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Foram encontradas 175 questões.

1656953 Ano: 2019
Disciplina: Psicologia
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ananindeua-PA
Ana tinha 8 anos no início do processo terapêutico e estava matriculada no 3º ano do ensino fundamental em uma escola particular da cidade de Castanhal. Os pais buscaram acompanhamento psicológico em decorrência do medos da filha, os quais consideram desproporcionais. Descreveram que a criança tinha medos diversos, entre eles de aranha e de borboleta. Além disso, resistia separar-se dois pais inclusive dentro de casa, solicitando constantemente sua presença. O processo diagnóstico evoluiu, englobando entrevista inicial com os pais e sessões de observação direta da criança. Os pais descreveram Ana como uma menina que sempre foi tímida, com dificuldade de se aproximar de outras crianças, apesar de demonstrar satisfação durante as interações com coetâneos. Antes de buscarem a terapia, os pais tentaram convencê-la de que os medos eram irreais e também ameaçaram de levá-la ao médico, caso mantivesse queixas excessivas de medo. Contudo, nenhuma dessas tentativas foi bem-sucedida. Diante da queixa de medo, os pais se dirigiam até a criança e ficavam conversando com ela por um grande período. Como parte primordial da intervenção de abordagem analítico comportamental, a avaliação teve como um dos objetivos a coleta de dados para formulação de análises funcionais.
Considerando as características descritas e uma possível análise funcional do caso, marque a afirmativa correta:
 

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1654961 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ananindeua-PA

Leia o texto e responda o que se pede no comando da questão.

Estás desempregado? Teu amor sumiu? Calma: sempre pode pintar uma jamanta na esquina.

Tenho um amigo cujo nome, por muitas razões, não posso dizer, conhecido como o mais dark. Dark no visual, dark nas emoções, dark nas palavras: darkésimo. Não nos conhecemos há muito tempo, mais imagino que, quando ainda não havia darks, ele já era dark. Do alto de sua darkice futurista, devia olhar com sobreano desprezo para aquela extensa legião de paz e amor, trocando flores, vestida de branco e cheia de esperança.

Pode parecer ilógico,mas o mais dark dos meus amigos é também uma das pessoas mais engraçadas que conheço. Rio sem parar do humor dele - humor dark, claro. Outro dia esperávamos um levador, exaustos no fim da tarde, quando de repente ele revirou os olhos, encostou a cabeça na parede, suspirou bem fundo e soltou esta: - "Ai, meu Deus, minha única esperança é que uma jamanta passe por cima de mim..." - Descemos o elevador rindo feito hienas.

Devíamos ter ido embora, mas foi num daqueles dias gelados, propícios aos conhaques e às abobrinhas.

Tomamos um conhaque no bar. E imaginamos um história assim: você anda só, cheio de tristeza, desamado, duro, sem fé nem futuro. Ai você liga para o jamanta Express e pede: - "Por favor, preciso de uma jamanta às 20h15, na esquina da rua tal com tal. O cheque vai estar no bolso esquerdo da calça". Às 20h14, na tal esquina (uma ótima é a Franca com a Haddock Lobo, que tem aquela descidona), você olha para a esquina de cima. E lá está - maravilha! - parada um enorme jamanta reluzente, soltando fogo pelas ventas que nem dragão de história infantil. O motorista espia pela janela, olha para você e levanta o polegar. Você levanta o polegar: tudo bem. E começa a atravessa a rua. A jamanta arranca a mil, pneus guinchando no asfalto. Pronto: acabou. Um fio de sangue escorrendo pelo queixo, a vítima geme suas últimas palavras: - "Morro feliz. Era tudo que eu queria...".

