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Leia a tirinha para responder à questão.

Assinale a alternativa que completa a frase a seguir de acordo com as regras de regência e do uso do acento indicativo de crase.
A fala do menino no segundo quadrinho mostra que ele se rendeu
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Leia a tirinha para responder à questão.

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do primeiro e do terceiro quadrinhos.
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Leia o poema para responder à questão.
Se eu fosse um padre
Se eu fosse um padre, eu, nos meus sermões,
não falaria em Deus nem no Pecado
– muito menos no Anjo Rebelado
e os encantos das suas seduções,
não citaria santos e profetas:
nada das suas celestiais promessas
ou das suas terríveis maldições...
Se eu fosse um padre eu citaria os poetas,
Rezaria seus versos, os mais belos,
desses que desde a infância me embalaram
e quem me dera que alguns fossem meus!
Porque a poesia purifica a alma
... e um belo poema – ainda que de Deus se aparte –
um belo poema sempre leva a Deus!
(Mário Quintana. http://www.jornaldepoesia.jor.br)
No contexto do poema, o verso da terceira estrofe – e quem me dera que alguns fossem meus! – expressa o sentido de
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Leia o poema para responder à questão.
Se eu fosse um padre
Se eu fosse um padre, eu, nos meus sermões,
não falaria em Deus nem no Pecado
– muito menos no Anjo Rebelado
e os encantos das suas seduções,
não citaria santos e profetas:
nada das suas celestiais promessas
ou das suas terríveis maldições...
Se eu fosse um padre eu citaria os poetas,
Rezaria seus versos, os mais belos,
desses que desde a infância me embalaram
e quem me dera que alguns fossem meus!
Porque a poesia purifica a alma
... e um belo poema – ainda que de Deus se aparte –
um belo poema sempre leva a Deus!
(Mário Quintana. http://www.jornaldepoesia.jor.br)
O verso da segunda estrofe – Se eu fosse um padre eu citaria os poetas – seria corretamente reescrito, de acordo com as regras de concordância e mantendo a correlação dos tempos verbais dos termos destacados, em:
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Leia o poema para responder à questão.
Se eu fosse um padre
Se eu fosse um padre, eu, nos meus sermões,
não falaria em Deus nem no Pecado
– muito menos no Anjo Rebelado
e os encantos das suas seduções,
não citaria santos e profetas:
nada das suas celestiais promessas
ou das suas terríveis maldições...
Se eu fosse um padre eu citaria os poetas,
Rezaria seus versos, os mais belos,
desses que desde a infância me embalaram
e quem me dera que alguns fossem meus!
Porque a poesia purifica a alma
... e um belo poema – ainda que de Deus se aparte –
um belo poema sempre leva a Deus!
(Mário Quintana. http://www.jornaldepoesia.jor.br)
O eu lírico do poema afirma que, se fosse um padre,
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Leia o texto para responder à questão.
Já li muitos livros sobre psicologia da educação, sociologia da educação, filosofia da educação, didática, mas, por mais que me esforce, não consigo me lembrar de qualquer referência à educação do olhar, ou à importância do olhar na educação, em qualquer um deles. A inteligência ou se alonga confiante para o ato de conhecer ou se encolhe. O olhar de um professor tem o poder de fazer a inteligência de uma criança se desenvolver ou refluir.
Educação não é a transmissão de uma soma de conhecimentos. Conhecimentos podem ser mortos e inertes: uma carga que se carrega sem saber sua utilidade e sem que ela dê alegria. Educar é ensinar a pensar, isto é, a brincar com os conhecimentos, da mesma forma como se brinca com uma peteca.
A educação acontece quando vemos o mundo como um brinquedo e brincamos com ele como uma criança brinca com a sua bola. O educador é um brincalhão... Ensinar é um exercício de imortalidade. De alguma forma continuamos a viver naqueles cujos olhos aprenderam a ver o mundo pela magia da nossa palavra. O professor, assim, não morre jamais...
Nas escolas as crianças são submetidas ao “jugo” dos saberes: programas. “Jugo” é canga. Fala-se, mesmo, em “grade” curricular – coisa de prisão. A educação segue o caminho inverso: começa não com os programas, mas com a criança que vive seu momento presente. Saberes que permanecem não são impostos. Eles crescem da vida.
(Rubem Alves, Educação do Olhar. http://correio.rac.com.br/. 13.07.2014. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a reescrita do trecho do quarto parágrafo – Nas escolas as crianças são submetidas ao “jugo” dos saberes: programas. – mantém seu sentido original e está de acordo com a norma-padrão de pontuação.
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Leia o texto para responder à questão.
Já li muitos livros sobre psicologia da educação, sociologia da educação, filosofia da educação, didática, mas, por mais que me esforce, não consigo me lembrar de qualquer referência à educação do olhar, ou à importância do olhar na educação, em qualquer um deles. A inteligência ou se alonga confiante para o ato de conhecer ou se encolhe. O olhar de um professor tem o poder de fazer a inteligência de uma criança se desenvolver ou refluir.
Educação não é a transmissão de uma soma de conhecimentos. Conhecimentos podem ser mortos e inertes: uma carga que se carrega sem saber sua utilidade e sem que ela dê alegria. Educar é ensinar a pensar, isto é, a brincar com os conhecimentos, da mesma forma como se brinca com uma peteca.
A educação acontece quando vemos o mundo como um brinquedo e brincamos com ele como uma criança brinca com a sua bola. O educador é um brincalhão... Ensinar é um exercício de imortalidade. De alguma forma continuamos a viver naqueles cujos olhos aprenderam a ver o mundo pela magia da nossa palavra. O professor, assim, não morre jamais...
