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Trabalhando 6 horas por dia, durante 4 dias, uma máquina produz \( \dfrac {4} {5} \) do número total de peças de uma encomenda. Para produzir o número total de peças dessa encomenda em 3 dias, o número de horas por dia que essa máquina precisa trabalhar é
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Uma pessoa retirou no banco determinada quantia em dinheiro e destinou 30% dela para fazer compras. Sabendo que essa pessoa gastou R$ 483,00 em roupas, e que esse valor correspondeu a 70% do valor destinado para as compras, é correto afirmar que o valor total retirado no banco em dinheiro por essa pessoa foi
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Uma escola de idiomas abriu duas turmas de aulas de francês: turma A e turma B. A razão entre o número de alunos matriculados na turma A e o número de alunos matriculados na turma B é \( \dfrac {6} {7} \). Se o número total de alunos matriculados nessas duas turmas, juntas, é 52, então a diferença entre o número de alunos matriculados nas turmas B e A, nessa ordem, é
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No laboratório de informática de um colégio, há um total de 60 computadores, dos quais \( \dfrac {2} {15} \) estão em manutenção e não podem ser utilizados. Dos demais computadores, 4 foram desativados e, dos restantes, \( \dfrac {1} {4} \) dos computadores foram contaminados com vírus e também não podem ser utilizados. Em relação ao número total de computadores desse laboratório, o número de computadores que estão disponíveis para ser utilizados representa uma porcentagem de
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Leia o texto para responder a questão abaixo.
Segundo o texto votado em 2015 pela Comissão Especial do Estatuto da Família, a família brasileira é(a) a “entidade familiar formada a partir da união entre um homem e uma mulher, por meio de casamento ou de união estável, e a comunidade formada por qualquer dos pais e seus filhos”. Excludente e discriminatória, a definição é, desde então, alvo de protesto por suprimir o direito de milhões de brasileiros(b) que não se enquadram no conceito aprovado.
As famílias são instituições sociais que se transformaram ao longo da história. Embora esteja presente no imaginário social um modelo de família composto por pai, mãe e filhos do casal, essa não é a única configuração que encontramos na nossa sociedade(c), aponta Maria Ignez Costa Moreira, professora de Psicologia da PUC Minas. Hoje encontramos configurações diversificadas de famílias além das definidas pelo Estatuto, tais como família recomposta ou extensa – fruto de divórcios e outras uniões – que possui filhos ou não de outras uniões; família heterossexual sem filhos; família homoafetiva com ou sem filhos; dentre outras.
Logo, uma definição excludente como a do Estatuto da Família pode trazer uma série de prejuízos(d) para as crianças e os jovens que pertencem a núcleos familiares formados por outras composições. Na escola, a discussão das famílias contemporâneas deve, sim, adentrar a sala de aula(e). A escola precisa construir com as crianças e os adolescentes uma postura de respeito, de inclusão. “Conviver com as diferenças, aprender com as diferenças, parece-me ser fundamental para uma cultura de paz. E a escola é uma instituição social extremamente responsável por essa formação cidadã”, afirma Maria Ignez.
(Thais Paiva. Por uma nova (e ampla) definição de família.
http://www.cartaeducacao.com.br, 02.05.2016. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o termo destacado expressa, no texto, sentido de tempo.
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Segundo o texto votado em 2015 pela Comissão Especial do Estatuto da Família, a família brasileira é a “entidade familiar formada a partir da união entre um homem e uma mulher, por meio de casamento ou de união estável, e a comunidade formada por qualquer dos pais e seus filhos”. Excludente e discriminatória, a definição é, desde então, alvo de protesto por suprimir o direito de milhões de brasileiros que não se enquadram no conceito aprovado.
As famílias são instituições sociais que se transformaram ao longo da história. Embora esteja presente no imaginário social um modelo de família composto por pai, mãe e filhos do casal, essa não é a única configuração que encontramos na nossa sociedade, aponta Maria Ignez Costa Moreira, professora de Psicologia da PUC Minas. Hoje encontramos configurações diversificadas de famílias além das definidas pelo Estatuto, tais como família recomposta ou extensa – fruto de divórcios e outras uniões – que possui filhos ou não de outras uniões; família heterossexual sem filhos; família homoafetiva com ou sem filhos; dentre outras.
