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361013 Ano: 2018
Disciplina: Pedagogia
Banca: Pref. Arapiraca-AL
Orgão: Pref. Arapiraca-AL

“Convém que o ensino acompanhe as transformações do globo. […] a geografia é uma interrogação permanente do mundo. A evolução do ensino da geografia, nesse sentido, é facilitada pelos contatos de todo o gênero que tem a mocidade com os problemas de nossos dias. A conversação em família, o rádio, a televisão, os jornais, as atualidades cinematográficas mergulham os jovens, e às vezes até as crianças, nesse banho cotidiano de inquietação [...]. Não é difícil ao professor aproveitar-se disso para animar o seu ensino. Os alunos encontrarão aí uma prova de que a vida não para na porta da classe” (Pierre Monbeig). Entendendo-se que a articulação entre teoria e prática contempla a tríade indissociável da pesquisa / ensino / extensão, o texto de Monbeig traz reflexões de ordem teórico-metodológica no campo da ciência geográfica, destinadas especialmente aos professores que atuam nos anos iniciais. Com base nesse pensamento, avalie as assertivas abaixo:

I - De acordo com Pontuschka (2000), não é possível pensar o ensino e a aprendizagem da Geografia sem pensar que ela é parte integrante do contexto escolar. Nessa perspectiva, juntamente com outras disciplinas escolares, a Geografia pode ser um instrumento valioso para elevar a alienação dos alunos, pois trata de assuntos polêmicos e políticos, acentuando a tendência secular da escola como algo tedioso e desligado do cotidiano.

II - Considera-se um grave erro antecipar conteúdos e atividades para crianças que agora entram mais cedo na escola, a preocupação de qual geografia ensinar e de quais conceitos e conteúdos desenvolver e como focalizá-los, implicou pensar sobre as práticas cotidianas do professor dos anos iniciais e a visão de mundo que a geografia escolar passa aos estudantes, em uma relação que buscou vincular o currículo e a prática pedagógica.

III - No desenvolvimento das ideias apresentadas pelo autor, fica evidente a ausência de valorização da geografia escolar comprometida com a pesquisa, de modo a iniciar o educando na descoberta e conscientização do lugar e do mundo, por intermédio do desenvolvimento do espírito investigativo, crítico e metódico, desde os primeiros anos de escolaridade.

IV - Considerando os avanços, no âmbito das discussões acadêmicas, muitas coisas estão resolvidas na escola, a prática da sala de aula no ensino da geografia é, hoje, a de problematizar os conhecimentos, fundamentando os mesmos na criatividade, estimulando a ação em uma reflexão sobre a realidade. Assim, ela é extremamente descontextualizada, com itens sem sentido, isolados e, no conjunto, sem o encadeamento que permite dar significado à Geografia escolar.

V - A formação do professor se constitui um elemento primordial para a construção e reconstrução dos conhecimentos geográficos fundamentais e de seus significados sociais. Para tanto, não basta ao professor ter domínio da matéria (conteúdos), torna-se necessário que o docente tenha a capacidade de pensar criticamente, desvendar os processos que permeiam a realidade social e que se coloque como sujeito transformador desta realidade.

No ensino da Geografia, é INCORRETO afirmar o que está em:

 

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361012 Ano: 2018
Disciplina: Pedagogia
Banca: Pref. Arapiraca-AL
Orgão: Pref. Arapiraca-AL

Pegue uma criança de 6 (seis) anos ou mais, pode ser no estado de Alagoas, suja ou limpa e coloque numa sala de aula, onde existam muitas coisas escritas para olhar e examinar. Servem jornais, livros, revistas, embalagens, propaganda eleitoral, latas vazias, caixas de sabão, sacolas de supermercados, enfim, vários tipos de materiais que estiverem ao alcance do professor. Convide as crianças para brincarem de ler, adivinhando o que está escrito. Nesta perspectiva de alfabetização em construção, marque o(s) procedimento(s) que devem ser adotados pelo (a) professor (a) no processo de alfabetização e letramento com seus alunos:

I - Conversar com a turma, trocar idéias sobre suas identidades, escrever no quadro algumas frases que foram ditas e leia-as em voz alta para a turma.

