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Um professor de Educação Física da 3ª série do Ensino Médio organizou o seminário A busca pelo padrão de beleza
para promover uma reflexão crítica sobre os padrões estéticos e a construção social da corporeidade, influenciada pela
mídia. Como preparação, os estudantes pesquisaram dados nas redes sociais, como TikTok e Instagram, e assistiram ao
filme A substância, que retrata a vida de uma apresentadora de TV que, após ser demitida por envelhecer, se submete a
um tratamento de rejuvenescimento com consequências aterrorizantes: seu corpo se decompõe enquanto uma versão
mais jovem dela mesma surge, causando uma disputa violenta pela existência. No seminário, os estudantes debateram
o filme e a influência das redes sociais na formação de padrões corporais, refletindo sobre como isso afeta suas próprias
experiências. Ao final, registraram suas impressões e manifestaram seus posicionamentos sobre o tema.
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Um professor de Educação Física da 3ª série do Ensino Médio organizou o seminário A busca pelo padrão de beleza
para promover uma reflexão crítica sobre os padrões estéticos e a construção social da corporeidade, influenciada pela
mídia. Como preparação, os estudantes pesquisaram dados nas redes sociais, como TikTok e Instagram, e assistiram ao
filme A substância, que retrata a vida de uma apresentadora de TV que, após ser demitida por envelhecer, se submete a
um tratamento de rejuvenescimento com consequências aterrorizantes: seu corpo se decompõe enquanto uma versão
mais jovem dela mesma surge, causando uma disputa violenta pela existência. No seminário, os estudantes debateram
o filme e a influência das redes sociais na formação de padrões corporais, refletindo sobre como isso afeta suas próprias
experiências. Ao final, registraram suas impressões e manifestaram seus posicionamentos sobre o tema.
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Ao longo do tempo, a Educação Física escolar no Brasil foi influenciada por modelos que padronizavam os corpos e as práticas,
reforçando estereótipos ligados ao corpo ideal: jovem, magro, atlético, branco, saudável e heterossexual. Tais estereótipos não
consideravam as diferenças sociais, culturais e identitárias dos estudantes. Por outro lado, as abordagens críticas propõem uma
ressignificação do trato com o corpo, defendendo práticas pedagógicas que promovam a autonomia, o respeito à diversidade
e a inclusão no ambiente escolar. Com o avanço das abordagens críticas na área, passou-se a compreender as dimensões
históricas, filosóficas, sociológicas e antropológicas da Educação Física e o corpo como uma construção histórica, social e
cultural, e não apenas como uma máquina biológica. Nesse sentido, tornou-se essencial repensar o trato pedagógico com os
corpos — especialmente os corpos gordos, negros, com deficiência, LGBTQIAPN+, entre outros. Diante disso, uma professora do
Ensino Médio de uma escola pública trabalhou o tema Diversidades e, ao observar algumas dinâmicas desenvolvidas durante
uma das aulas, percebeu que alguns estudantes sentiam-se excluídos ou constrangidos com práticas em que suas diferenças
corporais eram expostas. Ao identificar isso, decidiu reformular suas estratégias pedagógicas com base em uma perspectiva
crítica e inclusiva da Educação Física que respeite os diferentes corpos e histórias.
Considerando a diversidade dos corpos e a construção da autonomia dos estudantes, qual ação pedagógica compete ao professor de Educação Física?
Considerando a diversidade dos corpos e a construção da autonomia dos estudantes, qual ação pedagógica compete ao professor de Educação Física?
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Uma professora de Educação Física foi aprovada em um concurso público. Ao longo do processo de ingresso na instituição,
observou alguns espaços-tempo da cultura escolar. Em virtude dessa imersão inicial, pôde constatar algumas representações
sociais relativas às violências simbólicas e psicológicas, assim como alguns conflitos que culminavam em agressões. Ciente
da existência de um cenário propenso a manifestações de violências, propôs um trabalho pedagógico com base no conteúdo
de lutas cujo objetivo consistiu em problematizar os comportamentos hostis ou ações violentas. Em um primeiro momento,
registrou as associações entre briga, violências e o sentido das lutas às aulas de Educação Física, utilizando o programa Word
Cloud para produzir uma Nuvem de Palavras, conforme as respostas dos estudantes nos smartphones. Em seguida, propôs
uma reflexão presente na obra Pedagogia das lutas/artes marciais: do ambiente de jogo à sistematização do ensino, cuja ideia
sugere a comparabilidade da presença de atos violentos nos estádios e nas torcidas organizadas de futebol, bem como no âmbito
das competições de lutas, revelando a incidência predominante no futebol. No plano das experiências corporais, promoveu
diferentes jogos de oposição, explorando os princípios e a lógica situacional das diversas modalidades de lutas e artes marciais
existentes, seguindo as orientações do referido livro, e incluindo as criações e as transformações dos jogos propostas pelos
estudantes. Os resultados das aprendizagens foram expostos em um portfólio digital elaborado pelos estudantes e exibido
tanto na reunião bimestral quanto na mostra cultural promovida pela instituição.
