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COVID-19 NOS EUA
Isadora Williams é uma patinadora brasileira que vive em Montclair, no estado de Nova Jersey (Estados Unidos). Sua residência localiza-se a cerca de 20 quilômetros de Nova York (NY), epicentro dos casos do novo coronavírus (covid-19) no país, onde foram registradas, até ontem (01/04/2020), mais de mil mortes, de acordo com estudo da Universidade Johns Hopkins. O rápido avanço da pandemia na metrópole preocupou a brasileira. “É assustador, pois moro perto. Todas as pessoas estavam dentro de casa, em quarentena. Muitos mercados e lojas fechando, não tinha as coisas necessárias. Dirigi até a casa dos meus pais (em Washington, capital do país) porque está mais tranquilo que Nova York. É muito triste”, relatou à Agência Brasil.
A disseminação da covid-19 pelo mundo impactou a
temporada de preparação esportiva de Isadora. No dia
16/03/2020, ela disputaria o Mundial de Patinação no Gelo,
em Montreal (Canadá), mas o evento foi cancelado cinco
dias antes da abertura por conta da pandemia. Seria a quinta
participação dela na competição, a quarta vez consecutiva
no Mundial. “Foi muito triste (o cancelamento) porque treinei
muito forte, de maneira muito intensa. Mas, acho que foi
saudável para todos e o mais importante para atletas e
público, pois é um vírus muito sério”, conta a patinadora de
24 anos.
Quando ela destaca a intensidade dos treinos, não é exagero.
Antes do novo coronavírus, eram três horas diárias no rinque
de patinação, além de atividades na academia duas vezes
por semana. E nessa rotina de atleta profissional, inclua o
expediente como professora da modalidade e dedicação à
faculdade de Economia que cursa em Montclair. Agora, o
jeito tem sido improvisar para manter a forma, pensando na
próxima temporada de gelo. “Por causa do coronavírus, a
academia e a pista onde treino estão fechadas, então tenho
feito tudo em casa, como ioga e pilates. No máximo,
caminhar ou correr aqui perto”, descreve.
Em condições normais, o dia a dia de Isadora já é atribulado.
Mas, sempre há espaço para uma nova tarefa. “Quero
praticar mais o idioma português. Eu moro sozinha, então
não falo muito. Converso com minha mãe, escuto muita
música brasileira, tenho uma amiga com quem falo em
português. É fácil entender as perguntas, mas um pouco
difícil de responder ainda”, conta. “Fico um pouco nervosa
também (risos)”, brinca.
Ela não diz isso da boca para fora. Isadora tem o sangue e o
coração verde e amarelos. Apesar de nascida nos Estados
Unidos, tem mãe brasileira. E escolheu, aos nove anos,
defender a bandeira da terra natal da progenitora. “A cultura
brasileira sempre me encantou. Como a comida, amo a
moda e a música. Adoro Marisa Monte, Tom Jobim e amo
Anitta! É muito importante competir pelo Brasil”, destaca.
Adaptado. Publicado em 02/04/2020, por Lincoln Chaves,
repórter da TV Brasil e da Rádio Nacional, São Paulo.
Disponível em: https://bit.ly/3c3jayC.
I. De acordo com o texto, em condições normais, o dia a dia de Isadora é bastante tranquilo, embora não haja espaço para qualquer nova tarefa.
II. Para Isadora Williams, é bem fácil entender quaisquer perguntas em Português, assim como respondê-las, conta, afirma o texto.
III. No texto, Isadora Williams relatou que, nos Estados Unidos, apesar da quarentena, muitos mercados estavam abertos, o abastecimento ocorria normalmente e a frequência de pessoas nas ruas não diminuiu.
Marque a alternativa CORRETA:
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O mal invisível que vem de longe
No início, o perigo vinha do céu. Tempo da segunda guerra. À noite, escuridão total nas cidades, para se precaver de bombardeios dos alemães. Nenhum sinal de luz poderia aparecer. A vigilância policial atenta. A escuridão, geral. Para se acender uma lâmpada, necessário que ocorresse em local fechado, para não deixar a cauda de fora. Muito ouvi essa ladainha. Mas sou do tempo em que o perigo saía da sujeira dos galinheiros, o mosquito danado provocando um enjoo miserável, batizado pela alcunha de dengue, que tive, os olhos virando, a parte do branco desaparecendo [...]. Sobrevivi.
