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Foram encontradas 29 questões.

318839 Ano: 2019
Disciplina: Psicologia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Almenara-MG
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Sobre a histeria, podemos afirmar que a análise psicológica sabe e tem a possibilidade de desvendar o traço de caráter e solucionar a enigmática contradição desse traço, peculiar nesse adoecimento.

Marque a alternativa que contém a contradição encontrada nessa patologia.

 

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318838 Ano: 2019
Disciplina: Psicologia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Almenara-MG
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Marque a alternativa que contém apenas testes de atenção:

 

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318837 Ano: 2019
Disciplina: Psicologia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Almenara-MG
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Analise as afirmativas abaixo sobre psicodiagnóstico e marque V para as verdadeiras e F, para as falsas:

( ) De modo geral, não existem sinais ou sintomas psicopatológicos totalmente específicos de determinado transtorno mental.

( ) O diagnóstico psicopatológico não é, em inúmeros casos, possível apenas com a observação do curso da doença.

( ) O diagnóstico psicopatológico, com exceção dos quadros psico-orgânicos (delirium, demências, síndromes focais etc.), não é, de modo geral, baseado em possíveis mecanismos etiológicos supostos pelo entrevistador. Baseia-se, principalmente, no perfil de sinais e sintomas apresentados pelo paciente na história da doença e no momento da entrevista.

Marque a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo:

 

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318836 Ano: 2019
Disciplina: Psicologia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Almenara-MG
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Relacione a primeira coluna à segunda, conforme conceitos da teoria de Piaget.

I- Estágio

II- Desenvolvimento

III- Egocentrismo

IV- Esquema simbólico

( )Começa a partir do equipamento inicial (reflexos inatos), vai gradualmente se transformando em esquemas sensoriais motores rudimentares, no primeiro ano de vida.

( )Representa cópia internalizada do esquema sensório-motor.

( )Constitui uma forma particular de equilíbrio, efetuando-se a evolução mental no sentido de uma equilibração sempre mais completa e de uma interiorização progressiva.

( )Caracteriza-se, basicamente, por uma visão da realidade que parte do próprio eu, isto é, a criança não concebe um mundo, uma situação da qual faça parte, confunde-se com objetos e pessoas, no sentido de atribuir a eles seus próprios pensamentos.

Marque a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo:

 

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318835 Ano: 2019
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Almenara-MG
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Analise as afirmativas abaixo sobre as técnicas e as práticas que podem ser utilizadas pelos psicólogos e marque V para as verdadeiras e F, para as falsas:

( ) Os psicólogos, a priori, só podem utilizar em seu exercício profissional técnicas ou práticas que sejam coerentes com os critérios estabelecidos no campo científico da psicologia e que respeitem o Código de Ética do Psicólogo.

( ) Em conformidade com o Código de Ética do Psicólogo, destaca-se que é vedado “induzir a convicções políticas, filosóficas, morais, ideológicas, religiosas, de orientação sexual ou a qualquer tipo de preconceito, quando do exercício de suas funções profissionais.”

( ) As técnicas ou as práticas ainda não reconhecidas não podem ser utilizadas em caráter de pesquisa, observando-se o disposto nas legislações (Resoluções do Conselho Nacional de Saúde n.º 196/1996, do Conselho Federal de Psicologia n.º 10/1997 e 16/2000 e Código de Ética Profissional do Psicólogo).

Marque a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo:

 

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318834 Ano: 2019
Disciplina: Psicologia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Almenara-MG
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Trata-se de um procedimento que faz parte do processo psicológico em caráter inicial, caracteriza-se por uma conversação dirigida a um propósito definido de avaliação. Sua função básica é prover o avaliador de subsídios técnicos acerca da conduta, comportamentos, conceitos, valores e opiniões do candidato, completando os dados obtidos pelos demais instrumentos utilizados.

Identifique, nas alternativas abaixo, o conceito específico presente no enunciado acima.

 

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318833 Ano: 2019
Disciplina: Psicologia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Almenara-MG
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Leia o excerto abaixo e, em seguida, marque a alternativa que contém o conceito descrito.

“Estímulo neutro que adquire a capacidade de agir como um reforço, em geral por ser associado a um reforço primário ou estabelecido como um estímulo discriminativo.”

