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Foram encontradas 1.465 questões.

3219088 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Alumínio-SP

Com a intenção de atrair novos alunos, certa academia de ginástica abre todos os dias e oferece, como promoção, uma aula gratuita de artes marciais a cada 4 dias e uma aula gratuita de ginástica rítmica a cada 6 dias. No dia 8 de abril, coincidiram as aulas gratuitas de artes marciais e ginástica rítmica. Supondo que essa promoção tenha se mantido conforme foi anunciada, conclui-se que essa coincidência voltou a ocorrer ainda em abril no dia

 

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3219087 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Alumínio-SP

A tabela a seguir foi elaborada a partir de dados obtidos em 2013 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.

GRANDES REGIÕES DISTRIBUIÇÃO PERCENTUAL DAS PESSOAS DE 60 ANOS OU MAIS IDADE EM APOSENTADOS, PENSIONISTAS OU OUTROS
Aposentados (apenas) Pensionistas (apenas) Pessoas que acumulam os dois benefícios ou outros
Norte 56,6 7,4 36,0
Nordeste 63,0 6,6 30,4
Sudeste 57,4 31,0
Sul 60,8 8,8 30,4
Centro-Oeste 53,1 8,9 38,8

(Disponível em http://ftp.ibge.gov.br/Indicadores_Sociais/Sintese_de_Indicadores_Sociais_2013/SIS_2013.pdf. Acesso em 10 jun. 2015. Adaptado)

Observa-se que uma das células da tabela, a que corresponde aos pensionistas da região Sudeste, está vazia. Sabe-se que em 2013 a população aproximada da região Sudeste era de 84 milhões. Pode-se concluir que o número de pessoas da região Sudeste que têm 60 anos ou mais e que são apenas pensionistas é aproximadamente igual a

 

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3219086 Ano: 2016
Disciplina: Estatística
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Alumínio-SP

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, até o início dos anos 80 a população brasileira era considerada como predominantemente formada por crianças e jovens. O gráfico e a tabela a seguir mostram que essa situação foi modificada.

Enunciado 3406822-1

O gráfico apresenta a distribuição percentual da população brasileira por três grandes grupos de idade no período de 1980 a 2010.

Já a tabela a seguir apresenta o número médio de filhos por mulher segundo os censos de 1980, 1991, 2000 e 2010.

Censo 1980 1991 2000 2010

Número médio de filhos por mulher

4,35 2,89 2,38 1,90

A partir dos dados da tabela e/ou do gráfico, pode-se concluir que

 

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3219085 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Alumínio-SP

Leia a tirinha para responder à questão.

Enunciado 3406820-1

Assinale a alternativa que completa a frase a seguir de acordo com as regras de regência e do uso do acento indicativo de crase.

A fala do menino no segundo quadrinho mostra que ele se rendeu

 

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3219084 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Alumínio-SP

Leia a tirinha para responder à questão.

Enunciado 3406819-1

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do primeiro e do terceiro quadrinhos.

 

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3219083 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Alumínio-SP

Leia o poema para responder à questão.

Se eu fosse um padre

Se eu fosse um padre, eu, nos meus sermões,

não falaria em Deus nem no Pecado

– muito menos no Anjo Rebelado

e os encantos das suas seduções,

não citaria santos e profetas:

nada das suas celestiais promessas

ou das suas terríveis maldições...

Se eu fosse um padre eu citaria os poetas,

Rezaria seus versos, os mais belos,

desses que desde a infância me embalaram

e quem me dera que alguns fossem meus!

Porque a poesia purifica a alma

... e um belo poema – ainda que de Deus se aparte –

um belo poema sempre leva a Deus!

(Mário Quintana. http://www.jornaldepoesia.jor.br)

No contexto do poema, o verso da terceira estrofe – e quem me dera que alguns fossem meus! – expressa o sentido de

 

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3219082 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Alumínio-SP

Leia o poema para responder à questão.

Se eu fosse um padre

Se eu fosse um padre, eu, nos meus sermões,

não falaria em Deus nem no Pecado

– muito menos no Anjo Rebelado

e os encantos das suas seduções,

não citaria santos e profetas:

nada das suas celestiais promessas

ou das suas terríveis maldições...

Se eu fosse um padre eu citaria os poetas,

Rezaria seus versos, os mais belos,

desses que desde a infância me embalaram

e quem me dera que alguns fossem meus!

Porque a poesia purifica a alma

... e um belo poema – ainda que de Deus se aparte –

um belo poema sempre leva a Deus!

