y emmenant leurs enfants, dans l'espoir de faire "une photo inoubliable" avec des animaux parfois présentés dans les endroits les plus animés des grandes villes.
Piotr Loznitsa, père de deux fils de 12 et un an, ne craint rien de la part des animaux-modèles. Il laisse son aîné prendre la pose à côté d'un jeune guépard à l'entrée du cirque de Tsvetnoï Boulevard, au centre de Moscou. "J'ai confiance en dresseurs", explique-t-il.
Cette confiance serait-elle "un héritage de notre infantilisme soviétique, où nous nous croyions aveuglément protégés par l'État qui contrôlait tout", s'interroge ce décorateur de 49 ans.
Même après une série de piqûres contre la rage que son fils aîné avait subies, mordu à la jambe par un singe, poser avec un animal avant une représentation de cirque est pour Piotr "aussi naturel que de prendre une coupe de champagne au ballet, au Bolchoï".
"Tout le monde fait ça", explique-t-il. Mais Piotr a un tabou: il ne laissera jamais ses fils poser avec un ours. "Avec les ours, vous n'êtes jamais protégés, croyez-moi, j'ai vécu un temps dans la taïga", dit-il d'un ton grave.
Evguénia, une vendeuse de 44 ans, a eu elle aussi une mauvaise expérience avec sa Dacha de six ans, qui, rassurée par le dresseur-photographe, a pris un iguane sur son épaule, le mois dernier.
"Ma fille garde toujours les traces de cette égratignure sur son épaule", confie-t-elle, avant d'en conclure: "Maintenant on se fera photographier avec n'importe quel animal sauf l'iguane".
Comme Dacha, des dizaines d'enfants sont victimes d'accidents avec des animaux sauvages chaque année en Russie, relève le chargé russe pour les droits de l'enfant Pavel Astakhov qui appelle à interdire cette activité lucrative. Malgré le soutien des organisations de défense des animaux, l'initiative reste cependant lettre morte.
Après les chevaux classiques de l'époque soviétique, que l'on peut du reste toujours croiser en plein Moscou sans grandes mesures de sécurité, les Russes de tous âges posent souvent sans hésiter avec des ours, lions, guépards et tigres, présentés au public dans des parcs ou des complexes de loisirs.
Drogués et privés parfois de griffes et de crocs, ces fauves, souvent des animaux de cirque à la retraite, "ne présentent pas de danger", assurent leurs maîtres.
"L'intérêt lucratif remplace ici le bon sens", explique de son côté Boris Maïkhrovski, vice-directeur de la Compagnie d'État du Cirque de Russie, qui a strictement interdit l'utilisation des animaux dans ce type d'activité après une série d'accidents.
"Un éléphant par exemple est capable de tuer n'importe qui en l'écrasant contre le sol avec sa trompe", explique à l'AFP cet ancien dresseur.
Mais la pratique reste toujours courante dans les établissements privés, aux risques et périls des participants.
L'an dernier, trois graves accidents ont été enregistrés au seul mois d'août.
Une fillette a été gravement mutilée par un ours, détenu dans une cage mal protégée, dans un complexe touristique au nord de Moscou, alors qu'elle lui offrait une friandise sous l'oeil bienveillant de ses parents.
La veille, un léopard avait attaqué et blessé deux adolescentes dans un cirque à Togliatti, une ville sur la Volga, et quelques jours plus tôt, un ours avait mutilé une fillette qui voulait lui donner à boire dans une colonie de vacances à Blagovechtchensk, en Sibérie.
Deux ans plus tôt, dans la même région de Sibérie, un garçon de trois ans que ses parents avaient posé près de la cage d'un tigre pour le prendre en photo, a été grièvement mutilé par le fauve.
<http://www.lexpress.fr/actualites/1/monde/en-russie-on-brave-les-animaux-sauvages-avec-insouciance_1272828.html>
Cochez la seule option qui NE POURRAIT PAS remplacer la phrase «l’initiative reste cependant lettre morte» dans le texte:
 