Nas escolas as crianças são submetidas ao “jugo” dos saberes: programas. “Jugo” é canga. Fala-se, mesmo, em “grade” curricular – coisa de prisão. A educação segue o caminho inverso: começa não com os programas, mas com a criança que vive seu momento presente. Saberes que permanecem não são impostos. Eles crescem da vida.
(Rubem Alves, Educação do Olhar. http://correio.rac.com.br/. 13.07.2014. Adaptado)
No trecho do segundo parágrafo “Conhecimentos podem ser mortos e inertes: uma carga que se carrega sem saber sua utilidade e sem que ela dê alegria.”, os dois-pontos (:) podem ser substituídos, sem alteração de sentido do texto, por
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Leia o texto para responder à questão.
Já li muitos livros sobre psicologia da educação, sociologia da educação, filosofia da educação, didática, mas, por mais que me esforce, não consigo me lembrar de qualquer referência à educação do olhar, ou à importância do olhar na educação, em qualquer um deles. A inteligência ou se alonga confiante para o ato de conhecer ou se encolhe. O olhar de um professor tem o poder de fazer a inteligência de uma criança se desenvolver ou refluir.
Educação não é a transmissão de uma soma de conhecimentos. Conhecimentos podem ser mortos e inertes: uma carga que se carrega sem saber sua utilidade e sem que ela dê alegria. Educar é ensinar a pensar, isto é, a brincar com os conhecimentos, da mesma forma como se brinca com uma peteca.
A educação acontece quando vemos o mundo como um brinquedo e brincamos com ele como uma criança brinca com a sua bola. O educador é um brincalhão... Ensinar é um exercício de imortalidade. De alguma forma continuamos a viver naqueles cujos olhos aprenderam a ver o mundo pela magia da nossa palavra. O professor, assim, não morre jamais...
Nas escolas as crianças são submetidas ao “jugo” dos saberes: programas. “Jugo” é canga. Fala-se, mesmo, em “grade” curricular – coisa de prisão. A educação segue o caminho inverso: começa não com os programas, mas com a criança que vive seu momento presente. Saberes que permanecem não são impostos. Eles crescem da vida.
(Rubem Alves, Educação do Olhar. http://correio.rac.com.br/. 13.07.2014. Adaptado)
Assinale a alternativa em que trecho transcrito represente, no texto, uma crítica negativa do autor a algumas formas de educar.
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Leia o texto para responder à questão.
Já li muitos livros sobre psicologia da educação, sociologia da educação, filosofia da educação, didática, mas, por mais que me esforce, não consigo me lembrar de qualquer referência à educação do olhar, ou à importância do olhar na educação, em qualquer um deles. A inteligência ou se alonga confiante para o ato de conhecer ou se encolhe. O olhar de um professor tem o poder de fazer a inteligência de uma criança se desenvolver ou refluir.
Educação não é a transmissão de uma soma de conhecimentos. Conhecimentos podem ser mortos e inertes: uma carga que se carrega sem saber sua utilidade e sem que ela dê alegria. Educar é ensinar a pensar, isto é, a brincar com os conhecimentos, da mesma forma como se brinca com uma peteca.
A educação acontece quando vemos o mundo como um brinquedo e brincamos com ele como uma criança brinca com a sua bola. O educador é um brincalhão... Ensinar é um exercício de imortalidade. De alguma forma continuamos a viver naqueles cujos olhos aprenderam a ver o mundo pela magia da nossa palavra. O professor, assim, não morre jamais...
Nas escolas as crianças são submetidas ao “jugo” dos saberes: programas. “Jugo” é canga. Fala-se, mesmo, em “grade” curricular – coisa de prisão. A educação segue o caminho inverso: começa não com os programas, mas com a criança que vive seu momento presente. Saberes que permanecem não são impostos. Eles crescem da vida.
(Rubem Alves, Educação do Olhar. http://correio.rac.com.br/. 13.07.2014. Adaptado)
De acordo com o texto,
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Leia o texto para responder à questão.
Já li muitos livros sobre psicologia da educação, sociologia da educação, filosofia da educação, didática, mas, por mais que me esforce, não consigo me lembrar de qualquer referência à educação do olhar, ou à importância do olhar na educação, em qualquer um deles. A inteligência ou se alonga confiante para o ato de conhecer ou se encolhe. O olhar de um professor tem o poder de fazer a inteligência de uma criança se desenvolver ou refluir.
Educação não é a transmissão de uma soma de conhecimentos. Conhecimentos podem ser mortos e inertes: uma carga que se carrega sem saber sua utilidade e sem que ela dê alegria. Educar é ensinar a pensar, isto é, a brincar com os conhecimentos, da mesma forma como se brinca com uma peteca.
A educação acontece quando vemos o mundo como um brinquedo e brincamos com ele como uma criança brinca com a sua bola. O educador é um brincalhão... Ensinar é um exercício de imortalidade. De alguma forma continuamos a viver naqueles cujos olhos aprenderam a ver o mundo pela magia da nossa palavra. O professor, assim, não morre jamais...
Nas escolas as crianças são submetidas ao “jugo” dos saberes: programas. “Jugo” é canga. Fala-se, mesmo, em “grade” curricular – coisa de prisão. A educação segue o caminho inverso: começa não com os programas, mas com a criança que vive seu momento presente. Saberes que permanecem não são impostos. Eles crescem da vida.
(Rubem Alves, Educação do Olhar. http://correio.rac.com.br/. 13.07.2014. Adaptado)
O autor do texto argumenta em favor de uma educação que
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