Foram encontradas 340 questões.
Segurança da informação é definida como a
proteção contra acesso não autorizado,
divulgação, uso, alteração ou interrupção, tendo
por finalidade assegurar que os dados
organizacionais confidenciais estejam disponíveis
para usuários autorizados, permaneçam
confidenciais e mantenham sua integridade. É um
conceito que possui pilares como fundamentos,
dos quais um deles tem por finalidade garantir que
os usuários possam acessar as informações a que
estão autorizados a acessar quando precisarem.
Esse pilar é denominado:
Esse pilar é denominado:
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João está atualizando o arquivo
DEMONSTRAÇÃO.PPTX no Powerpoint da
plataforma Microsoft 365 da Web por meio do
browser Google Chrome, usando o endereço
eletrônico https://www.microsoft.com/ptbr/microsoft-365/powerpoint/how-to-make-a-slideshow. Nesse contexto, ele clicou em um ícone da
guia “Inserir”, que resultou no surgimento de uma
pequena janela de diálogo, visualizada na figura a
seguir.
Nessas condições, a sigla pela qual é conhecido um endereço eletrônico na internet e o ícone que foi acionado estão indicados na seguinte opção de resposta:
Nessas condições, a sigla pela qual é conhecido um endereço eletrônico na internet e o ícone que foi acionado estão indicados na seguinte opção de resposta:
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A planilha foi criada no software Calc do pacote
LibreOffice 24.8.2.1, em português, em um
notebook Intel com Windows 11 BR (x64). Nas
células de C4 a C12 foram digitados os totais de
horas trabalhadas pelos funcionários FABIANO,
LÚCIA e MARCUS, nos meses de agosto a
outubro, conforme mostra a figura. Por meio do
emprego do conceito de referência absoluta, em
B16, B17 e B18, foram inseridas fórmulas usando
a função SOMASE, para determinar o total de
horas dos funcionários, englobando os meses de
agosto a outubro, inclusive.
Nessas condições, a expressão inserida em B16, que mostra a quantidade de horas trabalhadas pelo funcionário FABIANO no período, foi:
Nessas condições, a expressão inserida em B16, que mostra a quantidade de horas trabalhadas pelo funcionário FABIANO no período, foi:
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No uso dos recursos do processador de textos
Word do pacote MS Office, em uma de suas
versões, instalado em um microcomputador Intel
com sistema operacional Windows 10 BR (x64),
os objetivos e significados são diferentes quando
os ícones
e
são pressionados,
por meio do cursor do mouse, dentre aqueles que
correspondem à guia “Página Inicial” da Barra de
Menu e visualizados na Faixa de Opções.
Nesse caso, os objetivos e significados estão indicados, respectivamente, na seguinte alternativa:
e
são pressionados,
por meio do cursor do mouse, dentre aqueles que
correspondem à guia “Página Inicial” da Barra de
Menu e visualizados na Faixa de Opções. Nesse caso, os objetivos e significados estão indicados, respectivamente, na seguinte alternativa:
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No uso dos recursos do Explorer no Windows 11
BR, a execução de um atalho de teclado tem por
objetivo selecionar todos os objetos existentes em
um disco rígido, como os arquivos armazenados
em uma pasta, por exemplo. Em contrapartida, no
Linux existem diversas distribuições, conhecidas
como “distros”, que realizam funções
semelhantes aos sistemas operacionais Windows
10 e 11 BR.
Nesse contexto, o atalho de teclado e um exemplo de “distro Linux” são, respectivamente:
Nesse contexto, o atalho de teclado e um exemplo de “distro Linux” são, respectivamente:
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No que se refere ao hardware dos notebooks e
microcomputadores, três dispositivos se
caracterizam por serem utilizados no
armazenamento de dados, em momentos
distintos, sendo enquadrados em uma categoria
que possibilitam o uso na entrada dos dados, na
consulta às informações a serem processadas
pela máquina, como também na saída, na
gravação dos dados já processados pelo sistema.
