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Foram encontradas 155 questões.

1686352 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Além Paraíba-MG
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Texto I para responder às questões de 01 a 05.


Leitura e democracia

Há um nexo entre a ignorância como questão cognitiva e a ignorância como questão política? A ignorância filosófica nos faz perguntar. A ignorância usada como bomba atômica contra populações inteiras na política de extermínio do conhecimento e da ação política que dele derivaria, não nos deixa responder. A ignorância é a costura com fio de aço nos olhos que impede de despertar para esse fato.

A construção das sociedades democráticas tem tudo a ver com a escrita e a leitura. A prática mais antiga da democracia tem a ver com a transmissão do conhecimento. Que a democracia não sobrevive sem a transmissão da informação pela qual os livros sempre foram os responsáveis é algo sobre o qual devemos meditar. Ora, sem os livros muita coisa teria sido perdida. Muita coisa teria deixado de ser partilhada. A própria reprodutibilidade dos livros tem a ver com a democracia moderna que, em seu melhor sentido, relaciona-se com a partilha do próprio conhecimento que em tudo deve à vida dos livros.

A falta de pensamento reflexivo nos assusta e é a responsável pelo clima de embrutecimento que vivemos hoje. Essa violência toda que se vê na televisão, essa violência que se vê nas redes sociais, no dia a dia entre as pessoas, é o sinal mais evidente do embrutecimento que herdamos de tempos ditatoriais, em que o autoritarismo foi a regra de pensamento que impedia as pessoas de pensar. Livros e disciplinas críticas ou simplesmente elucidativas eram proibidos. É bom saber que todo embrutecimento é produzido pelos sistemas que usam a burrice a seu favor.

A violência que vem sendo praticada em todas as escalas. Ela não é natural. A falta de pensamento que alguns chamam há tempos de “preguiça de pensar”, infelizmente, tem muito a ver com a brutalidade produzida também pelos meios de comunicação que funcionam como próteses de conhecimento, que nos orientam como se nos dessem as verdades, as explicações dos acontecimentos sociais, como se o mundo estivesse ali e fosse reduzido ao que se mostra neles. A brutalização de nossas vidas se relaciona, por sua vez, com a falta de conversa entre as pessoas. Hoje em dia é bem difícil entrar em diálogo. Ninguém consegue mais conversar de fato. Poucos buscam entendimento e discernimento quando conversam. Precisaríamos criar uma cultura da compreensão, mas isso só será possível se mudarmos os rumos de nossa subjetivação.

(Marcia Tiburi, 31/01/2016. Disponível em: http://revistacult.uol.com.br/home/2016/01/potencia-de-pensamento-por-uma-filosofia-politica-da-leitura/.)

Acerca da forma verbal destacada em “A ignorância usada como bomba atômica contra populações inteiras na política de extermínio do conhecimento e da ação política que dele derivaria, não nos deixa responder.” (1º§) é correto afirmar que o tempo empregado indica que

 

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1686351 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Além Paraíba-MG
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Texto I para responder às questões de 01 a 05.


Leitura e democracia

Há um nexo entre a ignorância como questão cognitiva e a ignorância como questão política? A ignorância filosófica nos faz perguntar. A ignorância usada como bomba atômica contra populações inteiras na política de extermínio do conhecimento e da ação política que dele derivaria, não nos deixa responder. A ignorância é a costura com fio de aço nos olhos que impede de despertar para esse fato.

A construção das sociedades democráticas tem tudo a ver com a escrita e a leitura. A prática mais antiga da democracia tem a ver com a transmissão do conhecimento. Que a democracia não sobrevive sem a transmissão da informação pela qual os livros sempre foram os responsáveis é algo sobre o qual devemos meditar. Ora, sem os livros muita coisa teria sido perdida. Muita coisa teria deixado de ser partilhada. A própria reprodutibilidade dos livros tem a ver com a democracia moderna que, em seu melhor sentido, relaciona-se com a partilha do próprio conhecimento que em tudo deve à vida dos livros.