II - Pedir para mastigar, uma a uma as palavras da cartilha. Cada palavra deve ser mastigada, no mínimo, 60 vezes, como alimentação macrobiótica.

III - Ao fim do 8º mês, aplicar uma prova de leitura e verificar se ela devolve pelo menos 70% das palavras e frases estudadas.

IV - Pedir para as crianças olharem os escritos que existem por aí, nas lojas, nos ônibus, nas ruas, na televisão e desafiá-las a pensarem juntamente com o professor sobre a escrita de forma a evitar indigestão alfabética.

V - Inventar sua própria cartilha e usar sua capacidade de observação para verificar o que funciona e qual o método que dá certo para sua turma, em coerência com o Projeto Pedagógico da escola.

 

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361011 Ano: 2018
Disciplina: Pedagogia
Banca: Pref. Arapiraca-AL
Orgão: Pref. Arapiraca-AL

O processo de ensino-aprendizagem das ciências naturais deve se propor a preparar o aluno para uma atitude positiva em relação às mudanças e de forma reflexiva levar o aluno a pensar, sentir e agir a favor da vida, de modo a descobrir o seu mundo bem como conhecê-lo para saber valorizar o ambiente que o cerca, capacitando-o a tomar as decisões mais acertadas para com os semelhantes e com a natureza. Sabemos que a evolução da ciência é cada vez maior. Desta forma, pode-se dizer que o progresso da tecnologia se dá juntamente com as descobertas da ciência, oferecendo aos estudiosos recursos para ampliar e aperfeiçoar os conhecimentos científicos.

Avalie as assertivas que se seguem:

I - Ensinar ciências dentro de uma corrente crítico-reflexiva vai além da mera transmissão de conteúdos produzidos pelos grandes gênios. De acordo com Millar (2001), o ensino de ciências naturais deve ser para compreensão de todos, sem pretensões de formar pequenos cientistas.

II - Carvalho e colaboradores (1998) salientam a importância do ensino de ciências naturais ocorrer desde os anos iniciais. Segundo os autores, o desencadear futuro do aluno na disciplina depende da maneira como se dá o primeiro contato: quando de maneira forçada, dentro da realidade do aluno, pode criar uma aversão pelas ciências.

III - Nesse sentido, trabalhar os conhecimentos científicos em sala de aula não deve ser uma via para que o estudante se aproprie da construção humana do conhecimento e se sinta parte dessa evolução, tendo então, o ensino de ciências, um caráter histórico e cultural com foco principal da formação científica do estudante.

IV - Lorenzetti e Delizoicov (2001) afirmam que a alfabetização científica deve ocorrer desde os anos iniciais, pois é quando se inicia o processo de alfabetização básica. De acordo com esses autores, a alfabetização científica é uma maneira de dar significado às ciências naturais, para que o estudante possa fazer uma leitura científica do mundo.

V - Não se deve evitar as memorizações e transições atropeladas de conceitos, pois o espaço das aulas dedicado a questionamentos pode ou não ser interessante para a criança. Para isso, espaços de grande interesse das crianças, como laboratórios, parques e museus podem servir como locais para discussões que favoreçam a alfabetização científica com a mediação do professor (LORENZETTI; DELIZOICOV, 2001).

Marque a alternativa que representa as afirmações CORRETAS:

 

