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Uma empresa de bebidas enche garrafões cúbicos com suco para transporte. Cada garrafão tem aresta de 0,5 metros. Qual o volume (V) de suco em litros que cabe em um desses garrafões?
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Considerando as regras de concordância nominal na norma culta, analise o trecho a seguir:
"Os documentos _____ (1) devem ser enviados _____ (2) à diretoria, pois as informações estão _____ (3) atualizadas. Ressaltamos que versões incompletas ou desatualizadas serão rejeitadas imediatamente."
Assinale a alternativa que preenche correta e sequencialmente as lacunas, justificando sua escolha com base nas relações sintáticas e semânticas entre os termos:
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Leia as afirmativas a seguir, analisando a classificação do predicado de acordo com a norma gramatical:
I. "Os engenheiros calibraram os instrumentos com precisão milimétrica." → Predicado verbo-nominal.
II. "O sistema de refrigeração permaneceu estável durante os testes de estresse." → Predicado nominal.
III. "A equipe considerou o resultado satisfatório após a última auditoria." → Predicado verbo-nominal.
IV. "Os controladores desligaram os equipamentos imediatamente após o alerta." → Predicado verbal.
V. "O software tornou-se obsoleto em menos de seis meses." → Predicado verbo-nominal.
Em quais afirmativas a classificação do predicado está corretamente identificada?
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Assinale a alternativa em que o uso dos sinais de pontuação está inteiramente correto de acordo com a norma culta, considerando as regras de emprego do ponto e vírgula, travessão, vírgula e dois pontos em estruturas sintáticas complexas:
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Leia as afirmativas a seguir, analisando a regência verbal de acordo com a norma culta:
I. "Os técnicos aspiraram as amostras de ar filtrado e aspiraram às certificações internacionais para o laboratório."
II. "A equipe assistiu o vídeo do treinamento obrigatório e depois assistiu os novos estagiários durante o procedimento crítico."
III. "O projeto custou recursos significativos e custou a ser concluído, mas o gerente informou os investidores a tempo."
IV. "Os engenheiros visaram o relatório de falhas e visaram ao cumprimento das normas de segurança, sem implicar com as críticas."
V. "Chegamos em São Paulo às 08h00 e fomos no centro de convenções para assistir a demonstração do novo protótipo."
Em quais afirmativas todas as ocorrências de regência verbal estão corretas?
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Leia com atenção as colunas a seguir:
Coluna 01:
(__) O equipamento foi submetido a testes rigorosos e aprovado pelos engenheiros.
(__) Seja por erro de configuração, seja por desgaste de peças, o defeito precisa ser diagnosticado.
(__) A manutenção preventiva é essencial, pois evita falhas catastróficas.
(__) O sistema operacional foi atualizado, no entanto a lentidão persistiu.
(__) O manual foi traduzido para três idiomas, portanto atende a normas internacionais.
Coluna 02:
I. Aditiva.
II. Adversativa.
III. Alternativa.
IV. Conclusiva.
V. Explicativa.
Correlacione as colunas de acordo com a classificação da oração coordenada sindética presente em cada sentença da Coluna 01. Em seguida, assinale a alternativa com a sequência correta:
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Leia com atenção as afirmativas a seguir:
I. Os técnicos compareceram à fábrica para inspeções, mas retornaram a sede antes do almoço.
II. Refiro-me àquela norma técnica que, à luz do novo regulamento, exige adaptação.
III. O equipamento foi enviado a cliente prioritário e chegará as 15h em ponto.
IV. À exemplo do manual, conectamos os cabos à entrada correspondente.
V. Responderemos às demandas à medida que os relatórios forem validados.
Em quais afirmativas há emprego correto da crase em todas as ocorrências indicadas?
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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 4.
Brasileira morta em vulcão: saiba o que é traumatismo por força contundente
A autópsia da brasileira Juliana Marins, que morreu após uma queda no vulcão Rinjani, na Indonésia, concluiu que a causa da morte foi traumatismo por força contundente, que resultou em danos aos órgãos internos e hemorragia extensa.
