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2433906 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: IBFC
Orgão: PM-RJ
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Texto

A vida no lixão de Gramacho – RJ

Considerado o maior aterro sanitário da América Latina, o Lixão de Gramacho é conhecido pelos seus diversos catadores e pelas histórias que ali com eles vivem.

Histórias das Ruas foi até lá para conhecer um pouco dessa realidade e poder trazer para vocês alguns fatos que não apenas chocam mas incomodam até mesmo os mais desinteressados.

O Lixão se localiza no bairro do Jardim Gramacho, no município de Duque de Caxias. O local recebe mais de 7 mil toneladas de lixo por dia. O bairro possui 20 mil habitantes que vivem na miséria e mais de 50% da população tiram sua renda da reciclagem de lixo que catam no aterro.

As pessoas que vivem trabalhando com a reciclagem moram ao redor do aterro, em barracos de madeiras e papelão, em meio a muita lama e lixo, muito lixo. [...]

Adentramos a favela e, tudo o que eu via, me impressionava muito. Mesmo não sendo a rampa (nome dado à montanha de lixo que é localizada dentro do aterro), a quantidade de lixo diante dos meus olhos era extremamente exagerada. Ficava difícil até ver o chão, forrado de lixo. Durante a nossa caminhada, João [um dos catadores] me explicou como era a vida no Lixão. “Aqui nós trabalhamos para duas empresas que são donas de todo esse lixo. Não podemos trabalhar por conta própria. Enquanto eles se enriquecem com esse lixo que nós catamos e reciclamos, nós vivemos assim, nessa situação.”

O cenário daquela comunidade era praticamente um cenário de guerra. Carros tombados, pessoas com semblantes muito sofridos e crianças carregando crianças. O cheiro era muito forte, também devido à quantidade enorme de porcos que viviam no meio do monte de lixo, porcos que dividiam o espaço onde as crianças da comunidade brincavam. Além disso, percebi que não havia saneamento no local.

Perguntei ao Sr. João se ele fazia ideia de quantas crianças viviam lá e ele me respondeu: “Não tem como ter ideia disso. São realmente muitas crianças que vivem no meio desse lixo e cada vez mais aumenta o número delas.”[...]

Conversei com muitas pessoas e pude perceber que a maioria não queria contar a sua história de vida. Percebi que quase ninguém gostava de tocar no assunto de como foi parar ali; era um assunto que incomodava a todos e espalhava certa tristeza no ar, tristeza muito mais nítida do que a pobreza em que eles vivem.

O Lixão será desativado até o dia 03/06. Para mim, ficou evidente que aquelas pessoas que vivem lá dependem daquele lixo para sobreviver, pois é de onde tiram o próprio sustento. Com todos os moradores que eu consegui conversar, perguntei o que eles iriam fazer e para onde pensarão ir depois que o Lixão fosse desativado. A resposta era sempre a mesma: “Não sabemos, estamos esperando o governo decidir o que vai fazer com todo mundo que mora aqui.” Alguns até disseram estar tristes devido ao fato de que o lixão iria fechar.[...]

No dia seguinte, voltando para São Paulo, vi algumas notícias em jornais de grande circulação em todo o país dizendo que o fim do Lixão de Gramacho marca um novo começo, uma nova vida para os moradores de lá. Fiquei chocado! Como a imprensa, que tem como principal missão reportar a verdade dos fatos com espírito crítico, pode manipulá-los a ponto de “sugerir” que o mal é um bem?

(Fonte: www.historiasdasruas.com/2012)

A oração “Mesmo não sendo a rampa”, presente no quinto parágrafo, introduz o seguinte valor semântico no período em que está inserida:

 

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2433852 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: IBFC
Orgão: PM-RJ
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A letra da música “Planeta Água”, de Guilherme Arantes, nos remete do ciclo da água na natureza conforme abaixo:

Água que nasce na fonte
Serena do mundo
E que abre um
Profundo grotão
Água que faz inocente
Riacho e deságua
Na corrente do ribeirão...
Águas escuras dos rios
Que levam a fertilidade ao sertão
Águas que banham aldeias
E matam a sede da população...
Águas que caem das pedras
No véu das cascatas
Ronco de trovão
E depois dormem tranqüilas
No leito dos lagos...
No leito dos lagos...
Água dos igarapés
Onde Iara, a mãe d'água
É misteriosa canção
Água que o sol evapora
Pro céu vai embora
Virar nuvens de algodão...
Gotas de água da chuva
Alegre arco-íris
Sobre a plantação
Gotas de água da chuva
Tão tristes, são lágrimas
Na inundação...
Águas que movem moinhos
São as mesmas águas
Que encharcam o chão
E sempre voltam humildes
Pro fundo da terra...
Pro fundo da terra...
Terra! Planeta Água...
Terra! Planeta Água...
Terra! Planeta Água...
Água que nasce na fonte
Serena do mundo
E que abre um
Profundo grotão
Água que faz inocente
Riacho e deságua
Na corrente do ribeirão...
Águas escuras dos rios
Que levam a fertilidade ao sertão
Águas que banham aldeias
E matam a sede da população...
Águas que movem moinhos
São as mesmas águas
Que encharcam o chão
E sempre voltam humildes
Pro fundo da terra...
Pro fundo da terra...
Terra! Planeta Água...
Terra! Planeta Água...
Terra! Planeta Água...(2x)

A respeito do ciclo da água na natureza com os versos acima, podemos afirmar que:

 

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2433711 Ano: 2012
Disciplina: Biologia
Banca: IBFC
Orgão: PM-RJ
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Segundo James Lovelock “Trinta anos atrás, fui insensato e plantei 20 mil árvores, na esperança de restituir à natureza a propriedade rural que tinha comprado. Percebo agora que foi um erro: deveria ter deixado a terra intocada e permitido que emergisse um ecosistema, uma floresta natural, repleta de biodiversidade e abundante, no próprio ritmo de Gaia. Em vez de uma mera plantação, uma floresta assim poderia evoluir, ou morrer se preciso, à medida que o clima mudasse.”

(Revista Visão socioambiental, Ano 4, nº 23, Abril/Maio 2010, pg. 07)

A análise feita pelo considerado propagador do ambientalismo moderno, nos remete sobre a sucessão ecológica e pode-se afirmar que:

 

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2433253 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: IBFC
Orgão: PM-RJ
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Texto

O bicho

Vi ontem um bicho
Na imundície do pátio
Catando comida entre os detritos.

Quando achava alguma coisa,
Não examinava nem cheirava:
Engolia com voracidade.

O bicho não era um cão,
Não era um gato,
Não era um rato.

O bicho, meu Deus, era um homem.

(Manuel Bandeira)

A organização das palavras de um texto funciona como um recurso expressivo na criação artística. Manuel Bandeira, em seu primeiro verso, conseguiu dar maior destaque:

 

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2433110 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: IBFC
Orgão: PM-RJ
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Texto

A vida no lixão de Gramacho – RJ

Considerado o maior aterro sanitário da América Latina, o Lixão de Gramacho é conhecido pelos seus diversos catadores e pelas histórias que ali com eles vivem.

Histórias das Ruas foi até lá para conhecer um pouco dessa realidade e poder trazer para vocês alguns fatos que não apenas chocam mas incomodam até mesmo os mais desinteressados.

O Lixão se localiza no bairro do Jardim Gramacho, no município de Duque de Caxias. O local recebe mais de 7 mil toneladas de lixo por dia. O bairro possui 20 mil habitantes que vivem na miséria e mais de 50% da população tiram sua renda da reciclagem de lixo que catam no aterro.

As pessoas que vivem trabalhando com a reciclagem moram ao redor do aterro, em barracos de madeiras e papelão, em meio a muita lama e lixo, muito lixo. [...]

Adentramos a favela e, tudo o que eu via, me impressionava muito. Mesmo não sendo a rampa (nome dado à montanha de lixo que é localizada dentro do aterro), a quantidade de lixo diante dos meus olhos era extremamente exagerada. Ficava difícil até ver o chão, forrado de lixo. Durante a nossa caminhada, João [um dos catadores] me explicou como era a vida no Lixão. “Aqui nós trabalhamos para duas empresas que são donas de todo esse lixo. Não podemos trabalhar por conta própria. Enquanto eles se enriquecem com esse lixo que nós catamos e reciclamos, nós vivemos assim, nessa situação.”

O cenário daquela comunidade era praticamente um cenário de guerra. Carros tombados, pessoas com semblantes muito sofridos e crianças carregando crianças. O cheiro era muito forte, também devido à quantidade enorme de porcos que viviam no meio do monte de lixo, porcos que dividiam o espaço onde as crianças da comunidade brincavam. Além disso, percebi que não havia saneamento no local.

