Foram encontradas 50 questões.
Analise as sentenças a seguir e assinale a alternativa que apresenta desvio quanto à regência nominal.
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Analise as sentenças a seguir:
I. Não o convidei para vir a minha casa.
II. Seus agradecimentos a ele foram emocionantes.
III. Este capítulo do livro discute períodos relacionados a colonizações diversas. As sentenças dadas apresentam a preposição “a” ligando elementos entre si.
Aquela(s) que apresenta(m) condições que possibilitam o emprego do acento indicativo de crase é (são):
I. Não o convidei para vir a minha casa.
II. Seus agradecimentos a ele foram emocionantes.
III. Este capítulo do livro discute períodos relacionados a colonizações diversas. As sentenças dadas apresentam a preposição “a” ligando elementos entre si.
Aquela(s) que apresenta(m) condições que possibilitam o emprego do acento indicativo de crase é (são):
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Analise as sentenças a seguir e assinale a alternativa em que o emprego do(s) sinal(is) de pontuação está(ão) incorreto(s).
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Analise as palavras a seguir quanto à forma pluralizada, considerando o emprego do hífen. Assinale a alternativa cuja palavra apontada está incorreta.
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Analise os pares de palavras a seguir e assinale a alternativa em que a acentuação gráfica de ambas as palavras dadas decorre da mesma regra ortográfica.
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Como cientistas pretendem salvar antigo
dialeto grego da extinção
A língua grega milenar romeyka está em vias de
desaparecer. Para tentar salvá-la, Ioanna
Sitaridou, professora da Universidade de
Cambridge, na Inglaterra, lançou a plataforma
Crowdsourcing Romeyka, traduzida para três
idiomas e que permite downloads gratuitos de
áudios do dialeto. O portal pretende ser uma
ferramenta colaborativa para proporcionar a
produção de conteúdo linguístico baseado no uso
diário da oralidade em comunidade, além do
ambiente acadêmico. O projeto faz parte da
Década Internacional das Línguas Indígenas da
ONU (2022-32), com o objetivo de chamar a
atenção para a preservação linguística.
Romeyka não possui um sistema de escrita e foi
transmitida apenas oralmente entre as gerações
até hoje. Os pesquisadores acreditam que há
apenas alguns milhares de falantes nativos
restantes na região de Trabzon, na Turquia. No
entanto, o dialeto está gradualmente se perdendo
sobretudo devido à ausência de mecanismos de
apoio para facilitar a transmissão intergeracional,
ao estigma sociocultural e à migração. Sem
contar que a maioria dos falantes nativos em
Trabzon tem mais de 65 anos.
“A colaboração de fala é uma nova ferramenta
que ajuda os falantes a construir um repositório
de dados falados para seus dialetos em perigo,
permitindo aos pesquisadores documentar essas
línguas, mas também motivando os falantes a
apreciarem sua própria herança linguística. Ao
mesmo tempo, criando um monumento
permanente de sua língua, pode ajudar os falantes
a alcançar o reconhecimento de sua identidade
por pessoas fora de sua comunidade linguística”,
diz Sitaridou, em comunicado.
Nos últimos 150 anos, apenas quatro
pesquisadores de campo coletaram dados sobre
romeyka em Trabzon. Sitaridou se envolveu com
as comunidades locais, principalmente as
mulheres, produzindo conteúdo de áudio e vídeo.
Ela descobriu que esse dialeto descende do grego
helenístico, e não do grego medieval,
influenciando na formação linguística atual.
O que é a língua romeyka?
O romeyka é uma variedade milenar do grego. É
considerada pelos especialistas “uma mina de
ouro linguística” e uma ponte viva para o mundo
antigo. Ainda hoje, existe uma resistência dos
falantes de romeyka em identificá-la como uma
de suas línguas, porque os nacionalistas turcos
não consideram falar grego parte dos
fundamentos de pertencimento nacional. Para os
gregos, as outras variedades da língua são
consideradas “contaminadas” para a ideologia de
uma única língua grega falada desde a
antiguidade.
“Quando os falantes podem falar suas línguas
maternas, eles se sentem ‘vistos’ e, assim, se
sentem mais conectados ao resto da sociedade;
por outro lado, não falar as línguas hereditárias
ou minoritárias cria uma forma de trauma que, na
verdade, mina a integração que a assimilação
linguística se orgulha de alcançar”, afirma
Sitaridou.