Logo, uma definição excludente como a do Estatuto da Família pode trazer uma série de prejuízos para as crianças e os jovens que pertencem a núcleos familiares formados por outras composições. Na escola, a discussão das famílias contemporâneas deve, sim, adentrar a sala de aula. A escola precisa construir com as crianças e os adolescentes uma postura de respeito, de inclusão. “Conviver com as diferenças, aprender com as diferenças, parece-me ser fundamental para uma cultura de paz. E a escola é uma instituição social extremamente responsável por essa formação cidadã”, afirma Maria Ignez.
(Thais Paiva. Por uma nova (e ampla) definição de família.
http://www.cartaeducacao.com.br, 02.05.2016. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o pronome destacado que pode ser corretamente substituído pela expressão entre colchetes, sem alteração de sentido.
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Segundo o texto votado em 2015 pela Comissão Especial do Estatuto da Família, a família brasileira é a “entidade familiar formada a partir da união entre um homem e uma mulher, por meio de casamento ou de união estável, e a comunidade formada por qualquer dos pais e seus filhos”. Excludente e discriminatória, a definição é, desde então, alvo de protesto por suprimir o direito de milhões de brasileiros que não se enquadram no conceito aprovado.
As famílias são instituições sociais que se transformaram ao longo da história. Embora esteja presente no imaginário social um modelo de família composto por pai, mãe e filhos do casal, essa não é a única configuração que encontramos na nossa sociedade, aponta Maria Ignez Costa Moreira, professora de Psicologia da PUC Minas. Hoje encontramos configurações diversificadas de famílias além das definidas pelo Estatuto, tais como família recomposta ou extensa – fruto de divórcios e outras uniões – que possui filhos ou não de outras uniões; família heterossexual sem filhos; família homoafetiva com ou sem filhos; dentre outras.
Logo, uma definição excludente como a do Estatuto da Família pode trazer uma série de prejuízos para as crianças e os jovens que pertencem a núcleos familiares formados por outras composições. Na escola, a discussão das famílias contemporâneas deve, sim, adentrar a sala de aula. A escola precisa construir com as crianças e os adolescentes uma postura de respeito, de inclusão. “Conviver com as diferenças, aprender com as diferenças, parece-me ser fundamental para uma cultura de paz. E a escola é uma instituição social extremamente responsável por essa formação cidadã”, afirma Maria Ignez.
(Thais Paiva. Por uma nova (e ampla) definição de família.
http://www.cartaeducacao.com.br, 02.05.2016. Adaptado)
De acordo com o primeiro parágrafo do texto, a definição de família apresentada pela Comissão Especial do Estatuto da Família é
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Segundo o texto votado em 2015 pela Comissão Especial do Estatuto da Família, a família brasileira é a “entidade familiar formada a partir da união entre um homem e uma mulher, por meio de casamento ou de união estável, e a comunidade formada por qualquer dos pais e seus filhos”. Excludente e discriminatória, a definição é, desde então, alvo de protesto por suprimir o direito de milhões de brasileiros que não se enquadram no conceito aprovado.
As famílias são instituições sociais que se transformaram ao longo da história. Embora esteja presente no imaginário social um modelo de família composto por pai, mãe e filhos do casal, essa não é a única configuração que encontramos na nossa sociedade, aponta Maria Ignez Costa Moreira, professora de Psicologia da PUC Minas. Hoje encontramos configurações diversificadas de famílias além das definidas pelo Estatuto, tais como família recomposta ou extensa – fruto de divórcios e outras uniões – que possui filhos ou não de outras uniões; família heterossexual sem filhos; família homoafetiva com ou sem filhos; dentre outras.