Agora vem da boca, do contato, da secreção, passageiro de
avião, a pegar em um e contaminar centenas, e, assim,
sucessivamente, invadindo países e continentes, sem
precisar de passaporte, nem comprar passagem, nem de
reserva de hotel, escondido no passageiro, que se torna o
elemento a difundi-lo; as estatísticas diuturnamente a exibir
novos números, entre os afetados e os suspeitos, as
medidas sendo tomadas, o homem, finalmente, descobrindo
que o lugar mais seguro é a sua casa. Não é a bomba alemã
que faz medo, não é o galinheiro que exibe sujeira. O mal
evoluiu. Ficou invisível. [...]
Estamos, suspeitos, confirmados e assustados, no mesmo
barco, torcendo e rezando, para que o mal fique bem longe,
não dê as caras, vá embora usufruir de boas e eternas férias
em desertos de muito calor; e, se possível, em outros
planetas, já indo tarde, não precisando nem apagar a luz do
aeroporto, muito menos de abraços de despedidas. Por ora,
ouvido no rádio, olho nas mensagens que nos chegam,
conselhos de solidão que devem ser acatados, higiene total,
a começar pelas mãos, nada de reunião, de aglomerados, de
ambiente apertado. Ufa! Mais cedo ou mais tarde, passa. Aí
tudo volta a ser alegre, vestindo azul para a sorte mudar.
Enquanto isso, um amigo, que sempre viveu afundado no
pessimismo, concorda comigo. Então, num riso largo,
sentencia: quem sobreviver, conta a história. Cruz credo! Dei
o diálogo por encerrado.
(Adaptado. Revisão linguística. CARVALHO, V. S. O mal
invisível que vem de longe. Disponível em:
https://bit.ly/3dTCNuy. Acesso em: mar 2020)
I. Tanto o perigo oriundo da “sujeira dos galinheiros”, como o “mosquito danado provocando um enjoo miserável, batizado pela alcunha de dengue”, foram recursos usados para fazer alusão a outras pandemias. Essa recuperação de informações é crucial para o entendimento da ideia central do texto.
II. O pessimismo do amigo, referenciado num dos últimos períodos do texto, está explicitado no fragmento “quem sobreviver, conta a história”.
Marque a alternativa CORRETA:
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PASSAPORTE DA IMUNIDADE
O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou neste sábado (04/04/2020) que negocia com um parceiro da Inglaterra a implementação do que chamou de “passaporte da imunidade”. Sem detalhar a medida, Guedes disse que está em discussão pelo governo a disponibilização para o Brasil de 40 milhões de testes para o coronavírus.
A declaração foi dada em uma videoconferência com
empresários do setor varejista, organizada pela
Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).
Guedes disse aos empresários que conversou com um
amigo na Inglaterra que criou o passaporte de imunidade, e
que seria possível colocar disponíveis para os brasileiros 40
milhões de testes para o coronavírus por mês.
Segundo o ministro, a proposta já foi encaminhada ao
Presidente da República e aos ministros Walter Souza Braga
Netto (Casa Civil) e Luiz Henrique Mandetta (Saúde).
Com a testagem em massa, segundo o ministro da
Economia, quem comprovadamente estiver imune ao
coronavírus poderá deixar o isolamento. Essa testagem,
segundo Guedes, seria aplicada aos “jovens”, pois os idosos
seguiriam em casa.
O ministro afirmou que o país enfrentará duas “ondas”: a
primeira seria a da saúde e a segunda, econômica. E o
responsável por coordenar este primeiro momento de crise,
de isolamento social, disse Guedes, é o ministro da Saúde,
Mandetta. Guedes afirmou que, em seguida, haverá uma
segunda onda, que é econômica, e o Brasil terá que superá-la
também.