Revista Superinteressante. Adaptado. Disponível
em
<https://revistagalileu.globo.com/cultura/noticia/2024/04/como-cientistas-pretendem-salvar-antigo-dialeto-grego-da-extincao.ghtml>
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Como cientistas pretendem salvar antigo
dialeto grego da extinção
A língua grega milenar romeyka está em vias de
desaparecer. Para tentar salvá-la, Ioanna
Sitaridou, professora da Universidade de
Cambridge, na Inglaterra, lançou a plataforma
Crowdsourcing Romeyka, traduzida para três
idiomas e que permite downloads gratuitos de
áudios do dialeto. O portal pretende ser uma
ferramenta colaborativa para proporcionar a
produção de conteúdo linguístico baseado no uso
diário da oralidade em comunidade, além do
ambiente acadêmico. O projeto faz parte da
Década Internacional das Línguas Indígenas da
ONU (2022-32), com o objetivo de chamar a
atenção para a preservação linguística.
Romeyka não possui um sistema de escrita e foi
transmitida apenas oralmente entre as gerações
até hoje. Os pesquisadores acreditam que há
apenas alguns milhares de falantes nativos
restantes na região de Trabzon, na Turquia. No
entanto, o dialeto está gradualmente se perdendo
sobretudo devido à ausência de mecanismos de
apoio para facilitar a transmissão intergeracional,
ao estigma sociocultural e à migração. Sem
contar que a maioria dos falantes nativos em
Trabzon tem mais de 65 anos.
“A colaboração de fala é uma nova ferramenta
que ajuda os falantes a construir um repositório
de dados falados para seus dialetos em perigo,
permitindo aos pesquisadores documentar essas
línguas, mas também motivando os falantes a
apreciarem sua própria herança linguística. Ao
mesmo tempo, criando um monumento
permanente de sua língua, pode ajudar os falantes
a alcançar o reconhecimento de sua identidade
por pessoas fora de sua comunidade linguística”,
diz Sitaridou, em comunicado.
Nos últimos 150 anos, apenas quatro
pesquisadores de campo coletaram dados sobre
romeyka em Trabzon. Sitaridou se envolveu com
as comunidades locais, principalmente as
mulheres, produzindo conteúdo de áudio e vídeo.
Ela descobriu que esse dialeto descende do grego
helenístico, e não do grego medieval,
influenciando na formação linguística atual.
O que é a língua romeyka?
O romeyka é uma variedade milenar do grego. É
considerada pelos especialistas “uma mina de
ouro linguística” e uma ponte viva para o mundo
antigo. Ainda hoje, existe uma resistência dos
falantes de romeyka em identificá-la como uma
de suas línguas, porque os nacionalistas turcos
não consideram falar grego parte dos
fundamentos de pertencimento nacional. Para os
gregos, as outras variedades da língua são
consideradas “contaminadas” para a ideologia de
uma única língua grega falada desde a
antiguidade.
“Quando os falantes podem falar suas línguas
maternas, eles se sentem ‘vistos’ e, assim, se
sentem mais conectados ao resto da sociedade;
por outro lado, não falar as línguas hereditárias
ou minoritárias cria uma forma de trauma que, na
verdade, mina a integração que a assimilação
linguística se orgulha de alcançar”, afirma
Sitaridou.
Revista Superinteressante. Adaptado. Disponível
em
<https://revistagalileu.globo.com/cultura/noticia/2024/04/como-cientistas-pretendem-salvar-antigo-dialeto-grego-da-extincao.ghtml>
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Como cientistas pretendem salvar antigo
dialeto grego da extinção
A língua grega milenar romeyka está em vias de
desaparecer. Para tentar salvá-la, Ioanna
Sitaridou, professora da Universidade de
Cambridge, na Inglaterra, lançou a plataforma
Crowdsourcing Romeyka, traduzida para três
idiomas e que permite downloads gratuitos de
áudios do dialeto. O portal pretende ser uma
ferramenta colaborativa para proporcionar a
produção de conteúdo linguístico baseado no uso
diário da oralidade em comunidade, além do
ambiente acadêmico. O projeto faz parte da
Década Internacional das Línguas Indígenas da
ONU (2022-32), com o objetivo de chamar a
atenção para a preservação linguística.