Logo, uma definição excludente como a do Estatuto da Família pode trazer uma série de prejuízos para as crianças e os jovens que pertencem a núcleos familiares formados por outras composições. Na escola, a discussão das famílias contemporâneas deve, sim, adentrar a sala de aula. A escola precisa construir com as crianças e os adolescentes uma postura de respeito, de inclusão. “Conviver com as diferenças, aprender com as diferenças, parece-me ser fundamental para uma cultura de paz. E a escola é uma instituição social extremamente responsável por essa formação cidadã”, afirma Maria Ignez.
(Thais Paiva. Por uma nova (e ampla) definição de família.
http://www.cartaeducacao.com.br, 02.05.2016. Adaptado)
A autora do texto defende que a concepção de família
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Segundo o texto votado em 2015 pela Comissão Especial do Estatuto da Família, a família brasileira é a “entidade familiar formada a partir da união entre um homem e uma mulher, por meio de casamento ou de união estável, e a comunidade formada por qualquer dos pais e seus filhos”. Excludente e discriminatória, a definição é, desde então, alvo de protesto por suprimir o direito de milhões de brasileiros que não se enquadram no conceito aprovado.
As famílias são instituições sociais que se transformaram ao longo da história. Embora esteja presente no imaginário social um modelo de família composto por pai, mãe e filhos do casal, essa não é a única configuração que encontramos na nossa sociedade, aponta Maria Ignez Costa Moreira, professora de Psicologia da PUC Minas. Hoje encontramos configurações diversificadas de famílias além das definidas pelo Estatuto, tais como família recomposta ou extensa – fruto de divórcios e outras uniões – que possui filhos ou não de outras uniões; família heterossexual sem filhos; família homoafetiva com ou sem filhos; dentre outras.
Logo, uma definição excludente como a do Estatuto da Família pode trazer uma série de prejuízos para as crianças e os jovens que pertencem a núcleos familiares formados por outras composições. Na escola, a discussão das famílias contemporâneas deve, sim, adentrar a sala de aula. A escola precisa construir com as crianças e os adolescentes uma postura de respeito, de inclusão. “Conviver com as diferenças, aprender com as diferenças, parece-me ser fundamental para uma cultura de paz. E a escola é uma instituição social extremamente responsável por essa formação cidadã”, afirma Maria Ignez.
(Thais Paiva. Por uma nova (e ampla) definição de família.
http://www.cartaeducacao.com.br, 02.05.2016. Adaptado)
Com relação à diversidade das composições familiares atuais, segundo o texto, é papel da escola
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Leia o texto para responder a questão abaixo.
Segundo o texto votado em 2015 pela Comissão Especial do Estatuto da Família, a família brasileira é a “entidade familiar formada a partir da união entre um homem e uma mulher, por meio de casamento ou de união estável, e a comunidade formada por qualquer dos pais e seus filhos”. Excludente e discriminatória, a definição é, desde então, alvo de protesto por suprimir o direito de milhões de brasileiros que não se enquadram no conceito aprovado.
As famílias são instituições sociais que se transformaram ao longo da história. Embora esteja presente no imaginário social um modelo de família composto por pai, mãe e filhos do casal, essa não é a única configuração que encontramos na nossa sociedade, aponta Maria Ignez Costa Moreira, professora de Psicologia da PUC Minas. Hoje encontramos configurações diversificadas de famílias além das definidas pelo Estatuto, tais como família recomposta ou extensa – fruto de divórcios e outras uniões – que possui filhos ou não de outras uniões; família heterossexual sem filhos; família homoafetiva com ou sem filhos; dentre outras.
Logo, uma definição excludente como a do Estatuto da Família pode trazer uma série de prejuízos para as crianças e os jovens que pertencem a núcleos familiares formados por outras composições. Na escola, a discussão das famílias contemporâneas deve, sim, adentrar a sala de aula. A escola precisa construir com as crianças e os adolescentes uma postura de respeito, de inclusão. “Conviver com as diferenças, aprender com as diferenças, parece-me ser fundamental para uma cultura de paz. E a escola é uma instituição social extremamente responsável por essa formação cidadã”, afirma Maria Ignez.
(Thais Paiva. Por uma nova (e ampla) definição de família.
http://www.cartaeducacao.com.br, 02.05.2016. Adaptado)
O texto apresenta como discussão principal
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