A falta de pensamento reflexivo nos assusta e é a responsável pelo clima de embrutecimento que vivemos hoje. Essa violência toda que se vê na televisão, essa violência que se vê nas redes sociais, no dia a dia entre as pessoas, é o sinal mais evidente do embrutecimento que herdamos de tempos ditatoriais, em que o autoritarismo foi a regra de pensamento que impedia as pessoas de pensar. Livros e disciplinas críticas ou simplesmente elucidativas eram proibidos. É bom saber que todo embrutecimento é produzido pelos sistemas que usam a burrice a seu favor.

A violência que vem sendo praticada em todas as escalas. Ela não é natural. A falta de pensamento que alguns chamam há tempos de “preguiça de pensar”, infelizmente, tem muito a ver com a brutalidade produzida também pelos meios de comunicação que funcionam como próteses de conhecimento, que nos orientam como se nos dessem as verdades, as explicações dos acontecimentos sociais, como se o mundo estivesse ali e fosse reduzido ao que se mostra neles. A brutalização de nossas vidas se relaciona, por sua vez, com a falta de conversa entre as pessoas. Hoje em dia é bem difícil entrar em diálogo. Ninguém consegue mais conversar de fato. Poucos buscam entendimento e discernimento quando conversam. Precisaríamos criar uma cultura da compreensão, mas isso só será possível se mudarmos os rumos de nossa subjetivação.

(Marcia Tiburi, 31/01/2016. Disponível em: http://revistacult.uol.com.br/home/2016/01/potencia-de-pensamento-por-uma-filosofia-politica-da-leitura/.)

Em “A ignorância é a costura com fio de aço nos olhos que impede de despertar para esse fato.” (1º§) é possível identificar o emprego de um recurso estilístico utilizado pela autora na expressão de suas ideias na construção do texto. O mesmo recurso pode ser identificado em:

 

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1686350 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Além Paraíba-MG
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Texto I para responder às questões de 01 a 05.


Leitura e democracia

Há um nexo entre a ignorância como questão cognitiva e a ignorância como questão política? A ignorância filosófica nos faz perguntar. A ignorância usada como bomba atômica contra populações inteiras na política de extermínio do conhecimento e da ação política que dele derivaria, não nos deixa responder. A ignorância é a costura com fio de aço nos olhos que impede de despertar para esse fato.

A construção das sociedades democráticas tem tudo a ver com a escrita e a leitura. A prática mais antiga da democracia tem a ver com a transmissão do conhecimento. Que a democracia não sobrevive sem a transmissão da informação pela qual os livros sempre foram os responsáveis é algo sobre o qual devemos meditar. Ora, sem os livros muita coisa teria sido perdida. Muita coisa teria deixado de ser partilhada. A própria reprodutibilidade dos livros tem a ver com a democracia moderna que, em seu melhor sentido, relaciona-se com a partilha do próprio conhecimento que em tudo deve à vida dos livros.

A falta de pensamento reflexivo nos assusta e é a responsável pelo clima de embrutecimento que vivemos hoje. Essa violência toda que se vê na televisão, essa violência que se vê nas redes sociais, no dia a dia entre as pessoas, é o sinal mais evidente do embrutecimento que herdamos de tempos ditatoriais, em que o autoritarismo foi a regra de pensamento que impedia as pessoas de pensar. Livros e disciplinas críticas ou simplesmente elucidativas eram proibidos. É bom saber que todo embrutecimento é produzido pelos sistemas que usam a burrice a seu favor.

