Foram encontradas 50 questões.
O emprego do acento indicativo de crase está correto em:
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Analise a estrutura das palavras a seguir e assinale a alternativa em que a palavra dada é formada pelo processo de derivação parassintética.
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Analise as sentenças a seguir quanto à classe gramatical das palavras que as compõem. Assinale a alternativa em que se verifica uma preposição acidental.
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Analise as sentenças a seguir quanto aos elementos em destaque:
I. Candidatei-me ao conselho da universidade, já que ninguém se dispôs.
II. Continuaremos batalhando em prol dos trabalhadores, não obstante as críticas e as sabotagens.
III. O acampamento foi cancelado, porquanto os escoteiros se perderam na mata.
IV. O evento será ao ar livre, contanto que não chova.
A alternativa que apresenta elementos de sentidos e funções correspondentes, que substituem, correta e respectivamente, as expressões em destaque nas sentenças dadas é (em caso de encontro entre preposição e artigo ao substituir, considere que ocorre contração):
I. Candidatei-me ao conselho da universidade, já que ninguém se dispôs.
II. Continuaremos batalhando em prol dos trabalhadores, não obstante as críticas e as sabotagens.
III. O acampamento foi cancelado, porquanto os escoteiros se perderam na mata.
IV. O evento será ao ar livre, contanto que não chova.
A alternativa que apresenta elementos de sentidos e funções correspondentes, que substituem, correta e respectivamente, as expressões em destaque nas sentenças dadas é (em caso de encontro entre preposição e artigo ao substituir, considere que ocorre contração):
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Assinale a alternativa que apresenta um termo sinônimo da palavra em destaque na seguinte oração: “A consciência política resulta na exprobração àqueles que se apoiam em falsas promessas.”
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Língua nativa influencia na conectividade do
cérebro, conclui estudo
Cientistas do Instituto Max Planck de Ciências
Humanas Cognitivas e do Cérebro, na Alemanha,
encontraram evidências de que o idioma que
falamos molda a conectividade em nosso
cérebro, possivelmente influenciando a maneira
como pensamos. O trabalho será publicado na
edição de abril da revista científica NeuroImage.
Com a ajuda de tomografias de ressonância
magnética, os estudiosos examinaram
profundamente cérebros de falantes nativos de
alemão e de árabe, e descobriram diferenças na
fiação das regiões cerebrais associadas à
linguagem.
Xuehu Wei, que é aluna de doutorado na equipe
de pesquisa de Alfred Anwander e Angela
Friederici no Instituto Max Planck, comparou
varreduras cerebrais de 94 falantes nativos dos
idiomas escolhidos, todos com idades entre 18 e
34 anos. As imagens de alta resolução não apenas
mostram a anatomia do cérebro, mas também
permitem derivar a conectividade entre as áreas
cerebrais, usando uma técnica chamada imagem
ponderada por difusão.
Os dados mostraram que as conexões de axônios
da substância branca da rede de linguagem se
adaptam às demandas e dificuldades de
processamento da língua materna. “Os falantes
nativos de árabe mostraram uma conectividade
mais forte entre os hemisférios esquerdo e direito
do que os falantes nativos de alemão”, explica
Alfred Anwander, último autor do estudo, em
comunicado. “Esse fortalecimento também foi
encontrado entre as regiões semânticas da
linguagem e pode estar relacionado ao
processamento semântico e fonológico
relativamente complexo do árabe.”
Ainda de acordo com a pesquisa, os falantes
nativos de alemão mostraram uma conectividade
mais forte na rede de idiomas do hemisfério
esquerdo. Os autores argumentam que suas
descobertas podem estar relacionadas ao
complexo processamento sintático do alemão,
devido à ordem livre das palavras e à maior
distância de dependência dos elementos da frase.
“A conectividade cerebral é modulada pela
aprendizagem e pelo ambiente durante a infância,
o que influencia o processamento e o raciocínio
cognitivo no cérebro adulto. Nosso estudo
fornece novas informações sobre como o cérebro
se adapta às demandas cognitivas, ou seja, o
conectoma estrutural da linguagem é moldado
pela língua materna”, resume Anwander.
Esse é um dos primeiros estudos a documentar as
diferenças entre os cérebros de pessoas que
cresceram com diferentes idiomas nativos e pode
dar pistas para entender as diferenças de
processamento intercultural no cérebro. Em uma
próxima análise, a equipe pretende investigar
mudanças estruturais longitudinais no cérebro de
adultos de língua árabe à medida que aprendem
alemão ao longo de seis meses.