São periféricos empregados em uma ampla
variedade de aplicações, com destaque para o
backup, que tem por objetivo garantir a segurança
e a integridade dos dados.
Esses dispositivos são conhecidos, respectivamente, como:
Esses dispositivos são conhecidos, respectivamente, como:
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No que diz respeito às modalidades de
processamento, uma se destaca pelo fato das
transações serem processadas pelo sistema e
executadas no momento em que ocorrem. No
tocante à entrada dos dados, as informações não
são submetidas a qualquer armazenamento
intermediário, sendo gravadas em um banco de
dados central, para evitar redundância e
inconsistências. Quanto ao tempo de resposta,
cabe ressaltar que deve ser o menor possível,
constituindo um requisito básico a ser atendido
pelo sistema.
Nesse contexto, pode-se afirmar que esse sistema é classificado como:
Nesse contexto, pode-se afirmar que esse sistema é classificado como:
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Texto I
LER O BRASIL PARA AS CRIANÇAS
O mercado editorial está cheio de títulos
infantis disputando prateleiras e olhares de
crianças curiosas e pais preocupados em estimular
o hábito da leitura nos pequenos. Vale tudo na luta
desleal entre as imagens e sons fáceis que saltam
das telas e o delicado exercício de imaginar o que
a literatura conta e, por vezes, apenas sugere.
Entre os livros que recebo, um me chamou
especial atenção: A onça esfomeada e os bichos
espertos (2025), de Ugise Kalapalo, com
ilustrações de Babette Costa e Greta Comolatti. É
a adaptação de uma narrativa tradicional do povo
kalapalo que habita o Alto Xingu, às margens do
rio Kuluene, uma das mais de 305 etnias presentes
no território nacional. A edição caprichada da
editora Escuta Aqui Bem-Te-Vi é um exemplo a ser
seguido no trato com a cultura indígena. O texto é
bilíngue, em português-karib, língua falada pelos
kalapalos (há em torno de 270
línguas indígenas faladas no Brasil).
A informação da multiplicidade cultural
presente em nosso país dá um bom começo de
conversa com a criançada que tiver acesso ao
livro, seja nas escolas, seja nas livrarias que ainda
prezam o contato direto com seus leitores mirins,
por meio de contação de histórias e da presença
dos autores. Não é de menos importância o fato de
que um indígena kalapalo possa ver sua língua
estampada em espaços culturais que costumam
ignorar sua existência. Parabenizo os envolvidos
pela escolha político-editorial.
A segunda quebra de paradigma está na
ideia de que entre animais e pessoas não há a
hierarquia que o povo ocidental insiste em
defender e que faz de nós os maiores predadores
do ambiente do qual fazemos parte. É essa
empáfia supostamente evolutiva que nos mantém
na enrascada que deixará as próximas gerações
sem água potável, temperaturas suportáveis e
alimentos saudáveis. Como disse Nêgo Bispo, o
que chamamos de des-envolvimento é falta de
envolvimento. Para culturas em paz com o planeta
onde habitam, animais são “pessoas não
humanas”.
Não se trata do antropomorfismo das
fábulas de Esopo, com suas mensagens
carregadas de moral a ser incutida nas crianças
que, como nós, aprenderam horrorizadas que a
Cigarra artista merecia ser deixada à míngua pela
Formiga trabalhadeira. Entre os kalapalos, cada
pessoa tem seu valor, seu truque e ensinamento,
fazendo da onça – a maior caçadora da floresta –
um animal a ser respeitado, mas não onipotente.
A escolha por retratar o cotidiano das
aldeias nas ilustrações ao longo do livro é de
extremo bom gosto e atiçará a curiosidade da
criançada branca atenta à jornada da dona Onça
em busca de comida. O detalhe final fica para a introdução dos antropólogos Veronica Monachini
(que assina a adaptação) e Antonio Guerreiro, que
nos explicam que não se trata de um mito ou de
um conto, mas daquilo que para os kalapalos é a
própria história com h.