A organização e a condução pedagógica do ensino de lutas propostas pela professora possibilitou ao estudante o(a)
A organização e a condução pedagógica do ensino de lutas propostas pela professora possibilitou ao estudante o(a)
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As lutas, as artes marciais e as modalidades esportivas de combate são frequentemente associadas à violência em virtude de
suas origens históricas, por envolver confronto com o oponente-outro e pelo efeito das representações midiáticas centradas
na destruição ou na morte daquele que se tem de enfrentar (inimigo). No entanto, a violência está correlacionada a uma
série de questões sociais decorrentes de desigualdades, preconceitos e injustiças, apresentando-se também em outras
práticas corporais, tais como o próprio futebol. É preciso considerar que há determinada incompreensão em relação às
dimensões afetivas manifestadas durante o combate, como a agressividade, a frustração e a raiva, aspectos fundamentais
para o desenvolvimento humano. É preciso que tais dimensões venham à tona para compreendê-las e, em algumas situações,
controlá-las. Essas manifestações, quando inseridas na escola sob uma perspectiva crítica e dialógica, podem contribuir para a
transformação de culturas de violência em experiências pedagógicas emancipadoras que potencializam atitudes conciliadoras
na resolução de conflitos entre os estudantes, instaurando uma cultura de paz na escola.
Ao adotar uma perspectiva crítica, dialógica e emancipadora, o professor de Educação Física deve
Ao adotar uma perspectiva crítica, dialógica e emancipadora, o professor de Educação Física deve
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Após o término do curso de Licenciatura em Educação Física, um professor é aprovado em um concurso público e vai atuar com
as turmas dos Anos Finais do Ensino Fundamental. Os primeiros meses foram muito difíceis para implementar e problematizar
determinadas unidades temáticas referentes às práticas corporais, uma vez que o professor anterior deixava os estudantes
livres para jogarem futebol. Em vez de partir para o enfrentamento, o professor iniciante resolveu aprimorar o conhecimento
sobre a modalidade de interesse das turmas com base nas dimensões do conteúdo (atitudinal, procedimental e conceitual),
apresentando os diferentes “futebóis” (futsal, futevôlei, futebol de areia, futebol de 5, entre outros). Iniciou abordando a história
do esporte e orientou que os estudantes pesquisassem as regras, as vestimentas e as curiosidades concernentes ao tema.
De igual modo, as turmas vivenciaram cada uma dessas modalidades e, a partir disso, criaram outras formas de jogar futebol
com regras e materiais próprios. Atravessando essas experiências, os estudantes ainda fizeram anotações reflexivas no próprio
caderno em relação à discriminação de gênero no futebol e à violência nos estádios, além do levantamento das dificuldades
na prática do futebol de 5. Esse fechamento gerou um portfólio com todos os registros dessa experiência, que foi apresentado
pelo professor em uma exposição organizada no dia 19 de julho, considerado o Dia do Futebol no Brasil.
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Após o término do curso de Licenciatura em Educação Física, um professor é aprovado em um concurso público e vai atuar com
as turmas dos Anos Finais do Ensino Fundamental. Os primeiros meses foram muito difíceis para implementar e problematizar
determinadas unidades temáticas referentes às práticas corporais, uma vez que o professor anterior deixava os estudantes
livres para jogarem futebol. Em vez de partir para o enfrentamento, o professor iniciante resolveu aprimorar o conhecimento
sobre a modalidade de interesse das turmas com base nas dimensões do conteúdo (atitudinal, procedimental e conceitual),
apresentando os diferentes “futebóis” (futsal, futevôlei, futebol de areia, futebol de 5, entre outros). Iniciou abordando a história
do esporte e orientou que os estudantes pesquisassem as regras, as vestimentas e as curiosidades concernentes ao tema.
