Foram encontradas 25 questões.
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. Andradas-MG
Sobre o arroz irrigado, a Embrapa relata que o fator mais limitante da cultura é a incidência de doenças. Sobre essas doenças, a que é favorecida pelas condições climáticas predominantes na região e pelo manejo deficiente da água de irrigação em diversas áreas de cultivo, responsável por consideráveis perdas na produção e na qualidade dos grãos, denomina-se:
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Todos os teclados Microsoft são equipados para executar atalhos no Windows e em outros aplicativos da Microsoft, como exemplo. Ao editar um texto no Word, caso o usuário execute uma ação equivocadamente, para desfaze-la utilizando apenas as teclas de atalho, deverá apertar:
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“Se estou tomando café da manhã, então dormi bem” é o mesmo que afirmar que:
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O dispositivo encarregado de armazenar e guardar informações (dados + cálculos) usados pelo processador é denominado:
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No Microsoft Word 2016, em qual guia e qual o nome do grupo, respectivamente, referente à imagem abaixo?

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Para a contratação de uma empresa de seguranças patrimoniais, foram entrevistadas 30 pessoas. Uma das questões solicitadas pelo entrevistador era sobre a experiência na área e em qual período do dia havia sido tal experiência. Eis os dados:
• 22 afirmaram terem tido experiências na área no período da manhã.
• 16 tiveram experiências no período da tarde.
• 14 tiveram no período da noite.
• 12 já trabalharam na área nos períodos da manhã e da tarde.
• 9 já haviam trabalhado no período da manhã e da noite.
• 8 afirmaram terem trabalhado no período da tarde e da noite.
• 5 afirmaram terem tido experiências nos três períodos.
Nessas condições, qual é a razão entre os que nunca tiveram experiências e os entrevistados?
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Observando a sequência

é possível afirmar que o próximo elemento será:
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DAQUI A 25 ANOS
Perguntaram-me uma vez se eu saberia calcular o Brasil daqui a vinte e cinco anos. Nem daqui a vinte e cinco minutos, quanto mais daqui a vinte e cinco anos. Mas a impressão-desejo é a de que num futuro não muito remoto talvez compreendamos que os movimentos caóticos atuais já eram os primeiros passos afinando-se e orquestrando-se para uma situação econômica mais digna de um homem, de uma mulher, de uma criança. E isso porque o povo já tem dado mostras de ter maior maturidade política do que a grande maioria dos políticos, e é quem um dia terminará liderando os líderes. Daqui a vinte e cinco anos o povo terá falado muito mais.
Mas, se não sei prever, posso pelo menos desejar. Posso intensamente desejar que o problema mais urgente se resolva: o da fome. Muitíssimo mais depressa, porém, do que em vinte e cinco anos, porque não há mais tempo de esperar: milhares de homens, mulheres e crianças são verdadeiros moribundos ambulantes que tecnicamente deviam estar internados em hospitais para subnutridos. Tal é a miséria, que se justificaria ser decretado estado de prontidão, como diante de calamidade pública. Só que é pior: a fome é a nossa endemia, já está fazendo parte orgânica do corpo e da alma. E, na maioria das vezes, quando se descrevem as características físicas, morais e mentais de um brasileiro, não se nota que na verdade se estão descrevendo os sintomas físicos, morais e mentais da fome. Os líderes que tiverem como meta a solução econômica do problema da comida serão tão abençoados por nós como, em comparação, o mundo abençoará os que descobrirem a cura do câncer.
Clarice Lispector, no livro “A descoberta do mundo”. Rio de Janeiro:
Rocco, 1999
O livro ‘A descoberta do mundo’, de Clarice Lispector, foi lançado pela primeira vez em 1984, sete anos após a morte da escritora. Na crônica selecionada, a autora aborda uma grave questão social ainda persistente no país. É correto afirmar que se trata da:
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DAQUI A 25 ANOS
Perguntaram-me uma vez se eu saberia calcular o Brasil daqui a vinte e cinco anos. Nem daqui a vinte e cinco minutos, quanto mais daqui a vinte e cinco anos. Mas a impressão-desejo é a de que num futuro não muito remoto talvez compreendamos que os movimentos caóticos atuais já eram os primeiros passos afinando-se e orquestrando-se para uma situação econômica mais digna de um homem, de uma mulher, de uma criança. E isso porque o povo já tem dado mostras de ter maior maturidade política do que a grande maioria dos políticos, e é quem um dia terminará liderando os líderes. Daqui a vinte e cinco anos o povo terá falado muito mais.
Mas, se não sei prever, posso pelo menos desejar. Posso intensamente desejar que o problema mais urgente se resolva: o da fome. Muitíssimo mais depressa, porém, do que em vinte e cinco anos, porque não há mais tempo de esperar: milhares de homens, mulheres e crianças são verdadeiros moribundos ambulantes que tecnicamente deviam estar internados em hospitais para subnutridos. Tal é a miséria, que se justificaria ser decretado estado de prontidão, como diante de calamidade pública. Só que é pior: a fome é a nossa endemia, já está fazendo parte orgânica do corpo e da alma. E, na maioria das vezes, quando se descrevem as características físicas, morais e mentais de um brasileiro, não se nota que na verdade se estão descrevendo os sintomas físicos, morais e mentais da fome. Os líderes que tiverem como meta a solução econômica do problema da comida serão tão abençoados por nós como, em comparação, o mundo abençoará os que descobrirem a cura do câncer.
Clarice Lispector, no livro “A descoberta do mundo”. Rio de Janeiro:
Rocco, 1999
Os dois pontos na passagem “Só que é pior : a fome é a nossa endemia, já está fazendo parte orgânica do corpo e da alma” poderiam ser substituídos, de maneira a explicitar o sentido do fragmento, por:
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DAQUI A 25 ANOS
Perguntaram-me uma vez se eu saberia calcular o Brasil daqui a vinte e cinco anos. Nem daqui a vinte e cinco minutos, quanto mais daqui a vinte e cinco anos. Mas a impressão-desejo é a de que num futuro não muito remoto talvez compreendamos que os movimentos caóticos atuais já eram os primeiros passos afinando-se e orquestrando-se para uma situação econômica mais digna de um homem, de uma mulher, de uma criança. E isso porque o povo já tem dado mostras de ter maior maturidade política do que a grande maioria dos políticos, e é quem um dia terminará liderando os líderes. Daqui a vinte e cinco anos o povo terá falado muito mais.
Mas, se não sei prever, posso pelo menos desejar. Posso intensamente desejar que o problema mais urgente se resolva: o da fome. Muitíssimo mais depressa, porém, do que em vinte e cinco anos, porque não há mais tempo de esperar: milhares de homens, mulheres e crianças são verdadeiros moribundos ambulantes que tecnicamente deviam estar internados em hospitais para subnutridos. Tal é a miséria, que se justificaria ser decretado estado de prontidão, como diante de calamidade pública. Só que é pior: a fome é a nossa endemia, já está fazendo parte orgânica do corpo e da alma. E, na maioria das vezes, quando se descrevem as características físicas, morais e mentais de um brasileiro, não se nota que na verdade se estão descrevendo os sintomas físicos, morais e mentais da fome. Os líderes que tiverem como meta a solução econômica do problema da comida serão tão abençoados por nós como, em comparação, o mundo abençoará os que descobrirem a cura do câncer.
Clarice Lispector, no livro “A descoberta do mundo”. Rio de Janeiro:
Rocco, 1999
O termo em destaque no fragmento “Tal é a miséria, que se justificaria ser decretado estado de prontidão, como diante de calamidade pública” traz consigo ideia de:
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