É nesse ponto que se tem a oportunidade
de avaliar o que entendemos por ficção em nossa
cultura e aprender algo. As versões que fazemos
do mundo não só explicam quem somos como nos
orientam em como lidar com nossa existência
coletivamente. Faz 500 anos que esses povos nos
alertam para o perigo de nosso discurso
desenvolvimentista, cujos efeitos nefastos nossas
crianças já testemunham.
VERA IACONELLI
Adaptado de folha.uol.com.br, 25/08/2025.
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Texto I
LER O BRASIL PARA AS CRIANÇAS
O mercado editorial está cheio de títulos
infantis disputando prateleiras e olhares de
crianças curiosas e pais preocupados em estimular
o hábito da leitura nos pequenos. Vale tudo na luta
desleal entre as imagens e sons fáceis que saltam
das telas e o delicado exercício de imaginar o que
a literatura conta e, por vezes, apenas sugere.
Entre os livros que recebo, um me chamou
especial atenção: A onça esfomeada e os bichos
espertos (2025), de Ugise Kalapalo, com
ilustrações de Babette Costa e Greta Comolatti. É
a adaptação de uma narrativa tradicional do povo
kalapalo que habita o Alto Xingu, às margens do
rio Kuluene, uma das mais de 305 etnias presentes
no território nacional. A edição caprichada da
editora Escuta Aqui Bem-Te-Vi é um exemplo a ser
seguido no trato com a cultura indígena. O texto é
bilíngue, em português-karib, língua falada pelos
kalapalos (há em torno de 270
línguas indígenas faladas no Brasil).
A informação da multiplicidade cultural
presente em nosso país dá um bom começo de
conversa com a criançada que tiver acesso ao
livro, seja nas escolas, seja nas livrarias que ainda
prezam o contato direto com seus leitores mirins,
por meio de contação de histórias e da presença
dos autores. Não é de menos importância o fato de
que um indígena kalapalo possa ver sua língua
estampada em espaços culturais que costumam
ignorar sua existência. Parabenizo os envolvidos
pela escolha político-editorial.
A segunda quebra de paradigma está na
ideia de que entre animais e pessoas não há a
hierarquia que o povo ocidental insiste em
defender e que faz de nós os maiores predadores
do ambiente do qual fazemos parte. É essa
empáfia supostamente evolutiva que nos mantém
na enrascada que deixará as próximas gerações
sem água potável, temperaturas suportáveis e
alimentos saudáveis. Como disse Nêgo Bispo, o
que chamamos de des-envolvimento é falta de
envolvimento. Para culturas em paz com o planeta
onde habitam, animais são “pessoas não
humanas”.
Não se trata do antropomorfismo das
fábulas de Esopo, com suas mensagens
carregadas de moral a ser incutida nas crianças
que, como nós, aprenderam horrorizadas que a
Cigarra artista merecia ser deixada à míngua pela
Formiga trabalhadeira. Entre os kalapalos, cada
pessoa tem seu valor, seu truque e ensinamento,
fazendo da onça – a maior caçadora da floresta –
um animal a ser respeitado, mas não onipotente.
A escolha por retratar o cotidiano das
aldeias nas ilustrações ao longo do livro é de
extremo bom gosto e atiçará a curiosidade da
criançada branca atenta à jornada da dona Onça
em busca de comida. O detalhe final fica para a introdução dos antropólogos Veronica Monachini
(que assina a adaptação) e Antonio Guerreiro, que
nos explicam que não se trata de um mito ou de
um conto, mas daquilo que para os kalapalos é a
própria história com h.
É nesse ponto que se tem a oportunidade
de avaliar o que entendemos por ficção em nossa
cultura e aprender algo. As versões que fazemos
do mundo não só explicam quem somos como nos
orientam em como lidar com nossa existência
coletivamente. Faz 500 anos que esses povos nos
alertam para o perigo de nosso discurso
desenvolvimentista, cujos efeitos nefastos nossas
crianças já testemunham.
