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Leia a tira para responder à questão.

Considerando a regência do verbo pensar, a expressão destacada em – Quero pensar na minha vida… – pode ser corretamente substituída, preservando-se o sentido do texto original e de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa, por:
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No primeiro quadrinho, o termo mas, por ter valor adversativo, introduz uma informação que
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Assinale a alternativa em que a concordância está em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa.
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Corajosos tecladores
Recebi um torpedo: “Posso te ligar?”
É curioso como, pouco a pouco, vai se tornando invasivo simplesmente telefonar para alguém. As mensagens de texto entraram com tal força em nossas vidas, pessoas lidas em letras, ícones e interjeições, que surpreender uma pessoa num “alô” é quase ter a chance de vê-la nua.
Rapidamente nos adaptamos ao confortável esconderijo da palavra escrita e fomos mudando nossos hábitos de convívio numa velocidade assustadora. Dia após dia, nossos dedos ganham destreza e coragem nos teclados enquanto nossa língua gagueja preguiçosa num simples telefonema para a peixaria.
“Manda um e-mail!” – grita o peixeiro. E nós mandamos a lista, abandonando para sempre a possibilidade de ganhar de brinde a receita de moqueca da mãe dele.
Mas a preguiça verbal não para por aí. “Não reclamei na hora, mas vou mandar um e-mail.” Quem de nós ainda não ouviu frases assim?
O conforto de nossas deliciosas trincheiras digitais inaugurou uma nova categoria: os corajosos tecladores. Falam de preservação da privacidade, citam até a gentileza, cercam-se de boas intenções para esconder o maior aliado do boom* da comunicação virtual: a covardia. Trata-se de pessoas sem coragem de se pronunciar diretamente, mas que, no conforto da internet, não hesitam em expor e ofender o outro.
(Denise Fraga, Folha de S.Paulo, http://goo.gl/1L5DuR, 27.10.2013. Adaptado)
* boom: crescimento muito rápido, expansão súbita
Assinale a alternativa em que o termo destacado apresenta sentido e função equivalentes aos do termo destacado na frase:
O movimento de veículos nas ruas de São Paulo não para nunca, nem mesmo de madrugada.
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Corajosos tecladores
Recebi um torpedo: “Posso te ligar?”
É curioso como, pouco a pouco, vai se tornando invasivo simplesmente telefonar para alguém. As mensagens de texto entraram com tal força em nossas vidas, pessoas lidas em letras, ícones e interjeições, que surpreender uma pessoa num “alô” é quase ter a chance de vê-la nua.
Rapidamente nos adaptamos ao confortável esconderijo da palavra escrita e fomos mudando nossos hábitos de convívio numa velocidade assustadora. Dia após dia, nossos dedos ganham destreza e coragem nos teclados enquanto nossa língua gagueja preguiçosa num simples telefonema para a peixaria.
“Manda um e-mail!” – grita o peixeiro. E nós mandamos a lista, abandonando para sempre a possibilidade de ganhar de brinde a receita de moqueca da mãe dele.
Mas a preguiça verbal não para por aí. “Não reclamei na hora, mas vou mandar um e-mail.” Quem de nós ainda não ouviu frases assim?
O conforto de nossas deliciosas trincheiras digitais inaugurou uma nova categoria: os corajosos tecladores. Falam de preservação da privacidade, citam até a gentileza, cercam-se de boas intenções para esconder o maior aliado do boom* da comunicação virtual: a covardia. Trata-se de pessoas sem coragem de se pronunciar diretamente, mas que, no conforto da internet, não hesitam em expor e ofender o outro.
(Denise Fraga, Folha de S.Paulo, http://goo.gl/1L5DuR, 27.10.2013. Adaptado)
* boom: crescimento muito rápido, expansão súbita
Assinale a alternativa que apresenta, respectivamente, um sinônimo e um antônimo para o termo destacado em: Dia após dia, nossos dedos ganham destreza e coragem nos teclados enquanto nossa língua gagueja preguiçosa num simples telefonema para a peixaria.
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Corajosos tecladores
Recebi um torpedo: “Posso te ligar?”
É curioso como, pouco a pouco, vai se tornando invasivo simplesmente telefonar para alguém. As mensagens de texto entraram com tal força em nossas vidas, pessoas lidas em letras, ícones e interjeições, que surpreender uma pessoa num “alô” é quase ter a chance de vê-la nua.
Rapidamente nos adaptamos ao confortável esconderijo da palavra escrita e fomos mudando nossos hábitos de convívio numa velocidade assustadora. Dia após dia, nossos dedos ganham destreza e coragem nos teclados enquanto nossa língua gagueja preguiçosa num simples telefonema para a peixaria.
“Manda um e-mail!” – grita o peixeiro. E nós mandamos a lista, abandonando para sempre a possibilidade de ganhar de brinde a receita de moqueca da mãe dele.
Mas a preguiça verbal não para por aí. “Não reclamei na hora, mas vou mandar um e-mail.” Quem de nós ainda não ouviu frases assim?
O conforto de nossas deliciosas trincheiras digitais inaugurou uma nova categoria: os corajosos tecladores. Falam de preservação da privacidade, citam até a gentileza, cercam-se de boas intenções para esconder o maior aliado do boom* da comunicação virtual: a covardia. Trata-se de pessoas sem coragem de se pronunciar diretamente, mas que, no conforto da internet, não hesitam em expor e ofender o outro.