A proposta do ministro é de que as pessoas sejam testadas,
por exemplo, semanalmente. Assim, os mais jovens que
estiverem livres da doença continuarão trabalhando,
enquanto os idosos ficam em casa. Dessa forma é possível
ir girando a economia, afirmou Guedes.
Ao longo da videoconferência, Guedes ouviu diversas
cobranças dos empresários, a maior parte deles voltada à
liberação de crédito. O setor empresarial pressiona o
governo a acelerar e a aumentar essa liberação de recursos
às empresas.
Entre as sugestões feitas a Guedes estão o uso de cadastros
das associações comerciais municipais e estaduais para que
o dinheiro chegue, de fato, a quem precisa; a criação de
aplicativos para acelerar a liberação de crédito; e ainda o uso
das “maquininhas” de cartão de crédito para o repasse do
recurso.
Adaptado. Por Ana Krüger e Filipe Matoso, G1, Brasília, em
04/04/2020. Disponível em: https://glo.bo/3c0GZae.
I. O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou no sábado, dia 04/04/2020, que negocia com um parceiro da Inglaterra a implementação do que chamou de “passaporte da imunidade”, de acordo com as informações do texto.
II. O texto afirma que o ministro da Economia disse aos empresários que seria possível colocar disponíveis para os brasileiros 40 milhões de testes para o coronavírus por mês.
III. Com a testagem em massa de pessoas infectadas por qualquer doença respiratória, nos termos apresentados, é possível ir girando a economia, afirmou o ministro da Economia, de acordo com o texto.
Marque a alternativa CORRETA:
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COVID-19 NOS EUA
Isadora Williams é uma patinadora brasileira que vive em Montclair, no estado de Nova Jersey (Estados Unidos). Sua residência localiza-se a cerca de 20 quilômetros de Nova York (NY), epicentro dos casos do novo coronavírus (covid-19) no país, onde foram registradas, até ontem (01/04/2020), mais de mil mortes, de acordo com estudo da Universidade Johns Hopkins. O rápido avanço da pandemia na metrópole preocupou a brasileira. “É assustador, pois moro perto. Todas as pessoas estavam dentro de casa, em quarentena. Muitos mercados e lojas fechando, não tinha as coisas necessárias. Dirigi até a casa dos meus pais (em Washington, capital do país) porque está mais tranquilo que Nova York. É muito triste”, relatou à Agência Brasil.
A disseminação da covid-19 pelo mundo impactou a
temporada de preparação esportiva de Isadora. No dia
16/03/2020, ela disputaria o Mundial de Patinação no Gelo,
em Montreal (Canadá), mas o evento foi cancelado cinco
dias antes da abertura por conta da pandemia. Seria a quinta
participação dela na competição, a quarta vez consecutiva
no Mundial. “Foi muito triste (o cancelamento) porque treinei
muito forte, de maneira muito intensa. Mas, acho que foi
saudável para todos e o mais importante para atletas e
público, pois é um vírus muito sério”, conta a patinadora de
24 anos.
Quando ela destaca a intensidade dos treinos, não é exagero.
Antes do novo coronavírus, eram três horas diárias no rinque
de patinação, além de atividades na academia duas vezes
por semana. E nessa rotina de atleta profissional, inclua o
expediente como professora da modalidade e dedicação à
faculdade de Economia que cursa em Montclair. Agora, o
jeito tem sido improvisar para manter a forma, pensando na
próxima temporada de gelo. “Por causa do coronavírus, a
academia e a pista onde treino estão fechadas, então tenho
feito tudo em casa, como ioga e pilates. No máximo,
caminhar ou correr aqui perto”, descreve.
Em condições normais, o dia a dia de Isadora já é atribulado.
Mas, sempre há espaço para uma nova tarefa. “Quero
praticar mais o idioma português. Eu moro sozinha, então
não falo muito. Converso com minha mãe, escuto muita
música brasileira, tenho uma amiga com quem falo em
português. É fácil entender as perguntas, mas um pouco
difícil de responder ainda”, conta. “Fico um pouco nervosa
também (risos)”, brinca.
