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“Mulher, 22 anos, com antecedente de vitiligo e diabetes tipo 1, refere inicio de episódios subfebris, dor abdominal, hiporexia e vômitos de inicio há sete dias. Deu entrada no pronto-socorro, em que foram realizados os seguintes exames: TGO 1.950 U/L; TGP 1.800 U/L; fosfatase alcalina 145 UI/L; e, GGT 245 UI/L. Sorologias resultaram negativas e imunoglobulina IgG elevada.”
Qual o diagnóstico etiológico mais provável?
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“Mulher, 42 anos, refere diarreia de início há seis meses, com fezes claras, pastosas, com odor fétido e que boiam no vaso sanitário, associada à perda ponderal. Realizou exame de densitometria óssea que detectou a presença de osteopenia.”
Qual o melhor parâmetro para monitorização do tratamento da paciente?
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“Mulher, 42 anos, refere diarreia de início há seis meses, com fezes claras, pastosas, com odor fétido e que boiam no vaso sanitário, associada à perda ponderal. Realizou exame de densitometria óssea que detectou a presença de osteopenia.”
São consideradas vitaminas que podem estar reduzidas na paciente, EXCETO:
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“Mulher, 42 anos, refere diarreia de início há seis meses, com fezes claras, pastosas, com odor fétido e que boiam no vaso sanitário, associada à perda ponderal. Realizou exame de densitometria óssea que detectou a presença de osteopenia.”
Qual o melhor exame inicial para o diagnóstico da doença da paciente?
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Considere paciente com ascite amarelo-escura; 580 células, sendo 180 polimorfonucleares; GASA de 1.2; proteína total de 2,0 g/dL; citologia oncótica negativa. A etiologia mais provável do paciente é a ascite:
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Mulher, 45 anos, após infecção grave pela Covid-19, com 45 dias de internação em ambiente de UTI, necessidade de traqueostomia, evolui com resolução do quadro e reabilitação. Evolui há quatro meses, com episódios de dor abdominal 2-3 vezes/semana, associada com alteração do ritmo intestinal ora diarreia, ora constipação. Nega febre ou perda ponderal. São mecanismos cuja infecção da Covid (ou o tratamento desta) possa estar relacionada com o quadro gastrointestinal atual, EXCETO:
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“Homem, 46 anos, refere início de dor em queimação retroesternal associado à regurgitação e globus há três meses. Refere, também, que evoluiu com ganho ponderal e quadro de ansiedade.”
Após o tratamento direcionado, o paciente evoluiu com refratariedade. Qual das medicações utilizadas nessa fase pode estar associada à taquifilaxia após determinado tempo de uso?
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“Homem, 46 anos, refere início de dor em queimação retroesternal associado à regurgitação e globus há três meses. Refere, também, que evoluiu com ganho ponderal e quadro de ansiedade.”
Após o tratamento direcionado, paciente evoluiu com refratariedade. São consideradas opções terapêuticas atuais, EXCETO:
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“Homem, 46 anos, refere início de dor em queimação retroesternal associado à regurgitação e globus há três meses. Refere, também, que evoluiu com ganho ponderal e quadro de ansiedade.”
Qual o exame padrão-ouro para o diagnóstico da doença?
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“Homem, 46 anos, refere início de dor em queimação retroesternal associado à regurgitação e globus há três meses. Refere, também, que evoluiu com ganho ponderal e quadro de ansiedade.”
São fatores de risco que indicam a realização de endoscopia digestiva alta para o quadro clínico, EXCETO:
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