Magna Concursos

Foram encontradas 50 questões.

2668670 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PM-SP
Provas:
Classe média já chega a 65% nas favelas, diz pesquisa
Morar em favelas, pelo menos no Rio de Janeiro, pode não ser tão ruim quanto parece para quem está de fora. Amparados por melhorias nos indicadores socioeconômicos, 85% dos jovens das comunidades cariocas disseram ao Data Popular que gostam do lugar onde moram. E 70% disseram que continuariam a morar na comunidade mesmo se a renda dobrasse.
Os resultados fazem parte de um levantamento, realizado em 2012, pelo DataFavela, união entre o Data Popular e Celso Athayde, ex-dirigente da Central Única de Favelas (Cufa). E mostram um retrato não só do Rio de Janeiro, mas de todas as comunidades do Brasil. É um contingente formado por 12 milhões de pessoas, cuja renda soma 56,1 bilhões de reais por ano, com uma maioria de membros da classe média.
Embora o conceito de classe média gere polêmica, segundo o DataFavela, hoje 65% dos moradores estão nessa faixa de renda, contra 37% em 2002. Há 10 anos, apenas 4 em cada 10 moradores tinham celular. Hoje são nove. Computadores estavam em apenas 3% dos lares, agora estão em 40%. A média de anos de estudo subiu no mesmo período: foi de quatro para seis anos.
Segundo a pesquisa, os jovens desempenham papel preponderante na atividade econômica e na organização social das favelas. São eles, por exemplo, que orientam os pais na aquisição de serviços, como TV por assinatura, e decidem as marcas de alimentos e o consumo de eletrônicos.
A pesquisa incluiu levantamento qualitativo apenas no Rio de Janeiro. E a visão dos jovens mostrou-se otimista: 51% deles consideram que a comunidade melhorou nos últimos dois anos, e 63% acreditam que vai continuar melhorando. Mesmo assim, o preconceito ainda persiste, na visão deste grupo, fazendo com que 49% deles prefiram não dizer onde vivem.
(Exame, http://goo.gl/4fMqxx, 20.02.2013. Adaptado)
O trecho destacado em – Segundo a pesquisa, os jovens desempenham papel preponderante na atividade econômica e na organização social das favelas. – pode ser corretamente substituído, de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa, sem alterar o restante da estrutura do texto e preservando a informação original, por
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2668669 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PM-SP
Provas:
Classe média já chega a 65% nas favelas, diz pesquisa
Morar em favelas, pelo menos no Rio de Janeiro, pode não ser tão ruim quanto parece para quem está de fora. Amparados por melhorias nos indicadores socioeconômicos, 85% dos jovens das comunidades cariocas disseram ao Data Popular que gostam do lugar onde moram. E 70% disseram que continuariam a morar na comunidade mesmo se a renda dobrasse.
Os resultados fazem parte de um levantamento, realizado em 2012, pelo DataFavela, união entre o Data Popular e Celso Athayde, ex-dirigente da Central Única de Favelas (Cufa). E mostram um retrato não só do Rio de Janeiro, mas de todas as comunidades do Brasil. É um contingente formado por 12 milhões de pessoas, cuja renda soma 56,1 bilhões de reais por ano, com uma maioria de membros da classe média.
Embora o conceito de classe média gere polêmica, segundo o DataFavela, hoje 65% dos moradores estão nessa faixa de renda, contra 37% em 2002. Há 10 anos, apenas 4 em cada 10 moradores tinham celular. Hoje são nove. Computadores estavam em apenas 3% dos lares, agora estão em 40%. A média de anos de estudo subiu no mesmo período: foi de quatro para seis anos.
Segundo a pesquisa, os jovens desempenham papel preponderante na atividade econômica e na organização social das favelas. São eles, por exemplo, que orientam os pais na aquisição de serviços, como TV por assinatura, e decidem as marcas de alimentos e o consumo de eletrônicos.
A pesquisa incluiu levantamento qualitativo apenas no Rio de Janeiro. E a visão dos jovens mostrou-se otimista: 51% deles consideram que a comunidade melhorou nos últimos dois anos, e 63% acreditam que vai continuar melhorando. Mesmo assim, o preconceito ainda persiste, na visão deste grupo, fazendo com que 49% deles prefiram não dizer onde vivem.
(Exame, http://goo.gl/4fMqxx, 20.02.2013. Adaptado)
Considere a frase:
Embora o conceito de classe média gere polêmica, segundo o DataFavela, hoje 65% dos moradores estão nessa faixa de renda, contra 37% em 2002.
