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Foram encontradas 80 questões.

2538224 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: UFPR
Orgão: PM-PR
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Enunciado 3536219-1
A respeito da função representada no gráfico acima, considere as seguintes afirmativas:
1. A função é crescente no intervalo aberto ( , ).
2. A função tem um ponto de máximo em = .
3. Esse gráfico representa uma função injetora.
4. Esse gráfico representa uma função polinomial de terceiro grau.
Assinale a alternativa correta.
 

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2531808 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: PM-PR
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O texto a seguir é referência para a questão.
Livro e futebol
O leitor a quem se dirige esse livro não é evidente: em geral, quem vive o futebol não está interessado em ler sobre ele mais do que a notícia de jornal ou revista, e quem se dedica a ler livros e especulações poucas vezes conhece o futebol por dentro. Pierre Bourdieu observa, por exemplo, que a sociologia esportiva é desdenhada pelos sociólogos e menosprezada pelos envolvidos com o esporte. A observação pode valer também para ensaios como este aqui, embora ele não seja do gênero sociológico. No limite, a onipresença do jogo de bola soa abusiva e irrelevante para quem acompanha a discussão cultural. Assim, mais do que um desconhecimento recíproco entre as partes, pode-se falar, de fato, de uma dupla resistência. Viver o futebol dispensa pensá-lo, e, em grande parte, é essa dispensa que se procura nele. Os pensadores, por sua vez, à esquerda ou à direita, na meia ou no centro, têm muitas vezes uma reserva contra os componentes anti-intelectuais e massivos do futebol, e temem ou se recusam a endossá-los, por um lado, e a se misturar com eles, por outro. Tudo isso, por si só, já daria um belo assunto: o futebol como o nó cego em que a cultura e a sociedade se expõem no seu ponto ao mesmo tempo mais visível e invisível. E esse não deixa de ser o tema deste livro, que talvez possa interessar a quem esteja disposto a lê-lo independentemente de conhecer o futebol ou de ser ou não “intelectual”.
Não é incomum, também, que intelectuais vivam intensamente o futebol, sem pensá-lo, e que resistam, ao mesmo tempo, a admiti-lo na ordem do pensamento. Nesse caso, aqueles dois personagens a que nos referimos no começo podem se encontrar numa pessoa só. [...]
(José Miguel Wisnik. Veneno Remédio: o Futebol e o Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 2008.)
O autor inicia o texto dizendo que o leitor de seu livro não é evidente, porque o tema por ele tratado, o futebol, é abordado de maneira incomum. Tendo isso em vista, considere as seguintes afirmativas:
1. Os apaixonados pelo futebol anseiam há muito por uma abordagem sociológica do esporte.
2. Pensar o futebol do ponto de vista intelectual é algo muito comum num país em que esse esporte é o mais apreciado, e é esse tratamento que predomina hoje em jornais e revistas.
3. O livro aborda o futebol do ponto de vista cultural, intelectual, distanciando-se do tratamento do senso comum que impera em jornais e revistas.
4. Viver e pensar o futebol são coisas diferentes e independentes, mas é possível uma abordagem intelectual que agrade os dois tipos de espectador.
Assinale a alternativa correta.
 

