Foram encontradas 155 questões.
Unidade de conservação referente a um território e seus recursos ambientais que apresentam características naturais relevantes incluindo as águas, instituída pelo poder público por meio de leis. No Brasil, o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza (SNUC) estabelece diferentes categorias de unidades de conservação específicas em relação ao manejo e tipo de uso. O trecho a seguir se refere a um dos tipos de unidade de conservação.
“O seu objetivo é preservar a natureza permitindo o uso econômico indireto dos recursos naturais.”
(Guerino, Positivo, 2013. p. 78.)
Assinale o tipo de unidade descrito anteriormente
Provas
De acordo com as políticas de financiamento do Sistema Único de Saúde (SUS), podem ser “fontes”, os recursos provenientes de:
I. Doações e donativos.
II. Rendas eventuais.
III.Alienações patrimoniais.
Estão corretas as alternativas
Provas
Para fins de notificação compulsória, são considerados alguns relevantes conceitos pertinentes ao conhecimento do profissional de saúde pública. Entre esses conceitos, assinale a alternativa correta.
Provas
Texto II para responder às questões de 06 a 10.
Ler para pensar
Para aprender a perguntar, precisamos aprender a ler. Não porque o pensamento dependa da gramática ou da língua formal, mas porque ler é um tipo de experiência que nos ensina a desenvolver raciocínios, nos ensina a entender, a ouvir e a falar para compreender. Nos ensina a interpretar. Nos ajuda, portanto, a elaborar questões, a fazer perguntas. Perguntas que nos ajudam a dialogar, ou seja, a entrar em contato com o outro. Nem que este outro seja, em um primeiro momento, apenas cada um de nós mesmos.
Pensar, esse ato que está faltando entre nós, começa aí, muitas vezes, em silêncio quando nos dedicamos a esse gesto simples e ao mesmo tempo complexo que é ler um livro. Um livro que é sempre uma viagem vertical na qual a gente descobre e inventa se inventa ao mesmo tempo. É uma pena que as pessoas não possam fazer isso hoje em dia porque sucumbiram ao clima programado da cultura em que ler é proibido. Os meios tecnológicos de comunicação são insidiosos nesse momento, pois prometem uma completude que o ato de ler um livro nunca prometeu. É que o ato da leitura nunca nos engana. Por isso, também, muitos se afastam dele. Muitos que foram educados para não pensar, passam a não gostar do que não conhecem. Mas há quem tenha descoberto esse prazer que é o prazer de pensar a partir da experiência da linguagem – compreensão e diálogo – que sempre está ofertada em um livro. Certamente para essas pessoas, o mundo todo – e ela mesma – é algo bem diferente.
(Marcia Tiburi, 31/01/2016. Disponível em: http://revistacult.uol.com.br/home/2016/01/potencia-de-pensamento-por-uma-filosofia-politica-da-leitura/.)
Em “[...] quando nos dedicamos a esse gesto simples e ao mesmo tempo complexo que é ler um livro.” (2º§) ao substituirmos o segmento destacado por “essa atitude simples” teremos como correto o que se afirma em:
Provas
Texto II para responder às questões de 06 a 10.
Ler para pensar
Para aprender a perguntar, precisamos aprender a ler. Não porque o pensamento dependa da gramática ou da língua formal, mas porque ler é um tipo de experiência que nos ensina a desenvolver raciocínios, nos ensina a entender, a ouvir e a falar para compreender. Nos ensina a interpretar. Nos ajuda, portanto, a elaborar questões, a fazer perguntas. Perguntas que nos ajudam a dialogar, ou seja, a entrar em contato com o outro. Nem que este outro seja, em um primeiro momento, apenas cada um de nós mesmos.