As descobertas forenses indicam que o óbito ocorreu em um período muito curto após os ferimentos, ressaltando a natureza súbita do ocorrido. As lesões por abrasão e deslizamento ("luka lecet geser") observadas no corpo são compatíveis com uma queda.
De acordo com o Dr. Ida Bagus Putu Alit, médico legista do Hospital Bali Mandara, a morte de Juliana Marins foi "imediatamente" após o trauma, com uma estimativa de não mais de 20 minutos após a lesão mais grave.
O traumatismo por força contundente é caracterizado por uma lesão causada por forte impacto contra uma superfície ou objeto, sem lesão penetrante na pele, conforme explica Gustavo Tadeu Sanchez, diretor da Sociedade Brasileira do Trauma Ortopédico (SBTO), à CNN.
"O impacto pode gerar lesões relacionadas com a energia do trauma. Então, pode haver fraturas e contusão do pulmão, com possibilidade de hemorragia associada", afirma.
No caso de Juliana, os exames revelaram múltiplas fraturas e lesões disseminadas por quase todo o corpo, incluindo órgãos internos no tórax e no abdômen. A área mais gravemente afetada foi a região do dorso/coluna, que sofreu lesões que comprometeram os órgãos internos relacionados à respiração.
"Ela teve um trauma torácico grave, ou seja, uma contusão de alta energia na caixa torácica. Isso, além de pegar as costelas, que seriam o nosso "para-choque", pode causar a contusão no pulmão", explica Sanchez. "Isso atrapalha a função do pulmão, que é justamente de fazer essa troca gasosa, podendo levar, também, à hemorragia", completa.
A hemorragia também pode diminuir o transporte de oxigênio para os órgãos. "A perda de sangue gera o que chamamos de vasoconstrição, que é o estreitamento dos vasos para otimizar a propagação de oxigênio. Ela também aumenta a velocidade do batimento do coração, assim como a frequência da respiração", explica Sanchez.
No entanto, todas essas medidas tomadas pelo corpo em prol de sua própria sobrevivência geram repercussões no paciente. "Se a hemorragia não for contida, chega um momento em que essas medidas não são suficientes e podem, inclusive, evoluir para morte", afirma. "Isso depende muito da gravidade da lesão e da quantidade que há de perda sanguínea", finaliza.
https://www.cnnbrasil.com.br/saude/brasileira-morta-em-vulcao-saiba-o-que-e-traumatismo-por-forca-contundente/
Pode-se interpretar do texto que o traumatismo por força contundente caracteriza-se por:
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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 4.
Brasileira morta em vulcão: saiba o que é traumatismo por força contundente
A autópsia da brasileira Juliana Marins, que morreu após uma queda no vulcão Rinjani, na Indonésia, concluiu que a causa da morte foi traumatismo por força contundente, que resultou em danos aos órgãos internos e hemorragia extensa.
As descobertas forenses indicam que o óbito ocorreu em um período muito curto após os ferimentos, ressaltando a natureza súbita do ocorrido. As lesões por abrasão e deslizamento ("luka lecet geser") observadas no corpo são compatíveis com uma queda.
De acordo com o Dr. Ida Bagus Putu Alit, médico legista do Hospital Bali Mandara, a morte de Juliana Marins foi "imediatamente" após o trauma, com uma estimativa de não mais de 20 minutos após a lesão mais grave.
O traumatismo por força contundente é caracterizado por uma lesão causada por forte impacto contra uma superfície ou objeto, sem lesão penetrante na pele, conforme explica Gustavo Tadeu Sanchez, diretor da Sociedade Brasileira do Trauma Ortopédico (SBTO), à CNN.
"O impacto pode gerar lesões relacionadas com a energia do trauma. Então, pode haver fraturas e contusão do pulmão, com possibilidade de hemorragia associada", afirma.
No caso de Juliana, os exames revelaram múltiplas fraturas e lesões disseminadas por quase todo o corpo, incluindo órgãos internos no tórax e no abdômen. A área mais gravemente afetada foi a região do dorso/coluna, que sofreu lesões que comprometeram os órgãos internos relacionados à respiração.