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2531643 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: PM-PR
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O texto a seguir é referência para a questão.
A épica narrativa de nosso caminho até aqui
Quando viajamos para o exterior, muitas vezes passamos pela experiência de aprender mais sobre o nosso país. Ao nos depararmos com uma realidade diferente daquela em que estamos imersos cotidianamente, o estranhamento serve de alerta: deve haver uma razão, um motivo, para que as coisas funcionem em cada lugar de um jeito. Presentes diferentes só podem resultar de passados diferentes. Essa constatação pode ser um poderoso impulso para conhecer melhor a nossa história.
Algo assim vem ocorrendo no campo de estudos sobre o Sistema Solar. O florescimento da busca de planetas extrassolares – aqueles que orbitam em torno de outras estrelas – equivaleu a dar uma espiadinha no país vizinho, para ver como vivem “seus habitantes”. Os resultados são surpreendentes. Em certos sistemas, os planetas estão tão perto de suas estrelas que completam uma órbita em poucos dias. Muitos são gigantes feitos de gás, e alguns chegam a possuir mais de seis vezes a massa e quase sete vezes o raio de Júpiter, o grandalhão do nosso sistema. Já os nossos planetas rochosos, classe em que se enquadram Terra, Mercúrio, Vênus e Marte, parecem ser mais bem raros do que imaginávamos a princípio.
A constatação de que somos quase um ponto fora da curva (pelo menos no que tange ao nosso atual estágio de conhecimento de sistemas planetários) provocou os astrônomos a formular novas teorias para explicar como o Sistema Solar adquiriu sua atual configuração. Isso implica responder perguntas tais como quando se formaram os planetas gasosos, por que estão nas órbitas em que estão hoje, de que forma os planetas rochosos surgiram etc.
Nosso artigo de capa traz algumas das respostas que foram formuladas nos últimos 15 a 20 anos. Embora não sejam consensuais, teorias como o Grand Tack, o Grande Ataque e o Modelo de Nice têm desfrutado de grande prestígio na comunidade astronômica e oferecem uma fascinante narrativa da cadeia de eventos que pode ter permitido o surgimento da Terra e, em última instância, da vida por aqui. [...]
(Paulo Nogueira, editorial de Scientific American – Brasil – nº 168, junho 2016.)
No terceiro parágrafo, “Isso” se refere:
 

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2531374 Ano: 2016
Disciplina: História
Banca: UFPR
Orgão: PM-PR
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Leia os fragmentos abaixo:
Três dias de tortura numa sala cheia de rato
É assim que eles tratam o bandido favelado
Bandido rico e poderoso tem cela separada
Tratamento VIP e delação premiada.
Mc Carol – Delação Premiada
Muito crítico com o modelo de construção de criminosos que seguem a sociedade e as intuições e que acaba se traduzindo em prisões superlotadas de jovens presos com pequenas quantidades de drogas, o delegado Zaccone argumenta que “um dos nossos problemas é que a qualidade da polícia do Brasil se mede pelo número de prisões. É uma política de números que incentiva possíveis flagrantes forjados. Mas não é bem assim que se mede a qualidade da prestação de um serviço como esse em outros países. Se a polícia está prendendo muito não é bom sinal, porque isso significa que não está fazendo o trabalho mais importante que é a prevenção”, explica o delegado que questiona: “Quantos Rafael Braga você acha que temos hoje no nosso sistema de Justiça criminal?”
(“No caso Rafael Braga, depoimento da polícia basta”. María Martín. Rio de Janeiro, 15 de janeiro de 2016. Fonte:
<http://brasil.elpais.com/brasil/2016/01/14/politica/1452803872_078619.html>. Acesso: 20 de agosto de 2016.)
Sobre os excertos acima, considere as seguintes afirmativas:
1. Os dois excertos fazem uma crítica à seletividade penal, que afirma que ainda que todos sejam iguais perante a lei, na prática, o sistema penal é praticado de formas distintas, de acordo com a classe social do acusado.
2. Rafael Braga Vieira foi preso no Rio de Janeiro em junho de 2013 acusado de portar “material explosivo”, ainda que o laudo pericial do caso tenha concluído que o produto químico que ele portava – Pinho Sol – não pudesse ser usado como tal.
3. A delação premiada prevê ao delator benefícios que variam de perdão judicial, redução da pena e substituição por penas restritivas de direitos, benefício utilizado recentemente em investigações sobre casos de corrupção.
4. A delação premiada é um benefício jurídico que figura na Constituição de 1988 e está disponível a qualquer cidadão do país, sendo necessária a solicitação pelo advogado para garantir seu habeas corpus, porém somente em caso de crime hediondo.
Assinale a alternativa correta.
 