VERA IACONELLI
Adaptado de folha.uol.com.br, 25/08/2025.
Sem prejuízo para o sentido original do trecho acima, o verbo contido na oração entre parênteses também poderia ser conjugado no seguinte tempo do modo indicativo:
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Questão presente nas seguintes provas
Texto I
LER O BRASIL PARA AS CRIANÇAS
O mercado editorial está cheio de títulos
infantis disputando prateleiras e olhares de
crianças curiosas e pais preocupados em estimular
o hábito da leitura nos pequenos. Vale tudo na luta
desleal entre as imagens e sons fáceis que saltam
das telas e o delicado exercício de imaginar o que
a literatura conta e, por vezes, apenas sugere.
Entre os livros que recebo, um me chamou
especial atenção: A onça esfomeada e os bichos
espertos (2025), de Ugise Kalapalo, com
ilustrações de Babette Costa e Greta Comolatti. É
a adaptação de uma narrativa tradicional do povo
kalapalo que habita o Alto Xingu, às margens do
rio Kuluene, uma das mais de 305 etnias presentes
no território nacional. A edição caprichada da
editora Escuta Aqui Bem-Te-Vi é um exemplo a ser
seguido no trato com a cultura indígena. O texto é
bilíngue, em português-karib, língua falada pelos
kalapalos (há em torno de 270
línguas indígenas faladas no Brasil).
A informação da multiplicidade cultural
presente em nosso país dá um bom começo de
conversa com a criançada que tiver acesso ao
livro, seja nas escolas, seja nas livrarias que ainda
prezam o contato direto com seus leitores mirins,
por meio de contação de histórias e da presença
dos autores. Não é de menos importância o fato de
que um indígena kalapalo possa ver sua língua
estampada em espaços culturais que costumam
ignorar sua existência. Parabenizo os envolvidos
pela escolha político-editorial.
A segunda quebra de paradigma está na
ideia de que entre animais e pessoas não há a
hierarquia que o povo ocidental insiste em
defender e que faz de nós os maiores predadores
do ambiente do qual fazemos parte. É essa
empáfia supostamente evolutiva que nos mantém
na enrascada que deixará as próximas gerações
sem água potável, temperaturas suportáveis e
alimentos saudáveis. Como disse Nêgo Bispo, o
que chamamos de des-envolvimento é falta de
envolvimento. Para culturas em paz com o planeta
onde habitam, animais são “pessoas não
humanas”.
Não se trata do antropomorfismo das
fábulas de Esopo, com suas mensagens
carregadas de moral a ser incutida nas crianças
que, como nós, aprenderam horrorizadas que a
Cigarra artista merecia ser deixada à míngua pela
Formiga trabalhadeira. Entre os kalapalos, cada
pessoa tem seu valor, seu truque e ensinamento,
fazendo da onça – a maior caçadora da floresta –
um animal a ser respeitado, mas não onipotente.
A escolha por retratar o cotidiano das
aldeias nas ilustrações ao longo do livro é de
extremo bom gosto e atiçará a curiosidade da
criançada branca atenta à jornada da dona Onça
em busca de comida. O detalhe final fica para a introdução dos antropólogos Veronica Monachini
(que assina a adaptação) e Antonio Guerreiro, que
nos explicam que não se trata de um mito ou de
um conto, mas daquilo que para os kalapalos é a
própria história com h.
É nesse ponto que se tem a oportunidade
de avaliar o que entendemos por ficção em nossa
cultura e aprender algo. As versões que fazemos
do mundo não só explicam quem somos como nos
orientam em como lidar com nossa existência
coletivamente. Faz 500 anos que esses povos nos
alertam para o perigo de nosso discurso
desenvolvimentista, cujos efeitos nefastos nossas
crianças já testemunham.
VERA IACONELLI
Adaptado de folha.uol.com.br, 25/08/2025.
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