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- Psicologia Social e ComunitáriaMovimentos Sociais e de Massa
- Psicologia Social e ComunitáriaRepresentações Sociais, Atitudes, Comportamento, Estereótipos e Preconceitos
São analisadores da sociedade de controle, de acordo com Deleuze (1992), EXCETO:
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Em Post-Scriptum sobre as Sociedades de Controle, o filósofo Gilles Deleuze (1992) indicava alguns aspectos que poderiam distinguir uma sociedade disciplinar de uma sociedade de controle.
Sobre este tema, marque a assertiva correta.
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Vera Malaguti Batista enfoca em O Medo na Cidade do Rio de Janeiro: Dois Tempos de uma História a difusão do medo do caos e da desordem para neutralizar e disciplinar as massas empobrecidas, a partir da hegemonia conservadora.
Desse modo:
I. Para entender as bases do medo contemporâneo, a autora analisa os discursos sobre a segurança na conjuntura de pânico no Rio de Janeiro na década de 90 do século XX, paralelo ao estudo dos medos cariocas do século XIX, ao retratar a repercussão no Rio de Janeiro da revolta muçulmana escrava conhecida como a revolta dos Malês.
II. A autora reforça a ideia de que a Igreja, no começo da era moderna, de forma sábia manipulou e orientou os medos populares para consolidar seus interesses. Ressalta ainda que o medo coletivo foi de extrema importância na construção da sociedade urbana no Brasil.
III. A autora afirma que a escravidão exerceu uma enorme influência sobre a divisão e organização da sociedade contemporânea. Nisso incluem-se discursos, práticas de instituições, como a medicina e a saúde pública, política, imprensa, e o não menos importante controle da criminalidade.
Pode-se afirmar que
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O Treino Psicológico de Controle do Estresse, proposto por Lipp, visa a possibilitar ao paciente:
I. Entender o que é o estresse e identificar seus sintomas de modo que a pessoa se aperceba quando sua sobrecarga de tensão está chegando a um ponto crítico.
II. Reconhecer fontes de estresse em potencial (internas e externas) e tentar eliminar as que forem passíveis de mudança.
III. Lidar com a ansiedade a fim de eliminar esta fonte interna.
Está(ão) correta(s) a(s) proposição(ões)
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As alternativas abaixo estão de acordo com Lipp em Mecanismos Neuropsicofisiológicos do Stress: Teoria e Aplicações Clínicas, EXCETO:
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Foucault, em Os Anormais, coloca a questão da transformação da economia do poder de punição, no final do século XVIII, que deixa de se exercer como um rito (ritual do suplício) e passa a funcionar por meio dos mecanismos de vigilância e controle. Nesse ponto, a questão deixa de ser “qual é o crime?” e passa a ser “o que leva um indivíduo a ser criminoso?”. É a passagem do crime ao criminoso.
Desse modo:
I. O crime que era apenas uma violação das regras, passa a ter uma constituição, uma natureza, uma essência.
II. Emerge a psiquiatria como um saber que pretende colocar-se como protetor da socie-dade contra os anormais, na medida em que o judiciário, para julgar e penalizar, passa a demandar o conhecimento das causas que levaram o criminoso a cometer seu crime.
III. Ao deslocar a questão do crime para o criminoso, o delito passa a fazer parte dos processos penais com outras questões que não são o próprio delito, como modos de ser e existir.
Está(ão) correta(s) a(s) proposição(ões)
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Michel Foucault (1926-1984) foi admitido no Collège de France em 1970, sucedendo Jean Hyppolite na cátedra então recém-criada de História dos Sistemas de Pensamento. A principal atribuição de um professor desta instituição aberta de ensino é oferecer um curso anual, no qual exponha, semanalmente, o estágio atual de suas pesquisas. O livro Os Anormais consiste na transcrição das onze aulas do curso ministrado por Foucault, em 1975.
São temáticas abordadas nesta obra:
I. O exame psiquiátrico de imputabilidade penal é uma prática discursiva que se sobrepõe à medicina mental e ao direito penal, o qual compõe um discurso que, ao mesmo tempo, tem o poder de matar e o de produzir verdade. Desta forma, o exame psiquiátrico tem um triplo papel; ele replica tanto o delito prenunciado, na medida em que monta um quadro no qual são rememoradas uma miríade de características pessoais que não infringem lei alguma, mas que em seu conjunto acabam sendo indícios que permitem antever o delito, quanto o réu com o “delinquente”, na medida em que esse exame reconstitui todos os “antecedentes” do réu, ele tem por efeito fazer com que o suposto autor do crime se pareça com o seu crime, antes mesmo de tê-lo cometido.
II. A psiquiatria produz os seus efeitos de poder no interior das instituições psiquiátricas, pois se erige como ciência dos anormais, restando ao Direito a produção de efeitos de poder na sociedade como um todo.
III. O governo das populações, baseado em estratégias de “biopoder”, volta-se, majoritariamente, à tarefa de disciplinarização da sociedade.
Está(ão) correta(s) SOMENTE a(s) proposição(ões)
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São questões levantadas por Michel Foucault em Vigiar e Punir:
I. O autor refere-se às prisões como instituições de sequestro, em razão de que a reclusão submetida não pretende propriamente "excluir" o indivíduo recluso, mas, sobretudo, "incluí-lo" num sistema normalizador.
II. De acordo com a genealogia foucaultiana, o poder não tem essência, porque é operatório. Não é atributo, mas relação de forças que passam tanto pelos ditos dominados quanto pelos ditos dominadores.
III. Os mecanismos de vigilância, controle e correção sobre o indivíduo, que podem ser percebidos no interior da prisão, referem-se à atuação dos agentes penitenciários. Quando o preso está submetido à observação, através de técnicas de exame psicológico, situa-se um saber clínico destituído de poder.
Está(ão) correta(s) APENAS a(s) proposição(ões)
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A expectativa social representativa de um padrão cultural dominante e expressa na lei penal é definida como norma penal. Cada época, diz Foucault em Vigiar e Punir, criou suas próprias leis penais, instituindo os mais variados processos punitivos.
Analise, de acordo com o mesmo autor, as afirmativas a seguir:
I. As prisões são o grande fracasso da justiça penal, pois não diminuem a taxa de criminalidade.
II. As prisões são extremamente eficazes para a redução da criminalidade, desde que construídas a partir do modelo do panóptico de Bentham.
III. As condições dadas aos detentos libertados condenam-nos à reincidência, pela impossibilidade de encontrar trabalho em função do estigma de delinquência.
Estão corretas as proposições
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“Nossa tese: o grupo, bem como o indivíduo e a sociedade, tem funcionado em um mesmo registro – um modo que é, ao mesmo tempo, totalizante e individualizante” (Barros, 2007:322).
Deste modo:
I. O grupo – definido como um todo – está aprisionado no mesmo modelo uno que a díade indivíduo/ sociedade há séculos produz.
II. Modo-indivíduo constituiu-se, históricamente, como o modo de subjetividade dominante.
III. O grupo é formulado e tornado instituição, passando a instaurar campos de real, bem como monopólios de legitimidade e redes de especialistas para geri-lo.
Pode-se afirmar que APENAS a(s) proposição(ões)
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