Ela não diz isso da boca para fora. Isadora tem o sangue e o
coração verde e amarelos. Apesar de nascida nos Estados
Unidos, tem mãe brasileira. E escolheu, aos nove anos,
defender a bandeira da terra natal da progenitora. “A cultura
brasileira sempre me encantou. Como a comida, amo a
moda e a música. Adoro Marisa Monte, Tom Jobim e amo
Anitta! É muito importante competir pelo Brasil”, destaca.
Adaptado. Publicado em 02/04/2020, por Lincoln Chaves,
repórter da TV Brasil e da Rádio Nacional, São Paulo.
Disponível em: https://bit.ly/3c3jayC.
I. Apesar de nascida nos Estados Unidos, Isadora Williams tem mãe brasileira e escolheu, aos nove anos, defender a bandeira da terra natal da progenitora, de acordo com o texto.
II. De acordo com o texto, a disseminação da covid-19 pelo mundo não impactou a temporada de preparação esportiva de Isadora Williams e as datas dos torneios permaneceram inalteradas.
III. No texto, Isadora Williams relatou que, antes do novo coronavírus, dedicava três horas diárias ao rinque de patinação, além de atividades na academia duas vezes por semana.
Marque a alternativa CORRETA:
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O mal invisível que vem de longe
No início, o perigo vinha do céu. Tempo da segunda guerra. À noite, escuridão total nas cidades, para se precaver de bombardeios dos alemães. Nenhum sinal de luz poderia aparecer. A vigilância policial atenta. A escuridão, geral. Para se acender uma lâmpada, necessário que ocorresse em local fechado, para não deixar a cauda de fora. Muito ouvi essa ladainha. Mas sou do tempo em que o perigo saía da sujeira dos galinheiros, o mosquito danado provocando um enjoo miserável, batizado pela alcunha de dengue, que tive, os olhos virando, a parte do branco desaparecendo [...]. Sobrevivi.
Agora vem da boca, do contato, da secreção, passageiro de
avião, a pegar em um e contaminar centenas, e, assim,
sucessivamente, invadindo países e continentes, sem
precisar de passaporte, nem comprar passagem, nem de
reserva de hotel, escondido no passageiro, que se torna o
elemento a difundi-lo; as estatísticas diuturnamente a exibir
novos números, entre os afetados e os suspeitos, as
medidas sendo tomadas, o homem, finalmente, descobrindo
que o lugar mais seguro é a sua casa. Não é a bomba alemã
que faz medo, não é o galinheiro que exibe sujeira. O mal
evoluiu. Ficou invisível. [...]
Estamos, suspeitos, confirmados e assustados, no mesmo
barco, torcendo e rezando, para que o mal fique bem longe,
não dê as caras, vá embora usufruir de boas e eternas férias
em desertos de muito calor; e, se possível, em outros
planetas, já indo tarde, não precisando nem apagar a luz do
aeroporto, muito menos de abraços de despedidas. Por ora,
ouvido no rádio, olho nas mensagens que nos chegam,
conselhos de solidão que devem ser acatados, higiene total,
a começar pelas mãos, nada de reunião, de aglomerados, de
ambiente apertado. Ufa! Mais cedo ou mais tarde, passa. Aí
tudo volta a ser alegre, vestindo azul para a sorte mudar.
Enquanto isso, um amigo, que sempre viveu afundado no
pessimismo, concorda comigo. Então, num riso largo,
sentencia: quem sobreviver, conta a história. Cruz credo! Dei
o diálogo por encerrado.
(Adaptado. Revisão linguística. CARVALHO, V. S. O mal
invisível que vem de longe. Disponível em:
https://bit.ly/3dTCNuy. Acesso em: mar 2020)
I. A expressão “Ficou invisível” faz referência ao mal responsável pela contaminação. Como os vírus são seres microscópicos, a contaminação não é vista a “olho nu”, o que torna o “mal”, citado no texto, invisível.
