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Foram encontradas 89 questões.

1054897 Ano: 2016
Disciplina: Medicina
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. Andradas-MG
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A terceira bulha cardíaca deve ser considerada anormal depois dos 40 anos de idade por:
I - Condições que aumentam o volume do enchimento ventricular durante a fase inicial da diástase, como na regurgitação mitral. II - Condições que reduzam a complacência ventricular durante a contração mitral, como na cardiopatia isquêmica III - Condições que aumentam a pressão durante a fase inicial da diástole, como na insuficiência cardíaca avançada.
Estão corretas:
 

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1054896 Ano: 2016
Disciplina: Medicina
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. Andradas-MG
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São manifestações clínicas da enxaqueca, com ou sem aura:
I - Hiperatividade e depressão. II - Euforia branda e ânsia por determinados alimentos. III - Letargia, retenção hídrica e bocejos frequentes.
Estão corretas:
 

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1054895 Ano: 2016
Disciplina: Estatuto do Idoso - Lei 10.741/2003
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. Andradas-MG
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A Lei Federal nº 10.741/2003 (Estatuto do Idoso) versa sobre uma série de direitos garantidos pelo Estado às pessoas com idade igual ou superior a 60 anos. No que diz respeito aos transportes coletivos públicos urbanos e semiurbanos, é assegurado aos idosos a gratuidade do transporte desde que:
 

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1054894 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. Andradas-MG
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Dadas as situações abaixo, indique quantas delas podem ser classificadas como grandezas diretamente proporcionais.
─ Quantidade de alunos de uma sala e a quantidade de professores. ─ Preço pago e o peso pago no quilograma da batata. ─ Velocidade do carro e o tempo da viagem. ─ Salário recebido por um funcionário horista e a quantidade de tempo trabalhado.
 

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1054893 Ano: 2016
Disciplina: Estatística
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. Andradas-MG
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A tabela abaixo apresenta a quantidade de funcionários e o salário correspondentes a um único funcionário do setor.

SETOR FUNCIONÁRIOS SALÁRIO (R$) Escritório 3 2000 Gerência 2 5000 Vendas 6 2300 Fábrica 20 1000

A partir dessas informações e, sabendo que o salário mínimo é de R$ 788,00, se pode afirmar que o salário médio dessa empresa é:
 

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1054892 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. Andradas-MG
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João precisava comprar materiais de construção e foi com uma lista de compras na loja A, obtendo preço de R$ 230,00 com um desconto de 14% para o pagamento a vista. Já na loja B, a mesma lista, saía por R$ 198,00. A partir dessas informações se pode afirmar que:
 

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1054891 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. Andradas-MG
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Para cercar um terreno retangular Pedro dispõe de 24 metros lineares de cerca. Sabendo que um dos lados desse terreno tem 4 metros, qual é a área do terreno a ser cercado?
 

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1054890 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. Andradas-MG
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Eloísa recebe R$ 1.200,00 na empresa onde trabalha. No mês de novembro ela recebeu como primeira parcela do décimo terceiro 1/3 do seu salário. Qual o valor da primeira parcela do décimo terceiro recebido por Eloísa?
 

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1054889 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. Andradas-MG
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Ao contar suas economias do mês, um adolescente notou que possuía quinze moedas de R$0,10, dez moedas de R$0,25, vinte moedas de R$0,50 e quinze moedas de R$1,00. Qual a quantia total contabilizada?
 

