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Foram encontradas 160 questões.

4035718 Ano: 2026
Disciplina: Redação Oficial
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Americana-SP
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Assinale a alternativa cujo enunciado se encontra totalmente correto em relação ao emprego das formas de tratamento, de acordo com a redação técnica oficial.
 

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4035717 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Americana-SP
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Enunciado 4967057-1

BECK, Alexandre. Tiras de Armandinho. Disponível em https://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/27431-tiras-de-armandinho

Os termos destacados em “somos feitos de átomos” e “somos feitos de histórias”, empregados na tirinha acima, possuem função de:

 

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4035716 Ano: 2026
Disciplina: Redação Oficial
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Americana-SP
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Assinale a alternativa que apresenta o nome do documento técnico da redação oficial cujo objetivo é expor a análise de um caso, fazendo parte de um processo para o qual aponta uma solução favorável ou contrária, justificando a mesma através de dispositivos legais e informações.
 

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4035715 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Americana-SP
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Assinale a alternativa em que o elemento destacado indica uma qualidade circunstancial de um ser, e não uma qualidade própria do mesmo.
 

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4035714 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Americana-SP
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Assinale a alternativa em que o sentido do termo destacado remete ao enunciado completo, e não apenas a uma parte dele.
 

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4035713 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Americana-SP
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Assinale a alternativa em que todas as palavras atendem às normas vigentes de grafia em Língua Portuguesa.
 

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4035712 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Americana-SP
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“Qual a diferença entre surfar na net e ler um bom livro? Surfar é cheio de luzes, sons, citações, imagens e emoções fortes; ler é linear, abre contexto, requer disciplina.” (Mark Carpenter)

Assinale a alternativa que apresenta a figura de linguagem sob a qual é empregada a palavra destacada no pensamento acima.

 

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4035711 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Americana-SP
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Leia o texto a seguir para responder à questão.

Meu ideal seria escrever...


Meu ideal seria escrever uma história tão engraçada que aquela moça que está doente naquela casa cinzenta quando lesse minha história no jornal risse, risse tanto que chegasse a chorar e dissesse – “ai meu Deus, que história mais engraçada!” E então a contasse para a cozinheira e telefonasse para duas ou três amigas para contar a história; e todos a quem ela contasse rissem muito e ficassem alegremente espantados de vê-la tão alegre. Ah, que minha história fosse como um raio de sol, irresistivelmente louro, quente, vivo, em sua vida de moça reclusa, enlutada, doente. Que ela mesma ficasse admirada ouvindo o próprio riso, e depois repetisse para si própria – “mas essa história é mesmo muito engraçada!”

Que um casal que estivesse em casa malhumorado, o marido bastante aborrecido com a mulher, a mulher bastante irritada com o marido, que esse casal também fosse atingido pela minha história. O marido a leria e começaria a rir, o que aumentaria a irritação da mulher. Mas depois que esta, apesar de sua má vontade, tomasse conhecimento da história, ela também risse muito, e ficassem os dois rindo sem poder olhar um para a cara do outro sem rir mais; e que um, ouvindo aquele riso do outro, se lembrasse do alegre tempo de namoro, e reencontrassem os dois a alegria perdida de estarem juntos.

Que nas cadeias, nos hospitais, em todas as salas de espera a minha história chegasse – e tão fascinante de graça, tão irresistível, tão colorida e tão pura que todos limpassem seu coração com lágrimas de alegria; que o comissário do distrito, depois de ler minha história, mandasse soltar aqueles bêbados e também aquelas pobres mulheres colhidas na calçada e lhes dissesse – “por favor, se comportem, que diabo! eu não gosto de prender ninguém!” E que assim todos tratassem melhor seus empregados, seus dependentes e seus semelhantes em alegre e espontânea homenagem à minha história. (...)

E eu esconderia completamente a humilde verdade: que eu inventei toda a minha história em um só segundo, quando pensei na tristeza daquela moça que está doente, que sempre está doente e sempre está de luto e sozinha naquela pequena casa cinzenta de meu bairro.

BRAGA, Rubem. Meu ideal seria escrever... Portal da Crônica Brasileira. Disponível em

“E que assim todos tratassem melhor seus empregados (...) em alegre e espontânea homenagem à minha história.”

A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:

 

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4035710 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Americana-SP
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Leia o texto a seguir para responder à questão.

Meu ideal seria escrever...