(Mário Quintana. http://www.jornaldepoesia.jor.br)

O verso da segunda estrofe – Se eu fosse um padre eu citaria os poetas – seria corretamente reescrito, de acordo com as regras de concordância e mantendo a correlação dos tempos verbais dos termos destacados, em:

 

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3219081 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Alumínio-SP

Leia o poema para responder à questão.

Se eu fosse um padre

Se eu fosse um padre, eu, nos meus sermões,

não falaria em Deus nem no Pecado

– muito menos no Anjo Rebelado

e os encantos das suas seduções,

não citaria santos e profetas:

nada das suas celestiais promessas

ou das suas terríveis maldições...

Se eu fosse um padre eu citaria os poetas,

Rezaria seus versos, os mais belos,

desses que desde a infância me embalaram

e quem me dera que alguns fossem meus!

Porque a poesia purifica a alma

... e um belo poema – ainda que de Deus se aparte –

um belo poema sempre leva a Deus!

(Mário Quintana. http://www.jornaldepoesia.jor.br)

O eu lírico do poema afirma que, se fosse um padre,

 

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3219080 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Alumínio-SP

Leia o texto para responder à questão.

Já li muitos livros sobre psicologia da educação, sociologia da educação, filosofia da educação, didática, mas, por mais que me esforce, não consigo me lembrar de qualquer referência à educação do olhar, ou à importância do olhar na educação, em qualquer um deles. A inteligência ou se alonga confiante para o ato de conhecer ou se encolhe. O olhar de um professor tem o poder de fazer a inteligência de uma criança se desenvolver ou refluir.

Educação não é a transmissão de uma soma de conhecimentos. Conhecimentos podem ser mortos e inertes: uma carga que se carrega sem saber sua utilidade e sem que ela dê alegria. Educar é ensinar a pensar, isto é, a brincar com os conhecimentos, da mesma forma como se brinca com uma peteca.

A educação acontece quando vemos o mundo como um brinquedo e brincamos com ele como uma criança brinca com a sua bola. O educador é um brincalhão... Ensinar é um exercício de imortalidade. De alguma forma continuamos a viver naqueles cujos olhos aprenderam a ver o mundo pela magia da nossa palavra. O professor, assim, não morre jamais...

Nas escolas as crianças são submetidas ao “jugo” dos saberes: programas. “Jugo” é canga. Fala-se, mesmo, em “grade” curricular – coisa de prisão. A educação segue o caminho inverso: começa não com os programas, mas com a criança que vive seu momento presente. Saberes que permanecem não são impostos. Eles crescem da vida.

(Rubem Alves, Educação do Olhar. http://correio.rac.com.br/. 13.07.2014. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a reescrita do trecho do quarto parágrafo – Nas escolas as crianças são submetidas ao “jugo” dos saberes: programas. – mantém seu sentido original e está de acordo com a norma-padrão de pontuação.

 

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3219079 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Alumínio-SP

Leia o texto para responder à questão.

Já li muitos livros sobre psicologia da educação, sociologia da educação, filosofia da educação, didática, mas, por mais que me esforce, não consigo me lembrar de qualquer referência à educação do olhar, ou à importância do olhar na educação, em qualquer um deles. A inteligência ou se alonga confiante para o ato de conhecer ou se encolhe. O olhar de um professor tem o poder de fazer a inteligência de uma criança se desenvolver ou refluir.

Educação não é a transmissão de uma soma de conhecimentos. Conhecimentos podem ser mortos e inertes: uma carga que se carrega sem saber sua utilidade e sem que ela dê alegria. Educar é ensinar a pensar, isto é, a brincar com os conhecimentos, da mesma forma como se brinca com uma peteca.

A educação acontece quando vemos o mundo como um brinquedo e brincamos com ele como uma criança brinca com a sua bola. O educador é um brincalhão... Ensinar é um exercício de imortalidade. De alguma forma continuamos a viver naqueles cujos olhos aprenderam a ver o mundo pela magia da nossa palavra. O professor, assim, não morre jamais...

Nas escolas as crianças são submetidas ao “jugo” dos saberes: programas. “Jugo” é canga. Fala-se, mesmo, em “grade” curricular – coisa de prisão. A educação segue o caminho inverso: começa não com os programas, mas com a criança que vive seu momento presente. Saberes que permanecem não são impostos. Eles crescem da vida.

(Rubem Alves, Educação do Olhar. http://correio.rac.com.br/. 13.07.2014. Adaptado)

No trecho do segundo parágrafo “Conhecimentos podem ser mortos e inertes: uma carga que se carrega sem saber sua utilidade e sem que ela dê alegria.”, os dois-pontos (:) podem ser substituídos, sem alteração de sentido do texto, por

 

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