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1246768 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: PM-PR
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As razões da revolta
As manifestações das ruas trouxeram pelo menos uma certeza: o jovem brasileiro, com seu poder de articulação pelas redes sociais, mudou. De uma forma de protestar à distância, com certa dose de descaso e “chacota” contra as instituições (de que sempre se percebeu apartado), ele se mobilizou com rapidez, invadiu o espaço público e reagiu contra o que não concorda.
O estopim foram o aumento do ônibus e a reação truculenta da polícia. Na esteira do protesto inicial, vieram as demandas concretas: a péssima qualidade do transporte, a corrupção, os conchavos políticos, as incongruências entre o investimento em saúde e educação e as fortunas gastas com estádios e futebol, enfim, o abismo entre o Brasil que se vende para o mundo e a nação real, com sua violência, trânsito e serviços precários.
Muitos críticos cobraram falta de foco dos jovens e dificuldade de controle das massas que saíram às ruas. Isso deu, dizem os críticos, espaço para grupos mais radicais e bandidos, que causaram violência. Mas será que houve falta de foco?
Embora as queixas sejam muitas e variadas, alguns padrões em comum podem ser identificados. Trata-se, em primeiro lugar, de um movimento mais horizontal, sem liderança clara. Alguns grupos, como o Movimento Passe Livre (MPL), logo apareceram. Mesmo dentro deles, não parece haver voz única. Boa parte das manifestações se dá “por contágio”. Mesmo o jovem inicialmente acomodado se sente “tocado” pela onda de protestos e decide sair à rua, para participar do momento histórico. A insatisfação crônica com o status do país se transformou de forma rápida, talvez pela capilaridade das redes sociais, numa indignação ativa, potente geradora de força de mobilização. [...]
Os políticos correram para achar uma explicação e tentar dar respostas (algo que não andam acostumados a fazer). Algumas demandas foram rapidamente atendidas. É simplista, porém, justificar o que aconteceu com o fato de o jovem não se sentir representado. Além da crise de representatividade política, que não é queixa só do jovem, faltam a perspectiva de um país melhor – mais justiça, melhores condições de transporte, saúde e educação – e uma percepção menos ufanista e mais real do Brasil.
O desafio dos jovens é manter a força do movimento, num momento em que os governos atendem parcialmente a algumas demandas. Os políticos deveriam perceber que o desafio é usar essa força para mudar o país naquilo que ele tem de pior. Têm de limpar as feridas para facilitar a cicatrização. Não adianta dourar indefinidamente a pílula, na espera de um Brasil que nunca chega.
(Jorge Bouer, Época, 08 jul. 2013.)
A partir do texto, considere as seguintes afirmativas:
  1. As redes sociais propiciaram que os jovens se distanciassem das instituições públicas para poder melhor se mobilizar e criticá-las.
  2. A falta de liderança clara confirma a tese de falta de foco do movimento.
  3. O movimento das ruas fez com que um estado de insatisfação se transformasse em algo prático.
  4. Não se sentir representado foi apenas uma das motivações para as manifestações dos jovens.
Assinale a alternativa correta.
 

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1246317 Ano: 2013
Disciplina: Geografia
Banca: UFPR
Orgão: PM-PR
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A seta em preto sobre um recorte da Carta Náutica: Proximidades da Barra de Paranaguá indica o trajeto a ser feito pela embarcação que sai da Baía de Paranaguá. Considerando a escala da Carta e a orientação tomada, assinale a alternativa que corresponde à situação observada.
Enunciado 1246317-1
 