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361010 Ano: 2018
Disciplina: Pedagogia
Banca: Pref. Arapiraca-AL
Orgão: Pref. Arapiraca-AL
O homem não vive sem fazer comparações e avaliações, as quais refletem a visão que tem de si e da sociedade, refletem os valores eleitos e presentes em determinados períodos históricos; esses, ao se refletirem na instituição escolar, incidem diretamente na avaliação da aprendizagem. Compreendida nesses termos, a avaliação poderá:
I - Ser utilizada para diagnosticar as carências e erros dos alunos ,a fim de que o avaliador tome uma decisão e possa ajudá-los a superar suas dificuldades ,sempre no sentido de promover sua aprendizagem.
II - Internalizar a auto-imagem do aluno, conforme a classificação que lhe é atribuída, entre os bons, os médios e os fracos.
III - Pensar a avaliação da aprendizagem e contextualizá-la num sistema de política educacional e social, clareando os pressupostos que embasam a proposta educacional da qual é parte,
IV - Ensino e avaliação não devem, necessariamente, caminhar juntos, pois a avaliação não é parte intrínseca do ensino.
V - Acredita-se que os avanços que se pretenda alcançar numa prática educativa poderão ser encaminhados a partir de um currículo preestabelecido e que subordine a formação do homem aos tramites da legislação.
Marque a alternativa que está em desacordo com o texto acima:
 

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Atenção: considere a charge abaixo para responder a questão:

enunciado 360935-1

Fonte: http://www.jornalnh.com.br/_conteudo/2015/01/noticias/regiao/119937-humor-e-redacao-do-enem-em-destaque-nas-charges-de-tacho-esinovaldo.html

Pode-se verificar que a charge de Sinovaldo e o texto “Humor é coisa séria” de Martha Medeiros materializam um dos parâmetros da textualidade, a saber: a intertextualidade. Ambos os textos enfatizam a relação existente entre humor e limite. Levando em consideração os dois textos, é CORRETO afirmar que:
 

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Atenção: A questão refere-se ao texto que segue:

Humor é coisa séria!

enunciado 360934-1

MEDEIROS, Martha. RevistaVersar.

(Disponível: https://www.revistaversar.com.br/index.php/2017/11/24/martha-medeiros-humor-e-coisa-seria)

Sem prejuízo das ideias do texto, as palavras “bobajada” (linha 10) e “subtexto”(linha 13) poderiam ser substituídas, respectivamente, por:
 

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Marque a opção que completa CORRETA e respectivamente as lacunas das frases, no que tange à concordância nominal:
I- _________ estão várias orientações referentes à prova. II- São problemas _________ para um dia. III- Várias observações pertinentes ao assunto vão _________.
 

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Na linguagem cotidiana, algumas palavras podem ser utilizadas em muitos contextos, por exemplo, o verbo “fazer”, que em muitas situações poderia ser substituído por termos mais específicos, como: “realizar”, “elaborar”, “produzir”. No texto, a autora emprega o verbo “ter” no seguinte trecho “Até mesmo aquilo que é engraçado sem querer (...) tem uma espontaneidade que quebra o protocolo.” Em relação ao uso da referida forma verbal, considere as três substituições indicadas abaixo:
I- “obtém uma espontaneidade que quebra o protocolo.” II- “gera uma espontaneidade que quebra o protocolo.” III- “provoca uma espontaneidade que quebra o protocolo.”

A substituição, com equivalência de sentido, é CORRETA em:
 

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Atenção: A questão refere-se ao texto que segue:

Humor é coisa séria!

enunciado 360928-1

MEDEIROS, Martha. RevistaVersar.

(Disponível: https://www.revistaversar.com.br/index.php/2017/11/24/martha-medeiros-humor-e-coisa-seria)

A partir do texto “Humor é coisa séria”, aponte a opção que NÃO traduz a tese defendida pelo autor:
 

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Atenção: considere a charge abaixo para responder a questão:

enunciado 360925-1

Fonte: http://www.jornalnh.com.br/_conteudo/2015/01/noticias/regiao/119937-humor-e-redacao-do-enem-em-destaque-nas-charges-de-tacho-esinovaldo.html

No âmbito da linguagem, nem sempre uma comunicação se estabelece por meio do código linguístico: em muitos situações, são os elementos não-verbais que contribuem para a significação do texto. Na charge – gênero que, por natureza, tende a ser misto –, são especificamente os elementos não-verbais que produzem sentido. Dentre esses elementos, um em especial, motiva a fala da personagem demitida. Aponte-o.
 

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