II. O texto se configura numa narrativa construída em torno da pandemia causada pelo COVID-19. Elementos que justificam essa tese são apresentados em trechos como “Agora vem da boca, do contato, da secreção, passageiro de avião, a pegar em um e contaminar centenas, e, assim, sucessivamente, invadindo países e continentes...”.
III. O texto elabora uma crítica à individualidade e ao isolamento ocasionados pela pandemia relacionada ao COVID-19. Isso fica explicitado em excertos como “Estamos, suspeitos, confirmados e assustados, no mesmo barco, torcendo e rezando, para que o mal fique bem longe...”.
Marque a alternativa CORRETA:
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Políticas locais de segurança
As políticas de segurança pública são parte integrante dos contextos político, social, econômico e cultural em que são formuladas, apresentadas e implantadas por meio da elaboração de planos nacionais, estaduais e municipais. Na implementação de políticas públicas são realizados projetos e ações através da articulação entre a sociedade civil, os agentes políticos, as instituições públicas e privadas na esfera da segurança pública.
De acordo com o aumento da proporção da visibilidade do
papel dos municípios e da dimensão local na segurança
pública, observam-se especificidades da atuação do crime e
suas políticas em cidades de diversos estados brasileiros,
nas quais é possível identificar dinâmicas próprias que
envolvem a segurança pública.
No Brasil, diversos municípios podem aparentar um
ambiente agradável, com boa qualidade de vida e boas
referências em saúde e educação, ao mesmo tempo que
apresentam dificuldades quando o assunto é o crime, a
criminalidade e a prestação de serviços de segurança. Essas
cidades, ademais, estão se tornando áreas de interesse para
a disseminação da segurança privada e de condomínios
fechados, mostrando, assim, que a segurança é um dos
problemas crucias que afligem as comunidades locais.
Atualmente, no Brasil, a divisão de responsabilidades
administrativas entre os entes da federação atribui aos
estados a responsabilidade pela provisão de segurança
pública. Entretanto, em meio ao cenário de insegurança em
praticamente todos os estados, nota-se um envolvimento
cada vez maior dos municípios em questões relacionadas à
segurança pública.
A criminalidade está estreitamente relacionada com as
condições socioeconômicas da localidade. Obviamente, se
todos vivessem de renda e pudessem adquirir o que
desejassem, crimes motivados por ganhos econômicos não
existiriam. Na realidade, no entanto, os desejos superam os
recursos. E sempre que a atividade criminosa constituir um
caminho mais fácil para alcançar tais desejos haverá
incentivos para o engajamento nessa atividade. Nesse
sentido, a renda, o emprego e o crescimento econômico têm
sido apontados como potenciais fatores que reduzem os
incentivos à criminalidade (aumentando o custo de
oportunidade do crime).
Adaptado. Disponível em https://bit.ly/3jRNBvN, com
informações adicionais de https://bit.ly/2GL2UYT. Acesso
em agosto de 2020.
I. O texto leva o leitor a entender que a criminalidade está estreitamente relacionada com as condições socioeconômicas da localidade. Assim, opina o texto, se todos vivessem de renda e pudessem adquirir o que desejassem, crimes motivados por ganhos econômicos não existiriam.
II. O texto leva o leitor a concluir que as políticas de segurança pública são construídas por agentes públicos com ampla formação técnica e que não consideram as particularidades de cada município, estado ou das organizações criminosas que ali atuam.
Marque a alternativa CORRETA:
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PASSAPORTE DA IMUNIDADE
O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou neste sábado (04/04/2020) que negocia com um parceiro da Inglaterra a implementação do que chamou de “passaporte da imunidade”. Sem detalhar a medida, Guedes disse que está em discussão pelo governo a disponibilização para o Brasil de 40 milhões de testes para o coronavírus.
A declaração foi dada em uma videoconferência com
empresários do setor varejista, organizada pela
Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).
Guedes disse aos empresários que conversou com um
amigo na Inglaterra que criou o passaporte de imunidade, e
que seria possível colocar disponíveis para os brasileiros 40
milhões de testes para o coronavírus por mês.