De igual modo, as turmas vivenciaram cada uma dessas modalidades e, a partir disso, criaram outras formas de jogar futebol
com regras e materiais próprios. Atravessando essas experiências, os estudantes ainda fizeram anotações reflexivas no próprio
caderno em relação à discriminação de gênero no futebol e à violência nos estádios, além do levantamento das dificuldades
na prática do futebol de 5. Esse fechamento gerou um portfólio com todos os registros dessa experiência, que foi apresentado
pelo professor em uma exposição organizada no dia 19 de julho, considerado o Dia do Futebol no Brasil.
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A professora de Educação Física e um grupo de estudantes do Ensino Médio foram contemplados com bolsas de Iniciação
Científica (IC) com o projeto de pesquisa Atividade física e qualidade de vida relacionada à saúde de estudantes do Ensino Médio
e de adultos de uma comunidade de baixa renda no Brasil no período pós-pandemia de COVID-19.
Um dos objetivos da pesquisa foi comparar os níveis de atividade física e de qualidade de vida entre estudantes e adultos da
comunidade investigada. Todos os elementos e procedimentos técnicos relacionados ao método científico foram cuidadosamente
trabalhados pelo professor com suas turmas ao longo do ano letivo. O estudo obedeceu aos procedimentos éticos de pesquisa
com seres humanos, sendo aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) de uma universidade pública. Os dados foram
coletados por meio de questionários, e os estudantes foram estimulados a pesquisarem sobre o assunto em documentos oficiais,
em livros e em artigos científicos para a interpretação dos resultados e a elaboração do relatório final.
O gráfico ilustra os resultados para o nível de atividade física, em minutos por semana, entre os grupos estudados. As análises
mostraram que os estudantes apresentaram melhor nível de atividade física nas três classificações (leve, moderada e vigorosa)
em comparação aos adultos. Além disso, foi considerada estatisticamente significativa para o valor de probabilidade ou valor
de p previamente estabelecido (p<0,05) a diferença entre os níveis de atividade física moderada e vigorosa.
Nível de atividade física de estudantes e de adultos da comunidade,
conforme a média de minutos por semana
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A professora de Educação Física e um grupo de estudantes do Ensino Médio foram contemplados com bolsas de Iniciação
Científica (IC) com o projeto de pesquisa Atividade física e qualidade de vida relacionada à saúde de estudantes do Ensino Médio
e de adultos de uma comunidade de baixa renda no Brasil no período pós-pandemia de COVID-19.
Um dos objetivos da pesquisa foi comparar os níveis de atividade física e de qualidade de vida entre estudantes e adultos da
comunidade investigada. Todos os elementos e procedimentos técnicos relacionados ao método científico foram cuidadosamente
trabalhados pelo professor com suas turmas ao longo do ano letivo. O estudo obedeceu aos procedimentos éticos de pesquisa
com seres humanos, sendo aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) de uma universidade pública. Os dados foram
coletados por meio de questionários, e os estudantes foram estimulados a pesquisarem sobre o assunto em documentos oficiais,
em livros e em artigos científicos para a interpretação dos resultados e a elaboração do relatório final.
O gráfico ilustra os resultados para o nível de atividade física, em minutos por semana, entre os grupos estudados. As análises
mostraram que os estudantes apresentaram melhor nível de atividade física nas três classificações (leve, moderada e vigorosa)
em comparação aos adultos. Além disso, foi considerada estatisticamente significativa para o valor de probabilidade ou valor
de p previamente estabelecido (p<0,05) a diferença entre os níveis de atividade física moderada e vigorosa.
Nível de atividade física de estudantes e de adultos da comunidade,
conforme a média de minutos por semana
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Uma professora de Educação Física planejou trabalhar danças de matriz africana. Tendo em vista a realidade histórico-cultural
de seus estudantes e as diretrizes da Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar
Quilombola, elaborou uma sequência didática para abordar o enfrentamento a práticas opressivas e preconceituosas com relação
às danças e aos demais elementos da cultura africana. Essa atuação gerou uma reação negativa das famílias, que tentaram
impedir o ensino desses signos culturais nas aulas. A equipe de professores se organizou coletivamente e realizou um projeto
interdisciplinar chamado Somos mais África do que Europa, buscando resgatar as raízes identitárias e sociais constitutivas do
Brasil como nação.
BRASIL. Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (PNEERQ). Brasília: Secadi, 2024.
De acordo com a situação-problema, a atuação da equipe de professores materializa quais princípios da abordagem crítico-superadora?
BRASIL. Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (PNEERQ). Brasília: Secadi, 2024.
De acordo com a situação-problema, a atuação da equipe de professores materializa quais princípios da abordagem crítico-superadora?
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