 

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318832 Ano: 2019
Disciplina: Psicologia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Almenara-MG
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Tomando por base os tipos de desencadeamento da neurose, segundo Freud, analise o excerto abaixo:

“O indivíduo foi sadio enquanto sua necessidade de amor foi satisfeita por um objeto real no mundo externo, torna-se neurótico assim que esse objeto é afastado dele, sem que um substituto ocupe o seu lugar. Aqui a felicidade coincide com a saúde e a infelicidade, com a neurose.”

Assinale a alternativa que contém a causa precipitante de um desencadeamento da neurose vista no fator externo, predominantemente ou em primeiro lugar.

 

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318750 Ano: 2019
Disciplina: Informática
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Almenara-MG

Para ser processado, o arquivo deve estar armazenado em uma pasta e ter um nome para ser reconhecido pelo sistema operacional. Em quais unidades as pastas podem ser criadas? Qual o processo de criação de pastas? Como é formado o nome do arquivo?

 

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318745 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Almenara-MG

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto a seguir para responder às questões que a ele se referem.


Memória das coisas


1Entro em um antiquário dias após um leilão. Há uma grande escultura na entrada, vários cristais em diversas

cores que eu sequer sei o nome, livros datados do início do século 19 logo abaixo da escada que sobe em espiral

até o escritório. É instintivo: todas as vezes em que meus cotovelos são passíveis de causar qualquer desastre, eu –

que sou amplamente conhecido pela falta de jeito – enfio as mãos nos bolsos para minimizar a área de contato entre

5a minha pouca noção de espaço e a possível ruína completa de uma licoreira equilibrada em um móvel antigo.

Uso desse método para percorrer o curto caminho entre a porta e a cadeira que me indicam para sentar,

distraído pelos inúmeros quadros e uma infinidade de frágeis objetos que não precisariam de mais do que um

esbarrão para virarem poeira e entrarem, de vez, para a história. Para ser sincero, na verdade, já fazem parte dela.

“Nossas coisas carregam de valor histórico nosso espaço cotidiano e nos permitem sentir que nossa existência se dá

10em um lugar onde se desenvolve um continuum histórico do qual também fazemos parte”, indica o professor Carlos

Etchevane, arqueólogo e doutor em geologia quartenária e paleontologia humana pelo Muséum National D’historie

Naturelle, em Paris.

Desde que nos entendemos por gente, os objetos que carregamos por toda a vida nos ajudam a contar a

história de quem somos, a formar nossa identidade e a moldar como nos apresentamos ao mundo. E o melhor: isso

15pouco tem a ver com os seus valores em dinheiro, mas com os laços que nos atam a eles. Isso vale tanto para

aquela cristaleira de jacarandá, escondida no antiquário, para o chaveiro que carrego no meu bolso – e que um dia

foi do meu avô – quanto para a poltrona na qual espero que você, leitor, esteja confortavelmente sentado lendo esta

revista.

É preciso entender que as coisas que nos cercam não são feitas unicamente de matéria. “Elas têm também

20uma carga simbólica para quem as produz e as usa”, afirma Etchevane. Esse é o ponto exato capaz de transformar

cada peça daquele antiquário em uma história única, cheia de som e fúria. Não são relíquias distantes, protegidas

por vidros blindados de museus. São objetos marcados pelas relações do dia a dia, em uso, que nos ajudam a

localizar memórias como pequenos fósseis que carregam narrativas repletas de afeto e de paixões.

A teórica canadense Laura Marks se dedicou a entender, durante anos, como esses pequenos fósseis atuam

25no nosso cotidiano. Em seu livro The Skin of the Film (sem tradução para o português), ela analisou diversos filmes

procurando entender como objetos cenográficos podiam ajudar a contar histórias e afetar os sentidos dos

espectadores. A solução soa engenhosamente simples. Nossas coisas, obviamente, não possuem uma memória

própria, mas funcionam como um reservatório, acumulando tudo o que ali despejamos: nossas dores, alegrias, um

dia triste e outro alegre, um beijo – enfim, tudo aquilo que não podemos carregar sozinhos.

30Claro que isso tudo não é só coisa de cinema. “É possível observar essa relação entre os nossos sentidos, a

memória e os objetos agindo em outras instâncias da arte e da vida”, afirma Laura. Para isso, nada de esconder

aquele velho anel em um cofre ou esquecer aquele casaco herdado dos avós dentro de um armário. Escondidos,

em um canto escuro, nada valem. Assim, eles são apenas fósseis comuns, isolados da luz, sem poder para contar suas

lembranças.