Assinale a alternativa em que o trecho destacado está corretamente reescrito, mantendo-se as relações de sentido estabelecidas no texto original.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2668668 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PM-SP
Provas:
Classe média já chega a 65% nas favelas, diz pesquisa
Morar em favelas, pelo menos no Rio de Janeiro, pode não ser tão ruim quanto parece para quem está de fora. Amparados por melhorias nos indicadores socioeconômicos, 85% dos jovens das comunidades cariocas disseram ao Data Popular que gostam do lugar onde moram. E 70% disseram que continuariam a morar na comunidade mesmo se a renda dobrasse.
Os resultados fazem parte de um levantamento, realizado em 2012, pelo DataFavela, união entre o Data Popular e Celso Athayde, ex-dirigente da Central Única de Favelas (Cufa). E mostram um retrato não só do Rio de Janeiro, mas de todas as comunidades do Brasil. É um contingente formado por 12 milhões de pessoas, cuja renda soma 56,1 bilhões de reais por ano, com uma maioria de membros da classe média.
Embora o conceito de classe média gere polêmica, segundo o DataFavela, hoje 65% dos moradores estão nessa faixa de renda, contra 37% em 2002. Há 10 anos, apenas 4 em cada 10 moradores tinham celular. Hoje são nove. Computadores estavam em apenas 3% dos lares, agora estão em 40%. A média de anos de estudo subiu no mesmo período: foi de quatro para seis anos.
Segundo a pesquisa, os jovens desempenham papel preponderante na atividade econômica e na organização social das favelas. São eles, por exemplo, que orientam os pais na aquisição de serviços, como TV por assinatura, e decidem as marcas de alimentos e o consumo de eletrônicos.
A pesquisa incluiu levantamento qualitativo apenas no Rio de Janeiro. E a visão dos jovens mostrou-se otimista: 51% deles consideram que a comunidade melhorou nos últimos dois anos, e 63% acreditam que vai continuar melhorando. Mesmo assim, o preconceito ainda persiste, na visão deste grupo, fazendo com que 49% deles prefiram não dizer onde vivem.
(Exame, http://goo.gl/4fMqxx, 20.02.2013. Adaptado)
De acordo com a pesquisa realizada no Rio de Janeiro, mais da metade dos jovens que moram em favelas demonstram
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2668667 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PM-SP
Provas:
Classe média já chega a 65% nas favelas, diz pesquisa
Morar em favelas, pelo menos no Rio de Janeiro, pode não ser tão ruim quanto parece para quem está de fora. Amparados por melhorias nos indicadores socioeconômicos, 85% dos jovens das comunidades cariocas disseram ao Data Popular que gostam do lugar onde moram. E 70% disseram que continuariam a morar na comunidade mesmo se a renda dobrasse.
Os resultados fazem parte de um levantamento, realizado em 2012, pelo DataFavela, união entre o Data Popular e Celso Athayde, ex-dirigente da Central Única de Favelas (Cufa). E mostram um retrato não só do Rio de Janeiro, mas de todas as comunidades do Brasil. É um contingente formado por 12 milhões de pessoas, cuja renda soma 56,1 bilhões de reais por ano, com uma maioria de membros da classe média.
Embora o conceito de classe média gere polêmica, segundo o DataFavela, hoje 65% dos moradores estão nessa faixa de renda, contra 37% em 2002. Há 10 anos, apenas 4 em cada 10 moradores tinham celular. Hoje são nove. Computadores estavam em apenas 3% dos lares, agora estão em 40%. A média de anos de estudo subiu no mesmo período: foi de quatro para seis anos.
Segundo a pesquisa, os jovens desempenham papel preponderante na atividade econômica e na organização social das favelas. São eles, por exemplo, que orientam os pais na aquisição de serviços, como TV por assinatura, e decidem as marcas de alimentos e o consumo de eletrônicos.
A pesquisa incluiu levantamento qualitativo apenas no Rio de Janeiro. E a visão dos jovens mostrou-se otimista: 51% deles consideram que a comunidade melhorou nos últimos dois anos, e 63% acreditam que vai continuar melhorando. Mesmo assim, o preconceito ainda persiste, na visão deste grupo, fazendo com que 49% deles prefiram não dizer onde vivem.
(Exame, http://goo.gl/4fMqxx, 20.02.2013. Adaptado)
De acordo com o texto, no período entre 2002 e 2012, considerado pelo DataFavela ao fazer seu levantamento,
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2668666 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PM-SP
Provas:
Classe média já chega a 65% nas favelas, diz pesquisa
Morar em favelas, pelo menos no Rio de Janeiro, pode não ser tão ruim quanto parece para quem está de fora. Amparados por melhorias nos indicadores socioeconômicos, 85% dos jovens das comunidades cariocas disseram ao Data Popular que gostam do lugar onde moram. E 70% disseram que continuariam a morar na comunidade mesmo se a renda dobrasse.