(Denise Fraga, Folha de S.Paulo, http://goo.gl/1L5DuR, 27.10.2013. Adaptado)
* boom: crescimento muito rápido, expansão súbita
No contexto do último parágrafo, a expressão trincheiras digitais pode ser interpretada com o sentido de
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Corajosos tecladores
Recebi um torpedo: “Posso te ligar?”
É curioso como, pouco a pouco, vai se tornando invasivo simplesmente telefonar para alguém. As mensagens de texto entraram com tal força em nossas vidas, pessoas lidas em letras, ícones e interjeições, que surpreender uma pessoa num “alô” é quase ter a chance de vê-la nua.
Rapidamente nos adaptamos ao confortável esconderijo da palavra escrita e fomos mudando nossos hábitos de convívio numa velocidade assustadora. Dia após dia, nossos dedos ganham destreza e coragem nos teclados enquanto nossa língua gagueja preguiçosa num simples telefonema para a peixaria.
“Manda um e-mail!” – grita o peixeiro. E nós mandamos a lista, abandonando para sempre a possibilidade de ganhar de brinde a receita de moqueca da mãe dele.
Mas a preguiça verbal não para por aí. “Não reclamei na hora, mas vou mandar um e-mail.” Quem de nós ainda não ouviu frases assim?
O conforto de nossas deliciosas trincheiras digitais inaugurou uma nova categoria: os corajosos tecladores. Falam de preservação da privacidade, citam até a gentileza, cercam-se de boas intenções para esconder o maior aliado do boom* da comunicação virtual: a covardia. Trata-se de pessoas sem coragem de se pronunciar diretamente, mas que, no conforto da internet, não hesitam em expor e ofender o outro.
(Denise Fraga, Folha de S.Paulo, http://goo.gl/1L5DuR, 27.10.2013. Adaptado)
* boom: crescimento muito rápido, expansão súbita
Na passagem – “Não reclamei na hora, mas vou mandar um e-mail.” Quem de nós ainda não ouviu frases assim? –, o termo em destaque tem sentido equivalente ao da expressão:
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Corajosos tecladores
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É curioso como, pouco a pouco, vai se tornando invasivo simplesmente telefonar para alguém. As mensagens de texto entraram com tal força em nossas vidas, pessoas lidas em letras, ícones e interjeições, que surpreender uma pessoa num “alô” é quase ter a chance de vê-la nua.
Rapidamente nos adaptamos ao confortável esconderijo da palavra escrita e fomos mudando nossos hábitos de convívio numa velocidade assustadora. Dia após dia, nossos dedos ganham destreza e coragem nos teclados enquanto nossa língua gagueja preguiçosa num simples telefonema para a peixaria.
“Manda um e-mail!” – grita o peixeiro. E nós mandamos a lista, abandonando para sempre a possibilidade de ganhar de brinde a receita de moqueca da mãe dele.
Mas a preguiça verbal não para por aí. “Não reclamei na hora, mas vou mandar um e-mail.” Quem de nós ainda não ouviu frases assim?
O conforto de nossas deliciosas trincheiras digitais inaugurou uma nova categoria: os corajosos tecladores. Falam de preservação da privacidade, citam até a gentileza, cercam-se de boas intenções para esconder o maior aliado do boom* da comunicação virtual: a covardia. Trata-se de pessoas sem coragem de se pronunciar diretamente, mas que, no conforto da internet, não hesitam em expor e ofender o outro.
(Denise Fraga, Folha de S.Paulo, http://goo.gl/1L5DuR, 27.10.2013. Adaptado)
* boom: crescimento muito rápido, expansão súbita
Os corajosos tecladores, na opinião da autora, são pessoas
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Corajosos tecladores
Recebi um torpedo: “Posso te ligar?”
É curioso como, pouco a pouco, vai se tornando invasivo simplesmente telefonar para alguém. As mensagens de texto entraram com tal força em nossas vidas, pessoas lidas em letras, ícones e interjeições, que surpreender uma pessoa num “alô” é quase ter a chance de vê-la nua.
Rapidamente nos adaptamos ao confortável esconderijo da palavra escrita e fomos mudando nossos hábitos de convívio numa velocidade assustadora. Dia após dia, nossos dedos ganham destreza e coragem nos teclados enquanto nossa língua gagueja preguiçosa num simples telefonema para a peixaria.
“Manda um e-mail!” – grita o peixeiro. E nós mandamos a lista, abandonando para sempre a possibilidade de ganhar de brinde a receita de moqueca da mãe dele.
Mas a preguiça verbal não para por aí. “Não reclamei na hora, mas vou mandar um e-mail.” Quem de nós ainda não ouviu frases assim?
O conforto de nossas deliciosas trincheiras digitais inaugurou uma nova categoria: os corajosos tecladores. Falam de preservação da privacidade, citam até a gentileza, cercam-se de boas intenções para esconder o maior aliado do boom* da comunicação virtual: a covardia. Trata-se de pessoas sem coragem de se pronunciar diretamente, mas que, no conforto da internet, não hesitam em expor e ofender o outro.
(Denise Fraga, Folha de S.Paulo, http://goo.gl/1L5DuR, 27.10.2013. Adaptado)
* boom: crescimento muito rápido, expansão súbita
Uma ideia condizente com o que se afirma no texto é:
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Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas, de acordo com a norma-padrão escrita da língua portuguesa.
melhorias nos indicadores socioeconômicos, o que na percepção que os moradores de favelas têm do lugar que .
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