35A grande diferença entre os nossos fósseis e aqueles dos museus, para Laura, é que nossas coisas possuem

uma propriedade que ela chama de radioatividade. “Eu gosto de pensá-la como uma forma benigna de

contaminação, como aquela que acontece quando um perfume demarca o caminho de alguém”, afirma a

pesquisadora. Assim como um cheiro nos lembra da presença de uma pessoa, um objeto pode trazer à tona

sentimentos e lembranças que jurávamos soterrados lá dentro da gente.

40Mais do que fazer emergir essas memórias, nossas coisas nos levam a partilhar essas experiências,

contaminando aqueles que estão à nossa volta com suas histórias e segredos. Ao tirar aquele casaco antigo da

gaveta, mais do que receber um longo abraço que rememora a todo o tempo a relação com os avós, somos levados

a dividir essa sensação com os outros.

Entender isso nos ajuda a ter uma relação de posse “menos fetichista”, para usar as palavras de Laura, com

45as nossas coisas. Elas não são exatamente “nossas”, mas uma colagem que reúne um pouco de cada um que já

esteve ligado àquele objeto. s vezes, para preservar esse fóssil em sua exatidão, o escondemos. Não queremos

correr o risco de perdê-lo. Basta convidar um amigo desastrado – como eu! – para uma comemoração e lá se vai

para o chão um jarro de flores que estava há gerações na sua família. Um risco necessário, já que não podemos

lembrar aquilo que não tentamos esquecer.

50“Quando você tem medo de usar qualquer coisa, é lógico que ela vai terminar em cacos”, afirma o galerista

Lélio Cimini, que há 13 anos comanda o Empório das Artes, o antiquário do início da reportagem. No seu dia a dia,

Lélio usa um antigo aparelho de jantar. Nunca houve nenhum arranhão, nem mesmo uma peça quebrada. Claro, um

objeto pode até perder o seu valor de venda ou de troca pelo desgaste, mas eles não se tornam especiais

exatamente pelo seu custo. Todos aqueles pratos e xícaras, que um dia já participaram das festas de alguma

55senhora do século 20, hoje são testemunhas do cotidiano, das conversas à mesa da família de Lélio.

São essas memórias que se confundem e se encerram em cada prato e xícara que o tornam único, não sua

natureza material. Ao contrário, se pode achar com um pouco de pesquisa um modelo parecido ou até com os

mesmos e exatos desenhos. A porcelana, frágil, pode se rachar ou até se desfazer em poeira no chão. Mas as

relações, não. E é justamente essa experiência, indestrutível, que faz aquele aparelho perdurar na lava-louças e não

60na vitrine do empório.

Mas, muitas vezes, também é essa mesma experiência que nos leva a nos desfazer de determinado objeto.

“Quando comecei o Empório, boa parte das coisas veio da minha coleção pessoal”, comenta Lélio. “Fiquei apenas

com aquilo que não conseguiria me desfazer, pelo apreço”, diz. Esquecer e lembrar, como nos faz recordar o

historiador francês Michel de Certeau, são faces de uma mesma moeda. Em seu livro A Invenção do Cotidiano,

65comenta que os processos de apagamento, de esvaziamento da memória, são tão necessários quanto os de escrita.

Alguns estudos recentes da Universidade de Illinois, inclusive, revelam que o nosso cérebro precisa desse

processo de apagamento para reter informações novas. Da mesma forma, necessitamos deixar para trás as coisas

que já não nos preenchem para nos prepararmos para novas experiências. Em seu dia a dia à frente do antiquário,

Lélio convive diretamente com esses dois extremos. “Uma das coisas mais prazerosas é perceber que lido com a

70felicidade de duas pessoas”, afirma o galerista. “Tanto da pessoa que se desfaz do objeto que já não faz mais

sentido em sua vida, quanto daquela que vai recebê-lo e dará uma nova utilidade para ele.”

Talvez, por isso, arrumar os nossos armários soe como uma espécie de rito de passagem. É o momento em

que colocamos tudo abaixo e decidimos o que continua conosco e o que não nos serve mais. Ficamos, frente a

frente, com ambas as alegrias: fazemos um balanço, não apenas das coisas, mas das memórias. Um exercício não

75só de apego, mas também de aparar as próprias arestas. Nos purificamos com fogo para seguir em frente. E com as

mãos livres, fora dos bolsos, sem medo de quebrar mais nada.


Fonte: VILELA, Daniel. Memória das coisas. Disponível em: . Acesso em: 20 jun. 2019.

Assinale a alternativa em que há uma conjunção coordenativa a qual insere no trecho uma ideia de adversidade.

 

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