Romeyka não possui um sistema de escrita e foi
transmitida apenas oralmente entre as gerações
até hoje. Os pesquisadores acreditam que há
apenas alguns milhares de falantes nativos
restantes na região de Trabzon, na Turquia. No
entanto, o dialeto está gradualmente se perdendo
sobretudo devido à ausência de mecanismos de
apoio para facilitar a transmissão intergeracional,
ao estigma sociocultural e à migração. Sem
contar que a maioria dos falantes nativos em
Trabzon tem mais de 65 anos.
“A colaboração de fala é uma nova ferramenta
que ajuda os falantes a construir um repositório
de dados falados para seus dialetos em perigo,
permitindo aos pesquisadores documentar essas
línguas, mas também motivando os falantes a
apreciarem sua própria herança linguística. Ao
mesmo tempo, criando um monumento
permanente de sua língua, pode ajudar os falantes
a alcançar o reconhecimento de sua identidade
por pessoas fora de sua comunidade linguística”,
diz Sitaridou, em comunicado.
Nos últimos 150 anos, apenas quatro
pesquisadores de campo coletaram dados sobre
romeyka em Trabzon. Sitaridou se envolveu com
as comunidades locais, principalmente as
mulheres, produzindo conteúdo de áudio e vídeo.
Ela descobriu que esse dialeto descende do grego
helenístico, e não do grego medieval,
influenciando na formação linguística atual.
O que é a língua romeyka?
O romeyka é uma variedade milenar do grego. É
considerada pelos especialistas “uma mina de
ouro linguística” e uma ponte viva para o mundo
antigo. Ainda hoje, existe uma resistência dos
falantes de romeyka em identificá-la como uma
de suas línguas, porque os nacionalistas turcos
não consideram falar grego parte dos
fundamentos de pertencimento nacional. Para os
gregos, as outras variedades da língua são
consideradas “contaminadas” para a ideologia de
uma única língua grega falada desde a
antiguidade.
“Quando os falantes podem falar suas línguas
maternas, eles se sentem ‘vistos’ e, assim, se
sentem mais conectados ao resto da sociedade;
por outro lado, não falar as línguas hereditárias
ou minoritárias cria uma forma de trauma que, na
verdade, mina a integração que a assimilação
linguística se orgulha de alcançar”, afirma
Sitaridou.
Revista Superinteressante. Adaptado. Disponível
em
<https://revistagalileu.globo.com/cultura/noticia/2024/04/como-cientistas-pretendem-salvar-antigo-dialeto-grego-da-extincao.ghtml>
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Como cientistas pretendem salvar antigo
dialeto grego da extinção
A língua grega milenar romeyka está em vias de
desaparecer. Para tentar salvá-la, Ioanna
Sitaridou, professora da Universidade de
Cambridge, na Inglaterra, lançou a plataforma
Crowdsourcing Romeyka, traduzida para três
idiomas e que permite downloads gratuitos de
áudios do dialeto. O portal pretende ser uma
ferramenta colaborativa para proporcionar a
produção de conteúdo linguístico baseado no uso
diário da oralidade em comunidade, além do
ambiente acadêmico. O projeto faz parte da
Década Internacional das Línguas Indígenas da
ONU (2022-32), com o objetivo de chamar a
atenção para a preservação linguística.
Romeyka não possui um sistema de escrita e foi
transmitida apenas oralmente entre as gerações
até hoje. Os pesquisadores acreditam que há
apenas alguns milhares de falantes nativos
restantes na região de Trabzon, na Turquia. No
entanto, o dialeto está gradualmente se perdendo
sobretudo devido à ausência de mecanismos de
apoio para facilitar a transmissão intergeracional,
ao estigma sociocultural e à migração. Sem
contar que a maioria dos falantes nativos em
Trabzon tem mais de 65 anos.
“A colaboração de fala é uma nova ferramenta
que ajuda os falantes a construir um repositório
de dados falados para seus dialetos em perigo,
permitindo aos pesquisadores documentar essas
línguas, mas também motivando os falantes a
apreciarem sua própria herança linguística. Ao
mesmo tempo, criando um monumento
permanente de sua língua, pode ajudar os falantes
a alcançar o reconhecimento de sua identidade
por pessoas fora de sua comunidade linguística”,
diz Sitaridou, em comunicado.
Nos últimos 150 anos, apenas quatro
pesquisadores de campo coletaram dados sobre
romeyka em Trabzon. Sitaridou se envolveu com
as comunidades locais, principalmente as
mulheres, produzindo conteúdo de áudio e vídeo.
Ela descobriu que esse dialeto descende do grego
helenístico, e não do grego medieval,
influenciando na formação linguística atual.
