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Foram encontradas 242 questões.

2336246 Ano: 2022
Disciplina: Informática
Banca: FAUEL
Orgão: Pref. Apucarana-PR
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O editor de texto Word que faz parte do Microsoft Office, é mundialmente conhecido por trazer recursos capazes de facilitar atividades com poucos cliques no mouse. Uma determinada opção capaz de realizar, por exemplo, a contagem de páginas, parágrafos, linhas e caracteres em um texto, está melhor descrita em qual alternativa?
 

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2336245 Ano: 2022
Disciplina: Informática
Banca: FAUEL
Orgão: Pref. Apucarana-PR
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O termo “nuvem”, segundo a literatura especializada, foi mencionado pela primeira vez em 2006, em uma palestra de um alto funcionário da Google sobre gerenciamento de data centers. Em ambientes coorporativos essa tecnologia permite o aumento da produtividade. Assinale a alternativa que melhor representa o modelo de cloud computing que fornece recursos alugados e infraestrutura de servidores operada de forma exclusiva pelo cliente contratante.
 

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2336244 Ano: 2022
Disciplina: Matemática
Banca: FAUEL
Orgão: Pref. Apucarana-PR
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Assinale a alternativa que apresenta a lei de formação de uma função quadrática de IR em IR.
 

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2336243 Ano: 2022
Disciplina: Matemática
Banca: FAUEL
Orgão: Pref. Apucarana-PR
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Que porcentagem representa 128 de 1024?
 

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2336242 Ano: 2022
Disciplina: Matemática
Banca: FAUEL
Orgão: Pref. Apucarana-PR
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A cada dois dias, 228 navios passam por um porto. Em 3 semanas, quantos navios passarão por esse porto?
 

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2336241 Ano: 2022
Disciplina: Matemática
Banca: FAUEL
Orgão: Pref. Apucarana-PR
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Em um restaurante há 175 mobiliários entre mesas e cadeiras. Em cada mesa são colocadas exatamente 4 cadeiras. Quantas mesas há nesse restaurante?
 

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2336240 Ano: 2022
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FAUEL
Orgão: Pref. Apucarana-PR
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“O galo cantou ontem e eu acordei 6h da manhã”.

Qual é a negação dessa frase?

 

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2336239 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FAUEL
Orgão: Pref. Apucarana-PR
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Considere atentamente a crônica a seguir, escrita por Rachel de Queiroz, para responder a próxima questão.
“Mais um filme italiano que conquista o coração da plateia brasileira, esse despretensioso e lírico ‘Viver em paz’. A história da aldeia humilde, agasalhada num pico de morro, sem eletricidade, sem progresso, sem automóveis, que só pedia aos outros o direito de continuar vivendo na sua calma secular e na sua secular pobreza. Viver em paz: talvez seja esse o mais belo título que possa hoje ocorrer a quem batiza uma obra de arte. No meio da guerra, do medo e da miséria, viver em paz. No meio da discórdia, do desentendimento e da fraude, viver em paz. Outras idades sonharam glória, técnica e riqueza; conforto, poder, ciência. Mas a nossa idade apenas sonha com paz. Dentro dos apartamentos minúsculos da grande cidade, o direito de acordar cedo, tomar sua condução, procurar o seu trabalho e dar conta dele, e ao fim do dia voltar sossegadamente para casa, a fim de comer e repousar: isso é paz. No campo, plantar sua raiz de mandioca, colhê-la, transformá-la em farinha; ver nascer o cordeiro, e depois vê- -lo crescer, curá-lo de doenças, tosquiá-lo da sua lã e vender essa lã; possuir alguns palmos de terra a que chame sua, e a ela escravizar-se, ou deixá-la folgar e folgar com a terra, não lhe pedindo mais que o abrigo e a água: e assim viver em paz. Direito de nascer, direito de ser menino, de ficar homem, e amar e gerar filhos, direito de morrer no meio dos filhos e netos, com os cabelos brancos e a pele engelhada, aceitando o fim, porque é chegada realmente a hora do fim; morrer na obscuridade e na pobreza ― mas morrer como viveu: em paz. Este o sonho do mundo de hoje. Dão-lhe tudo: máquinas como nunca houve, progresso jamais sonhado, oportunidades de glória que fariam empalidecer de inveja qualquer herói de Homero; riqueza, poder, mulheres, lutas políticas, ciência, arte, tudo está ao seu alcance, é só estender a mão. Porém os moços não pensam mais em glória nem em heroísmos; o que desejam é fugir do sangue derramado, o que querem é dar um princípio e um fim humanos a suas vidas mutiladas”.
(Viver em paz, por Rachel de Queiroz, com adaptações).
Logo após a expressão “Dão-lhe tudo”, a autora utiliza a pontuação denominada dois-pontos, que neste caso é utilizada para:
 