Revista Superinteressante. Adaptado.
Disponível em <https://revistagalileu.globo.com/sociedade/comportamento/noticia/2023/03/lingua-nativainfluencia-na-conectividade-do-cerebro-concluiestudo.ghtml>
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Língua nativa influencia na conectividade do
cérebro, conclui estudo
Cientistas do Instituto Max Planck de Ciências
Humanas Cognitivas e do Cérebro, na Alemanha,
encontraram evidências de que o idioma que
falamos molda a conectividade em nosso
cérebro, possivelmente influenciando a maneira
como pensamos. O trabalho será publicado na
edição de abril da revista científica NeuroImage.
Com a ajuda de tomografias de ressonância
magnética, os estudiosos examinaram
profundamente cérebros de falantes nativos de
alemão e de árabe, e descobriram diferenças na
fiação das regiões cerebrais associadas à
linguagem.
Xuehu Wei, que é aluna de doutorado na equipe
de pesquisa de Alfred Anwander e Angela
Friederici no Instituto Max Planck, comparou
varreduras cerebrais de 94 falantes nativos dos
idiomas escolhidos, todos com idades entre 18 e
34 anos. As imagens de alta resolução não apenas
mostram a anatomia do cérebro, mas também
permitem derivar a conectividade entre as áreas
cerebrais, usando uma técnica chamada imagem
ponderada por difusão.
Os dados mostraram que as conexões de axônios
da substância branca da rede de linguagem se
adaptam às demandas e dificuldades de
processamento da língua materna. “Os falantes
nativos de árabe mostraram uma conectividade
mais forte entre os hemisférios esquerdo e direito
do que os falantes nativos de alemão”, explica
Alfred Anwander, último autor do estudo, em
comunicado. “Esse fortalecimento também foi
encontrado entre as regiões semânticas da
linguagem e pode estar relacionado ao
processamento semântico e fonológico
relativamente complexo do árabe.”
Ainda de acordo com a pesquisa, os falantes
nativos de alemão mostraram uma conectividade
mais forte na rede de idiomas do hemisfério
esquerdo. Os autores argumentam que suas
descobertas podem estar relacionadas ao
complexo processamento sintático do alemão,
devido à ordem livre das palavras e à maior
distância de dependência dos elementos da frase.
“A conectividade cerebral é modulada pela
aprendizagem e pelo ambiente durante a infância,
o que influencia o processamento e o raciocínio
cognitivo no cérebro adulto. Nosso estudo
fornece novas informações sobre como o cérebro
se adapta às demandas cognitivas, ou seja, o
conectoma estrutural da linguagem é moldado
pela língua materna”, resume Anwander.
Esse é um dos primeiros estudos a documentar as
diferenças entre os cérebros de pessoas que
cresceram com diferentes idiomas nativos e pode
dar pistas para entender as diferenças de
processamento intercultural no cérebro. Em uma
próxima análise, a equipe pretende investigar
mudanças estruturais longitudinais no cérebro de
adultos de língua árabe à medida que aprendem
alemão ao longo de seis meses.
Revista Superinteressante. Adaptado.
Disponível em <https://revistagalileu.globo.com/sociedade/comportamento/noticia/2023/03/lingua-nativainfluencia-na-conectividade-do-cerebro-concluiestudo.ghtml>
Em uma próxima análise, a equipe pretende investigar mudanças estruturais longitudinais no cérebro de adultos de língua árabe à medida que aprendem alemão ao longo de seis meses.
Conforme a função que desempenha e sua composição interna, a classificação gramatical da locução “à medida que” é:
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Língua nativa influencia na conectividade do
cérebro, conclui estudo
Cientistas do Instituto Max Planck de Ciências
Humanas Cognitivas e do Cérebro, na Alemanha,
encontraram evidências de que o idioma que
falamos molda a conectividade em nosso
cérebro, possivelmente influenciando a maneira
como pensamos. O trabalho será publicado na
edição de abril da revista científica NeuroImage.
Com a ajuda de tomografias de ressonância
magnética, os estudiosos examinaram
profundamente cérebros de falantes nativos de
alemão e de árabe, e descobriram diferenças na
fiação das regiões cerebrais associadas à
linguagem.
Xuehu Wei, que é aluna de doutorado na equipe
de pesquisa de Alfred Anwander e Angela
Friederici no Instituto Max Planck, comparou
varreduras cerebrais de 94 falantes nativos dos
idiomas escolhidos, todos com idades entre 18 e
34 anos. As imagens de alta resolução não apenas
mostram a anatomia do cérebro, mas também
permitem derivar a conectividade entre as áreas
cerebrais, usando uma técnica chamada imagem
ponderada por difusão.
