Foram encontradas 80 questões.
Em uma visita domiciliar (VD), depois de concedida a licença, o Agente de Combate às Endemias, durante a inspeção, deve proceder da seguinte forma:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A prática da educação sanitária é uma estratégia fundamental para ampliar a capacidade da população cuidar de sua saúde, ao promover a construção da consciência sanitária. Além disso, contribui para o fomento do controle social e para a consolidação da cidadania, visando a sociedades mais justas, conscientes de seus direitos e deveres sociais. A respeito da educação sanitária, é correto afirmar que:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
CARTILHA ALERTA PARA USO
EXCESSIVO DE ERVAS MEDICINAIS
Todo mundo sabe indicar um chazinho perfeito para diferentes males, com dicas “infalíveis” transferidas pelos mais velhos da família.
Segundo dados da OMS (Organização Mundial da Saúde), 80% da população utiliza remédios naturais ou faz uso da chamada medicina popular para tratar doenças. O que pouco se discute, no entanto, são os riscos da ingestão excessiva das infusões preparadas com ervas, que podem ir de uma dor de cabeça a dano sem órgãos vitais.
Ao observar a falta de conhecimento sobre os efeitos adversos do consumo excessivo de plantas medicinais, o Instituto de Biociências da Unesp (Universidade Estadual Paulista) de Botucatu preparou uma cartilha para alertar sobre os principais efeitos colaterais das ervas mais consumidas na região. “Observamos que, por considerarem as plantas algo totalmente natural, imaginam que não há riscos”, diz Maria José Queiroz de Freitas Alves, biomédica do Departamento de Fisiologia do Instituto de Biociências da Unesp de Botucatu, orientadora da pesquisa.
Ela acredita que, além de não ter consciência dos perigos, a população não sabe como tirar o melhor proveito dos princípios ativos das plantas. Como exemplo, cita o urucum, que tem propriedades antioxidantes conhecidas, mas que, se levado à fervura, libera toxinas. “Para utilizá-lo com segurança, é preciso deixá-lo em água fria por um tempo”, diz.
Outro fator importante, quase sempre desconsiderado por quem busca os chás para tratamento, é a forma como a erva foi plantada. “O tipo de solo interfere, assim como o uso de agrotóxicos e a época de colheita. E é preciso saber se é melhor usar a erva seca ou fresca, as folhas ou flores”, explica Alves.
É o caso da erva-doce (Foeniculum vulgare), também conhecida como funcho, cujo efeito diurético é mais forte na infusão das folhas, de acordo com uma pesquisa realizada por Débora Vendramini, doutoranda do CPQBA (Centro Pluridisciplinar de Pesquisas Químicas, Biológicas e Agrícolas) da Universidade Estadual de Campinas. Em geral, os chás são preparados com os frutos. No estudo realizado em ratos, o aumento da diurese foi de 144% quando a infusão foi preparada com as folhas, contra 20% no uso dos frutos.
A Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) também constatou a necessidade de fornecer mais dados à população e prepara uma cartilha para ser divulgada no Estado do Rio de Janeiro. Foram consideradas para esse trabalho 20 das plantas mais citadas pelos vendedores de ervas do Mercado de Madureira, no Rio de Janeiro.
“Os 'mateiros' descrevem inúmeras aplicações para uma mesma planta. E não há comprovação na literatura científica”, diz Rosany Bochner, coordenadora do Sinitox (Sistema Nacional de Informações Tóxico- farmacológicas), ligado à Fundação.
A autônoma Izilda Aparecida Martins, 49, sofreu com a indicação de pessoas não- especializadas. Com pedra no rim, ela procurou uma infusão para ajudar no tratamento. O chá escolhido prometia ter bom efeito diurético, mas, na verdade, trouxe um problema: retenção de líquidos. “Comecei a tomar chá de porangaba por causa da publicidade forte, não eliminei a pedra e meu corpo começou a inchar”, conta ela.
