Foram encontradas 38 questões.
Sete amigos saíram para passear e, ao chegarem a uma lanchonete, sentaram-se todos em uma mesa circular que havia o número exato de lugares para os amigos. Paulo, por ter mais afinidade com sua amiga Ana, havia decidido tentar sentar ao lado dela. A probabilidade de Paulo ter sentado ao lado de Ana se ambos sentaram em lugares aleatórios é:
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Observe a sequência a seguir:
x, x + y, 2x + y, 2x + 2y,...
Sabendo que a diferença entre 7º e 10º termos dessa sequência é 27 e que o 25º termo equivale a 211, então x + y é:
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Um parque de diversão fez um relatório sobre duas de suas maiores atrações:
- a montanha russa foi ligada 252 vezes e conseguiu uma receita de R$ 14.112,00;
- a roda gigante foi ligada 42 vezes e conseguiu uma receita de R$ 8.820,00.
- 776 visitantes utilizaram os dois brinquedos;
- a roda gigante e a montanha russa têm diferentes capacidades de lotação máxima de pessoas;
- o preço das duas atrações é o mesmo;
- 2500 visitantes utilizaram pelo menos uma das duas atrações;
- nenhum visitante repetiu uma atração; e,
- em todas as vezes que os brinquedos foram ligados, todos os lugares foram ocupados.
A diferença da capacidade de lotação máxima das duas atrações é:
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Somando-se os termos a partir do 14º termo até o 29º de uma progressão aritmética encontra-se como resultado um número que equivale a 328 vezes a razão da progressão somado a 208. O primeiro termo desta progressão é:
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Em um Sistema de Comunicação de Dados, como nas Redes de Computadores, por exemplo, muitos problemas podem ser encontrados e podem dificultar as transmissões. A perda de sinal, ou atenuação, é um dos mais comuns, e consiste na perda gradual da potência do sinal de transmissão, interrompendo a transmissão, caso essa perda se prolongue por muito tempo. Outros problemas se referem aos ruídos, que são específicos nas comunicações de dados. Um desses ruídos é causado pela indução eletromagnética que um condutor exerce sobre outro condutor próximo, também conhecido como a famosa “linha cruzada” dos sistemas telefônicos. Assinale a alternativa que apresenta esse tipo de ruído.
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O Microsoft Disk Operation System (MS-DOS) ou Sistema Operacional de Discos, da Microsoft, foi um dos primeiros sistemas operacionais desta empresa. Não possuia interface gráfica, e durante muito tempo esteve presente nos sistemas gráficos Windows. Nos sistemas Windows da atualidade é possível se ter acesso a vários comandos do MS-DOS, através do Prompt de Comandos. Muitos comandos úteis na manutenção do sistema podem ser acessados pelo Prompt de Comando, e alguns com uma boa eficiência. Após executar qualquer comando, o comando CLS pode ser utilizado para “limpar a tela”, e posiciona o cursor no canto superior esquerdo da tela. Para verificar o conteúdo de uma determinada pasta, o comando DIR pode ser utilizado e o mesmo se utiliza de algumas opções para aumentar sua eficiência. Uma dessas opções é utilizada para mostrar o “dono do arquivo”. Assinale a alternativa que, utilizada com o comando DIR, mostra o “dono do arquivo”.
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Usando o Microsoft Excel 2010 (Configuração Local, Idioma Português-Brasil), quando se pretende que uma célula não seja alterada com o uso do alto preenchimento, utiliza-se referência absoluta, ou também conhecida como referência fixa. Para tanto utiliza-se o $ (cifrão), que desta forma “trava” o conteúdo da célula, seja pela indicação da linha ou coluna, como no exemplo: =$B$1. Isto significa que o conteúdo que está referenciado, ou seja, o valor que está na célula B1 não irá se alterar, quando for feita alguma referência a esta célula. Qualquer operação que for feita, tendo como referência a célula B1, o valor que está nesta célula (B1) será o mesmo para todas as referências. “Uma tecla de função é utilizada para aplicar referência absoluta numa célula, quando ela ainda está sendo editada.” Trata-se da tecla:
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No Microsoft Word 2010 (Configuração Local, Idioma Português-Brasil) todos os comandos necessários para se trabalhar na edição de um texto estão dispostos da Faixa de Opções, uma grande área que fica logo acima da área de digitação, ou seja, a página em si. Como o próprio nome diz, são as opções que se tem para se trabalhar em qualquer edição. Tudo o que se precisa está em uma dessas opções apresentadas. Dentro de cada uma das opções, ou guias, estão os grupos, e nesses grupos estão localizados os respectivos comandos para serem trabalhados na edição do texto. Uma dessas Guias tem o nome de Layout da Página. Assinale a alternativa referente aos dois grupos que pertencem à Guia Layout da Página.
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No Sistema Operacional Windows 7 (Configuração Local, Idioma Português-Brasil), a partir do Menu Iniciar, se tem acesso a todos os recursos do sistema, e a todos os aplicativos que estão instalados no computador. Como recursos do Windows, dois componentes se destacam: os Acessórios do Windows e Ferramentas do Sistema. O item Ferramentas do Sistema pode ser acessado em: Iniciar/Todos os Programas/Acessórios/Ferramentas de Sistema. Assinale a alternativa que apresenta dois itens que pertencem às Ferramentas do Sistema.