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2531321 Ano: 2016
Disciplina: Geografia
Banca: UFPR
Orgão: PM-PR
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Os processos industriais não imitam a natureza; a agroecologia, sim, o faz. Substitui os insumos externos, como o fertilizante, por saberes de como combinar plantas, árvores e animais, de tal forma que se reforce a produtividade da terra. […] a produtividade aumentou até 214% em 44 projetos em 20 países da África Subsaariana mediante técnicas de agroecologia em um período de 3-10 anos [...] muito mais do que qualquer cultivo geneticamente modificado alguma vez já tenha conseguido […]. Outras avaliações científicas recentes mostraram que os camponeses de 57 países que utilizam técnicas agroecológicas obtiveram aumento de até 80% na produtividade. O aumento médio dos africanos é de 116% […]. Hoje, a evidência científica demonstra que os métodos agroecológicos são muito melhores do que os fertilizantes químicos para aumentar a produção de alimentos em regiões onde vivem os famintos.
(Fontes: Stephen Leahy, Mudança climática e cultivos ecológicos, 20 dec. 2011. Disponível em<https://www.grain.org/article/entries/4439-mudanca-climatica-e-cultivos-ecologicos>.
Olivier de Schutter: “La agroecología y el derecho a la alimentación”, relatório apresentado no Conselho de Direitos Humanos, 8 de mar. 2011.)
Com base nas informações do texto e nos conhecimentos de geografia agrária, assinale a alternativa correta.
 

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2531166 Ano: 2016
Disciplina: Geografia
Banca: UFPR
Orgão: PM-PR
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O discurso oficial enfatiza o fato de as regiões Norte e Nordeste estarem exibindo um crescimento econômico acima da média nacional na última década. Isso não é novo. O Nordeste cresceu a uma taxa superior à do país em diferentes períodos; na década de 1960, Celso Furtado animou-se com o desempenho da região Nordeste!
(Adaptado de Carleial, L. O desenvolvimento regional ainda em questão. In: Randolph, R.; Siqueira, H.; Oliveira, A. (orgs.).
Planejamento, políticas e experiências de desenvolvimento regional: problemáticas e desafios. Rio de Janeiro: Letra Capital, 2014, p. 40).
Com base no texto e nos conhecimentos de geografia econômica e regional do Brasil, assinale a alternativa correta.
 

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2530221 Ano: 2016
Disciplina: Física
Banca: UFPR
Orgão: PM-PR
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Vários turistas frequentemente têm tido a oportunidade de viajar para países que utilizam a escala Fahrenheit como referência para medidas da temperatura. Considerando-se que quando um termômetro graduado na escala Fahrenheit assinala 32 ºF, essa temperatura corresponde ao ponto de gelo, e quando assinala 212 ºF, trata-se do ponto de vapor. Em um desses países, um turista observou que um termômetro assinalava temperatura de 74,3 ºF.
Assinale a alternativa que apresenta a temperatura, na escala Celsius, correspondente à temperatura observada pelo turista.
 

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2530166 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: UFPR
Orgão: PM-PR
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Um dado comum, com faces numeradas de 1 a 6, é lançado duas vezes, fornecendo dois números !$ a !$ e !$ c !$, que podem ser iguais ou diferentes.
Qual é a probabilidade de a equação !$ a !$!$ x !$!$ 2 !$ + !$ 4 !$!$ x !$ + !$ c !$ = !$ 0 !$ ter pelo menos uma raiz real?
 