Os dados mostraram que as conexões de axônios
da substância branca da rede de linguagem se
adaptam às demandas e dificuldades de
processamento da língua materna. “Os falantes
nativos de árabe mostraram uma conectividade
mais forte entre os hemisférios esquerdo e direito
do que os falantes nativos de alemão”, explica
Alfred Anwander, último autor do estudo, em
comunicado. “Esse fortalecimento também foi
encontrado entre as regiões semânticas da
linguagem e pode estar relacionado ao
processamento semântico e fonológico
relativamente complexo do árabe.”
Ainda de acordo com a pesquisa, os falantes
nativos de alemão mostraram uma conectividade
mais forte na rede de idiomas do hemisfério
esquerdo. Os autores argumentam que suas
descobertas podem estar relacionadas ao
complexo processamento sintático do alemão,
devido à ordem livre das palavras e à maior
distância de dependência dos elementos da frase.
“A conectividade cerebral é modulada pela
aprendizagem e pelo ambiente durante a infância,
o que influencia o processamento e o raciocínio
cognitivo no cérebro adulto. Nosso estudo
fornece novas informações sobre como o cérebro
se adapta às demandas cognitivas, ou seja, o
conectoma estrutural da linguagem é moldado
pela língua materna”, resume Anwander.
Esse é um dos primeiros estudos a documentar as
diferenças entre os cérebros de pessoas que
cresceram com diferentes idiomas nativos e pode
dar pistas para entender as diferenças de
processamento intercultural no cérebro. Em uma
próxima análise, a equipe pretende investigar
mudanças estruturais longitudinais no cérebro de
adultos de língua árabe à medida que aprendem
alemão ao longo de seis meses.
Revista Superinteressante. Adaptado.
Disponível em <https://revistagalileu.globo.com/sociedade/comportamento/noticia/2023/03/lingua-nativainfluencia-na-conectividade-do-cerebro-concluiestudo.ghtml>
Em uma próxima análise, a equipe pretende investigar mudanças estruturais longitudinais no cérebro de adultos de língua árabe à medida que aprendem alemão ao longo de seis meses.
A locução em destaque no excerto apresentado é típica das orações subordinadas adverbiais que exprimem, em relação à oração principal à qual se relacionam, um valor:
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Língua nativa influencia na conectividade do
cérebro, conclui estudo
Cientistas do Instituto Max Planck de Ciências
Humanas Cognitivas e do Cérebro, na Alemanha,
encontraram evidências de que o idioma que
falamos molda a conectividade em nosso
cérebro, possivelmente influenciando a maneira
como pensamos. O trabalho será publicado na
edição de abril da revista científica NeuroImage.
Com a ajuda de tomografias de ressonância
magnética, os estudiosos examinaram
profundamente cérebros de falantes nativos de
alemão e de árabe, e descobriram diferenças na
fiação das regiões cerebrais associadas à
linguagem.
Xuehu Wei, que é aluna de doutorado na equipe
de pesquisa de Alfred Anwander e Angela
Friederici no Instituto Max Planck, comparou
varreduras cerebrais de 94 falantes nativos dos
idiomas escolhidos, todos com idades entre 18 e
34 anos. As imagens de alta resolução não apenas
mostram a anatomia do cérebro, mas também
permitem derivar a conectividade entre as áreas
cerebrais, usando uma técnica chamada imagem
ponderada por difusão.
Os dados mostraram que as conexões de axônios
da substância branca da rede de linguagem se
adaptam às demandas e dificuldades de
processamento da língua materna. “Os falantes
nativos de árabe mostraram uma conectividade
mais forte entre os hemisférios esquerdo e direito
do que os falantes nativos de alemão”, explica
Alfred Anwander, último autor do estudo, em
comunicado. “Esse fortalecimento também foi
encontrado entre as regiões semânticas da
linguagem e pode estar relacionado ao
processamento semântico e fonológico
relativamente complexo do árabe.”
Ainda de acordo com a pesquisa, os falantes
nativos de alemão mostraram uma conectividade
mais forte na rede de idiomas do hemisfério
esquerdo. Os autores argumentam que suas
descobertas podem estar relacionadas ao
complexo processamento sintático do alemão,
devido à ordem livre das palavras e à maior
distância de dependência dos elementos da frase.
