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Mulher, 47 anos, portadora de hipertensão arterial há dez anos, em uso regular de hidroclorotiazida, losartana e anlodipino, em doses adequadas; porém, nos últimos meses, sem controle adequado de PA. Em consulta de rotina em UBS, queixa-se da fadiga; ronco; e, sonolência diurna. Ao exame físico: PA 153 x 90 mmHg; FC 85; FR 19; SatO2 96%; ausculta cardíaca e pulmonar sem alterações; abdômen inocente; e, membros inferiores sem alterações. Assinale a melhor conduta a ser instituída para a paciente.
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FJMO, 17 anos, procura pronto atendimento após jantar de família, com quadro de manchas vermelhas pelo corpo, com prurido importante, dor abdominal e diarreia. Refere apenas asma controlada como comorbidade pregressa. Ao exame físico: eritema urticariforme; PA 110 x 60 mmHg; FC 98; FR 20; SatO2 91%; à ausculta respiratória sibilos difusos; e, ausência de demais alterações. Assinale a conduta adequada para o caso clínico.
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ATL, 39 anos, homem, procura atendimento em pronto-socorro com queixa de diarreia; náuseas; vômitos; sudorese; perda de peso; fadiga; aumento do apetite; agitação; e, início dos sintomas há 24 horas. Paciente portador de obesidade; hipertensão e doença de Graves; faz uso irregular das medicações. Refere tabagismo com carga tabágica de 30 maços/ano. Ao exame: agitado; sudoreico; FC 110; FR 18; T 39° C; PA 150 x 70 mmHg; Glasgow 15; ausência de demais alterações. Exames disponíveis: HB 15,5; Ht 45%; Leuco 5.505; Plaq 344 mil; Cr 1,0; U 35; Na 137; K 4,5; TSH indetectável; e, T4L 5,5. De acordo com o caso clínico, assinale a conduta imediata e adequada para o paciente.
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Mulher idosa, 69 anos, é levada ao pronto-socorro em noite fria de inverno por seus familiares, devido a quadro de rebaixamento do nível da consciência, pele fria e seca. Familiares referem no último mês paciente letárgica, dormindo 18 horas por dia, apática, constipada. Portadora de hipertensão arterial, Diabetes mellitus e hipotiroidismo, com uso de medicação irregular. Ao exame: Glasgow 9; FC 52; FR 12; PA 130 x 100 mmHg; T 33° C; edema periorbitário; macroglossia; e, ausência de outras alterações. Exames laboratoriais já liberados: Cr 1,3; U 41; NA 130; K 3,8; Glicemia 100; Gasometria Arterial: pH 7,30; pO2 80; pCO2 55; HCO3 24; colesterol total 250; triglicerídeos 233; e, TSH 9,8. De acordo com o quadro clínico, assinale o diagnóstico e a conduta, respectivamente:
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“Paciente, sexo masculino, 35 anos, sobrepeso, sedentário, retorna em consulta em Unidade Básica de Saúde para segunda aferição de pressão arterial. Em primeira consulta PA de 150 x 90 mmHg; nega comorbidades; uso de medicação regular; tabagismo; e, etilismo. Médico da família avalia paciente e PA aferida em 2ª consulta de 145 x 90 mmHg; sem outras alterações ao exame físico. Avaliado e determinado risco cardiovascular baixo do paciente.”
Médico da família solicita exames complementares de rotina segundo as orientações da Diretriz de Hipertensão Arterial da Sociedade Brasileira de Cardiologia. Assinale os exames complementares adequados para o caso.
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“Paciente, sexo masculino, 35 anos, sobrepeso, sedentário, retorna em consulta em Unidade Básica de Saúde para segunda aferição de pressão arterial. Em primeira consulta PA de 150 x 90 mmHg; nega comorbidades; uso de medicação regular; tabagismo; e, etilismo. Médico da família avalia paciente e PA aferida em 2ª consulta de 145 x 90 mmHg; sem outras alterações ao exame físico. Avaliado e determinado risco cardiovascular baixo do paciente.”
O paciente questiona ao médico o seu diagnóstico e o tratamento inicial a ser realizado. Assinale as orientações adequadas ao paciente segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia.
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ABC, 54 anos, procura atendimento em pronto-socorro devido sudorese intensa; tremor; lentificação; e, confusão mental com início dos sintomas na última hora. Portador de Diabetes mellitus; hipertensão; dislipidemia; e, etilista crônico. Faz uso de losartana; anlodipino; metformina; glibenclamida; insulina NPH; e, sinvastatina. Ao exame: sudorese intensa; confuso no tempo e no espaço; Glasgow 10; hidratado; acianótico; anictérico; e, normocorado. ACV: ritmo cardíaco regular; em dois tempos; e, sem sopros. AR: murmúrio vesicular universalmente audível; ausência de ruídos adventícios. Neuro: ausência de alterações motoras; de sensibilidade; de marcha ou de fala. PA 160 x 90 mmHg; FC 120; FR 22; e, glicemia 70. Solicitou-se exames laboratoriais e tomografia de crânio sem contraste. Diante do quadro e do provável diagnóstico, qual a conduta imediata deve ser instituída para o paciente?
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MRV, 16 anos, sexo masculino, procura atendimento no pronto-socorro com queixa de dor abdominal; náuseas; vômitos; e, sonolência. Há um mês refere polidipsia, poliúria e polifagia. Nega comorbidades ou uso de medicação regular. Ao exame físico: desidratado 4+/4; PA 100 x 50 mmHg; FC = 122; FR 25; tempo de enchimento capilar 4 s; sem demais alterações no exame. Coletados exames laboratoriais e realizada hidratação venosa com 1.000 ml de SF 0,9% na primeira hora. Exames laboratoriais já disponíveis: glicemia 654; gasometria arterial: pH 7,10; pO2 98; pCO2 15; HCO3 9; Na 140; e, K 2,8. Assinale a conduta imediata e adequada para o caso clínico.
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“A colangite aguda é uma infecção da árvore biliar potencialmente fatal se não diagnosticada e tratada rapidamente.”
De acordo com as orientações dos Guidelines de Tóquio 2018 (TG18), são critérios de gravidade para colangite aguda grau III (grave), EXCETO: (Considere: PaO2: pressão parcial de O2 no sangue arterial; e, FiO2: fração de oxigênio no ar inspirado.)
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“A colangite aguda é uma infecção da árvore biliar potencialmente fatal se não diagnosticada e tratada rapidamente.”
De acordo com as orientações dos Guidelines de Tóquio 2018 (TG18), são considerados critérios diagnósticos para colangite aguda, EXCETO:
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