Dia seguinte, meu amigo dark contou: - "Tive um sonho lindo. Imagina só, uma jamanta toda dourada...". Rimos até ficar com dor de barriga. E eu lembrei dum poema antigo de Drummond. Aquele "Consolo na praia", sabe qual? "Vamos não chores/A infância está perdida/ A mocidade está perdida / Mas a vida não se perdeu" - ele começa, antes de enumerar as perdas irreparáveis: perdeste o amigo, perdeste o amor, não tens nada além de mágoa e solidão. E quando o desejo da jamanta ameaça invadir o poema - Drummond, o Carlos, pergunta: "Mas, e o humor?" Porque esse talvez seja o único remédio quando ameaça doer demais: invente uma boa abobrinha e ria, feito louco, feito idiota, ria até que o que parece trágico perca o sentido e fique tão ridículo que só sobra mesmo a vontade de dar uma boa gargalhada. Dark, qual o problema?

Deus é naja - descobrimos outro dia.

O mais Dark dos meus amigos tem esse poder, esse condão. E isso que ele anda numa fase problemática. Problemas darks, evidentemente. Naja ou não, Deus (ou Diabo?) guarde sua capacidade de rir descontroladamente de tudo. Eu às vezes, só as vezes, também consigo.

Ultimamente, quase não. Porque também me acontece como pode estar acontecendo a você que quem sabe me lê agora - de achar que tudo isso talvez não tenha a menor graça. Pode ser: Deus é naja, nunca esqueça, baby.

Segure seu humor. Seguro o meu, mesmo dark: vou dormir profundamente e sonhar com uma linda e fatal jamanta. A mil por hora.

Fonte: ABREU, Caio Fernando. As Cem Melhores Crônicas Brasileiras.

Solução que o cronista retira do poema de Drummond para continuar vivendo é:

 

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Complete as lacunas do texto art. 90-A, previsto na Subseção VIII do Capítulo 3, que trata das vantagens, assim disposto: "A gratificação por é a retribuição pecuniária mensal destinada aos ocupantes dos cargos que, por sua natureza, exijam a prestação do serviço ."
 

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Leia o texto e responda o que se pede no comando das questões.
Se eu fosse um homem branco, hétero, magro, europeu, católico.
Ás vezes - muitas vezes - me flagro pensando que a vida seria mais fácil se eu tivesse nascido homem.
Não que eu ache que a vida de um homem seja mais fácil. Mas, se eu fosse homem, eu sentiria, simplesmente, que devo menos ao mundo.
Haveria menos fiscalização sobre meu corpo, sobre minha vida afetiva, sobre minha roupa, sobre meus planos. Haveria sim, mas haveria menos.
E eu poderia andar à noite com nenos medo, poderia ser avaliada no trabalho somente pela minha competência, poderia me sentir um pouco mais dona de mim mesma.
Mas, para a vida ser mais fácil, não bastaria só ser homem. Eu teria que ser um homem hétero.
Porque se eu fosse um homem que amasse outro homem, talvez o medo de andar na rua à noite persistisse. E o medo de não ser aceito numa entrevista de trabalho também.
E se eu fosse um homem que amasse outro homem, talvez eu tivesse que continuar fingindo, tantas vezes, ser o que não sou, por saber o que sou não é o que acham que eu deveria ser.
Talvez a vida fosse mais fácil se eu fosse um homem hétero. Mas ainda assim não bastaria.
Eu continuaria sendo julgado pelo meu corpo, como sou como mulher. Fiscalizaram meu prato. Condenariam meu comportamento, certos de que minha condição física, além de condenável, era uma simples opção.
Homem. Heterossexual. Magro. Sim. A vida já estaria mais fácil. Mas não bastaria.
De que adiantaria tudo isso, se, ao chegar nos EUA, eu fosse latino-americano? Ou, ao chegar na Europa, eu fosse africano? Os olhares dos policiais na migração "pode ser traficante", "vai tentar de forma ilegal", deve ter vindo trabalhar sem autorização". Seria como o olhar de "será que ela vem para se prostituir?"
Não. Não funciona.
A vida seria mais fácil se eu fosse um homem, heterossexual, magro, europeu. Mas não de qualquer parte da Europa. A Alemanha não me abraçaria se eu fosse romeno. A Inglaterra não me desejaria se eu fosse bósnio. A França não me admitiria se eu fosse português.
Pois bem. Homem, hétero, magro e um"bom" europeu.
Mais não bastaria.
De que me adiantaria tudo isso, ainda que nascido na França, mas tendo pais negros, pele negra, origens negras? Me aceitariam em qualquer emprego? Me olhariam tranquilamente enquanto circulo no comércio? Me indicariam ao Oscar? Não, minha vida não seria fácil.
Seria preciso ser homem. Ser hétero. Ser magro. Ser um "bom" europeu. Ser branco. Talvez assim a vida caminhasse melhor.
Mas não eu usasse um turbante. Ou um kipá. Nem se eu carregasse minha estrela de Davi no pescoço. Era preciso, além de tudo, ser cristão e de preferência católico.
Homem. Heterossexual. Magro. Europeu. Branco. Católico.
Talvez. Talvez assim a minha vida começasse do zero, e não do negativo. Talvez assim, eu pudesse lidar só com os problemas da vida - doença, falta de grana, desamores, desemprego, mortes na família. Talvez assim, eu tivesse só as preocupações que a gente deveria ter na vida, sem esses "pequenos" bônus de medo e de constrangimento.
Eu não nasci homem. Nasci mulher, latino-americana. Poderia ter nascido negra. Poderia me descobrir homossexual.Posso me tornar obesa. Nenhuma vida é fácil. Sobretudo, nenhuma vida é fácil num mundo que criou tantas regras de merda.
É privilégio ser homem? Ser homem? ser hétero? ser magro? ser europeu? ser branco? alguém é culpado por ser ou não ser? alguém vilão ou mocinho por ser o que é?
Claro que não. Mas é preciso-talvez indispensável - não perder de vista a complexidade da vida daqueles que nos cercam. É preciso parar de insistir em olhar tão insistentemente somente para os problemas e ter um mínimo de empatia. E perceber que quanto menos entraves há na nossa vida, maior é o nosso dever moral de fazer algo para derrubar os obstáculos que impedem os outros de viver normalmente. É preciso em alguma medida, fazer o mínimo que nos cabe para ajudar a desconstruir esse lixo de estrutura na qual estamos inseridos.
Fonte: MANIS, Ruth. Um dia ainda vamos rir de tudo isto.
O fragmento textual que atesta a presença de gordofobia no cotidiano é:
 