O que é a língua romeyka?
O romeyka é uma variedade milenar do grego. É
considerada pelos especialistas “uma mina de
ouro linguística” e uma ponte viva para o mundo
antigo. Ainda hoje, existe uma resistência dos
falantes de romeyka em identificá-la como uma
de suas línguas, porque os nacionalistas turcos
não consideram falar grego parte dos
fundamentos de pertencimento nacional. Para os
gregos, as outras variedades da língua são
consideradas “contaminadas” para a ideologia de
uma única língua grega falada desde a
antiguidade.
“Quando os falantes podem falar suas línguas
maternas, eles se sentem ‘vistos’ e, assim, se
sentem mais conectados ao resto da sociedade;
por outro lado, não falar as línguas hereditárias
ou minoritárias cria uma forma de trauma que, na
verdade, mina a integração que a assimilação
linguística se orgulha de alcançar”, afirma
Sitaridou.
Revista Superinteressante. Adaptado. Disponível
em
<https://revistagalileu.globo.com/cultura/noticia/2024/04/como-cientistas-pretendem-salvar-antigo-dialeto-grego-da-extincao.ghtml>
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Questão presente nas seguintes provas
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Como cientistas pretendem salvar antigo
dialeto grego da extinção
A língua grega milenar romeyka está em vias de
desaparecer. Para tentar salvá-la, Ioanna
Sitaridou, professora da Universidade de
Cambridge, na Inglaterra, lançou a plataforma
Crowdsourcing Romeyka, traduzida para três
idiomas e que permite downloads gratuitos de
áudios do dialeto. O portal pretende ser uma
ferramenta colaborativa para proporcionar a
produção de conteúdo linguístico baseado no uso
diário da oralidade em comunidade, além do
ambiente acadêmico. O projeto faz parte da
Década Internacional das Línguas Indígenas da
ONU (2022-32), com o objetivo de chamar a
atenção para a preservação linguística.
Romeyka não possui um sistema de escrita e foi
transmitida apenas oralmente entre as gerações
até hoje. Os pesquisadores acreditam que há
apenas alguns milhares de falantes nativos
restantes na região de Trabzon, na Turquia. No
entanto, o dialeto está gradualmente se perdendo
sobretudo devido à ausência de mecanismos de
apoio para facilitar a transmissão intergeracional,
ao estigma sociocultural e à migração. Sem
contar que a maioria dos falantes nativos em
Trabzon tem mais de 65 anos.
“A colaboração de fala é uma nova ferramenta
que ajuda os falantes a construir um repositório
de dados falados para seus dialetos em perigo,
permitindo aos pesquisadores documentar essas
línguas, mas também motivando os falantes a
apreciarem sua própria herança linguística. Ao
mesmo tempo, criando um monumento
permanente de sua língua, pode ajudar os falantes
a alcançar o reconhecimento de sua identidade
por pessoas fora de sua comunidade linguística”,
diz Sitaridou, em comunicado.
Nos últimos 150 anos, apenas quatro
pesquisadores de campo coletaram dados sobre
romeyka em Trabzon. Sitaridou se envolveu com
as comunidades locais, principalmente as
mulheres, produzindo conteúdo de áudio e vídeo.
Ela descobriu que esse dialeto descende do grego
helenístico, e não do grego medieval,
influenciando na formação linguística atual.
O que é a língua romeyka?
O romeyka é uma variedade milenar do grego. É
considerada pelos especialistas “uma mina de
ouro linguística” e uma ponte viva para o mundo
antigo. Ainda hoje, existe uma resistência dos
falantes de romeyka em identificá-la como uma
de suas línguas, porque os nacionalistas turcos
não consideram falar grego parte dos
fundamentos de pertencimento nacional. Para os
gregos, as outras variedades da língua são
consideradas “contaminadas” para a ideologia de
uma única língua grega falada desde a
antiguidade.
“Quando os falantes podem falar suas línguas
maternas, eles se sentem ‘vistos’ e, assim, se
sentem mais conectados ao resto da sociedade;
por outro lado, não falar as línguas hereditárias
ou minoritárias cria uma forma de trauma que, na
verdade, mina a integração que a assimilação
linguística se orgulha de alcançar”, afirma
Sitaridou.
Revista Superinteressante. Adaptado. Disponível
em
<https://revistagalileu.globo.com/cultura/noticia/2024/04/como-cientistas-pretendem-salvar-antigo-dialeto-grego-da-extincao.ghtml>
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