Segundo o ministro, a proposta já foi encaminhada ao
Presidente da República e aos ministros Walter Souza Braga
Netto (Casa Civil) e Luiz Henrique Mandetta (Saúde).
Com a testagem em massa, segundo o ministro da
Economia, quem comprovadamente estiver imune ao
coronavírus poderá deixar o isolamento. Essa testagem,
segundo Guedes, seria aplicada aos “jovens”, pois os idosos
seguiriam em casa.
O ministro afirmou que o país enfrentará duas “ondas”: a
primeira seria a da saúde e a segunda, econômica. E o
responsável por coordenar este primeiro momento de crise,
de isolamento social, disse Guedes, é o ministro da Saúde,
Mandetta. Guedes afirmou que, em seguida, haverá uma
segunda onda, que é econômica, e o Brasil terá que superá-la
também.
A proposta do ministro é de que as pessoas sejam testadas,
por exemplo, semanalmente. Assim, os mais jovens que
estiverem livres da doença continuarão trabalhando,
enquanto os idosos ficam em casa. Dessa forma é possível
ir girando a economia, afirmou Guedes.
Ao longo da videoconferência, Guedes ouviu diversas
cobranças dos empresários, a maior parte deles voltada à
liberação de crédito. O setor empresarial pressiona o
governo a acelerar e a aumentar essa liberação de recursos
às empresas.
Entre as sugestões feitas a Guedes estão o uso de cadastros
das associações comerciais municipais e estaduais para que
o dinheiro chegue, de fato, a quem precisa; a criação de
aplicativos para acelerar a liberação de crédito; e ainda o uso
das “maquininhas” de cartão de crédito para o repasse do
recurso.
Adaptado. Por Ana Krüger e Filipe Matoso, G1, Brasília, em
04/04/2020. Disponível em: https://glo.bo/3c0GZae.
I. O texto afirma que o setor empresarial pressiona o governo a reter e a diminuir a liberação de recursos às empresas que apresentaram redução nas vendas em função da pandemia de coronavírus.
II. De acordo com o texto, a determinação do ministro da Economia é de que as pessoas sejam testadas contra o coronavírus diariamente.
III. O ministro da Economia disse que está em discussão pelo governo a disponibilização para o Brasil de 40 milhões de testes para o coronavírus, afirma o texto.
Marque a alternativa CORRETA:
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PASSAPORTE DA IMUNIDADE
O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou neste sábado (04/04/2020) que negocia com um parceiro da Inglaterra a implementação do que chamou de “passaporte da imunidade”. Sem detalhar a medida, Guedes disse que está em discussão pelo governo a disponibilização para o Brasil de 40 milhões de testes para o coronavírus.
A declaração foi dada em uma videoconferência com
empresários do setor varejista, organizada pela
Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).
Guedes disse aos empresários que conversou com um
amigo na Inglaterra que criou o passaporte de imunidade, e
que seria possível colocar disponíveis para os brasileiros 40
milhões de testes para o coronavírus por mês.
Segundo o ministro, a proposta já foi encaminhada ao
Presidente da República e aos ministros Walter Souza Braga
Netto (Casa Civil) e Luiz Henrique Mandetta (Saúde).
Com a testagem em massa, segundo o ministro da
Economia, quem comprovadamente estiver imune ao
coronavírus poderá deixar o isolamento. Essa testagem,
segundo Guedes, seria aplicada aos “jovens”, pois os idosos
seguiriam em casa.
O ministro afirmou que o país enfrentará duas “ondas”: a
primeira seria a da saúde e a segunda, econômica. E o
responsável por coordenar este primeiro momento de crise,
de isolamento social, disse Guedes, é o ministro da Saúde,
Mandetta. Guedes afirmou que, em seguida, haverá uma
segunda onda, que é econômica, e o Brasil terá que superá-la
também.
A proposta do ministro é de que as pessoas sejam testadas,
por exemplo, semanalmente. Assim, os mais jovens que
estiverem livres da doença continuarão trabalhando,
enquanto os idosos ficam em casa. Dessa forma é possível
ir girando a economia, afirmou Guedes.