Pensar, esse ato que está faltando entre nós, começa aí, muitas vezes, em silêncio quando nos dedicamos a esse gesto simples e ao mesmo tempo complexo que é ler um livro. Um livro que é sempre uma viagem vertical na qual a gente descobre e inventa se inventa ao mesmo tempo. É uma pena que as pessoas não possam fazer isso hoje em dia porque sucumbiram ao clima programado da cultura em que ler é proibido. Os meios tecnológicos de comunicação são insidiosos nesse momento, pois prometem uma completude que o ato de ler um livro nunca prometeu. É que o ato da leitura nunca nos engana. Por isso, também, muitos se afastam dele. Muitos que foram educados para não pensar, passam a não gostar do que não conhecem. Mas há quem tenha descoberto esse prazer que é o prazer de pensar a partir da experiência da linguagem – compreensão e diálogo – que sempre está ofertada em um livro. Certamente para essas pessoas, o mundo todo – e ela mesma – é algo bem diferente.
(Marcia Tiburi, 31/01/2016. Disponível em: http://revistacult.uol.com.br/home/2016/01/potencia-de-pensamento-por-uma-filosofia-politica-da-leitura/.)
A partir do trecho “É que o ato da leitura nunca nos engana. Por isso, também, muitos se afastam dele.” (2§) pode-se inferir que, do ponto de vista da autora,
Provas
Texto II para responder às questões de 06 a 10.
Ler para pensar
Para aprender a perguntar, precisamos aprender a ler. Não porque o pensamento dependa da gramática ou da língua formal, mas porque ler é um tipo de experiência que nos ensina a desenvolver raciocínios, nos ensina a entender, a ouvir e a falar para compreender. Nos ensina a interpretar. Nos ajuda, portanto, a elaborar questões, a fazer perguntas. Perguntas que nos ajudam a dialogar, ou seja, a entrar em contato com o outro. Nem que este outro seja, em um primeiro momento, apenas cada um de nós mesmos.
Pensar, esse ato que está faltando entre nós, começa aí, muitas vezes, em silêncio quando nos dedicamos a esse gesto simples e ao mesmo tempo complexo que é ler um livro. Um livro que é sempre uma viagem vertical na qual a gente descobre e inventa se inventa ao mesmo tempo. É uma pena que as pessoas não possam fazer isso hoje em dia porque sucumbiram ao clima programado da cultura em que ler é proibido. Os meios tecnológicos de comunicação são insidiosos nesse momento, pois prometem uma completude que o ato de ler um livro nunca prometeu. É que o ato da leitura nunca nos engana. Por isso, também, muitos se afastam dele. Muitos que foram educados para não pensar, passam a não gostar do que não conhecem. Mas há quem tenha descoberto esse prazer que é o prazer de pensar a partir da experiência da linguagem – compreensão e diálogo – que sempre está ofertada em um livro. Certamente para essas pessoas, o mundo todo – e ela mesma – é algo bem diferente.
(Marcia Tiburi, 31/01/2016. Disponível em: http://revistacult.uol.com.br/home/2016/01/potencia-de-pensamento-por-uma-filosofia-politica-da-leitura/.)
A pontuação constitui um dos recursos utilizados na coerência e coesão textuais. Nos dois últimos períodos do texto, o uso de travessões tem a função de
Provas
Texto II para responder às questões de 06 a 10.
Ler para pensar
Para aprender a perguntar, precisamos aprender a ler. Não porque o pensamento dependa da gramática ou da língua formal, mas porque ler é um tipo de experiência que nos ensina a desenvolver raciocínios, nos ensina a entender, a ouvir e a falar para compreender. Nos ensina a interpretar. Nos ajuda, portanto, a elaborar questões, a fazer perguntas. Perguntas que nos ajudam a dialogar, ou seja, a entrar em contato com o outro. Nem que este outro seja, em um primeiro momento, apenas cada um de nós mesmos.
Pensar, esse ato que está faltando entre nós, começa aí, muitas vezes, em silêncio quando nos dedicamos a esse gesto simples e ao mesmo tempo complexo que é ler um livro. Um livro que é sempre uma viagem vertical na qual a gente descobre e inventa se inventa ao mesmo tempo. É uma pena que as pessoas não possam fazer isso hoje em dia porque sucumbiram ao clima programado da cultura em que ler é proibido. Os meios tecnológicos de comunicação são insidiosos nesse momento, pois prometem uma completude que o ato de ler um livro nunca prometeu. É que o ato da leitura nunca nos engana. Por isso, também, muitos se afastam dele. Muitos que foram educados para não pensar, passam a não gostar do que não conhecem. Mas há quem tenha descoberto esse prazer que é o prazer de pensar a partir da experiência da linguagem – compreensão e diálogo – que sempre está ofertada em um livro. Certamente para essas pessoas, o mundo todo – e ela mesma – é algo bem diferente.