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2530026 Ano: 2016
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: UFPR
Orgão: PM-PR
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O texto a seguir é referência para a questão.
Six things I learned from riding in a Google self-driving car
1 - Human beings are terrible drivers.
We drink. We doze. We text. In the US, 30,000 people die from automobile accidents every year. Traffic crashes are the primary cause of death worldwide for people aged 15-24, and during a crash, 40% of drivers never even hit the brakes. We’re flawed organisms, barreling around at high speeds in vessels covered in glass, metal, distraction, and death. This is one of Google’s “moonshots” – to remove human error from a job which, for the past hundred years, has been entirely human.
2 - Google self-driving cars are timid.
The car we rode in did not strike me as dangerous. It drove slowly and deliberately, and I got the impression that it’s more likely to annoy other drivers than to harm them.
In the early versions they tested on closed courses, the vehicles were programmed to be highly aggressive. Apparently during these tests, which involved obstacle courses full of traffic cones and inflatable crash-test objects, there were a lot of screeching brakes, roaring engines and terrified interns.
3 - They’re cute.
Google’s new fleet was intentionally designed to look adorable. Our brains are hardwired to treat inanimate (or animate) objects with greater care, caution, and reverence when they resemble a living thing. By turning self-driving cars into an adorable Skynet Marshmallow Bumper Bots, Google hopes to spiritually disarm other drivers. I also suspect the cuteness is used to quell some of the road rage that might emerge from being stuck behind one of these things. They’re intended as moderate-distance couriers, not open-road warriors, so their max speed is 25 miles per hour.
4 - It’s not done and it’s not perfect.
Some of the scenarios autonomous vehicles have the most trouble with are the same human beings have the most trouble with, such as traversing four-way stops or handling a yellow light.
The cars use a mixture of 3D laser-mapping, GPS, and radar to analyze and interpret their surroundings, and the latest versions are fully electric with a range of about 100 miles.
Despite the advantages over a human being in certain scenarios, however, these cars still aren’t ready for the real world. They can’t drive in the snow or heavy rain, and there’s a variety of complex situations they do not process well, such as passing through a construction zone. Google is hoping that, eventually, the cars will be able to handle all of this as well (or better) than a human could.
5 - I want this technology to succeed, like… yesterday.
I’m biased. Earlier this year my mom had a stroke. It damaged the visual cortex of her brain, and her vision was impaired to the point that she’ll probably never drive again. This reduced her from a fully-functional, independent human being with a career and a buzzing social life into someone who is homebound, disabled, and powerless.
When discussing self-driving cars, people tend to ask many superficial questions. They ignore that 45% of disabled people in the US still work. They ignore that 95% of a car’s lifetime is spent parked. They ignore how this technology could transform the lives of the elderly, or eradicate the need for parking lots or garages or gas stations. They dismiss the entire concept because they don’t think a computer could ever be as good at merging on the freeway as they are. They ignore the great, big, beautiful picture: that this technology could make our lives so much better.
6 - It wasn’t an exhilarating ride, and that’s a good thing.
Riding in a self-driving car is not the cybernetic thrill ride one might expect. The car drives like a person, and after a few minutes you forget that you’re being driven autonomously. You forget that a robot is differentiating cars from pedestrians from mopeds from raccoons. You forget that millions of photons are being fired from a laser and interpreting, processing, and reacting to the hand signals of a cyclist. You forget that instead of an organic brain, which has had millions of years to evolve the cognitive ability to fumble its way through a four-way stop, you’re being piloted by an artificial one, which was birthed in less than a decade.
The unfortunate part of something this transformative is the inevitable, ardent stupidity which is going to erupt from the general public. Even if in a few years self-driving cars are proven to be ten times safer than human-operated cars, all it’s going to take is one tragic accident and the public is going to lose their minds. There will be outrage. There will be politicizing. There will be hashtags.
I say look at the bigger picture. All the self-driving cars currently on the road learn from one another, and possess 40 years of driving experience. And this technology is still in its infancy.
(Adapted from: <http://theoatmeal.com/blog/google_self_driving_car>. 21/08/2016.)
According to the author:
 

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2529976 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: UFPR
Orgão: PM-PR
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Rafaela e Henrique participaram de uma atividade voluntária que consistiu na pintura da fachada de uma instituição de caridade. No final do dia, restaram duas latas de tinta idênticas (de mesmo tamanho e cor). Uma dessas latas estava cheia de tinta até a metade de sua capacidade e a outra estava cheia de tinta até 3/4 de sua capacidade. Ambos decidiram juntar esse excedente e dividir em duas partes iguais, a serem armazenadas nessas mesmas latas.
A fração que representa o volume de tinta em cada uma das latas, em relação à sua capacidade, após essa divisão é:
 

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