As concepções de Educação Infantil no Brasil carregam história, ideias, representações e valores
que vêm se modificando ao longo do tempo. Em debates na área, na legislação e nos documentos oficiais no
Brasil contemporâneo, é CORRETO afirmar sobre a concepção de Educação Infantil:
Para falar, é preciso compreender como funciona a língua e como se expressar nesse sistema.
Isso só é possível para a criança pequena, através da mediação do adulto. É a interpretação do adulto que
constitui significação à fala e, desse modo, sustenta a construção do discurso da criança. Considerando as informações contidas no texto, avalie as situações a seguir: I. Olhar nos olhos é uma condição da comunicação dos bebês. Todos os momentos são propícios para
isso, por exemplo, na hora do(a) professor (a) de recebê-los no colo, no início do dia; durante as
refeições; ao longo das atividades e nas brincadeiras. Decodificar balbucios, gestos, expressões faciais,
entonação e modulação da voz são cuidados que o professor deve ter ao se comunicar com a criança.
II. Brincar com as palavras é motivo de diversão para as crianças. Repetir as parlendas, cirandar ao som
das cantigas de roda, desafiar os amigos com as adivinhas e, a si próprio, com os trava línguas são
apenas exemplos do uso que as crianças, tradicionalmente, fazem desse imenso repertório oral.
III. Planejar o disparador da conversa é fundamental para dar às crianças a posição de falantes.
IV. O papel do professor é fundamental para assegurar a construção da narrativa. Ainda que os bebês
não possam falar com suas próprias palavras, é importante que o professor conte a eles as mais belas
histórias e organize situações que promovam a progressiva apropriação das primeiras protonarrativas
com apoio em livros, fantoches ou caixa de histórias.
V. Na roda de conversa, além do assunto que se está tratando, a própria conversa é conteúdo de
aprendizagem. Assim, o professor deve conversar com as crianças para que elas possam aprender a
conversar. Ouvir o outro atentamente, voltando o olhar para quem está falando, aguardar a troca de
turnos da fala, saber ocupar seu lugar na interação, são alguns dos exemplos. Além dos
comportamentos para conversar em grupos, as crianças também desenvolvem sofisticadas estratégias
de pensamentos. É CORRETO o que se afirma em:
Para as crianças, a brincadeira é uma forma privilegiada de interação com outros sujeitos,
adultos e crianças, e com os objetos e a natureza à sua volta. Brincando, elas se apropriam criativamente de
formas de ação social, tipicamente humanas e de práticas sociais específicas dos grupos aos quais pertencem,
aprendendo sobre si mesmas e sobre o mundo em que vivem. Se entendermos que a infância é um período
em que o ser humano está se constituindo culturalmente, a brincadeira assume importância fundamental
como forma de participação social e como atividade que possibilita a apropriação, a ressignificação e a
reelaboração da cultura pelas crianças. (BORBA, 2007, p. 12) Considerando as informações do texto, é INCORRETO afirmar que o papel do (a) professor(a) em relação a
brincadeira é:
O Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil – RCNEI - (BRASIL, 1998), constitui-se em um conjunto de referências e orientações pedagógicas, que visam a contribuir com a implantação ou
a implementação de práticas educativas de qualidade, que possam promover e ampliar as condições
necessárias para o exercício da cidadania das crianças brasileiras. Nessa perspectiva, é INCORRETO apontar como princípio do RCNEI:
Pode-se verificar que a charge de Sinovaldo e o texto “Humor é coisa séria” de Martha Medeiros
materializam um dos parâmetros da textualidade, a saber: a intertextualidade. Ambos os textos enfatizam a
relação existente entre humor e limite. Levando em consideração os dois textos, é CORRETO afirmar que:
Marque a opção que completa CORRETA e respectivamente as lacunas das frases, no que tange
à concordância nominal:
I- _________ estão várias orientações referentes à prova.
II- São problemas _________ para um dia.
III- Várias observações pertinentes ao assunto vão _________.
Na linguagem cotidiana, algumas palavras podem ser utilizadas em muitos contextos, por
exemplo, o verbo “fazer”, que em muitas situações poderia ser substituído por termos mais específicos,
como: “realizar”, “elaborar”, “produzir”. No texto, a autora emprega o verbo “ter” no seguinte trecho “Até
mesmo aquilo que é engraçado sem querer (...) tem uma espontaneidade que quebra o protocolo.” Em
relação ao uso da referida forma verbal, considere as três substituições indicadas abaixo: I- “obtém uma espontaneidade que quebra o protocolo.”
II- “gera uma espontaneidade que quebra o protocolo.”
III- “provoca uma espontaneidade que quebra o protocolo.”
A substituição, com equivalência de sentido, é CORRETA em:
No âmbito da linguagem, nem sempre uma comunicação se estabelece por meio do código
linguístico: em muitos situações, são os elementos não-verbais que contribuem para a significação do texto.
Na charge – gênero que, por natureza, tende a ser misto –, são especificamente os elementos não-verbais
que produzem sentido. Dentre esses elementos, um em especial, motiva a fala da personagem demitida.
Aponte-o.