Foram encontradas 25 questões.
Medicamento é toda substância que, introduzida no organismo, vai atender a uma finalidade terapêutica. Nesse contexto assinale a alternativa que apresenta um medicamento de finalidade substitutiva:
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Gerir o cuidado é prover ou disponibilizar tecnologias de Saúde de acordo com as necessidades de cada pessoa ao longo da vida, visando ao seu bem-estar, segurança e autonomia para seguir com uma vida produtiva e feliz.
Considerando as dimensões profissional, organizacional e sistêmica da gestão do cuidado em saúde, assinale a alternativa correta:
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A redução da ocorrência das doenças transmissíveis foi uma das maiores conquistas do progresso humano neste século. Entretanto, em algumas áreas do mundo, principalmente nos países menos desenvolvidos, as doenças transmissíveis continuam a ocorrer, deixando sequelas ou matando grande número de pessoas. Quanto à prevenção das doenças transmissíveis e as ações de enfermagem, assinale a alternativa correta:
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O dispositivo encarregado de armazenar e guardar informações (dados + cálculos) usados pelo processador é denominado:
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No Microsoft Word 2016, em qual guia e qual o nome do grupo, respectivamente, referente à imagem abaixo?

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Para a contratação de uma empresa de seguranças patrimoniais, foram entrevistadas 30 pessoas. Uma das questões solicitadas pelo entrevistador era sobre a experiência na área e em qual período do dia havia sido tal experiência. Eis os dados:
• 22 afirmaram terem tido experiências na área no período da manhã.
• 16 tiveram experiências no período da tarde.
• 14 tiveram no período da noite.
• 12 já trabalharam na área nos períodos da manhã e da tarde.
• 9 já haviam trabalhado no período da manhã e da noite.
• 8 afirmaram terem trabalhado no período da tarde e da noite.
• 5 afirmaram terem tido experiências nos três períodos.
Nessas condições, qual é a razão entre os que nunca tiveram experiências e os entrevistados?
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Observando a sequência

é possível afirmar que o próximo elemento será:
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DAQUI A 25 ANOS
Perguntaram-me uma vez se eu saberia calcular o Brasil daqui a vinte e cinco anos. Nem daqui a vinte e cinco minutos, quanto mais daqui a vinte e cinco anos. Mas a impressão-desejo é a de que num futuro não muito remoto talvez compreendamos que os movimentos caóticos atuais já eram os primeiros passos afinando-se e orquestrando-se para uma situação econômica mais digna de um homem, de uma mulher, de uma criança. E isso porque o povo já tem dado mostras de ter maior maturidade política do que a grande maioria dos políticos, e é quem um dia terminará liderando os líderes. Daqui a vinte e cinco anos o povo terá falado muito mais.
Mas, se não sei prever, posso pelo menos desejar. Posso intensamente desejar que o problema mais urgente se resolva: o da fome. Muitíssimo mais depressa, porém, do que em vinte e cinco anos, porque não há mais tempo de esperar: milhares de homens, mulheres e crianças são verdadeiros moribundos ambulantes que tecnicamente deviam estar internados em hospitais para subnutridos. Tal é a miséria, que se justificaria ser decretado estado de prontidão, como diante de calamidade pública. Só que é pior: a fome é a nossa endemia, já está fazendo parte orgânica do corpo e da alma. E, na maioria das vezes, quando se descrevem as características físicas, morais e mentais de um brasileiro, não se nota que na verdade se estão descrevendo os sintomas físicos, morais e mentais da fome. Os líderes que tiverem como meta a solução econômica do problema da comida serão tão abençoados por nós como, em comparação, o mundo abençoará os que descobrirem a cura do câncer.