Outro exemplo de extrapolação de uso é a indicação do avelós (Euphorbia tirucalli) para tratar ou prevenir tumores. Como há algumas pesquisas em andamento com resultados positivos, a erva passou a ser muito procurada para o preparo de chás - mas a planta é tóxica e pode causar alergia. “Contra o câncer, busca-se o princípio ativo, não dá para trabalhar com extrato ou infusão feitos em casa”, explica João Ernesto de Carvalho, biomédico e coordenador da Divisão de Farmacologia e Toxicologia do CPQBA da Unicamp.
O confrei (Symphytum officinale L.), que tem comercialização proibida para uso interno sob risco de causar problemas sérios no fígado, ainda pode ser encontrado facilmente para preparar infusões. “Essa planta já foi considerada 'milagrosa' e é cicatrizante, mas só pode ser aplicada externamente”, alerta Maria José Alves, da Unesp.
Para que haja maior controle no uso terapêutico das ervas, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) pretende lançar para consulta pública uma lista com 51 espécies de plantas que poderão ser comercializadas como ervas medicinais.A resolução regulamentará a notificação de espécies vegetais, com indicações terapêuticas baseadas na literatura científica.
Como, até o momento, as ervas para chás comercializadas no país são regulamentadas como alimentos, não podem apresentar indicações terapêuticas nas embalagens.
(www.atribunanews.com.br. 01/11/2008.)
As palavras em caixa alta no trecho “Ao observar a falta de conhecimento sobre os efeitos ADVERSOS do consumo EXCESSIVO de plantas medicinais” são antônimas, respectivamente, de:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A leishmaniose é uma enfermidade causada por um(a):
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Um conjunto de ações capaz de eliminar, diminuir ou prevenir riscos à saúde e de intervir nos problemas sanitários decorrentes do meio ambiente, de produção e circulação de bens e prestação de serviços de interesse da saúde é conhecido como vigilância:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A presença de uma grande população de ratos em uma região pode ser associada à incidência da seguinte patologia:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A água pode apresentar riscos à saúde humana, o que torna necessários alguns cuidados para que esses riscos sejam reduzidos. A respeito desse assunto, é correto afirmar que:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
CARTILHA ALERTA PARA USO
EXCESSIVO DE ERVAS MEDICINAIS
Todo mundo sabe indicar um chazinho perfeito para diferentes males, com dicas “infalíveis” transferidas pelos mais velhos da família.
Segundo dados da OMS (Organização Mundial da Saúde), 80% da população utiliza remédios naturais ou faz uso da chamada medicina popular para tratar doenças. Oque pouco se discute, no entanto, são os riscos da ingestão excessiva das infusões preparadas com ervas, que podem ir de uma dor de cabeça a dano sem órgãos vitais.
Ao observar a falta de conhecimento sobre os efeitos adversos do consumo excessivo de plantas medicinais, o Instituto de Biociências da Unesp (Universidade Estadual Paulista) de Botucatu preparou uma cartilha para alertar sobre os principais efeitos colaterais das ervas mais consumidas na região. “Observamos que, por considerarem as plantas algo totalmente natural, imaginam que não há riscos”, diz Maria José Queiroz de Freitas Alves, biomédica do Departamento de Fisiologia do Instituto de Biociências da Unesp de Botucatu, orientadora da pesquisa.
Ela acredita que, além de não ter consciência dos perigos, a população não sabe como tirar o melhor proveito dos princípios ativos das plantas. Como exemplo, cita o urucum, que tem propriedades antioxidantes conhecidas, mas que, se levado à fervura, libera toxinas. “Para utilizá-lo com segurança, é preciso deixá-lo em água fria por um tempo”, diz.
Outro fator importante, quase sempre desconsiderado por quem busca os chás para tratamento, é a forma como a erva foi plantada. “O tipo de solo interfere, assim como o uso de agrotóxicos e a época de colheita. E é preciso saber se é melhor usar a erva seca ou fresca, as folhas ou flores”, explica Alves.