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1244938 Ano: 2013
Disciplina: História
Banca: UFPR
Orgão: PM-PR
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Sobre a religião da Roma Antiga, considere as afirmativas abaixo:
  1. Os Jogos Olímpicos eram a principal cerimônia pública de adoração aos deuses, com a consagração de atletas de diversas partes do domínio romano, representando as mais diferentes divindades dos territórios conquistados.
  2. Roma Antiga era politeísta, com deuses antropomórficos incorporados de povos conquistados, especialmente dos gregos. A expansão do domínio romano promoveu a coexistência dessa religião com religiões locais que não conflitassem com os rituais romanos.
  3. Havia dois tipos de cultos: os promovidos pelo Estado romano, que dedicava rituais, festivais e templos aos grandes deuses, e o culto doméstico, voltado para antepassados e espíritos domésticos (denominados Lares).
  4. O fim da pax romana ocorreu com a expansão do cristianismo, que substituiu o culto doméstico romano pelo monoteísmo, promovendo contestação do poder do Imperador entre os cidadãos romanos.
Assinale a alternativa correta.
 

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1244843 Ano: 2013
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: UFPR
Orgão: PM-PR
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Reading the world in 196 books
By Ann Morgan (Photo: Darren Russell) – BBC - 15 July 2013
Enunciado 1244843-1
I used to think of myself as a fairly cosmopolitan sort of person, but my bookshelves told a different story. Apart from a few Indian novels and the odd Australian and South African book, my literature collection consisted of British and American titles. Worse still, I hardly ever tackled anything in translation. My reading was confined to stories by English-speaking authors.
So, at the start of 2012, I set myself the challenge of trying to read a book from every country (well, all 195 United Nations (UN) recognised states plus former UN member Taiwan) in a year to find out what I was missing. With no idea how to go about this beyond a sneaking suspicion that I was unlikely to find publications from nearly 200 nations on the shelves of my local bookshop, I decided to ask the planet’s readers for help. I created a blog called A Year of Reading the World and put out an appeal for suggestions of titles that I could read in English.
The response was amazing. Before I knew it, people all over the planet were getting in touch with ideas and offers of help. Some posted me books from their home countries. Others did hours of research on my behalf. In addition, several writers, like Turkmenistan’s Ak Welsapar and Panama’s Juan David Morgan, sent me unpublished translations of their novels, giving me a rare opportunity to read works otherwise unavailable to the 62% of Brits who only speak English. Even with such an extraordinary team of bibliophiles behind me, however, sourcing books was no easy task. For a start, with translations making up only around 4.5 per cent of literary works published in the UK and Ireland, getting English versions of stories was tricky.
But the effort was worth it. As I made my way through the planet’s literary landscapes, extraordinary things started to happen. In the hands of gifted writers, I discovered bookpacking offered something a physical traveller could hope to experience only rarely: it took me inside the thoughts of individuals living far away and showed me the world through their eyes. More powerful than a thousand news reports, these stories not only opened my mind to the nuts and bolts of life in other places, but opened my heart to the way people there might feel.
And that in turn changed my thinking. Through reading the stories shared with me by bookish strangers around the globe, I realised I was not an isolated person, but part of a network that stretched all over the planet. One by one, the country names on the list that had begun as an intellectual exercise at the start of the year transformed into vital, vibrant places filled with laughter, love, anger, hope and fear. Lands that had once seemed exotic and remote became close and familiar to me – places I could identify with. At its best, I learned, fiction makes the world real.
(adapted from <http://www.bbc.com/culture/story/20130715-reading-the-world-in-365-days>)
According to the text, before her experience with the blog the author used to think of herself as a cosmopolitan person. However, she realised that:
 

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1244662 Ano: 2013
Disciplina: Alemão (Língua Alemã)
Banca: UFPR
Orgão: PM-PR
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Enunciado 1244662-1
Betrachen Sie die Statistik und lesen Sie folgende Sätze.
1. Die Österreicher werden von Jahr zu Jahr sportlicher.
2. Die drei bevorzugten Sportarten der Österreicher sind 2008 und 2012 die selben.
3. Die Anzahl der Leute, die ins Fitness Center gehen, hat leicht zugenommen.
4. Die meisten Österreicher betreiben nie Sport.
Kreuzen Sie die richtige Alternative an.
 