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2336238 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FAUEL
Orgão: Pref. Apucarana-PR
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Considere atentamente a crônica a seguir, escrita por Rachel de Queiroz, para responder a próxima questão.
“Mais um filme italiano que conquista o coração da plateia brasileira, esse despretensioso e lírico ‘Viver em paz’. A história da aldeia humilde, agasalhada num pico de morro, sem eletricidade, sem progresso, sem automóveis, que só pedia aos outros o direito de continuar vivendo na sua calma secular e na sua secular pobreza. Viver em paz: talvez seja esse o mais belo título que possa hoje ocorrer a quem batiza uma obra de arte. No meio da guerra, do medo e da miséria, viver em paz. No meio da discórdia, do desentendimento e da fraude, viver em paz. Outras idades sonharam glória, técnica e riqueza; conforto, poder, ciência. Mas a nossa idade apenas sonha com paz. Dentro dos apartamentos minúsculos da grande cidade, o direito de acordar cedo, tomar sua condução, procurar o seu trabalho e dar conta dele, e ao fim do dia voltar sossegadamente para casa, a fim de comer e repousar: isso é paz. No campo, plantar sua raiz de mandioca, colhê-la, transformá-la em farinha; ver nascer o cordeiro, e depois vê- -lo crescer, curá-lo de doenças, tosquiá-lo da sua lã e vender essa lã; possuir alguns palmos de terra a que chame sua, e a ela escravizar-se, ou deixá-la folgar e folgar com a terra, não lhe pedindo mais que o abrigo e a água: e assim viver em paz. Direito de nascer, direito de ser menino, de ficar homem, e amar e gerar filhos, direito de morrer no meio dos filhos e netos, com os cabelos brancos e a pele engelhada, aceitando o fim, porque é chegada realmente a hora do fim; morrer na obscuridade e na pobreza ― mas morrer como viveu: em paz. Este o sonho do mundo de hoje. Dão-lhe tudo: máquinas como nunca houve, progresso jamais sonhado, oportunidades de glória que fariam empalidecer de inveja qualquer herói de Homero; riqueza, poder, mulheres, lutas políticas, ciência, arte, tudo está ao seu alcance, é só estender a mão. Porém os moços não pensam mais em glória nem em heroísmos; o que desejam é fugir do sangue derramado, o que querem é dar um princípio e um fim humanos a suas vidas mutiladas”.
(Viver em paz, por Rachel de Queiroz, com adaptações).
No trecho “com os cabelos brancos e a pele engelhada”, marque a alternativa que indica um possível sinônimo de “engelhada”.
 

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2336237 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FAUEL
Orgão: Pref. Apucarana-PR
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Considere atentamente a crônica a seguir, escrita por Rachel de Queiroz, para responder a próxima questão.
“Mais um filme italiano que conquista o coração da plateia brasileira, esse despretensioso e lírico ‘Viver em paz’. A história da aldeia humilde, agasalhada num pico de morro, sem eletricidade, sem progresso, sem automóveis, que só pedia aos outros o direito de continuar vivendo na sua calma secular e na sua secular pobreza. Viver em paz: talvez seja esse o mais belo título que possa hoje ocorrer a quem batiza uma obra de arte. No meio da guerra, do medo e da miséria, viver em paz. No meio da discórdia, do desentendimento e da fraude, viver em paz. Outras idades sonharam glória, técnica e riqueza; conforto, poder, ciência. Mas a nossa idade apenas sonha com paz. Dentro dos apartamentos minúsculos da grande cidade, o direito de acordar cedo, tomar sua condução, procurar o seu trabalho e dar conta dele, e ao fim do dia voltar sossegadamente para casa, a fim de comer e repousar: isso é paz. No campo, plantar sua raiz de mandioca, colhê-la, transformá-la em farinha; ver nascer o cordeiro, e depois vê- -lo crescer, curá-lo de doenças, tosquiá-lo da sua lã e vender essa lã; possuir alguns palmos de terra a que chame sua, e a ela escravizar-se, ou deixá-la folgar e folgar com a terra, não lhe pedindo mais que o abrigo e a água: e assim viver em paz. Direito de nascer, direito de ser menino, de ficar homem, e amar e gerar filhos, direito de morrer no meio dos filhos e netos, com os cabelos brancos e a pele engelhada, aceitando o fim, porque é chegada realmente a hora do fim; morrer na obscuridade e na pobreza ― mas morrer como viveu: em paz. Este o sonho do mundo de hoje. Dão-lhe tudo: máquinas como nunca houve, progresso jamais sonhado, oportunidades de glória que fariam empalidecer de inveja qualquer herói de Homero; riqueza, poder, mulheres, lutas políticas, ciência, arte, tudo está ao seu alcance, é só estender a mão. Porém os moços não pensam mais em glória nem em heroísmos; o que desejam é fugir do sangue derramado, o que querem é dar um princípio e um fim humanos a suas vidas mutiladas”.
(Viver em paz, por Rachel de Queiroz, com adaptações).
No trecho “sem eletricidade, sem progresso, sem automóveis”, a repetição da preposição “sem” caracteriza uma figura de linguagem. Marque a alternativa que a indica.
 

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