(Marcia Tiburi, 31/01/2016. Disponível em: http://revistacult.uol.com.br/home/2016/01/potencia-de-pensamento-por-uma-filosofia-politica-da-leitura/.)
Considere o período a seguir: “Os meios tecnológicos de comunicação (1) são insidiosos (2) nesse momento, pois prometem uma completude (3) que o ato de ler um livro nunca prometeu.” (2º§). É correto afirmar que quanto à relação que os termos destacados estabelecem na oração, os mesmos podem ser classificados sintaticamente como:
Provas
Texto II para responder às questões de 06 a 10.
Ler para pensar
Para aprender a perguntar, precisamos aprender a ler. Não porque o pensamento dependa da gramática ou da língua formal, mas porque ler é um tipo de experiência que nos ensina a desenvolver raciocínios, nos ensina a entender, a ouvir e a falar para compreender. Nos ensina a interpretar. Nos ajuda, portanto, a elaborar questões, a fazer perguntas. Perguntas que nos ajudam a dialogar, ou seja, a entrar em contato com o outro. Nem que este outro seja, em um primeiro momento, apenas cada um de nós mesmos.
Pensar, esse ato que está faltando entre nós, começa aí, muitas vezes, em silêncio quando nos dedicamos a esse gesto simples e ao mesmo tempo complexo que é ler um livro. Um livro que é sempre uma viagem vertical na qual a gente descobre e inventa se inventa ao mesmo tempo. É uma pena que as pessoas não possam fazer isso hoje em dia porque sucumbiram ao clima programado da cultura em que ler é proibido. Os meios tecnológicos de comunicação são insidiosos nesse momento, pois prometem uma completude que o ato de ler um livro nunca prometeu. É que o ato da leitura nunca nos engana. Por isso, também, muitos se afastam dele. Muitos que foram educados para não pensar, passam a não gostar do que não conhecem. Mas há quem tenha descoberto esse prazer que é o prazer de pensar a partir da experiência da linguagem – compreensão e diálogo – que sempre está ofertada em um livro. Certamente para essas pessoas, o mundo todo – e ela mesma – é algo bem diferente.
(Marcia Tiburi, 31/01/2016. Disponível em: http://revistacult.uol.com.br/home/2016/01/potencia-de-pensamento-por-uma-filosofia-politica-da-leitura/.)
No título do texto, é possível observar o emprego da preposição “para” indicando as mesmas relações de sentido vistas em, EXCETO:
Provas
Texto I para responder às questões de 01 a 05.
Leitura e democracia
Há um nexo entre a ignorância como questão cognitiva e a ignorância como questão política? A ignorância filosófica nos faz perguntar. A ignorância usada como bomba atômica contra populações inteiras na política de extermínio do conhecimento e da ação política que dele derivaria, não nos deixa responder. A ignorância é a costura com fio de aço nos olhos que impede de despertar para esse fato.
A construção das sociedades democráticas tem tudo a ver com a escrita e a leitura. A prática mais antiga da democracia tem a ver com a transmissão do conhecimento. Que a democracia não sobrevive sem a transmissão da informação pela qual os livros sempre foram os responsáveis é algo sobre o qual devemos meditar. Ora, sem os livros muita coisa teria sido perdida. Muita coisa teria deixado de ser partilhada. A própria reprodutibilidade dos livros tem a ver com a democracia moderna que, em seu melhor sentido, relaciona-se com a partilha do próprio conhecimento que em tudo deve à vida dos livros.
A falta de pensamento reflexivo nos assusta e é a responsável pelo clima de embrutecimento que vivemos hoje. Essa violência toda que se vê na televisão, essa violência que se vê nas redes sociais, no dia a dia entre as pessoas, é o sinal mais evidente do embrutecimento que herdamos de tempos ditatoriais, em que o autoritarismo foi a regra de pensamento que impedia as pessoas de pensar. Livros e disciplinas críticas ou simplesmente elucidativas eram proibidos. É bom saber que todo embrutecimento é produzido pelos sistemas que usam a burrice a seu favor.