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1239489 Ano: 2013
Disciplina: Italiano
Banca: UFPR
Orgão: PM-PR
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Brasile, le manifestazioni e la torre d’avorio
Mentre esplode la protesta di piazza, le istituzioni brasiliane continuano a rimanere sorprese e senza risposte, senza accorgersi che ciò che accade in Brasile sta succedendo in molte altre parti del mondo.
Frei Betto – Traduzione all’italiano: S. Romagnoli
Le recenti manifestazioni di strada in Brasile hanno sorpreso i governi – dei comuni, degli stati e il governo federale. Le autorità, perplesse, si interrogano: come è possibile? Chi sta dietro tutto questo? Chi li controlla? E reagiscono con l’unica e sciagurata lezione appresa in 21 anni di dittatura: la repressione poliziesca.
Le autorità si barricano nella torre d’avorio. Come se il Brasile fosse un pianeta distante da questo orbe terrestre nel quale dovunque esplodono manifestazioni di strada, da Occupy Wall Street a Piazza Tahrir al Cairo, dalla periferia di Parigi a Piazza Taskim a Istambul.
La domanda “chi ci sarà dietro?” troverebbe una risposta se il governo prestasse attenzione all’ovvio che ha di fronte agli occhi: l’insoddisfazione dei giovani. La stessa insoddisfazione che portò la generazione ora al potere alle manifestazioni studentesche degli anni 60 e alla guerriglia urbana degli anni 70. La stessa insoddisfazione che mobilitò i lavoratori negli scioperi a cavallo tra gli anni 70 e 80 e diede origine al PT, da dieci anni al comando del paese.
La differenza è che allora la polizia infiltrava i suoi agenti nei gruppi dirigenti studenteschi e nei sindacati, partiti e gruppi clandestini e, ottenute le informazioni, agiva preventivamente. Ora la mobilitazione avviene attraverso le reti sociali, che è più difficile controllare (ma non impossibile, come ha dimostrato Snowden, giovane statunitense, rivelando al mondo che l’Agenzia per la Sicurezza Nazionale degli USA penetra nei computer di milioni di persone).
Quel che c’è di evidente è che le autorità hanno interrotto tutte le vie di comunicazione con i movimenti sociali, al massimo tollerati, ma mai presi seriamente in considerazione. Dove sono le assemblee politiche che prevedano la partecipazione di leader popolari? E i comitati di gestione? E la Segreteria Nazionale della Gioventù? E l’Unione degli Studenti? E i canali di dialogo con i giovani?
Asserragliato nella torre d’avorio, il governo si stupisce di fronte a ogni nuova manifestazione: di senza terra, di indigeni, di utenti dei trasporti pubblici, di persone scontente dell’inflazione, e perfino di fronte ai fischi alla presidente Dilma, all’apertura della Confederations Cup. Chi non dialoga finisce per isolarsi e chiede repressione, come tutti quelli che si sentono messi alle strette.
E’ ora che le autorità lascino la torre d’avorio, mettano da parte i binocoli puntati sulle elezioni del 2014 e poggino i piedi per terra, sulla realtà. La testa pensa dove poggiano i piedi. E la realtà è la stabilità economica minacciata; la riforma agraria soffocata: le terre indigene invase (dall’agrobusiness e dalle opere sfarzose del governo); l’alleggerimento degli oneri a carico dell’industria automobilistica che prevale sull’investimento pubblico per il trasporto collettivo; la ricattabilità delle autorità con i fondi neri delle imprese private, ecc.
L’ovvio, quindi, è l’assenza di speranze di questi giovani che non sanno ancora come trasformare la propria indignazione e rivolta in proposte e programmi politici.
(Adattato da: <http://temi.repubblica.it/micromega-online/brasile-le-manifestazioni-e-la-torre-d%E2%80%99avorio/>)
L’espressione “torre d’avorio” è stata utilizzata nel testo come una metafora per indicare che:
 

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