É o caso da erva-doce (Foeniculum vulgare), também conhecida como funcho, cujo efeito diurético é mais forte na infusão das folhas, de acordo com uma pesquisa realizada por Débora Vendramini, doutoranda do CPQBA (Centro Pluridisciplinar de Pesquisas Químicas, Biológicas e Agrícolas) da Universidade Estadual de Campinas. Em geral, os chás são preparados com os frutos. No estudo realizado em ratos, o aumento da diurese foi de 144% quando a infusão foi preparada com as folhas, contra 20% no uso dos frutos.
A Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) também constatou a necessidade de fornecer mais dados à população e prepara uma cartilha para ser divulgada no Estado do Rio de Janeiro. Foram consideradas para esse trabalho 20 das plantas mais citadas pelos vendedores de ervas do Mercado de Madureira, no Rio de Janeiro.
“Os 'mateiros' descrevem inúmeras aplicações para uma mesma planta. E não há comprovação na literatura científica”, diz Rosany Bochner, coordenadora do Sinitox (Sistema Nacional de Informações Tóxico- farmacológicas), ligado à Fundação.
A autônoma Izilda Aparecida Martins, 49, sofreu com a indicação de pessoas não- especializadas. Com pedra no rim, ela procurou uma infusão para ajudar no tratamento. O chá escolhido prometia ter bom efeito diurético, mas, na verdade, trouxe um problema: retenção de líquidos. “Comecei a tomar chá de porangaba por causa da publicidade forte, não eliminei a pedra e meu corpo começou a inchar”, conta ela.
Outro exemplo de extrapolação de uso é a indicação do avelós (Euphorbia tirucalli) para tratar ou prevenir tumores. Como há algumas pesquisas em andamento com resultados positivos, a erva passou a ser muito procurada para o preparo de chás - mas a planta é tóxica e pode causar alergia. “Contra o câncer, busca-se o princípio ativo, não dá para trabalhar com extrato ou infusão feitos em casa”, explica João Ernesto de Carvalho, biomédico e coordenador da Divisão de Farmacologia e Toxicologia do CPQBA da Unicamp.
O confrei (Symphytum officinale L.), que tem comercialização proibida para uso interno sob risco de causar problemas sérios no fígado, ainda pode ser encontrado facilmente para preparar infusões. “Essa planta já foi considerada 'milagrosa' e é cicatrizante, mas só pode ser aplicada externamente”, alerta Maria José Alves, da Unesp.
Para que haja maior controle no uso terapêutico das ervas, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) pretende lançar para consulta pública uma lista com 51 espécies de plantas que poderão ser comercializadas como ervas medicinais.A resolução regulamentará a notificação de espécies vegetais, com indicações terapêuticas baseadas na literatura científica.
Como, até o momento, as ervas para chás comercializadas no país são regulamentadas como alimentos, não podem apresentar indicações terapêuticas nas embalagens.
(www.atribunanews.com.br. 01/11/2008.)
A locução conjuntiva em caixa alta no trecho “PARA QUE haja maior controle no uso terapêutico das ervas” introduz no período o sentido de:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
É evidente que a participação comunitária é fundamental no êxito do Programa de Erradicação do Aedes aegypti no Brasil (PEAa). Neste sentido, em cada visita ou inspeção ao imóvel, o agente de saúde deve preocupar-se em:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
CARTILHA ALERTA PARA USO
EXCESSIVO DE ERVAS MEDICINAIS
Todo mundo sabe indicar um chazinho perfeito para diferentes males, com dicas “infalíveis” transferidas pelos mais velhos da família.
Segundo dados da OMS (Organização Mundial da Saúde), 80% da população utiliza remédios naturais ou faz uso da chamada medicina popular para tratar doenças. Oque pouco se discute, no entanto, são os riscos da ingestão excessiva das infusões preparadas com ervas, que podem ir de uma dor de cabeça a dano sem órgãos vitais.
Ao observar a falta de conhecimento sobre os efeitos adversos do consumo excessivo de plantas medicinais, o Instituto de Biociências da Unesp (Universidade Estadual Paulista) de Botucatu preparou uma cartilha para alertar sobre os principais efeitos colaterais das ervas mais consumidas na região. “Observamos que, por considerarem as plantas algo totalmente natural, imaginam que não há riscos”, diz Maria José Queiroz de Freitas Alves, biomédica do Departamento de Fisiologia do Instituto de Biociências da Unesp de Botucatu, orientadora da pesquisa.
