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Foram encontradas 80 questões.

2428899 Ano: 2012
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: IBFC
Orgão: PM-RJ
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About the following picture, answer question.
Enunciado 2766725-1
Read the statements I and II.
I. The text is aimed just at aged people as one of the bubbles brings an old man talking.
II. As it’s a cartoon, the text is aimed at young people.
 

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2428385 Ano: 2012
Disciplina: Química
Banca: IBFC
Orgão: PM-RJ
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Observe a figura abaixo
Enunciado 2758771-1
Dados: Fe2+ (aq) + 2e → Fe (s) E0 = - 0,44 V
Au3+ (aq) + 3e → Au(s) E0 = + 1,50 V
Assinale a alternativa correta
 

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2428183 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: IBFC
Orgão: PM-RJ
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Texto

A vida no lixão de Gramacho – RJ

Considerado o maior aterro sanitário da América Latina, o Lixão de Gramacho é conhecido pelos seus diversos catadores e pelas histórias que ali com eles vivem.

Histórias das Ruas foi até lá para conhecer um pouco dessa realidade e poder trazer para vocês alguns fatos que não apenas chocam mas incomodam até mesmo os mais desinteressados.

O Lixão se localiza no bairro do Jardim Gramacho, no município de Duque de Caxias. O local recebe mais de 7 mil toneladas de lixo por dia. O bairro possui 20 mil habitantes que vivem na miséria e mais de 50% da população tiram sua renda da reciclagem de lixo que catam no aterro.

As pessoas que vivem trabalhando com a reciclagem moram ao redor do aterro, em barracos de madeiras e papelão, em meio a muita lama e lixo, muito lixo. [...]

Adentramos a favela e, tudo o que eu via, me impressionava muito. Mesmo não sendo a rampa (nome dado à montanha de lixo que é localizada dentro do aterro), a quantidade de lixo diante dos meus olhos era extremamente exagerada. Ficava difícil até ver o chão, forrado de lixo. Durante a nossa caminhada, João [um dos catadores] me explicou como era a vida no Lixão. “Aqui nós trabalhamos para duas empresas que são donas de todo esse lixo. Não podemos trabalhar por conta própria. Enquanto eles se enriquecem com esse lixo que nós catamos e reciclamos, nós vivemos assim, nessa situação.”

O cenário daquela comunidade era praticamente um cenário de guerra. Carros tombados, pessoas com semblantes muito sofridos e crianças carregando crianças. O cheiro era muito forte, também devido à quantidade enorme de porcos que viviam no meio do monte de lixo, porcos que dividiam o espaço onde as crianças da comunidade brincavam. Além disso, percebi que não havia saneamento no local.

Perguntei ao Sr. João se ele fazia ideia de quantas crianças viviam lá e ele me respondeu: “Não tem como ter ideia disso. São realmente muitas crianças que vivem no meio desse lixo e cada vez mais aumenta o número delas.”[...]

Conversei com muitas pessoas e pude perceber que a maioria não queria contar a sua história de vida. Percebi que quase ninguém gostava de tocar no assunto de como foi parar ali; era um assunto que incomodava a todos e espalhava certa tristeza no ar, tristeza muito mais nítida do que a pobreza em que eles vivem.

O Lixão será desativado até o dia 03/06. Para mim, ficou evidente que aquelas pessoas que vivem lá dependem daquele lixo para sobreviver, pois é de onde tiram o próprio sustento. Com todos os moradores que eu consegui conversar, perguntei o que eles iriam fazer e para onde pensarão ir depois que o Lixão fosse desativado. A resposta era sempre a mesma: “Não sabemos, estamos esperando o governo decidir o que vai fazer com todo mundo que mora aqui.” Alguns até disseram estar tristes devido ao fato de que o lixão iria fechar.[...]

No dia seguinte, voltando para São Paulo, vi algumas notícias em jornais de grande circulação em todo o país dizendo que o fim do Lixão de Gramacho marca um novo começo, uma nova vida para os moradores de lá. Fiquei chocado! Como a imprensa, que tem como principal missão reportar a verdade dos fatos com espírito crítico, pode manipulá-los a ponto de “sugerir” que o mal é um bem?

(Fonte: www.historiasdasruas.com/2012)

“O cenário daquela comunidade era praticamente um cenário de guerra. Carros tombados, pessoas com semblantes muito sofridos e crianças carregando crianças. O cheiro era muito forte, também devido à quantidade enorme de porcos que viviam no meio do monte de lixo, porcos que dividiam o espaço onde as crianças da comunidade brincavam.”

