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Foram encontradas 40 questões.

1775477 Ano: 2008
Disciplina: Saúde Pública
Banca: UFF
Orgão: Pref. Aracaju-SE
Leia as afirmativas abaixo e assinale “V” para as verdadeiras e “F” para as falsas.
( ) A hanseníase é uma doença endêmica em todo território nacional, e que só pode ser tratada nos hospitais gerais.
( ) A hipertensão arterial é uma doença que pode estar relacionada ao estilo de vida.
( ) A leptospirose é uma doença transmitida pelo contato com água contaminada pela urina de animais portadores.
( ) Candidíase, gonorréia, AIDS, hepatite B, herpes simples genital e herpes ocular são doenças sexualmente transmissíveis.
( ) A hepatite B é uma doença transmitida pelo contato sexual com parceiro(a) infectado(a).
( ) Não se transmite o vírus HIV pelo contato com o suor e lágrimas de pessoas infectadas pelo vírus.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
 

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1775467 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: UFF
Orgão: Pref. Aracaju-SE
UM AVÔ E SEU NETO
Esta é uma história muito simples. Fala do amor entre um avô e um neto. Assim como a magia que existe entre a noite e a lua. Os avôs sabem de muitas coisas. Os avôs guardam a infância deles na memória. Com seus rios azuis, suas ruas de barro, chapéus, cavalos, lampiões. Um mundo tão antigo que já quase não cabe mais nesse nosso mundo.
Quando um avô morre, esse mundo antigo morre com ele. E todos os cavalos, rios azuis, ruas de barro. Por isso, eu particularmente acho que os avôs nunca deviam morrer. Mas para que as coisas que eles guardam lá no fundo deles, a poeira encantada de outros tempos não desapareça completamente, existem os netos. E assim como às vezes a gente para pra ver uma estrela ou um pássaro, alguns netos param pra ouvir essa música secreta que sai de dentro dos avôs. Eles viveram uma vida inteira, e quantas malas e armários poderiam encher com suas aventuras?
O avô tinha a barriga grande. O neto achava que tinha um sol lá dentro. Ou uma fábrica de alegria. O avô ria tanto. Um dia o avô parou de trabalhar. Era como se a barriga tivesse diminuído ou uma nuvem tivesse tampado o sol. E passava a mão nos cabelos do peito do avô. Os avôs são tão lindos com seus cabelos brancos. Quando estava feliz contava histórias malucas. De elefantes cantores de ópera, de crocodilos vendedores. Mas quando o avô se lembrava que não precisava mais trabalhar, que se não fizesse bastante barulho ninguém ia se lembrar dele, aí só contava história da sua vida. O neto ouvia. De um país lá longe. Tão longe que tinha que atravessar o mar.
Fazia frio nesse país. Nessa época o avô era criança, era pobre. O pai dele tocava violino. Um tio morava numa casinha branca no alto de uma colina. O tio fazia panelas de barro.
Um dia, o avô que nesse país lá longe era criança, foi visitar o tio que morava na colina. Tinha que atravessar a cidade inteira. O tio era esquisito. Gostava de morar afastado, longe das ruas apinhadas de gente. Tinha nevado durante a noite. As carroças cheias de verdura não podiam passar. (O neto ouvia). O avô estava indo escondido da mãe. Era muito perigoso. E então o avô conseguiu atravessar a ponte. O rio estava congelado lá embaixo. Parecia que tinha adormecido e não queria correr para lugar nenhum.A subida para a casa do tio estava escorregadia. Mas o avô conseguiu chegar.
O tio ficou feliz. Ele tinha um forno grande de queimar o barro. Tinha um torno. Parecia mágica. O tio pegava um pedaço de barro e fazia um prato, uma moringa, um bule. Era como se fossem personagens. (O neto ouvia). O bule casava com a manteigueira. E o dia passou voando na casa desse tio lá no alto da colina. Quando o avô se lembrou de voltar, a noite já estava chegando. E o tio deu um presente para o avô levar para casa. Era um cavalo de barro. Ia dentro de uma caixa de papelão. O avô se sentia mais rico que um rei. Levava a caixa com todo cuidado. Não podia cair de jeito nenhum. (O neto ouvia).
De repente, embaixo da neve, uma coisa brilhando. Era uma moeda de ouro. O avô esquecia do presente, esquecia de tudo. Mas a neve estava dura. O avô tentava cavar e não conseguia. Então teve uma ideia tão boa que nem dava para acreditar: era só fazer xixi em cima da neve que cobria a moeda. O xixi era quente e derretia a neve. Aí o avô piscava o olho e ria na cara do neto. “É verdade, vô, essa história da moeda?”
Pode ser que sim, pode ser que não, nunca se sabe respondia o avô. Mas se naquela época eu tivesse uma moeda de ouro...
E voltava a contar histórias malucas, sem pé nem cabeça, de bichos fantásticos. A sua barriga tinha novamente engolido o sol.
Um dia tiveram que partir. Ia haver uma guerra. O avô tinha 14 anos. As guerras são tristes. Deviam ser proibidas em todas as línguas da Terra. Se o avô não tivesse vindo com sua mãe e seus irmãos, o neto não existiria. O neto ouvia assombrado e via o navio se afastando do cais, um navio cheio de gente, com o avô lá dentro. Tantas vezes o avô contou essa história, que o neto já sabia de que lado soprava o vento.
O avô gostou muito de chegar num país cheio de sol. Mas às vezes lembrava do tio que morava em cima da colina.
Depois o avô cresceu. Teve uma loja, uma mulher, quatro filhos. Aí os filhos cresceram. E o avô teve netos. Os netos estão crescendo.Assim é a vida.
(MURRAY, R. Kligerman In Memórias futuras: contos infanto- juvenis contemporâneos. Niterói, EDUFF, 1987, p 78-80)
Lendo-se com atenção os dois períodos do trecho “Tinha nevado durante a noite. As carroças cheias de verdura não podiam passar.”, pode-se depreender que o segundo período exprime em relação ao primeiro o sentido de:
 