"Ela teve um trauma torácico grave, ou seja, uma contusão de alta energia na caixa torácica. Isso, além de pegar as costelas, que seriam o nosso "para-choque", pode causar a contusão no pulmão", explica Sanchez. "Isso atrapalha a função do pulmão, que é justamente de fazer essa troca gasosa, podendo levar, também, à hemorragia", completa.
A hemorragia também pode diminuir o transporte de oxigênio para os órgãos. "A perda de sangue gera o que chamamos de vasoconstrição, que é o estreitamento dos vasos para otimizar a propagação de oxigênio. Ela também aumenta a velocidade do batimento do coração, assim como a frequência da respiração", explica Sanchez.
No entanto, todas essas medidas tomadas pelo corpo em prol de sua própria sobrevivência geram repercussões no paciente. "Se a hemorragia não for contida, chega um momento em que essas medidas não são suficientes e podem, inclusive, evoluir para morte", afirma. "Isso depende muito da gravidade da lesão e da quantidade que há de perda sanguínea", finaliza.
https://www.cnnbrasil.com.br/saude/brasileira-morta-em-vulcao-saiba-o-que-e-traumatismo-por-forca-contundente/
Pode-se inferir do texto que, em resposta à hemorragia causada pelo trauma, o corpo realiza qual das seguintes ações?
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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 4.
Brasileira morta em vulcão: saiba o que é traumatismo por força contundente
A autópsia da brasileira Juliana Marins, que morreu após uma queda no vulcão Rinjani, na Indonésia, concluiu que a causa da morte foi traumatismo por força contundente, que resultou em danos aos órgãos internos e hemorragia extensa.
As descobertas forenses indicam que o óbito ocorreu em um período muito curto após os ferimentos, ressaltando a natureza súbita do ocorrido. As lesões por abrasão e deslizamento ("luka lecet geser") observadas no corpo são compatíveis com uma queda.
De acordo com o Dr. Ida Bagus Putu Alit, médico legista do Hospital Bali Mandara, a morte de Juliana Marins foi "imediatamente" após o trauma, com uma estimativa de não mais de 20 minutos após a lesão mais grave.
O traumatismo por força contundente é caracterizado por uma lesão causada por forte impacto contra uma superfície ou objeto, sem lesão penetrante na pele, conforme explica Gustavo Tadeu Sanchez, diretor da Sociedade Brasileira do Trauma Ortopédico (SBTO), à CNN.
"O impacto pode gerar lesões relacionadas com a energia do trauma. Então, pode haver fraturas e contusão do pulmão, com possibilidade de hemorragia associada", afirma.
No caso de Juliana, os exames revelaram múltiplas fraturas e lesões disseminadas por quase todo o corpo, incluindo órgãos internos no tórax e no abdômen. A área mais gravemente afetada foi a região do dorso/coluna, que sofreu lesões que comprometeram os órgãos internos relacionados à respiração.
"Ela teve um trauma torácico grave, ou seja, uma contusão de alta energia na caixa torácica. Isso, além de pegar as costelas, que seriam o nosso "para-choque", pode causar a contusão no pulmão", explica Sanchez. "Isso atrapalha a função do pulmão, que é justamente de fazer essa troca gasosa, podendo levar, também, à hemorragia", completa.
A hemorragia também pode diminuir o transporte de oxigênio para os órgãos. "A perda de sangue gera o que chamamos de vasoconstrição, que é o estreitamento dos vasos para otimizar a propagação de oxigênio. Ela também aumenta a velocidade do batimento do coração, assim como a frequência da respiração", explica Sanchez.
No entanto, todas essas medidas tomadas pelo corpo em prol de sua própria sobrevivência geram repercussões no paciente. "Se a hemorragia não for contida, chega um momento em que essas medidas não são suficientes e podem, inclusive, evoluir para morte", afirma. "Isso depende muito da gravidade da lesão e da quantidade que há de perda sanguínea", finaliza.
https://www.cnnbrasil.com.br/saude/brasileira-morta-em-vulcao-saiba-o-que-e-traumatismo-por-forca-contundente/
Pode-se depreender do texto que o óbito de Juliana ocorreu:
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