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"MP autoriza contratação de banco oficial para gerir fundo de multas ambientais.".
(Fonte:https://www.oliberal.com/politica/mp-autoriza-contratacao-de-banco-oficial-para-gerir-fundo-de-multas-ambientais-1.204353).
Os recursos desse fundo devem ser destinados;
I - ao custeio de serviços de preservação.
II - à melhoria e recuperação da qualidade do meio ambiente;
III - ao sustento das tribos indígenas.
Após a leitura das afirmações, pode-se afirmar que:
 

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Uma foto com dimensões 12cm de largura por 20cm de altura será ampliada para ter uma altura de 45cm. Qual será a dimensão da largura?
 

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Leia o texto e responda o que se pede no comando das questões.

Se eu fosse um homem branco, hétero, magro, europeu, católico.

Ás vezes - muitas vezes - me flagro pensando que a vida seria mais fácil se eu tivesse nascido homem.

Não que eu ache que a vida de um homem seja mais fácil. Mas, se eu fosse homem, eu sentiria, simplesmente, que devo menos ao mundo.

Haveria menos fiscalização sobre meu corpo, sobre minha vida afetiva, sobre minha roupa, sobre meus planos. Haveria sim, mas haveria menos.

E eu poderia andar à noite com nenos medo, poderia ser avaliada no trabalho somente pela minha competência, poderia me sentir um pouco mais dona de mim mesma.

Mas, para a vida ser mais fácil, não bastaria só ser homem. Eu teria que ser um homem hétero.

Porque se eu fosse um homem que amasse outro homem, talvez o medo de andar na rua à noite persistisse. E o medo de não ser aceito numa entrevista de trabalho também.

E se eu fosse um homem que amasse outro homem, talvez eu tivesse que continuar fingindo, tantas vezes, ser o que não sou, por saber o que sou não é o que acham que eu deveria ser.

Talvez a vida fosse mais fácil se eu fosse um homem hétero. Mas ainda assim não bastaria.