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1775461 Ano: 2008
Disciplina: Saúde Pública
Banca: UFF
Orgão: Pref. Aracaju-SE
Atualmente, a medida mais eficaz no combate à dengue é:
 

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1775437 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: UFF
Orgão: Pref. Aracaju-SE
UM AVÔ E SEU NETO
Esta é uma história muito simples. Fala do amor entre um avô e um neto. Assim como a magia que existe entre a noite e a lua. Os avôs sabem de muitas coisas. Os avôs guardam a infância deles na memória. Com seus rios azuis, suas ruas de barro, chapéus, cavalos, lampiões. Um mundo tão antigo que já quase não cabe mais nesse nosso mundo.
Quando um avô morre, esse mundo antigo morre com ele. E todos os cavalos, rios azuis, ruas de barro. Por isso, eu particularmente acho que os avôs nunca deviam morrer. Mas para que as coisas que eles guardam lá no fundo deles, a poeira encantada de outros tempos não desapareça completamente, existem os netos. E assim como às vezes a gente para pra ver uma estrela ou um pássaro, alguns netos param pra ouvir essa música secreta que sai de dentro dos avôs. Eles viveram uma vida inteira, e quantas malas e armários poderiam encher com suas aventuras?
O avô tinha a barriga grande. O neto achava que tinha um sol lá dentro. Ou uma fábrica de alegria. O avô ria tanto. Um dia o avô parou de trabalhar. Era como se a barriga tivesse diminuído ou uma nuvem tivesse tampado o sol. E passava a mão nos cabelos do peito do avô. Os avôs são tão lindos com seus cabelos brancos. Quando estava feliz contava histórias malucas. De elefantes cantores de ópera, de crocodilos vendedores. Mas quando o avô se lembrava que não precisava mais trabalhar, que se não fizesse bastante barulho ninguém ia se lembrar dele, aí só contava história da sua vida. O neto ouvia. De um país lá longe. Tão longe que tinha que atravessar o mar.
Fazia frio nesse país. Nessa época o avô era criança, era pobre. O pai dele tocava violino. Um tio morava numa casinha branca no alto de uma colina. O tio fazia panelas de barro.
Um dia, o avô que nesse país lá longe era criança, foi visitar o tio que morava na colina. Tinha que atravessar a cidade inteira. O tio era esquisito. Gostava de morar afastado, longe das ruas apinhadas de gente. Tinha nevado durante a noite. As carroças cheias de verdura não podiam passar. (O neto ouvia). O avô estava indo escondido da mãe. Era muito perigoso. E então o avô conseguiu atravessar a ponte. O rio estava congelado lá embaixo. Parecia que tinha adormecido e não queria correr para lugar nenhum.A subida para a casa do tio estava escorregadia. Mas o avô conseguiu chegar.
O tio ficou feliz. Ele tinha um forno grande de queimar o barro. Tinha um torno. Parecia mágica. O tio pegava um pedaço de barro e fazia um prato, uma moringa, um bule. Era como se fossem personagens. (O neto ouvia). O bule casava com a manteigueira. E o dia passou voando na casa desse tio lá no alto da colina. Quando o avô se lembrou de voltar, a noite já estava chegando. E o tio deu um presente para o avô levar para casa. Era um cavalo de barro. Ia dentro de uma caixa de papelão. O avô se sentia mais rico que um rei. Levava a caixa com todo cuidado. Não podia cair de jeito nenhum. (O neto ouvia).
De repente, embaixo da neve, uma coisa brilhando. Era uma moeda de ouro. O avô esquecia do presente, esquecia de tudo. Mas a neve estava dura. O avô tentava cavar e não conseguia. Então teve uma ideia tão boa que nem dava para acreditar: era só fazer xixi em cima da neve que cobria a moeda. O xixi era quente e derretia a neve. Aí o avô piscava o olho e ria na cara do neto. “É verdade, vô, essa história da moeda?”
Pode ser que sim, pode ser que não, nunca se sabe respondia o avô. Mas se naquela época eu tivesse uma moeda de ouro...
E voltava a contar histórias malucas, sem pé nem cabeça, de bichos fantásticos. A sua barriga tinha novamente engolido o sol.
Um dia tiveram que partir. Ia haver uma guerra. O avô tinha 14 anos. As guerras são tristes. Deviam ser proibidas em todas as línguas da Terra. Se o avô não tivesse vindo com sua mãe e seus irmãos, o neto não existiria. O neto ouvia assombrado e via o navio se afastando do cais, um navio cheio de gente, com o avô lá dentro. Tantas vezes o avô contou essa história, que o neto já sabia de que lado soprava o vento.
O avô gostou muito de chegar num país cheio de sol. Mas às vezes lembrava do tio que morava em cima da colina.
Depois o avô cresceu. Teve uma loja, uma mulher, quatro filhos. Aí os filhos cresceram. E o avô teve netos. Os netos estão crescendo.Assim é a vida.
(MURRAY, R. Kligerman In Memórias futuras: contos infanto- juvenis contemporâneos. Niterói, EDUFF, 1987, p 78-80)
A palavra em destaque no trecho “O neto ouvia ASSOMBRADO e via o navio se afastando do cais” pode ser substituída, sem alteração de sentido, por todas as abaixo relacionadas, EXCETO por:
 