Perguntei ao Sr. João se ele fazia ideia de quantas crianças viviam lá e ele me respondeu: “Não tem como ter ideia disso. São realmente muitas crianças que vivem no meio desse lixo e cada vez mais aumenta o número delas.”[...]

Conversei com muitas pessoas e pude perceber que a maioria não queria contar a sua história de vida. Percebi que quase ninguém gostava de tocar no assunto de como foi parar ali; era um assunto que incomodava a todos e espalhava certa tristeza no ar, tristeza muito mais nítida do que a pobreza em que eles vivem.

O Lixão será desativado até o dia 03/06. Para mim, ficou evidente que aquelas pessoas que vivem lá dependem daquele lixo para sobreviver, pois é de onde tiram o próprio sustento. Com todos os moradores que eu consegui conversar, perguntei o que eles iriam fazer e para onde pensarão ir depois que o Lixão fosse desativado. A resposta era sempre a mesma: “Não sabemos, estamos esperando o governo decidir o que vai fazer com todo mundo que mora aqui.” Alguns até disseram estar tristes devido ao fato de que o lixão iria fechar.[...]

No dia seguinte, voltando para São Paulo, vi algumas notícias em jornais de grande circulação em todo o país dizendo que o fim do Lixão de Gramacho marca um novo começo, uma nova vida para os moradores de lá. Fiquei chocado! Como a imprensa, que tem como principal missão reportar a verdade dos fatos com espírito crítico, pode manipulá-los a ponto de “sugerir” que o mal é um bem?

(Fonte: www.historiasdasruas.com/2012)

Considerando o conteúdo da última frase do texto, o autor sugere que o “mal” faz referência:

 

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2433088 Ano: 2012
Disciplina: Biologia
Banca: IBFC
Orgão: PM-RJ
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Castor contém vazamento de óleo – Um dique de castor contribuiu para evitar que um derramamento de petróleo se agravasse na província de Alberta (Canadá) no fim de abril. Vazaram de um oleoduto, perto do vilarejo de Little Buffalo, 28 mil barris que quase chegaram a um rio – foram contidos pelo dique e por alguns corpos de água parada. Com o isolamento do trecho problemático do duto, o derramamento pôde ser resolvido”.
(Revista Planeta, jun/2011, Ano 39, Edição 465, pg. 16)
No texto acima, foi mencionada uma medida mitigadora que deve ser valorizada por ter evitado um impacto ambiental.
No entanto, caso semelhante já foi notícia na cidade do Rio de Janeiro, em que toneladas de óleo cru vazaram da Refinaria de Duque de Caxias, resultando na poluição da Baía de Guanabara e dos manguezais. Portanto, NÃO se pode mencionar como consequência:
 

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2432903 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: IBFC
Orgão: PM-RJ
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Texto

A vida no lixão de Gramacho – RJ

Considerado o maior aterro sanitário da América Latina, o Lixão de Gramacho é conhecido pelos seus diversos catadores e pelas histórias que ali com eles vivem.

Histórias das Ruas foi até lá para conhecer um pouco dessa realidade e poder trazer para vocês alguns fatos que não apenas chocam mas incomodam até mesmo os mais desinteressados.

O Lixão se localiza no bairro do Jardim Gramacho, no município de Duque de Caxias. O local recebe mais de 7 mil toneladas de lixo por dia. O bairro possui 20 mil habitantes que vivem na miséria e mais de 50% da população tiram sua renda da reciclagem de lixo que catam no aterro.

As pessoas que vivem trabalhando com a reciclagem moram ao redor do aterro, em barracos de madeiras e papelão, em meio a muita lama e lixo, muito lixo. [...]

Adentramos a favela e, tudo o que eu via, me impressionava muito. Mesmo não sendo a rampa (nome dado à montanha de lixo que é localizada dentro do aterro), a quantidade de lixo diante dos meus olhos era extremamente exagerada. Ficava difícil até ver o chão, forrado de lixo. Durante a nossa caminhada, João [um dos catadores] me explicou como era a vida no Lixão. “Aqui nós trabalhamos para duas empresas que são donas de todo esse lixo. Não podemos trabalhar por conta própria. Enquanto eles se enriquecem com esse lixo que nós catamos e reciclamos, nós vivemos assim, nessa situação.”