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1054888 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. Andradas-MG
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Texto para a questão
RITALINA, UMA PERIGOSA "FACILIDADE" PARA OS PAIS
por Ingrid Matuoka
A busca por soluções fáceis, o diagnóstico equivocado e a incompreensão dos pais acerca da agitação natural das crianças elevaram o Brasil ao posto de segundo maior consumidor de Ritalina do mundo, perdendo apenas para os Estados Unidos.
O dado, do Instituto Brasileiro de Defesa dos Usuários de Medicamentos, é alarmante. Ritalina é o nome comercial do metilfenidato, medicação que promete tratar o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade, ou TDAH, e os principais consumidores da droga tarja preta são crianças e adolescentes.
Segundo a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), de 8% a 12% das crianças no mundo foram diagnosticadas com TDAH, e a suspeita dos pais de que os filhos tenham o transtorno é o principal motivo que os leva aos médicos. Em 2010 foram vendidas 2,1 milhões de caixas de metilfenidato. Em 2013, foram 2,6 milhões.
Para conversar sobre o uso indiscriminado de Ritalina e suas consequências, CartaCapital entrevistou Wagner Ranña, médico psiquiatra com experiência em saúde mental da infância e docente do Sedes Sapietiae, um instituto dedicado à saúde mental, à educação e à filosofia.
CARTACAPITAL: O Brasil é o segundo maior consumidor de Ritalina do mundo. A que se deve isso?
WAGNER RANÑA: No Brasil, a rede voltada para assistência aos problemas de saúde mental da criança e do adolescente é muito precária - o que não é privilégio do Brasil, este problema afeta quase todos os países. As crianças com dificuldades de comportamento, agitadas e irrequietas são vistas como doentes pelos profissionais da psiquiatria biológica e da neurociência, e então eles receitam remédios. Como consequência, temos um número elevadíssimo de crianças recebendo medicação, mas sem se discutir se ela é mesmo necessária ou se é a melhor forma de cuidado.
Na visão do nosso grupo de trabalho no Sedes Sapientiae, que tem um histórico no cuidado com a saúde mental da criança, é preciso tentar entender o sofrimento psíquico e os problemas de comportamento. E não ver isso de pronto como um problema, porque a maioria são só crianças agitadas. E, no mundo da rapidez, ironicamente, elas são colocadas como doentes. Estamos desperdiçando jovens que poderiam ser sujeitos muito ágeis, como atletas e músicos.
CC: Há efeitos colaterais no uso do remédio?
WR: Além de causar dependência, a Ritalina provoca muitos outros efeitos colaterais: as crianças emagrecem, têm insônia, podem ter dor de cabeça e enurese [incontinência urinária]. E, apesar de sua fama, não tenho uma experiência de eficácia da droga, mesmo em casos em que ela deveria ser usada. Percebo que o trabalho de terapia, de orientação e cuidado real com a criança dá muito mais resultado.
Começamos a passar para a criança a cultura de que um comprimido resolve tudo na vida, de que não existe mais solução pelo pensamento, pela conversa, pelo afeto e pela compreensão. O mundo todo é agitado, as pessoas são desatenciosas umas com as outras, e as crianças é que acabam tachadas de hiperativas.
Outra coisa, as crianças falam assim para mim: “eu sou um TDAH” ou “eu sou o da Ritalina”. Elas se colocam nesse lugar de alguém doente, com um déficit. A vida deles vira isso.
Tratar com drogas as crianças agitadas ou com dificuldade de aprendizagem é deixar de questionar o método de ensino, o consenso da escola, e a subjetividade da criança diante do aprendizado. É uma atitude muito imediatista.
CC: E quais são as alternativas ao tratamento com a droga?
WR: Tenho visto muitas crianças que, por trás da agitação, estão submetidas a uma violência, um abuso, ou a uma situação psicopedagógica não adequada. Colocar tudo como sendo um problema do cérebro da criança é muito antiético, é não levar em conta sofrimentos e as necessidades que ela está expressando.
Por exemplo, outro dia atendi uma menina que a mãe dizia ser hiperativa e precisava de Ritalina. Em cinco minutos de conversa descobri que ela tinha vivido uma situação em que o pai tentou matar a mãe. Essa criança estava angustiada, não era hiperatividade.
É claro que cada caso é um caso, há crianças realmente hiperativas e que precisam de um cuidado. Ainda assim existem muitas medicadas de maneira incorreta. E estamos vivendo uma epidemia de transtornos, ou supostos transtornos. Então além dessa medicalização excessiva, há uma falta de projetos terapêuticos para o sofrimento psíquico na infância, que é grande. Isso facilita a medicalização da infância, pois sem equipes treinadas é mais fácil só dar o remédio.
CC: Há quem exagere ou finja sintomas para conseguir a receita?
WR: Sou totalmente contrário o uso de questionários com pontos para o diagnóstico de sofrimento psíquicos [como fazem muitos psiquiatras]. Isso não é ver a criança eticamente. E os adolescentes podem fingir mesmo, porque querem tomar Ritalina para ter um bom desempenho na prova, ter mais energia para estudar.
A Ritalina é uma anfetamina associada a drogas com ação na atividade cerebral. A cocaína e as anfetaminas são consumidas por atletas que querem mais rapidez, pelos executivos que querem ficar acordados para trabalhar mais, pelos motoristas que querem fazer uma viagem e não dormir. É um verdadeiro doping.
In: http://www.cartacapital.com.br/sociedade/ritalina-uma-perigosa-facilidade-para-pais8006.html
A história contada pelo médico psiquiatra – “Por exemplo, outro dia atendi uma menina que a mãe dizia ser hiperativa e precisava de Ritalina. Em cinco minutos de conversa descobri que ela tinha vivido uma situação em que o pai tentou matar a mãe” – tem por finalidade:
 

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