Meu ideal seria escrever uma história tão engraçada que aquela moça que está doente naquela casa cinzenta quando lesse minha história no jornal risse, risse tanto que chegasse a chorar e dissesse – “ai meu Deus, que história mais engraçada!” E então a contasse para a cozinheira e telefonasse para duas ou três amigas para contar a história; e todos a quem ela contasse rissem muito e ficassem alegremente espantados de vê-la tão alegre. Ah, que minha história fosse como um raio de sol, irresistivelmente louro, quente, vivo, em sua vida de moça reclusa, enlutada, doente. Que ela mesma ficasse admirada ouvindo o próprio riso, e depois repetisse para si própria – “mas essa história é mesmo muito engraçada!”

Que um casal que estivesse em casa malhumorado, o marido bastante aborrecido com a mulher, a mulher bastante irritada com o marido, que esse casal também fosse atingido pela minha história. O marido a leria e começaria a rir, o que aumentaria a irritação da mulher. Mas depois que esta, apesar de sua má vontade, tomasse conhecimento da história, ela também risse muito, e ficassem os dois rindo sem poder olhar um para a cara do outro sem rir mais; e que um, ouvindo aquele riso do outro, se lembrasse do alegre tempo de namoro, e reencontrassem os dois a alegria perdida de estarem juntos.

Que nas cadeias, nos hospitais, em todas as salas de espera a minha história chegasse – e tão fascinante de graça, tão irresistível, tão colorida e tão pura que todos limpassem seu coração com lágrimas de alegria; que o comissário do distrito, depois de ler minha história, mandasse soltar aqueles bêbados e também aquelas pobres mulheres colhidas na calçada e lhes dissesse – “por favor, se comportem, que diabo! eu não gosto de prender ninguém!” E que assim todos tratassem melhor seus empregados, seus dependentes e seus semelhantes em alegre e espontânea homenagem à minha história. (...)

E eu esconderia completamente a humilde verdade: que eu inventei toda a minha história em um só segundo, quando pensei na tristeza daquela moça que está doente, que sempre está doente e sempre está de luto e sozinha naquela pequena casa cinzenta de meu bairro.

BRAGA, Rubem. Meu ideal seria escrever... Portal da Crônica Brasileira. Disponível em

“Meu ideal seria escrever uma história tão engraçada que aquela moça quando lesse minha história no jornal risse, risse tanto que chegasse a chorar”

A oração destacada no período acima possui o sentido de:

 

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4035709 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Americana-SP
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Leia o texto a seguir para responder à questão.

Meu ideal seria escrever...


Meu ideal seria escrever uma história tão engraçada que aquela moça que está doente naquela casa cinzenta quando lesse minha história no jornal risse, risse tanto que chegasse a chorar e dissesse – “ai meu Deus, que história mais engraçada!” E então a contasse para a cozinheira e telefonasse para duas ou três amigas para contar a história; e todos a quem ela contasse rissem muito e ficassem alegremente espantados de vê-la tão alegre. Ah, que minha história fosse como um raio de sol, irresistivelmente louro, quente, vivo, em sua vida de moça reclusa, enlutada, doente. Que ela mesma ficasse admirada ouvindo o próprio riso, e depois repetisse para si própria – “mas essa história é mesmo muito engraçada!”

Que um casal que estivesse em casa malhumorado, o marido bastante aborrecido com a mulher, a mulher bastante irritada com o marido, que esse casal também fosse atingido pela minha história. O marido a leria e começaria a rir, o que aumentaria a irritação da mulher. Mas depois que esta, apesar de sua má vontade, tomasse conhecimento da história, ela também risse muito, e ficassem os dois rindo sem poder olhar um para a cara do outro sem rir mais; e que um, ouvindo aquele riso do outro, se lembrasse do alegre tempo de namoro, e reencontrassem os dois a alegria perdida de estarem juntos.

Que nas cadeias, nos hospitais, em todas as salas de espera a minha história chegasse – e tão fascinante de graça, tão irresistível, tão colorida e tão pura que todos limpassem seu coração com lágrimas de alegria; que o comissário do distrito, depois de ler minha história, mandasse soltar aqueles bêbados e também aquelas pobres mulheres colhidas na calçada e lhes dissesse – “por favor, se comportem, que diabo! eu não gosto de prender ninguém!” E que assim todos tratassem melhor seus empregados, seus dependentes e seus semelhantes em alegre e espontânea homenagem à minha história. (...)

E eu esconderia completamente a humilde verdade: que eu inventei toda a minha história em um só segundo, quando pensei na tristeza daquela moça que está doente, que sempre está doente e sempre está de luto e sozinha naquela pequena casa cinzenta de meu bairro.

BRAGA, Rubem. Meu ideal seria escrever... Portal da Crônica Brasileira. Disponível em

Em relação ao texto “Meu ideal seria escrever...”, é correto afirmar que o autor desenvolve um(a):
 

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