Foram encontradas 160 questões.
Comprei uma caixa de canetas, porém, algumas delas apresentou defeito, não escreve. A razão entre o número de caneta que escreve e que não escrevem é 2/9. Se 15 canetas que escrevem forem retirada da caixa, a razão entre o número de canetas que não escrevem e as que escrevem passa a ser de um 1/4. Qual seria a quantidade de canetas que estava na caixa anteriormente?
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Diminuindo 6 anos da idade de Maria obtém – se 3/5 de sua idade. Qual seria a idade de maria?
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Um Matemático, ao lecionar Teoria dos Conjuntos em uma determinada sala de aula, realizou uma pesquisa sobre as preferências clubísticas de seus alunos, tendo chegado ao seguinte resultado:
• 23 alunos torcem pelo Paysandu Sport Club;
• 23 alunos torcem pelo Clube do Remo;
• 15 alunos torcem pelo Clube de Regatas Vasco da Gama;
• 6 alunos torcem pelo Paysandu e pelo Vasco;
• 5 alunos torcem pelo Vasco e pelo Remo.
Se designarmos por A o conjunto dos torcedores do Paysandu, por B o conjunto dos torcedores do Remo e por C o conjunto dos torcedores do Vasco, todos da referida turma, teremos, evidentemente, A ∩ B = ⌀. Concluímos que o número n de alunos dessa turma é
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Marque a alternativa correta que representa o valor da expressão algébrica, !$ 2x⁴+4x-5 !$ , com x = 3
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Leia a Tirinha:

Na tirinha, há uma palavra que apresenta um dígrafo. Qual é ela?
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Observe a frase “Psiu! Venha cá! ”. Como podemos classificar a interjeição “Psiu! ”?
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Qual tipo de derivação temos na palavra “formigueiro”?
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Leia o texto:
A cigarra e a formiga – Monteiro Lobato
Houve uma jovem cigarra que tinha o costume de chiar ao pé dum formigueiro. Só parava quando cansadinha; e seu divertimento então era observar as formigas na eterna faina de abastecer as tulhas.
Mas o bom tempo afinal passou e vieram as chuvas. Os animais todos, arrepiados, passavam o dia cochilando nas tocas.
A pobre cigarra, sem abrigo em seu galhinho seco e metida em grandes apuros, deliberou socorrer-se de alguém.
Manquitolando, com uma asa a arrastar, lá se dirigiu para o formigueiro.
Bateu – tique, tique, tique…
Aparece uma formiga friorenta, embrulhada num xalinho de paina.
– Que quer? – perguntou, examinando a triste mendiga suja de lama e a tossir.
– Venho em busca de agasalho. O mau tempo não cessa e eu…
A formiga olhou-a de alto a baixo.
– E o que fez durante o bom tempo, que não construiu sua casa? A pobre cigarra, toda tremendo, respondeu depois dum acesso de tosse.
– Eu cantava, bem sabe…
– Ah! … exclamou a formiga recordando-se. Era você então quem cantava nessa árvore enquanto nós labutávamos para encher as tulhas?
– Isso mesmo, era eu…
– Pois entre, amiguinha! Nunca poderemos esquecer as boas horas que sua cantoria nos proporcionou. Aquele chiado nos distraía e aliviava o trabalho.
Dizíamos sempre: que felicidade ter como vizinha tão gentil cantora! Entre, amiga, que aqui terá cama e mesa durante todo o mau tempo.
A cigarra entrou, sarou da tosse e voltou a ser a alegre cantora dos dias de sol.
“MORAL DA HISTÓRIA: Moral da História: Os artistas: poetas, pintores, músicos, são as cigarras da humanidade. ”
– Monteiro Lobato, em “Fábulas”. São Paulo: Brasiliense, 1995.
Na frase “A formiga olhou-a de alto a baixo”, como podemos classificar a colocação pronominal do pronome oblíquo “a”?
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Leia o texto:
A cigarra e a formiga – Monteiro Lobato
Houve uma jovem cigarra que tinha o costume de chiar ao pé dum formigueiro. Só parava quando cansadinha; e seu divertimento então era observar as formigas na eterna faina de abastecer as tulhas.
Mas o bom tempo afinal passou e vieram as chuvas. Os animais todos, arrepiados, passavam o dia cochilando nas tocas.
A pobre cigarra, sem abrigo em seu galhinho seco e metida em grandes apuros, deliberou socorrer-se de alguém.
Manquitolando, com uma asa a arrastar, lá se dirigiu para o formigueiro.
Bateu – tique, tique, tique…
Aparece uma formiga friorenta, embrulhada num xalinho de paina.
– Que quer? – perguntou, examinando a triste mendiga suja de lama e a tossir.
– Venho em busca de agasalho. O mau tempo não cessa e eu…
A formiga olhou-a de alto a baixo.
– E o que fez durante o bom tempo, que não construiu sua casa? A pobre cigarra, toda tremendo, respondeu depois dum acesso de tosse.
– Eu cantava, bem sabe…
– Ah! … exclamou a formiga recordando-se. Era você então quem cantava nessa árvore enquanto nós labutávamos para encher as tulhas?
– Isso mesmo, era eu…
– Pois entre, amiguinha! Nunca poderemos esquecer as boas horas que sua cantoria nos proporcionou. Aquele chiado nos distraía e aliviava o trabalho.
Dizíamos sempre: que felicidade ter como vizinha tão gentil cantora! Entre, amiga, que aqui terá cama e mesa durante todo o mau tempo.
A cigarra entrou, sarou da tosse e voltou a ser a alegre cantora dos dias de sol.
“MORAL DA HISTÓRIA: Moral da História: Os artistas: poetas, pintores, músicos, são as cigarras da humanidade. ”
– Monteiro Lobato, em “Fábulas”. São Paulo: Brasiliense, 1995.
Na frase, “Pois, entre amiguinha. ”, a qual classe gramatical pertence a palavra “amiguinha”:
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Leia:
OUTRORA
Outrora
No crepúsculo do Império,
Eu, Julião o Apóstata, mandei
Os templos dos meus Deuses reerguer.
Não é era minha a Hora.
Tua era, ó Cristo, e (…)
Fernando Pessoa
O título do poema de Fernando Pessoa “Outrora” é um advérbio. Podemos ligar este advérbio a qual circunstância?
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