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Foram encontradas 120 questões.

2469178 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: POLC-AL
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Em pesquisa feita pela Universidade de São Paulo, comprovou-se o potencial da escola de influenciar o comportamento dos alunos e reduzir a violência. O estudo foi conduzido pela economista Kalinca Léia Becker em sua tese de doutorado defendida no Departamento de Economia da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, em Piracicaba.
A análise foi realizada por meio de dois ensaios. No primeiro, foram coletadas evidências de que a atuação pública na área da educação poderia contribuir para reduzir o crime em médio e em longo prazos. Nessa etapa, mensurou-se o impacto do gasto público em educação em relação à redução da taxa de homicídios, utilizando-se dados dos estados brasileiros entre 2001 e 2009. No segundo ensaio, financiado pelo programa Observatório da Educação, foram analisados fatores do ambiente escolar e do seu entorno que poderiam contribuir para a manifestação do comportamento violento dos alunos, a partir de dados disponibilizados nas Provas Brasil de 2007 e 2009.
Na pesquisa, comprovou-se a influência da educação no comportamento dos alunos, constatando-se, mediante o primeiro ensaio, que, a cada investimento de 1% na educação, 0,1% do índice de criminalidade é reduzido. Porém, para que isso ocorra, é necessário que a escola funcione como um espaço para o desenvolvimento de conhecimento, pois, no segundo ensaio, foi observado que escolas com traços da violência, como depredação do patrimônio, tráfico de drogas e atuação de gangues, podem influenciar a manifestação do comportamento agressivo nos alunos. “A possibilidade de algum aluno ter comportamento violento em escolas onde ocorreram crimes contra o patrimônio e contra a pessoa é, respectivamente, 1,46 e 1,22 vezes maior em comparação às escolas que não registraram esses crimes”, afirma Kalinca.
Uma das conclusões da pesquisa é a de que, quando a instituição promove atividades extracurriculares, ocorre a redução de 0,96% da possibilidade de algum aluno cometer um ato agressivo. “Esse é um resultado interessante, pois muitos programas de redução da violência nas escolas incluem atividades de esporte, cultura e lazer como forma de socializar a convivência e, assim, reduzir a violência”, complementa. Também foram observadas evidências de que o ambiente familiar e a participação dos pais nas reuniões da escola podem influenciar o comportamento do aluno.
Lucas Jacinto. Pesquisa mostra que investimento em
educação reduz criminalidade. Internet:<www.educacao.uol.com.br > (com adaptações).
Com relação aos aspectos linguísticos do texto, julgue o item.
O termo “onde” poderia ser substituído, mantendo-se a correção gramatical e o sentido do período, por que.
 

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2469039 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: POLC-AL
Provas:
Em pesquisa feita pela Universidade de São Paulo, comprovou-se o potencial da escola de influenciar o comportamento dos alunos e reduzir a violência. O estudo foi conduzido pela economista Kalinca Léia Becker em sua tese de doutorado defendida no Departamento de Economia da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, em Piracicaba.
A análise foi realizada por meio de dois ensaios. No primeiro, foram coletadas evidências de que a atuação pública na área da educação poderia contribuir para reduzir o crime em médio e em longo prazos. Nessa etapa, mensurou-se o impacto do gasto público em educação em relação à redução da taxa de homicídios, utilizando-se dados dos estados brasileiros entre 2001 e 2009. No segundo ensaio, financiado pelo programa Observatório da Educação, foram analisados fatores do ambiente escolar e do seu entorno que poderiam contribuir para a manifestação do comportamento violento dos alunos, a partir de dados disponibilizados nas Provas Brasil de 2007 e 2009.
Na pesquisa, comprovou-se a influência da educação no comportamento dos alunos, constatando-se, mediante o primeiro ensaio, que, a cada investimento de 1% na educação, 0,1% do índice de criminalidade é reduzido. Porém, para que isso ocorra, é necessário que a escola funcione como um espaço para o desenvolvimento de conhecimento, pois, no segundo ensaio, foi observado que escolas com traços da violência, como depredação do patrimônio, tráfico de drogas e atuação de gangues, podem influenciar a manifestação do comportamento agressivo nos alunos. “A possibilidade de algum aluno ter comportamento violento em escolas onde ocorreram crimes contra o patrimônio e contra a pessoa é, respectivamente, 1,46 e 1,22 vezes maior em comparação às escolas que não registraram esses crimes”, afirma Kalinca.
Uma das conclusões da pesquisa é a de que, quando a instituição promove atividades extracurriculares, ocorre a redução de 0,96% da possibilidade de algum aluno cometer um ato agressivo. “Esse é um resultado interessante, pois muitos programas de redução da violência nas escolas incluem atividades de esporte, cultura e lazer como forma de socializar a convivência e, assim, reduzir a violência”, complementa. Também foram observadas evidências de que o ambiente familiar e a participação dos pais nas reuniões da escola podem influenciar o comportamento do aluno.
Lucas Jacinto. Pesquisa mostra que investimento em
educação reduz criminalidade. Internet:<www.educacao.uol.com.br > (com adaptações).
Com relação aos aspectos linguísticos do texto, julgue o item.
O termo “isso" atua como elemento coesivo ao recuperar a ideia expressa no período anterior, que pode ser resumida na seguinte declaração: a educação pode colaborar para a redução dos índices de criminalidade.
 

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2468949 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: POLC-AL
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O empresário M. C., da Malásia, quer trocar o bisturi por um scanner e um computador touchscreen. Ele acredita que sua “autópsia digital” pode substituir a autópsia tradicional, acelerando investigações, reduzindo o estresse das famílias em luto e amenizando sensibilidades religiosas. M. C. pretende lançar o primeiro serviço de autópsia digital em outubro no Reino Unido e espera trabalhar em conjunto com autoridades locais. Pelo menos 18 serviços como esse estão planejados.
Segundo o empresário, que vê no ramo um grande negócio, cerca de 70 milhões de pessoas morrem todos os anos e por volta de 10% dessas mortes são casos que necessitam de autópsia. “Esse é um número grande, então temos a visão de que essa é uma grande linha de serviços que está se formando ao redor do mundo”, disse.
Para ele, a percepção ruim que as pessoas têm de autópsias tem prejudicado seu apelo comercial. “Infelizmente, porque o processo de autópsia é visto como macabro, as pessoas tendem a ignorar isso.” M. C. quer mudar tudo isso conectando o software de imagens em 3D de sua empresa com um aparelho de ressonância magnética. Um especialista pode, então, explorar um cadáver virtual em 3D, removendo camadas de tecido, pele e osso com um mouse ou com o auxílio do touchscreen.
De acordo com M. C., as vantagens são consideráveis. O material digital permanece intacto e pode ser revisto; especialistas podem localizar e identificar com mais facilidade fraturas ou objetos estranhos, como balas e outros fragmentos. Dessa forma, as famílias podem saber como seus entes queridos morreram sem que o corpo tenha de ser cortado. Apesar de não ser a primeira vez que a técnica é utilizada, o empresário afirma que sua empresa é pioneira na oferta do serviço — que vai desde o momento da morte até a entrega do relatório post-mortem — comercialmente. A ideia é que, nos casos em que autoridades solicitarem uma autópsia, a família possa optar por uma autópsia comum, paga pelo Estado, ou uma autópsia digital, que deve custar o equivalente a R$ 1.900.
Empresário lança serviço de ‘autópsia digital’ no Reino Unido. Internet: <www.g1.globo.com> (com adaptações).
Julgue o seguinte item, a respeito das ideias e dos aspectos linguísticos do texto acima.
Mantendo-se a correção gramatical e o sentido original, o período ‘Infelizmente (...) isso’ poderia ser reescrito da seguinte maneira: Infelizmente, embora o processo de autópsia seja considerado tétrico, as pessoas tendem a ignorar isso.
 

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2466882 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: POLC-AL
Provas:
O empresário M. C., da Malásia, quer trocar o bisturi por um scanner e um computador touchscreen. Ele acredita que sua “autópsia digital” pode substituir a autópsia tradicional, acelerando investigações, reduzindo o estresse das famílias em luto e amenizando sensibilidades religiosas. M. C. pretende lançar o primeiro serviço de autópsia digital em outubro no Reino Unido e espera trabalhar em conjunto com autoridades locais. Pelo menos 18 serviços como esse estão planejados.
Segundo o empresário, que vê no ramo um grande negócio, cerca de 70 milhões de pessoas morrem todos os anos e por volta de 10% dessas mortes são casos que necessitam de autópsia. “Esse é um número grande, então temos a visão de que essa é uma grande linha de serviços que está se formando ao redor do mundo”, disse.
Para ele, a percepção ruim que as pessoas têm de autópsias tem prejudicado seu apelo comercial. “Infelizmente, porque o processo de autópsia é visto como macabro, as pessoas tendem a ignorar isso.” M. C. quer mudar tudo isso conectando o software de imagens em 3D de sua empresa com um aparelho de ressonância magnética. Um especialista pode, então, explorar um cadáver virtual em 3D, removendo camadas de tecido, pele e osso com um mouse ou com o auxílio do touchscreen.
De acordo com M. C., as vantagens são consideráveis. O material digital permanece intacto e pode ser revisto; especialistas podem localizar e identificar com mais facilidade fraturas ou objetos estranhos, como balas e outros fragmentos. Dessa forma, as famílias podem saber como seus entes queridos morreram sem que o corpo tenha de ser cortado. Apesar de não ser a primeira vez que a técnica é utilizada, o empresário afirma que sua empresa é pioneira na oferta do serviço — que vai desde o momento da morte até a entrega do relatório post-mortem — comercialmente. A ideia é que, nos casos em que autoridades solicitarem uma autópsia, a família possa optar por uma autópsia comum, paga pelo Estado, ou uma autópsia digital, que deve custar o equivalente a R$ 1.900.
Empresário lança serviço de ‘autópsia digital’ no Reino Unido. Internet: <www.g1.globo.com> (com adaptações).
Julgue o seguinte item, a respeito das ideias e dos aspectos linguísticos do texto acima.
Infere-se do texto que a autópsia digital teria a vantagem de diminuir o sentimento de luto das pessoas pela morte de seus parentes.
 

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2466772 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: POLC-AL
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Juventude e masculinidade são duas palavras que andam em conjunto com o fenômeno da violência. Quando tratamos de homicídios, é incontestável a predominância de homens, tanto na posição de criminoso quanto na de vítima. De acordo com dados do Ministério da Justiça, em 2005, por volta de 90% das vítimas de homicídios intencionais eram do sexo masculino. A mesma tendência é observada no caso dos autores de homicídio, em que o percentual masculino é de 95%. Uma mudança no cenário ocorre quando focamos o crime de lesão corporal. Nesse caso, as mulheres são as vítimas mais frequentes, ocupando um pouco mais da metade das estatísticas, enquanto os homens ainda são, na maioria, os autores. Os jovens de até 24 anos de idade são os que figuram nas estatísticas com mais de 46% do total das vítimas de homicídios intencionais e mais de 50% dos autores em 2005. Esses números mostram que a violência não é um fenômeno que atinge igualmente a todos. É cometida principalmente por jovens e contra jovens, o que deixa clara a necessidade de uma política de segurança pública articulada com uma política para a juventude.
Guilherme Almeida Borges. Violência urbana
no Brasil: as vítimas e os criminosos. Internet: <www.mundojovem.com.br> (com adaptações).
De acordo com o texto, os atos violentos praticados contra a mulher correspondem à maioria dos casos de lesão corporal.
 

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2465920 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: POLC-AL
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Juventude e masculinidade são duas palavras que andam em conjunto com o fenômeno da violência. Quando tratamos de homicídios, é incontestável a predominância de homens, tanto na posição de criminoso quanto na de vítima. De acordo com dados do Ministério da Justiça, em 2005, por volta de 90% das vítimas de homicídios intencionais eram do sexo masculino. A mesma tendência é observada no caso dos autores de homicídio, em que o percentual masculino é de 95%. Uma mudança no cenário ocorre quando focamos o crime de lesão corporal. Nesse caso, as mulheres são as vítimas mais frequentes, ocupando um pouco mais da metade das estatísticas, enquanto os homens ainda são, na maioria, os autores. Os jovens de até 24 anos de idade são os que figuram nas estatísticas com mais de 46% do total das vítimas de homicídios intencionais e mais de 50% dos autores em 2005. Esses números mostram que a violência não é um fenômeno que atinge igualmente a todos. É cometida principalmente por jovens e contra jovens, o que deixa clara a necessidade de uma política de segurança pública articulada com uma política para a juventude.
Guilherme Almeida Borges. Violência urbana
no Brasil: as vítimas e os criminosos. Internet: <www.mundojovem.com.br> (com adaptações).
Com base no fragmento de texto acima, julgue o item subsequente.
Depreende-se do texto a dispensabilidade de políticas públicas para coibir a violência entre os jovens, dado que a maior parte dos homicídios é cometida por pessoas de até 24 anos de idade.
 

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2459589 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: POLC-AL
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O empresário M. C., da Malásia, quer trocar o bisturi por um scanner e um computador touchscreen. Ele acredita que sua “autópsia digital” pode substituir a autópsia tradicional, acelerando investigações, reduzindo o estresse das famílias em luto e amenizando sensibilidades religiosas. M. C. pretende lançar o primeiro serviço de autópsia digital em outubro no Reino Unido e espera trabalhar em conjunto com autoridades locais. Pelo menos 18 serviços como esse estão planejados.

Segundo o empresário, que vê no ramo um grande negócio, cerca de 70 milhões de pessoas morrem todos os anos e por volta de 10% dessas mortes são casos que necessitam de autópsia. “Esse é um número grande, então temos a visão de que essa é uma grande linha de serviços que está se formando ao redor do mundo”, disse.

Para ele, a percepção ruim que as pessoas têm de autópsias tem prejudicado seu apelo comercial. “Infelizmente, porque o processo de autópsia é visto como macabro, as pessoas tendem a ignorar isso.” M. C. quer mudar tudo isso conectando o software de imagens em 3D de sua empresa com um aparelho de ressonância magnética. Um especialista pode, então, explorar um cadáver virtual em 3D, removendo camadas de tecido, pele e osso com um mouse ou com o auxílio do touchscreen.

De acordo com M. C., as vantagens são consideráveis. O material digital permanece intacto e pode ser revisto; especialistas podem localizar e identificar com mais facilidade fraturas ou objetos estranhos, como balas e outros fragmentos. Dessa forma, as famílias podem saber como seus entes queridos morreram sem que o corpo tenha de ser cortado. Apesar de não ser a primeira vez que a técnica é utilizada, o empresário afirma que sua empresa é pioneira na oferta do serviço — que vai desde o momento da morte até a entrega do relatório post-mortem — comercialmente. A ideia é que, nos casos em que autoridades solicitarem uma autópsia, a família possa optar por uma autópsia comum, paga pelo Estado, ou uma autópsia digital, que deve custar o equivalente a R$ 1.900.

Empresário lança serviço de ‘autópsia digital’ no Reino Unido. Internet: <www.g1.globo.com> (com adaptações).

Julgue o seguinte item, a respeito das ideias e dos aspectos linguísticos do texto acima.

Uma variante igualmente correta do termo “autópsia” é autopsia.

 

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2459522 Ano: 2013
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: POLC-AL
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Considerando que as letras maiúsculas P, Q e R representem proposições conhecidas, julgue o item.

A proposição !$ \lnot [ ( P \wedge Q) \vee ( \lnot R)] !$ é equivalente à proposição !$ ( \lnot P ) \vee ( \lnot Q) \wedge R !$.

 

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2459166 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: POLC-AL
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Em pesquisa feita pela Universidade de São Paulo, comprovou-se o potencial da escola de influenciar o comportamento dos alunos e reduzir a violência. O estudo foi conduzido pela economista Kalinca Léia Becker em sua tese de doutorado defendida no Departamento de Economia da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, em Piracicaba.
A análise foi realizada por meio de dois ensaios. No primeiro, foram coletadas evidências de que a atuação pública na área da educação poderia contribuir para reduzir o crime em médio e em longo prazos. Nessa etapa, mensurou-se o impacto do gasto público em educação em relação à redução da taxa de homicídios, utilizando-se dados dos estados brasileiros entre 2001 e 2009. No segundo ensaio, financiado pelo programa Observatório da Educação, foram analisados fatores do ambiente escolar e do seu entorno que poderiam contribuir para a manifestação do comportamento violento dos alunos, a partir de dados disponibilizados nas Provas Brasil de 2007 e 2009.
Na pesquisa, comprovou-se a influência da educação no comportamento dos alunos, constatando-se, mediante o primeiro ensaio, que, a cada investimento de 1% na educação, 0,1% do índice de criminalidade é reduzido. Porém, para que isso ocorra, é necessário que a escola funcione como um espaço para o desenvolvimento de conhecimento, pois, no segundo ensaio, foi observado que escolas com traços da violência, como depredação do patrimônio, tráfico de drogas e atuação de gangues, podem influenciar a manifestação do comportamento agressivo nos alunos. “A possibilidade de algum aluno ter comportamento violento em escolas onde ocorreram crimes contra o patrimônio e contra a pessoa é, respectivamente, 1,46 e 1,22 vezes maior em comparação às escolas que não registraram esses crimes”, afirma Kalinca.
Uma das conclusões da pesquisa é a de que, quando a instituição promove atividades extracurriculares, ocorre a redução de 0,96% da possibilidade de algum aluno cometer um ato agressivo. “Esse é um resultado interessante, pois muitos programas de redução da violência nas escolas incluem atividades de esporte, cultura e lazer como forma de socializar a convivência e, assim, reduzir a violência”, complementa. Também foram observadas evidências de que o ambiente familiar e a participação dos pais nas reuniões da escola podem influenciar o comportamento do aluno.
Lucas Jacinto. Pesquisa mostra que investimento em
educação reduz criminalidade. Internet:<www.educacao.uol.com.br > (com adaptações).
No que diz respeito às ideias do texto de Lucas Jacinto, julgue o item a seguir.
No texto, sustenta-se a ideia de que tanto a educação formal quanto o contexto famíliar exercem papel importante no comportamento do aluno.
 

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2459146 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: POLC-AL
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Em pesquisa feita pela Universidade de São Paulo, comprovou-se o potencial da escola de influenciar o comportamento dos alunos e reduzir a violência. O estudo foi conduzido pela economista Kalinca Léia Becker em sua tese de doutorado defendida no Departamento de Economia da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, em Piracicaba.

A análise foi realizada por meio de dois ensaios. No primeiro, foram coletadas evidências de que a atuação pública na área da educação poderia contribuir para reduzir o crime em médio e em longo prazos. Nessa etapa, mensurou-se o impacto do gasto público em educação em relação à redução da taxa de homicídios, utilizando-se dados dos estados brasileiros entre 2001 e 2009. No segundo ensaio, financiado pelo programa Observatório da Educação, foram analisados fatores do ambiente escolar e do seu entorno que poderiam contribuir para a manifestação do comportamento violento dos alunos, a partir de dados disponibilizados nas Provas Brasil de 2007 e 2009.

Na pesquisa, comprovou-se a influência da educação no comportamento dos alunos, constatando-se, mediante o primeiro ensaio, que, a cada investimento de 1% na educação, 0,1% do índice de criminalidade é reduzido. Porém, para que isso ocorra, é necessário que a escola funcione como um espaço para o desenvolvimento de conhecimento, pois, no segundo ensaio, foi observado que escolas com traços da violência, como depredação do patrimônio, tráfico de drogas e atuação de gangues, podem influenciar a manifestação do comportamento agressivo nos alunos. “A possibilidade de algum aluno ter comportamento violento em escolas onde ocorreram crimes contra o patrimônio e contra a pessoa é, respectivamente, 1,46 e 1,22 vezes maior em comparação às escolas que não registraram esses crimes”, afirma Kalinca.

Uma das conclusões da pesquisa é a de que, quando a instituição promove atividades extracurriculares, ocorre a redução de 0,96% da possibilidade de algum aluno cometer um ato agressivo. “Esse é um resultado interessante, pois muitos programas de redução da violência nas escolas incluem atividades de esporte, cultura e lazer como forma de socializar a convivência e, assim, reduzir a violência”, complementa. Também foram observadas evidências de que o ambiente familiar e a participação dos pais nas reuniões da escola podem influenciar o comportamento do aluno.

Lucas Jacinto. Pesquisa mostra que investimento em

educação reduz criminalidade. Internet:<www.educacao.uol.com.br > (com adaptações).

Com relação aos aspectos linguísticos do texto, julgue o item.

O emprego da vírgula imediatamente após “Nessa etapa” e “No segundo ensaio” justifica-se pela mesma regra gramatical.

 

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