O cenário daquela comunidade era praticamente um cenário de guerra. Carros tombados, pessoas com semblantes muito sofridos e crianças carregando crianças. O cheiro era muito forte, também devido à quantidade enorme de porcos que viviam no meio do monte de lixo, porcos que dividiam o espaço onde as crianças da comunidade brincavam. Além disso, percebi que não havia saneamento no local.

Perguntei ao Sr. João se ele fazia ideia de quantas crianças viviam lá e ele me respondeu: “Não tem como ter ideia disso. São realmente muitas crianças que vivem no meio desse lixo e cada vez mais aumenta o número delas.”[...]

Conversei com muitas pessoas e pude perceber que a maioria não queria contar a sua história de vida. Percebi que quase ninguém gostava de tocar no assunto de como foi parar ali; era um assunto que incomodava a todos e espalhava certa tristeza no ar, tristeza muito mais nítida do que a pobreza em que eles vivem.

O Lixão será desativado até o dia 03/06. Para mim, ficou evidente que aquelas pessoas que vivem lá dependem daquele lixo para sobreviver, pois é de onde tiram o próprio sustento. Com todos os moradores que eu consegui conversar, perguntei o que eles iriam fazer e para onde pensarão ir depois que o Lixão fosse desativado. A resposta era sempre a mesma: “Não sabemos, estamos esperando o governo decidir o que vai fazer com todo mundo que mora aqui.” Alguns até disseram estar tristes devido ao fato de que o lixão iria fechar.[...]

No dia seguinte, voltando para São Paulo, vi algumas notícias em jornais de grande circulação em todo o país dizendo que o fim do Lixão de Gramacho marca um novo começo, uma nova vida para os moradores de lá. Fiquei chocado! Como a imprensa, que tem como principal missão reportar a verdade dos fatos com espírito crítico, pode manipulá-los a ponto de “sugerir” que o mal é um bem?

(Fonte: www.historiasdasruas.com/2012)

“Histórias das Ruas foi até lá para conhecer um pouco dessa realidade”

O pronome em destaque presente no trecho acima, foi usado em uma referência:

 

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2432237 Ano: 2012
Disciplina: Matemática
Banca: IBFC
Orgão: PM-RJ
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Um cone reto é seccionado por dois planos paralelos a sua base e que dividem sua altura em três partes iguais.
Os três sólidos obtidos são: um cone de volume !$ V_1 !$, um tronco de cone de volume !$ V_2 !$ e um tronco de cone de volume !$ V_3 !$, com !$ V_1 < V_2 < V_3 !$.
Se !$ V_1 = K !$, podemos concluir que:
 

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2432086 Ano: 2012
Disciplina: Geografia
Banca: IBFC
Orgão: PM-RJ
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Enunciado 2816363-1
Fonte: Nunes, João Oswaldo Rodrigues. Japão. São Paulo: Ática, 2008. (p.66)
Em 2011, o litoral nordeste do Japão foi sacudido por um terremoto com magnitude de 8,9 graus na escala Richter, provocando um tsunami de 23 metros que arrastou carros e construções nas cidades litorâneas perto do epicentro.
Com base na figura, a causa dessa instabilidade tectônica no território japonês é:
 

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2431926 Ano: 2012
Disciplina: História
Banca: IBFC
Orgão: PM-RJ
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Canto das três raças
Paulo César Pinheiro
Ninguém ouviu
Um soluçar de dor
No canto do Brasil
Um lamento triste
Sempre ecoou
Desde que o índio guerreiro
Foi pro cativeiro
E de lá cantou
Negro entoou
Um canto de revolta pelos ares
No Quilombo dos Palmares
Onde se refugiou
Fora a luta dos Inconfidentes
Pela quebra das correntes
Nada adiantou
E de guerra em paz
De paz em guerra
Todo o povo dessa terra
Quando pode cantar
Canta de dor
ô, ô, ô, ô, ô, ô
ô, ô, ô, ô, ô, ô
ô, ô, ô, ô, ô, ô
ô, ô, ô, ô, ô, ô
E ecoa noite e dia
É ensurdecedor
Ai, mas que agonia
O canto do trabalhador
Esse canto que devia
Ser um canto de alegria
Soa apenas
Como um soluçar de dor
Esta composição de Paulo César Pinheiro imortalizada pela voz de Clara Nunes representa um lamento em relação ao fato lamentável da escravidão no Brasil. Sobre esta assinale a única alternativa INCORRETA:
 

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