Para evidenciar o caráter descritivo do texto e construir uma imagem para o leitor, o autor combina os seguintes sentidos no trecho acima:

 

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2427955 Ano: 2012
Disciplina: História
Banca: IBFC
Orgão: PM-RJ
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É verdade que ele (Lampião) fizera uma romaria ao famoso Messias de Juazeiro, o Padre Cícero, pedindo sua benção antes de abraçar o cangaço, e é também verdade que o santo, embora debalde o exortasse a renunciar à vida marginal, dera-lhe um documento em que o nomeava capitão, e tenentes a seus dois irmãos. Contudo, a balada de onde extraí a maior parte desse relato não menciona qualquer desagravo de ofensas (exceto no seio do próprio bando), nenhum ato de tirar dos ricos para dar aos pobres, nenhuma dispensação de justiça. Registra batalhas, ferimentos, ataques a cidades (ou contra o que passava por cidades no sertão nordestino), sequestros, assaltos a ricos, combates com os soldados, aventuras com mulheres, episódios de fome e de sede, mas nada que lembre os Robin Hoods. Pelo contrário, registra “horrores”: como Lampião assassinou um prisioneiro, embora sua mulher o tivesse resgatado, como ele massacrava trabalhadores, como torturou uma velha que o amaldiçoara (sem saber de quem se tratava) fazendo-a dançar com um pé de mandacaru até morrer, como matou sadicamente um de seus homens, que o ofendera, obrigando-o a comer um litro de sal, e incidentes semelhantes. Causar terror e ser impiedoso é um atributo mais que importante para esse bandido do que ser amigo dos pobres.
Hobsbawm, Eric. Bandidos. Rio de Janeiro, Forense Universitária, 1969.
A tese do banditismo social foi bastante utilizada no Brasil para explicar o surgimento do cangaço. Para o historiador Eric Hobsbawm, Lampião não pode ser considerado um bandido social, pois:
 

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2427898 Ano: 2012
Disciplina: Química
Banca: IBFC
Orgão: PM-RJ
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As polaridades exercem influência sobre as solubilidades de umas substâncias nas outras. É, portanto, correto afirmar que:
 

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2427894 Ano: 2012
Disciplina: História
Banca: IBFC
Orgão: PM-RJ
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O autor da imagem abaixo foi o artista francês Jean-Baptiste Debret, que veio ao Brasil em 1816, como integrante da Missão Francesa, promovida por D. João VI. Sua estada foi longa, pois ficou no Brasil até 1831. Isso permitiu que ele produzisse uma grande quantidade de desenhos e pinturas sobre o povo e as paisagens brasileiras, além de interessantes relatos. Publicou os seus trabalhos no livro Viagem pitoresca e histórica do Brasil.
Enunciado 2751944-1
Sobre a sociedade imperial retratada no quadro de Debret é possível afirmar que:
 

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2427861 Ano: 2012
Disciplina: Matemática
Banca: IBFC
Orgão: PM-RJ
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A circunferência x 2 + y 2 = 8 e a reta x + y = 3 cortam-se nos pontos A e B.
Sendo O o centro da circunferência, podemos calcular a área do triângulo OAB, igual a:
 

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2427410 Ano: 2012
Disciplina: Geografia
Banca: IBFC
Orgão: PM-RJ
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“A ONS (Operador do Sistema Nacional de energia) manda triplicar geração de usinas termelétricas
A partir de amanhã, o sistema elétrico brasileiro voltará a gerar mais energia de termelétricas – mais poluente e com um custo mais alto, que é repassado para as contas de luz dos consumidores (...) A produção passará de 700 MW para 2.000 MW. (...) O uso das térmicas que estava concentrado no Nordeste será estendido para o Sul e para o Sudeste.”
Fonte: O Globo, 04 de junho de 2010.
A justificativa da elevação da produção de energia em termoelétricas por parte do operador nacional do sistema se justifica:
 

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2427348 Ano: 2012
Disciplina: Química
Banca: IBFC
Orgão: PM-RJ
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O Grupo 1A da Tabela Periódica é constituido por metais alcalinos. O sódio metálico, pertencente a esse grupo, ao reagir com a água forma o(s) seguinte(s) produto(s).
 

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2427311 Ano: 2012
Disciplina: Biologia
Banca: IBFC
Orgão: PM-RJ
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Em 1930, a fim de ajudar a libertar a Índia do domínio britânico, Mahatma Gandhi propôs uma marcha não-violenta protestando contra o imposto de sal britânico, dando continuidade aos pedidos de Gandhi para a desobediência civil. O imposto sobre o sal, essencialmente, tornou ilegal vender ou produzir sal, permitindo um completo monopólio britânico. Desde que o sal é necessário na dieta diária de todos, a Índia inteira foi afetada. O imposto sobre o sal tornou ilegal para os trabalhadores recolher livremente o seu próprio sal a partir das costas da Índia, obrigando-os a comprar o sal que não tinham como pagar.

(Brown, Judith M., The Short Modern History of the Modern World. New York; Oxford University Press, 1994, traduzido)

Além da necessidade diária da ingestão de sal, Gandhi também utilizava o mineral para lavar o chão das casas como medida profilática contra o cólera e outras doenças.

Baseado nos fatos, assinale a alternativa correta:

 

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