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A força das palavras
Palavras assustam mais do que fatos: às vezes é assim.
Descobri isso quando as pessoas discutiam e lançavam palavras como dardos sobre a mesa de jantar. Nessa época, meus olhos mal alcançavam o tampo da mesa e o mundo dos adultos me parecia fascinante. O meu era demais limitado por horários que tinham de ser obedecidos (por que criança tinha de dormir tão cedo?), regras chatas (por que não correr descalça na chuva? por que não botar os pés em cima do sofá, por quê, por quê, por quê ... ?), e a escola era um fardo (seria tão mais divertido ficar lendo debaixo das árvores no jardim de casa ...).
Mas, em compensação, na escola também se brincava com palavras: lá, como em casa, havia livros, e neles as palavras eram caramelos saborosos ou pedrinhas coloridas que a gente colecionava, olhava contra a luz, revirava no céu da boca. E, às vezes, cuspia na cara de alguém de propósito para machucar (...).
A palavra faz parte da nossa essência: com ela, nos acercamos do outro, nos entregamos ou nos negamos, apaziguamos, ferimos e matamos. Com a palavra seduzimos num texto; com a palavra, liquidamos - negócios, amores. Uma palavra confere o nome ao filho que nasce e ao navio que transportará vidas ou armas.
"Vá", "Venha", "Fique", "Eu vou", "Eu não sei", "Eu quero, mas não posso", "Eu não sou capaz", "Sim, eu mereço" - dessa forma, marcamos as nossas escolhas, a derrota diante do nosso medo ou a vitória sobre o nosso susto. Viemos ao mundo para dar nome às coisas: dessa forma, nos tornamos senhores delas ou servos de quem as batizar antes de nós.
Fonte: Lya Luft. Ponto de Vista. Veja, 14/07/04
Por questão de coesão em: "Palavras assustam mais do que fatos: às vezes é assim.", uma palavra foi omitida. Identifique-a:
 

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2248107 Ano: 2016
Disciplina: Direito Previdenciário
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Abaetetuba-PA
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A PNAS - Política Nacional de Assistência Social é uma política pública destinada à:
 

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2248025 Ano: 2016
Disciplina: Antropologia
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Abaetetuba-PA
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Claude Lévi-Strauss foi um dos mais importantes antropólogos de todos os tempos. Sobre sua obra, é correto afirmar:
 

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2248017 Ano: 2016
Disciplina: Antropologia
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Abaetetuba-PA
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O estudo das relações de parentesco foi uma forma encontrada pela antropologia para pensar a organização de sociedades:
 

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2248004 Ano: 2016
Disciplina: Saúde Pública
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Abaetetuba-PA
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São atribuições do Sistema Único de Saúde, exceto:
 

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2247999 Ano: 2016
Disciplina: Antropologia
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Abaetetuba-PA
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O termo "pedaço" aparece na obra de Guilherme Cantor Magnani (1984) em diálogo com o antropólogo Roberto DaMatta e pode ser definido como:
 

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2247984 Ano: 2016
Disciplina: Saúde Pública
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Abaetetuba-PA
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A Conferência de Saúde e Conselho de Saúde são instâncias constituintes do(s):
 

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A força das palavras
Palavras assustam mais do que fatos: às vezes é assim.
Descobri isso quando as pessoas discutiam e lançavam palavras como dardos sobre a mesa de jantar. Nessa época, meus olhos mal alcançavam o tampo da mesa e o mundo dos adultos me parecia fascinante. O meu era demais limitado por horários que tinham de ser obedecidos (por que criança tinha de dormir tão cedo?), regras chatas (por que não correr descalça na chuva? por que não botar os pés em cima do sofá, por quê, por quê, por quê ... ?), e a escola era um fardo (seria tão mais divertido ficar lendo debaixo das árvores no jardim de casa ...).
Mas, em compensação, na escola também se brincava com palavras: lá, como em casa, havia livros, e neles as palavras eram caramelos saborosos ou pedrinhas coloridas que a gente colecionava, olhava contra a luz, revirava no céu da boca. E, às vezes, cuspia na cara de alguém de propósito para machucar (...).
A palavra faz parte da nossa essência: com ela, nos acercamos do outro, nos entregamos ou nos negamos, apaziguamos, ferimos e matamos. Com a palavra seduzimos num texto; com a palavra, liquidamos - negócios, amores. Uma palavra confere o nome ao filho que nasce e ao navio que transportará vidas ou armas.
"Vá", "Venha", "Fique", "Eu vou", "Eu não sei", "Eu quero, mas não posso", "Eu não sou capaz", "Sim, eu mereço" - dessa forma, marcamos as nossas escolhas, a derrota diante do nosso medo ou a vitória sobre o nosso susto. Viemos ao mundo para dar nome às coisas: dessa forma, nos tornamos senhores delas ou servos de quem as batizar antes de nós.
Fonte: Lya Luft. Ponto de Vista. Veja, 14/07/04
Assinale a alternativa cujo fragmento provoca uma leitura ambígua.
 

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Analise as alternativas a seguir e marque a única que esteja em dissonância à legislação:
 

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2247927 Ano: 2016
Disciplina: Antropologia
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Abaetetuba-PA
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A Antropologia se consolida entre meados do século XIX e início do século XX, em meio ao novo ciclo colonizador de potências como Estados Unidos e Inglaterra. Sobre o período, é possível afirmar que:
 

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