A violência que vem sendo praticada em todas as escalas. Ela não é natural. A falta de pensamento que alguns chamam há tempos de “preguiça de pensar”, infelizmente, tem muito a ver com a brutalidade produzida também pelos meios de comunicação que funcionam como próteses de conhecimento, que nos orientam como se nos dessem as verdades, as explicações dos acontecimentos sociais, como se o mundo estivesse ali e fosse reduzido ao que se mostra neles. A brutalização de nossas vidas se relaciona, por sua vez, com a falta de conversa entre as pessoas. Hoje em dia é bem difícil entrar em diálogo. Ninguém consegue mais conversar de fato. Poucos buscam entendimento e discernimento quando conversam. Precisaríamos criar uma cultura da compreensão, mas isso só será possível se mudarmos os rumos de nossa subjetivação.

(Marcia Tiburi, 31/01/2016. Disponível em: http://revistacult.uol.com.br/home/2016/01/potencia-de-pensamento-por-uma-filosofia-politica-da-leitura/.)

Dentre os trechos a seguir, todos apresentam um ponto de vista exposto de forma explícita, EXCETO:

 

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1686349 Ano: 2016
Disciplina: Enfermagem
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Além Paraíba-MG
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A Atenção Domiciliar é definida pela Portaria do Ministério da Saúde nº 963/2013 como “nova modalidade de atenção à saúde, substitutiva ou complementar às já existentes, caracterizada por um conjunto de ações de promoção à saúde, prevenção e tratamento de doenças e reabilitação prestadas em domicílio, com garantia de continuidade de cuidados e integrada às redes de atenção à saúde”. Esta modalidade de atenção é organizada em Atenção Domiciliar

 

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1686348 Ano: 2016
Disciplina: Enfermagem
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Além Paraíba-MG
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O atual Calendário Nacional de Vacinação do Ministério da Saúde determina que o esquema de vacinação contra a poliomielite seja realizado em três doses e reforço aos quinze meses, quatro anos e anualmente durante a campanha nacional para crianças de um a quatro anos, devendo ser administrada da seguinte maneira:

 

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1686347 Ano: 2016
Disciplina: Enfermagem
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Além Paraíba-MG
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Todo paciente portador de doença renal crônica deve ser classificado de acordo com o estágio da doença para a estruturação do seu tratamento, bem como para a organização do seu atendimento integral. De acordo com o protocolo adotado pelo Ministério da Saúde, apenas devem receber tratamento conservador e o acompanhamento ser realizado pelas Unidades Básicas de Saúde (UBS) os portadores de doença renal crônica classificados no(s) estágio(s):

 

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1686346 Ano: 2016
Disciplina: Enfermagem
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Além Paraíba-MG
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Uma das atribuições do enfermeiro na atenção básica é a realização da puericultura. Na atenção primária à saúde, o número total de consultas de rotina de puericultura para a criança sadia, no primeiro ano de vida, de acordo com a recomendação do Ministério da Saúde, é de:

 

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1686345 Ano: 2016
Disciplina: Enfermagem
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Além Paraíba-MG
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O trabalho em equipe pode ser dividido em duas modalidades. Uma delas é a “equipe integração”. São características dessa modalidade de trabalho em equipe, EXCETO:

 

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1686344 Ano: 2016
Disciplina: Enfermagem
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Além Paraíba-MG
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“O escore-Z utilizado nos gráficos da caderneta de saúde da criança que quantificam os valores antropométricos, ‘representa o número de desvio-padrão a partir do ponto central da população referência da mediana, originando as curvas padrão’.”

(Souza e Horta, 2012.)

Uma criança de quatro anos cujo escore-Z de peso X idade seja ≥ –3 e < –2 tem o diagnóstico nutricional de:

 

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1686343 Ano: 2016
Disciplina: Saúde Pública
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Além Paraíba-MG
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“O ferro é um micronutriente essencial para a vida e atua principalmente na síntese de células vermelhas do sangue (hemácias) e no transporte do oxigênio no organismo.”

(Ministério da Saúde, 2013.)

Sabe-se que a forma não heme do ferro possui baixa biodisponibilidade. Para que seja melhor absorvida pelo organismo deve-se recomendar a ingestão na mesma refeição de alimentos ricos em vitamina

 

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