Ao longo da videoconferência, Guedes ouviu diversas
cobranças dos empresários, a maior parte deles voltada à
liberação de crédito. O setor empresarial pressiona o
governo a acelerar e a aumentar essa liberação de recursos
às empresas.
Entre as sugestões feitas a Guedes estão o uso de cadastros
das associações comerciais municipais e estaduais para que
o dinheiro chegue, de fato, a quem precisa; a criação de
aplicativos para acelerar a liberação de crédito; e ainda o uso
das “maquininhas” de cartão de crédito para o repasse do
recurso.
Adaptado. Por Ana Krüger e Filipe Matoso, G1, Brasília, em
04/04/2020. Disponível em: https://glo.bo/3c0GZae.
I. A declaração sobre o “passaporte da imunidade” foi dada em uma videoconferência com empresários do setor varejista, organizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), de acordo com o texto.
II. Entre as sugestões feitas ao ministro da Economia, está a criação de aplicativos para tolher a liberação de crédito às empresas, de acordo com as informações do texto.
III. A testagem em massa de coronavírus, segundo o ministro da Economia, seria aplicada aos idosos, apenas, pois os jovens devem retornar ao trabalho imediatamente, afirma o texto.
Marque a alternativa CORRETA:
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Políticas locais de segurança
As políticas de segurança pública são parte integrante dos contextos político, social, econômico e cultural em que são formuladas, apresentadas e implantadas por meio da elaboração de planos nacionais, estaduais e municipais. Na implementação de políticas públicas são realizados projetos e ações através da articulação entre a sociedade civil, os agentes políticos, as instituições públicas e privadas na esfera da segurança pública.
De acordo com o aumento da proporção da visibilidade do
papel dos municípios e da dimensão local na segurança
pública, observam-se especificidades da atuação do crime e
suas políticas em cidades de diversos estados brasileiros,
nas quais é possível identificar dinâmicas próprias que
envolvem a segurança pública.
No Brasil, diversos municípios podem aparentar um
ambiente agradável, com boa qualidade de vida e boas
referências em saúde e educação, ao mesmo tempo que
apresentam dificuldades quando o assunto é o crime, a
criminalidade e a prestação de serviços de segurança. Essas
cidades, ademais, estão se tornando áreas de interesse para
a disseminação da segurança privada e de condomínios
fechados, mostrando, assim, que a segurança é um dos
problemas crucias que afligem as comunidades locais.
Atualmente, no Brasil, a divisão de responsabilidades
administrativas entre os entes da federação atribui aos
estados a responsabilidade pela provisão de segurança
pública. Entretanto, em meio ao cenário de insegurança em
praticamente todos os estados, nota-se um envolvimento
cada vez maior dos municípios em questões relacionadas à
segurança pública.
A criminalidade está estreitamente relacionada com as
condições socioeconômicas da localidade. Obviamente, se
todos vivessem de renda e pudessem adquirir o que
desejassem, crimes motivados por ganhos econômicos não
existiriam. Na realidade, no entanto, os desejos superam os
recursos. E sempre que a atividade criminosa constituir um
caminho mais fácil para alcançar tais desejos haverá
incentivos para o engajamento nessa atividade. Nesse
sentido, a renda, o emprego e o crescimento econômico têm
sido apontados como potenciais fatores que reduzem os
incentivos à criminalidade (aumentando o custo de
oportunidade do crime).
Adaptado. Disponível em https://bit.ly/3jRNBvN, com
informações adicionais de https://bit.ly/2GL2UYT. Acesso
em agosto de 2020.
I. As informações presentes no texto permitem inferir que sempre que a atividade criminosa constituir um caminho mais fácil para alcançar certos desejos haverá incentivos para o engajamento nessa atividade. Nesse sentido, o texto afirma que o crescimento econômico, a renda, e o emprego têm sido apontados como potenciais fatores que reduzem os incentivos à criminalidade (aumentando o custo de oportunidade do crime).