Ela acredita que, além de não ter consciência dos perigos, a população não sabe como tirar o melhor proveito dos princípios ativos das plantas. Como exemplo, cita o urucum, que tem propriedades antioxidantes conhecidas, mas que, se levado à fervura, libera toxinas. “Para utilizá-lo com segurança, é preciso deixá-lo em água fria por um tempo”, diz.
Outro fator importante, quase sempre desconsiderado por quem busca os chás para tratamento, é a forma como a erva foi plantada. “O tipo de solo interfere, assim como o uso de agrotóxicos e a época de colheita. E é preciso saber se é melhor usar a erva seca ou fresca, as folhas ou flores”, explica Alves.
É o caso da erva-doce (Foeniculum vulgare), também conhecida como funcho, cujo efeito diurético é mais forte na infusão das folhas, de acordo com uma pesquisa realizada por Débora Vendramini, doutoranda do CPQBA (Centro Pluridisciplinar de Pesquisas Químicas, Biológicas e Agrícolas) da Universidade Estadual de Campinas. Em geral, os chás são preparados com os frutos. No estudo realizado em ratos, o aumento da diurese foi de 144% quando a infusão foi preparada com as folhas, contra 20% no uso dos frutos.
A Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) também constatou a necessidade de fornecer mais dados à população e prepara uma cartilha para ser divulgada no Estado do Rio de Janeiro. Foram consideradas para esse trabalho 20 das plantas mais citadas pelos vendedores de ervas do Mercado de Madureira, no Rio de Janeiro.
“Os 'mateiros' descrevem inúmeras aplicações para uma mesma planta. E não há comprovação na literatura científica”, diz Rosany Bochner, coordenadora do Sinitox (Sistema Nacional de Informações Tóxico- farmacológicas), ligado à Fundação.
A autônoma Izilda Aparecida Martins, 49, sofreu com a indicação de pessoas não- especializadas. Com pedra no rim, ela procurou uma infusão para ajudar no tratamento. O chá escolhido prometia ter bom efeito diurético, mas, na verdade, trouxe um problema: retenção de líquidos. “Comecei a tomar chá de porangaba por causa da publicidade forte, não eliminei a pedra e meu corpo começou a inchar”, conta ela.
Outro exemplo de extrapolação de uso é a indicação do avelós (Euphorbia tirucalli) para tratar ou prevenir tumores. Como há algumas pesquisas em andamento com resultados positivos, a erva passou a ser muito procurada para o preparo de chás - mas a planta é tóxica e pode causar alergia. “Contra o câncer, busca-se o princípio ativo, não dá para trabalhar com extrato ou infusão feitos em casa”, explica João Ernesto de Carvalho, biomédico e coordenador da Divisão de Farmacologia e Toxicologia do CPQBA da Unicamp.
O confrei (Symphytum officinale L.), que tem comercialização proibida para uso interno sob risco de causar problemas sérios no fígado, ainda pode ser encontrado facilmente para preparar infusões. “Essa planta já foi considerada 'milagrosa' e é cicatrizante, mas só pode ser aplicada externamente”, alerta Maria José Alves, da Unesp.
Para que haja maior controle no uso terapêutico das ervas, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) pretende lançar para consulta pública uma lista com 51 espécies de plantas que poderão ser comercializadas como ervas medicinais.A resolução regulamentará a notificação de espécies vegetais, com indicações terapêuticas baseadas na literatura científica.
Como, até o momento, as ervas para chás comercializadas no país são regulamentadas como alimentos, não podem apresentar indicações terapêuticas nas embalagens.
(www.atribunanews.com.br. 01/11/2008.)
Na fala da autônoma Izilda Aparecida Martins, “Comecei a tomar chá de porangaba por causa da publicidade forte, não eliminei a pedra e meu corpo começou a inchar”, após a vírgula, para tornar o sentido do período mais claro, pode ser usada uma das conjunções abaixo relacionadas,MENOS a conjunção:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container