Foram encontradas 425 questões.
- Sistemas OperacionaisWindowsVersões do WindowsWindows 10
- Sistemas OperacionaisWindowsFuncionalidades do WindowsGerenciamento de Arquivos e PastasWindows Explorer
Considerando uma pasta contendo inúmeros arquivos sendo exibida no Explorador de Arquivos do
Windows 10, em sua configuração padrão de instalação (idioma português), preencha as lacunas com os
termos corretos.
Para selecionar vários arquivos sequenciais, pode-se clicar com o botão esquerdo (principal) do mouse no primeiro arquivo da sequência e, em seguida, clicar no último arquivo da sequência mantendo-se a tecla ____________ pressionada.
Entretanto, para selecionar vários arquivos aleatórios (intercalados) pode-se clicar em cada um deles com o botão esquerdo (principal) do mouse mantendo-se a tecla _________ pressionada.
Assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente as lacunas.
Para selecionar vários arquivos sequenciais, pode-se clicar com o botão esquerdo (principal) do mouse no primeiro arquivo da sequência e, em seguida, clicar no último arquivo da sequência mantendo-se a tecla ____________ pressionada.
Entretanto, para selecionar vários arquivos aleatórios (intercalados) pode-se clicar em cada um deles com o botão esquerdo (principal) do mouse mantendo-se a tecla _________ pressionada.
Assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente as lacunas.
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A figura abaixo apresenta uma janela do navegador Mozilla Firefox com algumas regiões destacadas e
numeradas de 1 a 4.
De acordo com a figura, assinale a alternativa que associa corretamente a numeração com a região correspondente.
De acordo com a figura, assinale a alternativa que associa corretamente a numeração com a região correspondente.
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Sobre códigos maliciosos (malware) e segurança da informação, marque V para as afirmativas verdadeiras e
F para as falsas.
( ) Engenharia social é a área que estuda o desenvolvimento de redes sociais, que são estruturas integradas por pessoas, organizações ou entidades conectadas entre si por meio de um software aplicativo.
( ) Phishing é um tipo de fraude na qual o golpista tenta obter informações pessoais e financeiras do usuário e procura induzi-lo a seguir passos que facilitem a efetivação de golpes.
( ) Em caso de golpes virtuais, em especial naqueles de perda financeira e de furto de identidade, não é recomendado registrar boletim de ocorrência (B. O.) junto à autoridade policial.
( ) Ao fazer contato com instituições em redes sociais, como serviços de atendimento ao cliente, é indicado verificar se o perfil é legítimo, para não entregar dados a golpistas que criam perfis falsos.
Assinale a sequência correta.
( ) Engenharia social é a área que estuda o desenvolvimento de redes sociais, que são estruturas integradas por pessoas, organizações ou entidades conectadas entre si por meio de um software aplicativo.
( ) Phishing é um tipo de fraude na qual o golpista tenta obter informações pessoais e financeiras do usuário e procura induzi-lo a seguir passos que facilitem a efetivação de golpes.
( ) Em caso de golpes virtuais, em especial naqueles de perda financeira e de furto de identidade, não é recomendado registrar boletim de ocorrência (B. O.) junto à autoridade policial.
( ) Ao fazer contato com instituições em redes sociais, como serviços de atendimento ao cliente, é indicado verificar se o perfil é legítimo, para não entregar dados a golpistas que criam perfis falsos.
Assinale a sequência correta.
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A coluna da esquerda apresenta comandos (botões) da área de trabalho (tela principal) do LibreOffice
Writer, em sua configuração padrão de instalação (idioma português), numerados de 1 a 5 e a da direita, a
identificação de cada um deles. Numere a coluna da direita de acordo com a da esquerda.
Marque a sequência correta.
Marque a sequência correta.
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A figura abaixo apresenta itens de configuração de um computador, extraídos de um anúncio da internet,
com alguns termos borrados e numerados de 1 a 3.
De acordo com a figura, qual a associação mais adequada de cada número com o termo indicado?
De acordo com a figura, qual a associação mais adequada de cada número com o termo indicado?
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I. No outdoor, a linguagem não verbal reitera uma visão estereotipada de família.
II. A construção de sentido se estabelece pela relação paradoxal entre as linguagens verbal e não verbal que compõem essa charge.
III. No outdoor, o efeito de sentido se constitui pela relação de oposição entre a frase “Viva feliz” e a fala do menino.