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1775392 Ano: 2008
Disciplina: Saúde Pública
Banca: UFF
Orgão: Pref. Aracaju-SE
Sobre a Visita Domiciliar, é correto afirmar que:
 

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1775201 Ano: 2008
Disciplina: Saúde Pública
Banca: UFF
Orgão: Pref. Aracaju-SE
A Lei Federal nº 8.142/90 criou duas instâncias para a participação da comunidade na gestão do Sistema Único de Saúde. São elas:
 

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1775162 Ano: 2008
Disciplina: Saúde Pública
Banca: UFF
Orgão: Pref. Aracaju-SE
A idade em que a criança deve ser acompanhada pelo Agente Comunitário de Saúde quanto ao seu crescimento e desenvolvimento é até o:
 

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1775085 Ano: 2008
Disciplina: Saúde Pública
Banca: UFF
Orgão: Pref. Aracaju-SE
Dona Ana tem um filho de três anos e está grávida de cinco meses. Na visita domiciliar, o agente comunitário de saúde constatou que ela, na primeira gravidez, não tomou a vacina contra o tétano neonatal, mas, na infância, cumpriu o esquema de vacinação básica. O número de doses de vacina contra o tétano neonatal que ela deve tomar nesta gravidez é:
 

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1775052 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: UFF
Orgão: Pref. Aracaju-SE
UM AVÔ E SEU NETO
Esta é uma história muito simples. Fala do amor entre um avô e um neto. Assim como a magia que existe entre a noite e a lua. Os avôs sabem de muitas coisas. Os avôs guardam a infância deles na memória. Com seus rios azuis, suas ruas de barro, chapéus, cavalos, lampiões. Um mundo tão antigo que já quase não cabe mais nesse nosso mundo.
Quando um avô morre, esse mundo antigo morre com ele. E todos os cavalos, rios azuis, ruas de barro. Por isso, eu particularmente acho que os avôs nunca deviam morrer. Mas para que as coisas que eles guardam lá no fundo deles, a poeira encantada de outros tempos não desapareça completamente, existem os netos. E assim como às vezes a gente para pra ver uma estrela ou um pássaro, alguns netos param pra ouvir essa música secreta que sai de dentro dos avôs. Eles viveram uma vida inteira, e quantas malas e armários poderiam encher com suas aventuras?
O avô tinha a barriga grande. O neto achava que tinha um sol lá dentro. Ou uma fábrica de alegria. O avô ria tanto. Um dia o avô parou de trabalhar. Era como se a barriga tivesse diminuído ou uma nuvem tivesse tampado o sol. E passava a mão nos cabelos do peito do avô. Os avôs são tão lindos com seus cabelos brancos. Quando estava feliz contava histórias malucas. De elefantes cantores de ópera, de crocodilos vendedores. Mas quando o avô se lembrava que não precisava mais trabalhar, que se não fizesse bastante barulho ninguém ia se lembrar dele, aí só contava história da sua vida. O neto ouvia. De um país lá longe. Tão longe que tinha que atravessar o mar.
Fazia frio nesse país. Nessa época o avô era criança, era pobre. O pai dele tocava violino. Um tio morava numa casinha branca no alto de uma colina. O tio fazia panelas de barro.
Um dia, o avô que nesse país lá longe era criança, foi visitar o tio que morava na colina. Tinha que atravessar a cidade inteira. O tio era esquisito. Gostava de morar afastado, longe das ruas apinhadas de gente. Tinha nevado durante a noite. As carroças cheias de verdura não podiam passar. (O neto ouvia). O avô estava indo escondido da mãe. Era muito perigoso. E então o avô conseguiu atravessar a ponte. O rio estava congelado lá embaixo. Parecia que tinha adormecido e não queria correr para lugar nenhum.A subida para a casa do tio estava escorregadia. Mas o avô conseguiu chegar.