A violência que vem sendo praticada em todas as escalas. Ela não é natural. A falta de pensamento que alguns chamam há tempos de “preguiça de pensar”, infelizmente, tem muito a ver com a brutalidade produzida também pelos meios de comunicação que funcionam como próteses de conhecimento, que nos orientam como se nos dessem as verdades, as explicações dos acontecimentos sociais, como se o mundo estivesse ali e fosse reduzido ao que se mostra neles. A brutalização de nossas vidas se relaciona, por sua vez, com a falta de conversa entre as pessoas. Hoje em dia é bem difícil entrar em diálogo. Ninguém consegue mais conversar de fato. Poucos buscam entendimento e discernimento quando conversam. Precisaríamos criar uma cultura da compreensão, mas isso só será possível se mudarmos os rumos de nossa subjetivação.
(Marcia Tiburi, 31/01/2016. Disponível em: http://revistacult.uol.com.br/home/2016/01/potencia-de-pensamento-por-uma-filosofia-politica-da-leitura/.)
Assinale a afirmativa que está de acordo com as ideias da autora expressas no texto.
Provas
Texto I para responder às questões de 01 a 05.
Leitura e democracia
Há um nexo entre a ignorância como questão cognitiva e a ignorância como questão política? A ignorância filosófica nos faz perguntar. A ignorância usada como bomba atômica contra populações inteiras na política de extermínio do conhecimento e da ação política que dele derivaria, não nos deixa responder. A ignorância é a costura com fio de aço nos olhos que impede de despertar para esse fato.
A construção das sociedades democráticas tem tudo a ver com a escrita e a leitura. A prática mais antiga da democracia tem a ver com a transmissão do conhecimento. Que a democracia não sobrevive sem a transmissão da informação pela qual os livros sempre foram os responsáveis é algo sobre o qual devemos meditar. Ora, sem os livros muita coisa teria sido perdida. Muita coisa teria deixado de ser partilhada. A própria reprodutibilidade dos livros tem a ver com a democracia moderna que, em seu melhor sentido, relaciona-se com a partilha do próprio conhecimento que em tudo deve à vida dos livros.
A falta de pensamento reflexivo nos assusta e é a responsável pelo clima de embrutecimento que vivemos hoje. Essa violência toda que se vê na televisão, essa violência que se vê nas redes sociais, no dia a dia entre as pessoas, é o sinal mais evidente do embrutecimento que herdamos de tempos ditatoriais, em que o autoritarismo foi a regra de pensamento que impedia as pessoas de pensar. Livros e disciplinas críticas ou simplesmente elucidativas eram proibidos. É bom saber que todo embrutecimento é produzido pelos sistemas que usam a burrice a seu favor.
A violência que vem sendo praticada em todas as escalas. Ela não é natural. A falta de pensamento que alguns chamam há tempos de “preguiça de pensar”, infelizmente, tem muito a ver com a brutalidade produzida também pelos meios de comunicação que funcionam como próteses de conhecimento, que nos orientam como se nos dessem as verdades, as explicações dos acontecimentos sociais, como se o mundo estivesse ali e fosse reduzido ao que se mostra neles. A brutalização de nossas vidas se relaciona, por sua vez, com a falta de conversa entre as pessoas. Hoje em dia é bem difícil entrar em diálogo. Ninguém consegue mais conversar de fato. Poucos buscam entendimento e discernimento quando conversam. Precisaríamos criar uma cultura da compreensão, mas isso só será possível se mudarmos os rumos de nossa subjetivação.
(Marcia Tiburi, 31/01/2016. Disponível em: http://revistacult.uol.com.br/home/2016/01/potencia-de-pensamento-por-uma-filosofia-politica-da-leitura/.)
A partir do elemento destacado nos trechos a seguir, assinale a sugestão cuja substituição utilizando um pronome preserva a correção de acordo com a norma padrão da língua portuguesa.
Provas
Caderno Container