IV. Na fala do menino, o advérbio “também” reforça a ideia de exclusão social.
Está correto o que se afirma em
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A inquietude imobiliária: sobre a cidade à venda e o desejo de se mudar
Pode ser uma impressão equivocada, pode ser uma atração exagerada do meu olhar. Mas sinto que em
minha cidade nunca houve tantas casas à venda, tantos apartamentos desejosos de um novo proprietário,
tantos terrenos baldios a exibir suas figueiras para seduzir algum comprador. Por toda parte vejo placas, em
cada bairro por que passo, tudo parece posto à venda em simultâneo, em ação coordenada. Como se todos os
habitantes de uma cidade decidissem no mesmo instante se mudar, num livro nunca escrito por Saramago.
Ou então como numa brincadeira infantil, em que uma voz gritasse "já" e todos fossem obrigados a largar
seus lares e encontrar um novo lugar.
Insisto, pode ser que nada disso se passe, pode ser que eu esteja projetando nos outros apenas o que inunda a
minha intimidade — não passo de um cronista, afinal. Já há algum tempo me vejo tomado por algo que
acabei chamando de inquietude imobiliária. Uma insatisfação difusa e injusta com os espaços onde minha
vida se dá, com o quarto colorido e modesto onde brinco com as minhas filhas, com o escritório em que
troco turnos com a minha companheira. Sem que nada me incomode de verdade, sem que me sejam de fato
necessários uns metros a mais, me vejo a sonhar com outra casa, informe ainda, inexata, onírica.
Há anos tenho o mesmo sonho recorrente: estou percorrendo algum cômodo ultraconhecido da minha
própria casa e me deparo com uma porta misteriosa, uma janela, um alçapão. Abro e descubro o que sempre
esteve lá: o espaço que me faltava, um lugar para a escrivaninha própria, e para as vastas estantes em que eu
poderia enfim ordenar os livros que vão se espalhando pelo chão. É um sonho vívido: a cada vez acordo
largo e aliviado, e levo alguns segundos para voltar à estreiteza da realidade. Trata-se da expressão
inconsciente da inquietude imobiliária, é o que agora me vejo a interpretar.
[...]
Volto a pensar na imensidade de placas de vende-se que proliferam pela cidade, cada uma exposta ali,
talvez, por uma pessoa que deseja se mudar. Que aspecto da vida urbana ou social tem provocado tamanho
desejo de transformação? O que significa que tantos se vejam tomados no mesmo momento por essa
inquietude imobiliária, isto é, existencial? Por que a um só tempo tantos de nós estaremos querendo nos
tornar outros?
Sobre as crises de seus concidadãos não convém a um cronista especular muito, nesses gestos imprudentes
sempre lhe cabe algum pudor. Mas sobre mim posso dizer que já me vejo mais sossegado em minhas
insatisfações.
(Disponível em: https://www.uol.com.br/ecoa/colunas/julian-fuks/2024/02/24. Acesso em: 27/02/2024.)
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A inquietude imobiliária: sobre a cidade à venda e o desejo de se mudar
Pode ser uma impressão equivocada, pode ser uma atração exagerada do meu olhar. Mas sinto que em
minha cidade nunca houve tantas casas à venda, tantos apartamentos desejosos de um novo proprietário,
tantos terrenos baldios a exibir suas figueiras para seduzir algum comprador. Por toda parte vejo placas, em
cada bairro por que passo, tudo parece posto à venda em simultâneo, em ação coordenada. Como se todos os
habitantes de uma cidade decidissem no mesmo instante se mudar, num livro nunca escrito por Saramago.
Ou então como numa brincadeira infantil, em que uma voz gritasse "já" e todos fossem obrigados a largar
seus lares e encontrar um novo lugar.
Insisto, pode ser que nada disso se passe, pode ser que eu esteja projetando nos outros apenas o que inunda a
minha intimidade — não passo de um cronista, afinal. Já há algum tempo me vejo tomado por algo que
acabei chamando de inquietude imobiliária. Uma insatisfação difusa e injusta com os espaços onde minha
vida se dá, com o quarto colorido e modesto onde brinco com as minhas filhas, com o escritório em que
troco turnos com a minha companheira. Sem que nada me incomode de verdade, sem que me sejam de fato
necessários uns metros a mais, me vejo a sonhar com outra casa, informe ainda, inexata, onírica.
Há anos tenho o mesmo sonho recorrente: estou percorrendo algum cômodo ultraconhecido da minha
própria casa e me deparo com uma porta misteriosa, uma janela, um alçapão. Abro e descubro o que sempre
esteve lá: o espaço que me faltava, um lugar para a escrivaninha própria, e para as vastas estantes em que eu
poderia enfim ordenar os livros que vão se espalhando pelo chão. É um sonho vívido: a cada vez acordo
largo e aliviado, e levo alguns segundos para voltar à estreiteza da realidade. Trata-se da expressão
inconsciente da inquietude imobiliária, é o que agora me vejo a interpretar.