O tio ficou feliz. Ele tinha um forno grande de queimar o barro. Tinha um torno. Parecia mágica. O tio pegava um pedaço de barro e fazia um prato, uma moringa, um bule. Era como se fossem personagens. (O neto ouvia). O bule casava com a manteigueira. E o dia passou voando na casa desse tio lá no alto da colina. Quando o avô se lembrou de voltar, a noite já estava chegando. E o tio deu um presente para o avô levar para casa. Era um cavalo de barro. Ia dentro de uma caixa de papelão. O avô se sentia mais rico que um rei. Levava a caixa com todo cuidado. Não podia cair de jeito nenhum. (O neto ouvia).
De repente, embaixo da neve, uma coisa brilhando. Era uma moeda de ouro. O avô esquecia do presente, esquecia de tudo. Mas a neve estava dura. O avô tentava cavar e não conseguia. Então teve uma ideia tão boa que nem dava para acreditar: era só fazer xixi em cima da neve que cobria a moeda. O xixi era quente e derretia a neve. Aí o avô piscava o olho e ria na cara do neto. “É verdade, vô, essa história da moeda?”
Pode ser que sim, pode ser que não, nunca se sabe respondia o avô. Mas se naquela época eu tivesse uma moeda de ouro...
E voltava a contar histórias malucas, sem pé nem cabeça, de bichos fantásticos. A sua barriga tinha novamente engolido o sol.
Um dia tiveram que partir. Ia haver uma guerra. O avô tinha 14 anos. As guerras são tristes. Deviam ser proibidas em todas as línguas da Terra. Se o avô não tivesse vindo com sua mãe e seus irmãos, o neto não existiria. O neto ouvia assombrado e via o navio se afastando do cais, um navio cheio de gente, com o avô lá dentro. Tantas vezes o avô contou essa história, que o neto já sabia de que lado soprava o vento.
O avô gostou muito de chegar num país cheio de sol. Mas às vezes lembrava do tio que morava em cima da colina.
Depois o avô cresceu. Teve uma loja, uma mulher, quatro filhos. Aí os filhos cresceram. E o avô teve netos. Os netos estão crescendo.Assim é a vida.
(MURRAY, R. Kligerman In Memórias futuras: contos infanto- juvenis contemporâneos. Niterói, EDUFF, 1987, p 78-80)
Em cada um dos itens abaixo, foram transcritos dois períodos do texto e reescritos num único período, com emprego do pronome relativo. O item em que o período reescrito apresenta ERRO de regência no emprego do pronome relativo é:
 

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1775049 Ano: 2008
Disciplina: Saúde Pública
Banca: UFF
Orgão: Pref. Aracaju-SE
A Lei nº 8.080/90 define, no âmbito do SUS, a vigilância epidemiológica como “um conjunto de ações que proporciona o conhecimento, a detecção ou prevenção de qualquer mudança nos fatores determinantes e condicionantes de saúde individual ou coletiva, com a finalidade de recomendar e adotar as medidas de prevenção e controle das doenças ou agravos”. São funções da vigilância epidemiológica:
I. coleta, processamento e avaliação dos dados;
II. recomendação de medidas de controle;
III. promoção das ações de controle;
IV. avaliação da eficácia e efetividade das medidas adotadas; divulgação das informações;
V. produção de bens e serviços em saúde aplicando o sistema de ouvidoria e controle social;
VI. fiscalização das instituições que estabelecem diagnósticos de saúde nos ambientes de trabalho.
Das afirmativas acima estão corretas apenas:
 

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