Clarice Lispector, no livro “A descoberta do mundo”. Rio de Janeiro:
Rocco, 1999
O livro ‘A descoberta do mundo’, de Clarice Lispector, foi lançado pela primeira vez em 1984, sete anos após a morte da escritora. Na crônica selecionada, a autora aborda uma grave questão social ainda persistente no país. É correto afirmar que se trata da:
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DAQUI A 25 ANOS
Perguntaram-me uma vez se eu saberia calcular o Brasil daqui a vinte e cinco anos. Nem daqui a vinte e cinco minutos, quanto mais daqui a vinte e cinco anos. Mas a impressão-desejo é a de que num futuro não muito remoto talvez compreendamos que os movimentos caóticos atuais já eram os primeiros passos afinando-se e orquestrando-se para uma situação econômica mais digna de um homem, de uma mulher, de uma criança. E isso porque o povo já tem dado mostras de ter maior maturidade política do que a grande maioria dos políticos, e é quem um dia terminará liderando os líderes. Daqui a vinte e cinco anos o povo terá falado muito mais.
Mas, se não sei prever, posso pelo menos desejar. Posso intensamente desejar que o problema mais urgente se resolva: o da fome. Muitíssimo mais depressa, porém, do que em vinte e cinco anos, porque não há mais tempo de esperar: milhares de homens, mulheres e crianças são verdadeiros moribundos ambulantes que tecnicamente deviam estar internados em hospitais para subnutridos. Tal é a miséria, que se justificaria ser decretado estado de prontidão, como diante de calamidade pública. Só que é pior: a fome é a nossa endemia, já está fazendo parte orgânica do corpo e da alma. E, na maioria das vezes, quando se descrevem as características físicas, morais e mentais de um brasileiro, não se nota que na verdade se estão descrevendo os sintomas físicos, morais e mentais da fome. Os líderes que tiverem como meta a solução econômica do problema da comida serão tão abençoados por nós como, em comparação, o mundo abençoará os que descobrirem a cura do câncer.
Clarice Lispector, no livro “A descoberta do mundo”. Rio de Janeiro:
Rocco, 1999
Os dois pontos na passagem “Só que é pior : a fome é a nossa endemia, já está fazendo parte orgânica do corpo e da alma” poderiam ser substituídos, de maneira a explicitar o sentido do fragmento, por:
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DAQUI A 25 ANOS
Perguntaram-me uma vez se eu saberia calcular o Brasil daqui a vinte e cinco anos. Nem daqui a vinte e cinco minutos, quanto mais daqui a vinte e cinco anos. Mas a impressão-desejo é a de que num futuro não muito remoto talvez compreendamos que os movimentos caóticos atuais já eram os primeiros passos afinando-se e orquestrando-se para uma situação econômica mais digna de um homem, de uma mulher, de uma criança. E isso porque o povo já tem dado mostras de ter maior maturidade política do que a grande maioria dos políticos, e é quem um dia terminará liderando os líderes. Daqui a vinte e cinco anos o povo terá falado muito mais.
Mas, se não sei prever, posso pelo menos desejar. Posso intensamente desejar que o problema mais urgente se resolva: o da fome. Muitíssimo mais depressa, porém, do que em vinte e cinco anos, porque não há mais tempo de esperar: milhares de homens, mulheres e crianças são verdadeiros moribundos ambulantes que tecnicamente deviam estar internados em hospitais para subnutridos. Tal é a miséria, que se justificaria ser decretado estado de prontidão, como diante de calamidade pública. Só que é pior: a fome é a nossa endemia, já está fazendo parte orgânica do corpo e da alma. E, na maioria das vezes, quando se descrevem as características físicas, morais e mentais de um brasileiro, não se nota que na verdade se estão descrevendo os sintomas físicos, morais e mentais da fome. Os líderes que tiverem como meta a solução econômica do problema da comida serão tão abençoados por nós como, em comparação, o mundo abençoará os que descobrirem a cura do câncer.
Clarice Lispector, no livro “A descoberta do mundo”. Rio de Janeiro:
Rocco, 1999
O termo em destaque no fragmento “Tal é a miséria, que se justificaria ser decretado estado de prontidão, como diante de calamidade pública” traz consigo ideia de:
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