[...]
Volto a pensar na imensidade de placas de vende-se que proliferam pela cidade, cada uma exposta ali,
talvez, por uma pessoa que deseja se mudar. Que aspecto da vida urbana ou social tem provocado tamanho
desejo de transformação? O que significa que tantos se vejam tomados no mesmo momento por essa
inquietude imobiliária, isto é, existencial? Por que a um só tempo tantos de nós estaremos querendo nos
tornar outros?
Sobre as crises de seus concidadãos não convém a um cronista especular muito, nesses gestos imprudentes
sempre lhe cabe algum pudor. Mas sobre mim posso dizer que já me vejo mais sossegado em minhas
insatisfações.
(Disponível em: https://www.uol.com.br/ecoa/colunas/julian-fuks/2024/02/24. Acesso em: 27/02/2024.)
I. Predomina a norma padrão da linguagem e todas as palavras são empregadas no sentido denotativo.
II. O uso da primeira pessoa do singular está de acordo com uso da linguagem marcada pela subjetividade.
III. Nesse texto híbrido, são usados elementos da tipologia argumentativa e da tipologia narrativa.
IV. Em “Sem que nada me incomode de verdade, sem que me sejam de fato necessários uns metros a mais, me vejo a sonhar com outra casa, informe ainda, inexata, onírica.”, os adjetivos destacados reiteram o significado do verbo sonhar.
Está correto o que se afirma em
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A inquietude imobiliária: sobre a cidade à venda e o desejo de se mudar
Pode ser uma impressão equivocada, pode ser uma atração exagerada do meu olhar. Mas sinto que em
minha cidade nunca houve tantas casas à venda, tantos apartamentos desejosos de um novo proprietário,
tantos terrenos baldios a exibir suas figueiras para seduzir algum comprador. Por toda parte vejo placas, em
cada bairro por que passo, tudo parece posto à venda em simultâneo, em ação coordenada. Como se todos os
habitantes de uma cidade decidissem no mesmo instante se mudar, num livro nunca escrito por Saramago.
Ou então como numa brincadeira infantil, em que uma voz gritasse "já" e todos fossem obrigados a largar
seus lares e encontrar um novo lugar.
Insisto, pode ser que nada disso se passe, pode ser que eu esteja projetando nos outros apenas o que inunda a
minha intimidade — não passo de um cronista, afinal. Já há algum tempo me vejo tomado por algo que
acabei chamando de inquietude imobiliária. Uma insatisfação difusa e injusta com os espaços onde minha
vida se dá, com o quarto colorido e modesto onde brinco com as minhas filhas, com o escritório em que
troco turnos com a minha companheira. Sem que nada me incomode de verdade, sem que me sejam de fato
necessários uns metros a mais, me vejo a sonhar com outra casa, informe ainda, inexata, onírica.
Há anos tenho o mesmo sonho recorrente: estou percorrendo algum cômodo ultraconhecido da minha
própria casa e me deparo com uma porta misteriosa, uma janela, um alçapão. Abro e descubro o que sempre
esteve lá: o espaço que me faltava, um lugar para a escrivaninha própria, e para as vastas estantes em que eu
poderia enfim ordenar os livros que vão se espalhando pelo chão. É um sonho vívido: a cada vez acordo
largo e aliviado, e levo alguns segundos para voltar à estreiteza da realidade. Trata-se da expressão
inconsciente da inquietude imobiliária, é o que agora me vejo a interpretar.
[...]
Volto a pensar na imensidade de placas de vende-se que proliferam pela cidade, cada uma exposta ali,
talvez, por uma pessoa que deseja se mudar. Que aspecto da vida urbana ou social tem provocado tamanho
desejo de transformação? O que significa que tantos se vejam tomados no mesmo momento por essa
inquietude imobiliária, isto é, existencial? Por que a um só tempo tantos de nós estaremos querendo nos
tornar outros?
Sobre as crises de seus concidadãos não convém a um cronista especular muito, nesses gestos imprudentes
sempre lhe cabe algum pudor. Mas sobre mim posso dizer que já me vejo mais sossegado em minhas
insatisfações.
(Disponível em: https://www.uol.com.br/ecoa/colunas/julian-fuks/2024/02/24. Acesso em: 27/02/2024.)
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