II. As informações presentes no texto permitem concluir que, atualmente, no Brasil, a divisão de responsabilidades administrativas entre os entes da federação atribui aos estados a responsabilidade pela provisão de segurança pública. O texto procura, ainda, transmitir a ideia de que, em meio ao cenário de insegurança em praticamente todos os estados, nota-se um envolvimento cada vez maior dos municípios em questões relacionadas à segurança pública.
Marque a alternativa CORRETA:
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COVID-19 NOS EUA
Isadora Williams é uma patinadora brasileira que vive em Montclair, no estado de Nova Jersey (Estados Unidos). Sua residência localiza-se a cerca de 20 quilômetros de Nova York (NY), epicentro dos casos do novo coronavírus (covid-19) no país, onde foram registradas, até ontem (01/04/2020), mais de mil mortes, de acordo com estudo da Universidade Johns Hopkins. O rápido avanço da pandemia na metrópole preocupou a brasileira. “É assustador, pois moro perto. Todas as pessoas estavam dentro de casa, em quarentena. Muitos mercados e lojas fechando, não tinha as coisas necessárias. Dirigi até a casa dos meus pais (em Washington, capital do país) porque está mais tranquilo que Nova York. É muito triste”, relatou à Agência Brasil.
A disseminação da covid-19 pelo mundo impactou a
temporada de preparação esportiva de Isadora. No dia
16/03/2020, ela disputaria o Mundial de Patinação no Gelo,
em Montreal (Canadá), mas o evento foi cancelado cinco
dias antes da abertura por conta da pandemia. Seria a quinta
participação dela na competição, a quarta vez consecutiva
no Mundial. “Foi muito triste (o cancelamento) porque treinei
muito forte, de maneira muito intensa. Mas, acho que foi
saudável para todos e o mais importante para atletas e
público, pois é um vírus muito sério”, conta a patinadora de
24 anos.
Quando ela destaca a intensidade dos treinos, não é exagero.
Antes do novo coronavírus, eram três horas diárias no rinque
de patinação, além de atividades na academia duas vezes
por semana. E nessa rotina de atleta profissional, inclua o
expediente como professora da modalidade e dedicação à
faculdade de Economia que cursa em Montclair. Agora, o
jeito tem sido improvisar para manter a forma, pensando na
próxima temporada de gelo. “Por causa do coronavírus, a
academia e a pista onde treino estão fechadas, então tenho
feito tudo em casa, como ioga e pilates. No máximo,
caminhar ou correr aqui perto”, descreve.
Em condições normais, o dia a dia de Isadora já é atribulado.
Mas, sempre há espaço para uma nova tarefa. “Quero
praticar mais o idioma português. Eu moro sozinha, então
não falo muito. Converso com minha mãe, escuto muita
música brasileira, tenho uma amiga com quem falo em
português. É fácil entender as perguntas, mas um pouco
difícil de responder ainda”, conta. “Fico um pouco nervosa
também (risos)”, brinca.
Ela não diz isso da boca para fora. Isadora tem o sangue e o
coração verde e amarelos. Apesar de nascida nos Estados
Unidos, tem mãe brasileira. E escolheu, aos nove anos,
defender a bandeira da terra natal da progenitora. “A cultura
brasileira sempre me encantou. Como a comida, amo a
moda e a música. Adoro Marisa Monte, Tom Jobim e amo
Anitta! É muito importante competir pelo Brasil”, destaca.
Adaptado. Publicado em 02/04/2020, por Lincoln Chaves,
repórter da TV Brasil e da Rádio Nacional, São Paulo.
Disponível em: https://bit.ly/3c3jayC.
I. O rápido avanço da pandemia do novo coronavírus não preocupa a brasileira Isadora Williams, pois ela relata estar confiante de que tudo será resolvido em poucos dias, de acordo com o texto.
II. Isadora Williams declarou que deseja praticar mais a língua portuguesa, pois ela mora sozinha, então tem a necessidade de falar essa língua diariamente, afirma o texto.
III. O texto afirma que Isadora Williams avaliou como muito triste o cancelamento do Mundial de Patinação no Gelo, pois a atleta havia treinado muito forte, de maneira muito intensa, para a competição.
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