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A língua como ela é
Nos últimos dias tive uma experiência muito gratificante cumprindo o meu papel de professora de língua portuguesa – sim, gosto de enfatizar que dou aula de língua e não de gramática da língua. Pois é, nos últimos dias ensinei a nossa língua portuguesa a estrangeiros ávidos por aprender o idioma oficial do país que sediou o maior evento esportivo do planeta. São pessoas de todas as partes com um objetivo em comum: interagir, comunicar-se em português.
Como práxis, nas aulas iniciais, ensinamos o verbo “ser” e “estar”; para nós brasileiros, o famoso e enfadonho verbo to be das aulinhas de inglês. Então, a lição inicial é fazer com que os iniciantes entendam a diferença entre ambos os verbos, já que na língua do Tio Sam tal diferença só é percebida no contexto comunicativo. As explicações acontecem com exemplos reais, a fim de mostrar-lhes a língua como ela é.
Nas aulas para estrangeiros o “tu” e o “vós” são abolidos, completamente descartados, e isso é o sonho linguístico de toda e qualquer criança brasileira. Imaginem o tormento: conjugação do verbo “ir”, no presente do indicativo “tu vais”, “vós ides” e a criança inconformada e chorosa pergunta: “Mãe, alguém fala isso? Eu não falo”. Pois é, sábia conclusão! A criança, com seu conhecimento linguístico inato, não reconhece o idioma descrito na Gramática e intui que aquelas conjugações trarão uma imensa dor de cabeça e possíveis notas vermelhas.
A língua como ela é não se apresenta, com pretérito-mais-que-perfeito, como insiste a Gramática Normativa e seus exemplos surreais: “O vento fechou a porta que o vento abrira.” Abrira?
Com o futuro também temos problemas. Não, não sou vidente, não me refiro ao amanhã, refiro-me ao tempo gramatical. Ele, como a GN sugere, não participa dos nossos planos, visto que um casal, ao sonhar com o ninho de amor, não enrola a língua para conjugar o verbo “querer” e, em vez de dizer “Nós quereremos um apartamento de frente para o mar”, usam a corriqueira forma composta “Vamos querer...”. A partir disso, façamos uma reflexão: por que não mostrar aos nossos pupilos os tempos verbais no contexto da nossa realidade linguística? O tempo futuro pode ser dito com a forma composta (verbo auxiliar no presente + verbo principal no infinito) acompanhada pelo advérbio de tempo que situa a ideia. Sendo assim, dizemos: “Vou viajar amanhã”. E falar assim é menos futuro? É tanto quanto em “Viajarei amanhã”, com o detalhe de que está caindo em desuso na fala do dia a dia.
Ah! Como é gostoso ensinar a língua viva! Aquela que não está engessada nos compêndios gramaticais! Porém, os gramáticos que elaboram tais manuais afirmariam categoricamente: ensinar português para estrangeiros é diferente de ensinar português a uma criança nativa, afinal, ela já sabe português. Concordo! Claro que não precisamos ensinar as diferenças entre ser e estar, levar e trazer, conhecer e saber, confusões típicas de um aprendiz não nativo.
Sugerir e advogar a favor do ensino real da língua significa retirar o que não é utilizado ou é raramente visto na escrita, é ignorar regras inúteis que não influenciam na compreensão da língua. Um exemplo clássico é o pronome oblíquo no começo da oração. Os puristas da língua consideram um erro crasso, mas que mal pode haver em dizer “Me empresta o seu livro do Veríssimo”? E por que não escrever assim também? É uma tendência nossa o uso da próclise, enquanto os portugueses preferem a ênclise. O nosso olhar para com os fenômenos linguísticos se compara ao estudo de um biólogo ou de um botânico, que não diz que aquela flor é mais ou menos bela por causa do formato das pétalas ou da coloração. Falar “empresta-me” não é mais ou menos bonito, é diferente, e em ambos os casos a comunicação acontece.
Portanto, a minha singela conclusão é que precisamos de gramáticas que não tenham espaço para mesóclise, pronome possessivo “vosso”, lista de substantivos coletivos, tipos de sujeito e predicado, enfim, uma série de bobagens e gramatiquices que não ensinamos para os estrangeiros, porque não são relevantes para comunicação, também porque não fazem parte da língua como ela é.
(Disponível em http://conhecimentopratico.uol.com.br/linguaportuguesa/gramatica-ortografia/53/artigo344826-1.asp Acesso em: 08 set 2016.)
“A língua como ela é não se apresenta, com pretérito-mais-que-perfeito, como insiste a Gramática Normativa e seus exemplos surreais: ‘O vento fechou a porta que o vento abrira.’ Abrira?” (4º§) Considerando esse exemplo, a forma composta que atualmente utilizamos para substituir o pretérito mais-que-perfeito simples do indicativo da forma verbal “abrira” é
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