Os resultados fazem parte de um levantamento, realizado em 2012, pelo DataFavela, união entre o Data Popular e Celso Athayde, ex-dirigente da Central Única de Favelas (Cufa). E mostram um retrato não só do Rio de Janeiro, mas de todas as comunidades do Brasil. É um contingente formado por 12 milhões de pessoas, cuja renda soma 56,1 bilhões de reais por ano, com uma maioria de membros da classe média.
Embora o conceito de classe média gere polêmica, segundo o DataFavela, hoje 65% dos moradores estão nessa faixa de renda, contra 37% em 2002. Há 10 anos, apenas 4 em cada 10 moradores tinham celular. Hoje são nove. Computadores estavam em apenas 3% dos lares, agora estão em 40%. A média de anos de estudo subiu no mesmo período: foi de quatro para seis anos.
Segundo a pesquisa, os jovens desempenham papel preponderante na atividade econômica e na organização social das favelas. São eles, por exemplo, que orientam os pais na aquisição de serviços, como TV por assinatura, e decidem as marcas de alimentos e o consumo de eletrônicos.
A pesquisa incluiu levantamento qualitativo apenas no Rio de Janeiro. E a visão dos jovens mostrou-se otimista: 51% deles consideram que a comunidade melhorou nos últimos dois anos, e 63% acreditam que vai continuar melhorando. Mesmo assim, o preconceito ainda persiste, na visão deste grupo, fazendo com que 49% deles prefiram não dizer onde vivem.
(Exame, http://goo.gl/4fMqxx, 20.02.2013. Adaptado)
Uma frase condizente com as informações do texto é:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2668665 Ano: 2013
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: PM-SP
Provas:
Governo tenta chegar a consenso na base
sobre Marco Civil da internet
(Terra. 06.11.13. Adaptado)
Um dos pontos mais polêmicos do projeto é
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2668664 Ano: 2013
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: PM-SP
Provas:
Petrobras analisa nova política de preços
dos combustíveis
A Petrobras submeteu ao seu Conselho de Administração uma nova política de preços, que prevê a necessidade de alinhamento com os valores praticados no mercado internacional. A metodologia está sob análise do ministro da Fazenda, Guido Mantega, e demais membros do conselho da estatal, e deverá ser aprovada ou rejeitada até 22 de novembro, quando está prevista a próxima reunião dos conselheiros. Atualmente, a estatal importa combustível mais caro do que vende, o que tem causado um rombo em suas contas. Um aumento no preço da gasolina e do diesel vem sendo discutido com o governo, mas ainda não há previsão de quando irá ocorrer.
(UOL. 30.10.13. Adaptado)
Com essa nova política, a empresa pretende
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2668663 Ano: 2013
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: PM-SP
Provas:
França e Alemanha lançam iniciativa
para discutir espionagem
(G1. 25.10.13. Adaptado)
A ação dos dois países é uma resposta
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2668662 Ano: 2013
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: PM-SP
Provas:
Ativistas protestam contra o uso
de animais em pesquisas
Cerca de 100 ativistas participaram na noite desta sexta-feira de um ato contra o uso de animais em aulas e pesquisas da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), em Florianópolis (SC). O grupo se reuniu diante da Concha Acústica para manifestar solidariedade a ativistas de outras regiões e criticar o desembargador federal Tadaaqui Hirose, que suspendeu a liminar que proibia o uso de animais para pesquisas na universidade. Em seguida, seguiu em caminhada pelo campus.
(Terra. 25.10.13. Adaptado)
Em outubro de 2013, as primeiras manifestações que desencadearam o debate sobre o uso de animais em pesquisas ocorreram
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2668661 Ano: 2013
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: PM-SP
Provas:
Governo dos EUA fecha todos
os 408 pontos turísticos federais
O governo dos Estados Unidos começou o seu fechamento nesta terça-feira pela primeira vez em 17 anos, colocando até 1 milhão de trabalhadores em licença não remunerada, fechando parques nacionais e atrasando projetos de pesquisa médica. Agências federais foram direcionadas a reduzir os serviços e a Casa Branca ordenou o fechamento de todos os 408 pontos turísticos federais, incluindo a Estátua da Liberdade.
(Globo.com. 01.10.13. Adaptado)
Essa decisão, tomada no início de outubro, deveu-se
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas