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Foram encontradas 59 questões.

1637001 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: CONSCAM
Orgão: Pref. Adamantina-SP
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Uma área de 120 metros quadrados corresponde, em centímetros quadrados, a:

 

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1637000 Ano: 2018
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: CONSCAM
Orgão: Pref. Adamantina-SP
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Um produto foi comprado em 2 parcelas, a primeira à vista e a segunda para pagamento em 30 dias. Sabendo que a segunda parcela só foi paga após 3 meses do vencimento, de maneira que sobre o saldo devedor incidiram juros simples de 2% ao mês. Se o valor das 2 parcelas era igual a R$ 225,00, o preço pago por esse produto será:

 

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1636999 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: CONSCAM
Orgão: Pref. Adamantina-SP
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Para aprovação, certo projeto de lei precisa de 308 votos favoráveis. Sabendo que o total de pessoas que votam é de 560, a porcentagem que os votos favoráveis representam é de:

 

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1636998 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: CONSCAM
Orgão: Pref. Adamantina-SP
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Assinale a alternativa incorreta quanto à concordância nominal:

 

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1636997 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: CONSCAM
Orgão: Pref. Adamantina-SP
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“Os meus braços precisam dos teus.” (Vinicius de Moraes)

- Seu olhar é um rio profundo.

- “Vozes veladas, veludosas vozes/volúpias dos violões.” (Cruz e Sousa)

- Está tão bem vestida que mais parece uma árvore de Natal!

As sentenças acima são exemplos de;

 

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1636996 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: CONSCAM
Orgão: Pref. Adamantina-SP
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São substantivos:

 

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1636995 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: CONSCAM
Orgão: Pref. Adamantina-SP
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Me lembro até hoje de minha mãe acendendo o fogão a lenha.

A colocação do pronome em destaque:

 

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1636994 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: CONSCAM
Orgão: Pref. Adamantina-SP
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Leia o texto a seguir e responda às questões de 01 a 05.


O padeiro

Levanto cedo, faço minhas abluções, ponho a chaleira no fogo para fazer café e abro a porta do apartamento – mas não encontro o pão costumeiro. No mesmo instante, me lembro de ter lido alguma coisa nos jornais da véspera sobre a “greve do pão dormido”. De resto não é bem uma greve, é um lock-out, greve dos patrões, que suspenderam o trabalho noturno; acham que não obrigando o povo a tomar seu café da manhã com pão dormido conseguirão não sei bem o que do governo. Está bem. Tomo o meu café com pão dormido, que não é tão ruim assim. E enquanto tomo café vou me lembrando de um homem modesto que conheci antigamente. Quando vinha deixar o pão à porta do apartamento ele apertava a campainha, mas, para não incomodar os moradores, avisava gritando:

- Não é ninguém, é o padeiro!

Interroguei-o uma vez: como tivera a ideia de gritar aquilo?

“Então você não é ninguém?”

Ele abriu um sorriso largo. Explicou que aprendera aquilo de ouvido. Muitas vezes acontecera bater a campainha de uma casa e ser atendido por uma empregada ou outra pessoa qualquer, e ouvir uma voz que vinha lá de dentro perguntando quem era; e ouvir a pessoa que o atendera dizer para dentro: “não é ninguém, não senhora, é o padeiro”. Assim ficara sabendo que não era ninguém...

Ele me contou isso sem mágoa nenhuma, e se despediu ainda sorrindo. Eu não quis detê-lo para explicar que estava falando com um colega, ainda que menos importante. Naquele tempo eu também, como os padeiros, fazia o trabalho noturno. Era pela madrugada que deixava a redação do jornal, quase sempre depois de uma passagem pela oficina – e muitas vezes já levando na mão um dos primeiros exemplares rodados, o jornal ainda quentinho da máquina, como pão saído do forno.

Ah, eu era rapaz, eu era rapaz naquele tempo! E às vezes me julgava importante porque no jornal que levava para casa, além de reportagens ou notas que eu escrevera sem assinar, ia uma crônica ou um artigo com o meu nome. O jornal e o pão estariam bem cedinho na porta de cada lar; e dentro do meu coração eu recebi a lição de humildade daquele homem entre todos útil e entre todos alegre; “não é ninguém, é o padeiro!”.

E assobiava pelas escadas.

(BRAGA, Rubem. O padeiro. In: Para gostar de ler. São Paulo: Ática, 1989)

“Explicou que aprendera aquilo de ouvido.” O verbo em destaque está no:

 

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1636993 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: CONSCAM
Orgão: Pref. Adamantina-SP
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Leia o texto a seguir e responda às questões de 01 a 05.


O padeiro

Levanto cedo, faço minhas abluções, ponho a chaleira no fogo para fazer café e abro a porta do apartamento – mas não encontro o pão costumeiro. No mesmo instante, me lembro de ter lido alguma coisa nos jornais da véspera sobre a “greve do pão dormido”. De resto não é bem uma greve, é um lock-out, greve dos patrões, que suspenderam o trabalho noturno; acham que não obrigando o povo a tomar seu café da manhã com pão dormido conseguirão não sei bem o que do governo. Está bem. Tomo o meu café com pão dormido, que não é tão ruim assim. E enquanto tomo café vou me lembrando de um homem modesto que conheci antigamente. Quando vinha deixar o pão à porta do apartamento ele apertava a campainha, mas, para não incomodar os moradores, avisava gritando:

- Não é ninguém, é o padeiro!

Interroguei-o uma vez: como tivera a ideia de gritar aquilo?

“Então você não é ninguém?”

Ele abriu um sorriso largo. Explicou que aprendera aquilo de ouvido. Muitas vezes acontecera bater a campainha de uma casa e ser atendido por uma empregada ou outra pessoa qualquer, e ouvir uma voz que vinha lá de dentro perguntando quem era; e ouvir a pessoa que o atendera dizer para dentro: “não é ninguém, não senhora, é o padeiro”. Assim ficara sabendo que não era ninguém...

Ele me contou isso sem mágoa nenhuma, e se despediu ainda sorrindo. Eu não quis detê-lo para explicar que estava falando com um colega, ainda que menos importante. Naquele tempo eu também, como os padeiros, fazia o trabalho noturno. Era pela madrugada que deixava a redação do jornal, quase sempre depois de uma passagem pela oficina – e muitas vezes já levando na mão um dos primeiros exemplares rodados, o jornal ainda quentinho da máquina, como pão saído do forno.

Ah, eu era rapaz, eu era rapaz naquele tempo! E às vezes me julgava importante porque no jornal que levava para casa, além de reportagens ou notas que eu escrevera sem assinar, ia uma crônica ou um artigo com o meu nome. O jornal e o pão estariam bem cedinho na porta de cada lar; e dentro do meu coração eu recebi a lição de humildade daquele homem entre todos útil e entre todos alegre; “não é ninguém, é o padeiro!”.

E assobiava pelas escadas.

(BRAGA, Rubem. O padeiro. In: Para gostar de ler. São Paulo: Ática, 1989)

Para o narrador, o padeiro:

 

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