Eu continuaria sendo julgado pelo meu corpo, como sou como mulher. Fiscalizaram meu prato. Condenariam meu comportamento, certos de que minha condição física, além de condenável, era uma simples opção.

Homem. Heterossexual. Magro. Sim. A vida já estaria mais fácil. Mas não bastaria.

De que adiantaria tudo isso, se, ao chegar nos EUA, eu fosse latino-americano? Ou, ao chegar na Europa, eu fosse africano? Os olhares dos policiais na migração "pode ser traficante", "vai tentar de forma ilegal", deve ter vindo trabalhar sem autorização". Seria como o olhar de "será que ela vem para se prostituir?"

Não. Não funciona.

A vida seria mais fácil se eu fosse um homem, heterossexual, magro, europeu. Mas não de qualquer parte da Europa. A Alemanha não me abraçaria se eu fosse romeno. A Inglaterra não me desejaria se eu fosse bósnio. A França não me admitiria se eu fosse português.

Pois bem. Homem, hétero, magro e um"bom" europeu.

Mais não bastaria.

De que me adiantaria tudo isso, ainda que nascido na França, mas tendo pais negros, pele negra, origens negras? Me aceitariam em qualquer emprego? Me olhariam tranquilamente enquanto circulo no comércio? Me indicariam ao Oscar? Não, minha vida não seria fácil.

Seria preciso ser homem. Ser hétero. Ser magro. Ser um "bom" europeu. Ser branco. Talvez assim a vida caminhasse melhor.

Mas não eu usasse um turbante. Ou um kipá. Nem se eu carregasse minha estrela de Davi no pescoço. Era preciso, além de tudo, ser cristão e de preferência católico.

Homem. Heterossexual. Magro. Europeu. Branco. Católico.

Talvez. Talvez assim a minha vida começasse do zero, e não do negativo. Talvez assim, eu pudesse lidar só com os problemas da vida - doença, falta de grana, desamores, desemprego, mortes na família. Talvez assim, eu tivesse só as preocupações que a gente deveria ter na vida, sem esses "pequenos" bônus de medo e de constrangimento.

Eu não nasci homem. Nasci mulher, latino-americana. Poderia ter nascido negra. Poderia me descobrir homossexual.Posso me tornar obesa. Nenhuma vida é fácil. Sobretudo, nenhuma vida é fácil num mundo que criou tantas regras de merda.

É privilégio ser homem? Ser homem? ser hétero? ser magro? ser europeu? ser branco? alguém é culpado por ser ou não ser? alguém vilão ou mocinho por ser o que é?

Claro que não. Mas é preciso-talvez indispensável - não perder de vista a complexidade da vida daqueles que nos cercam. É preciso parar de insistir em olhar tão insistentemente somente para os problemas e ter um mínimo de empatia. E perceber que quanto menos entraves há na nossa vida, maior é o nosso dever moral de fazer algo para derrubar os obstáculos que impedem os outros de viver normalmente. É preciso em alguma medida, fazer o mínimo que nos cabe para ajudar a desconstruir esse lixo de estrutura na qual estamos inseridos.

Fonte: MANIS, Ruth. Um dia ainda vamos rir de tudo isto.

Em "(...) sem esses "pequenos" bônus de medo (...)", o emprego de aspas no adjetivo marca:

 

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Enunciado 1645071-1
Qual o perímetro em metros do canteiro?
 

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No exceto, "(...) algo para derrubar os obstáculos que impedem os outros (...)", a concordância do verbo impedir faz-se com:

 

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1644717 Ano: 2019
Disciplina: Informática
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ananindeua-PA
Sobre o sistema operacional Windows 7, versão português em sua instalação padrão, analise os itens a seguir:
I - Para acessar pastas compartilhadas, as pessoas devem ter obrigatoriamente uma conta de usuário e uma senha.
II - No MS Windows 7, para se trocar rapidamente o usuário no sistema, pode-se aplicar a sequência de teclas de atalho Win+L.
III - O sistema operacional não possui um assistente para configurara de rede doméstica.
Marque a alternativa correta:
 

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