“A conectividade cerebral é modulada pela
aprendizagem e pelo ambiente durante a infância,
o que influencia o processamento e o raciocínio
cognitivo no cérebro adulto. Nosso estudo
fornece novas informações sobre como o cérebro
se adapta às demandas cognitivas, ou seja, o
conectoma estrutural da linguagem é moldado
pela língua materna”, resume Anwander.
Esse é um dos primeiros estudos a documentar as
diferenças entre os cérebros de pessoas que
cresceram com diferentes idiomas nativos e pode
dar pistas para entender as diferenças de
processamento intercultural no cérebro. Em uma
próxima análise, a equipe pretende investigar
mudanças estruturais longitudinais no cérebro de
adultos de língua árabe à medida que aprendem
alemão ao longo de seis meses.
Revista Superinteressante. Adaptado.
Disponível em <https://revistagalileu.globo.com/sociedade/comportamento/noticia/2023/03/lingua-nativainfluencia-na-conectividade-do-cerebro-concluiestudo.ghtml>
I. A conectividade mais forte entre os hemisférios esquerdo e direito explica por que os falantes nativos de árabe são capazes de fazer conexões entre ideias mais rápido que os falantes nativos de alemão.
II. Tanto o árabe quanto o alemão apresentam complexidades próprias, que podem influenciar na conectividade cerebral de seus falantes nativos.
III. As particularidades de uma língua materna podem afetar as regiões cerebrais associadas à linguagem.
IV. A anatomia cerebral facilita conexões mais próximas no cérebro, que favorecem o aprendizado de alemão frente ao de árabe.
O texto permite concluir apenas as afirmativas em:
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Língua nativa influencia na conectividade do
cérebro, conclui estudo
Cientistas do Instituto Max Planck de Ciências
Humanas Cognitivas e do Cérebro, na Alemanha,
encontraram evidências de que o idioma que
falamos molda a conectividade em nosso
cérebro, possivelmente influenciando a maneira
como pensamos. O trabalho será publicado na
edição de abril da revista científica NeuroImage.
Com a ajuda de tomografias de ressonância
magnética, os estudiosos examinaram
profundamente cérebros de falantes nativos de
alemão e de árabe, e descobriram diferenças na
fiação das regiões cerebrais associadas à
linguagem.
Xuehu Wei, que é aluna de doutorado na equipe
de pesquisa de Alfred Anwander e Angela
Friederici no Instituto Max Planck, comparou
varreduras cerebrais de 94 falantes nativos dos
idiomas escolhidos, todos com idades entre 18 e
34 anos. As imagens de alta resolução não apenas
mostram a anatomia do cérebro, mas também
permitem derivar a conectividade entre as áreas
cerebrais, usando uma técnica chamada imagem
ponderada por difusão.
Os dados mostraram que as conexões de axônios
da substância branca da rede de linguagem se
adaptam às demandas e dificuldades de
processamento da língua materna. “Os falantes
nativos de árabe mostraram uma conectividade
mais forte entre os hemisférios esquerdo e direito
do que os falantes nativos de alemão”, explica
Alfred Anwander, último autor do estudo, em
comunicado. “Esse fortalecimento também foi
encontrado entre as regiões semânticas da
linguagem e pode estar relacionado ao
processamento semântico e fonológico
relativamente complexo do árabe.”
Ainda de acordo com a pesquisa, os falantes
nativos de alemão mostraram uma conectividade
mais forte na rede de idiomas do hemisfério
esquerdo. Os autores argumentam que suas
descobertas podem estar relacionadas ao
complexo processamento sintático do alemão,
devido à ordem livre das palavras e à maior
distância de dependência dos elementos da frase.
“A conectividade cerebral é modulada pela
aprendizagem e pelo ambiente durante a infância,
o que influencia o processamento e o raciocínio
cognitivo no cérebro adulto. Nosso estudo
fornece novas informações sobre como o cérebro
se adapta às demandas cognitivas, ou seja, o
conectoma estrutural da linguagem é moldado
pela língua materna”, resume Anwander.
Esse é um dos primeiros estudos a documentar as
diferenças entre os cérebros de pessoas que
cresceram com diferentes idiomas nativos e pode
dar pistas para entender as diferenças de
processamento intercultural no cérebro. Em uma
próxima análise, a equipe pretende investigar
mudanças estruturais longitudinais no cérebro de
adultos de língua árabe à medida que aprendem
alemão ao longo de seis meses.
Revista Superinteressante. Adaptado.
Disponível em <https://revistagalileu.globo.com/sociedade/comportamento/noticia/2023/03/lingua-nativainfluencia-na-conectividade-do-cerebro-concluiestudo.ghtml>
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