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Foram encontradas 340 questões.

3977661 Ano: 2025
Disciplina: TI - Segurança da Informação
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Arapiraca-AL
Segurança da informação é definida como a proteção contra acesso não autorizado, divulgação, uso, alteração ou interrupção, tendo por finalidade assegurar que os dados organizacionais confidenciais estejam disponíveis para usuários autorizados, permaneçam confidenciais e mantenham sua integridade. É um conceito que possui pilares como fundamentos, dos quais um deles tem por finalidade garantir que os usuários possam acessar as informações a que estão autorizados a acessar quando precisarem. 

Esse pilar é denominado:
 

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3977660 Ano: 2025
Disciplina: Informática
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Arapiraca-AL
João está atualizando o arquivo DEMONSTRAÇÃO.PPTX no Powerpoint da plataforma Microsoft 365 da Web por meio do browser Google Chrome, usando o endereço eletrônico https://www.microsoft.com/ptbr/microsoft-365/powerpoint/how-to-make-a-slideshow. Nesse contexto, ele clicou em um ícone da guia “Inserir”, que resultou no surgimento de uma pequena janela de diálogo, visualizada na figura a seguir.

Enunciado 4910772-1

Nessas condições, a sigla pela qual é conhecido um endereço eletrônico na internet e o ícone que foi acionado estão indicados na seguinte opção de resposta:
 

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3977659 Ano: 2025
Disciplina: Informática
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Arapiraca-AL
A planilha foi criada no software Calc do pacote LibreOffice 24.8.2.1, em português, em um notebook Intel com Windows 11 BR (x64). Nas células de C4 a C12 foram digitados os totais de horas trabalhadas pelos funcionários FABIANO, LÚCIA e MARCUS, nos meses de agosto a outubro, conforme mostra a figura. Por meio do emprego do conceito de referência absoluta, em B16, B17 e B18, foram inseridas fórmulas usando a função SOMASE, para determinar o total de horas dos funcionários, englobando os meses de agosto a outubro, inclusive. 

Enunciado 4910771-1

Nessas condições, a expressão inserida em B16, que mostra a quantidade de horas trabalhadas pelo funcionário FABIANO no período, foi:
 

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3977658 Ano: 2025
Disciplina: Informática
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Arapiraca-AL
No uso dos recursos do processador de textos Word do pacote MS Office, em uma de suas versões, instalado em um microcomputador Intel com sistema operacional Windows 10 BR (x64), os objetivos e significados são diferentes quando os ícones Enunciado 4910770-1 e Enunciado 4910770-2 são pressionados, por meio do cursor do mouse, dentre aqueles que correspondem à guia “Página Inicial” da Barra de Menu e visualizados na Faixa de Opções.

Nesse caso, os objetivos e significados estão indicados, respectivamente, na seguinte alternativa:
 

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3977657 Ano: 2025
Disciplina: Informática
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Arapiraca-AL
No uso dos recursos do Explorer no Windows 11 BR, a execução de um atalho de teclado tem por objetivo selecionar todos os objetos existentes em um disco rígido, como os arquivos armazenados em uma pasta, por exemplo. Em contrapartida, no Linux existem diversas distribuições, conhecidas como “distros”, que realizam funções semelhantes aos sistemas operacionais Windows 10 e 11 BR.

Nesse contexto, o atalho de teclado e um exemplo de “distro Linux” são, respectivamente:
 

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3977656 Ano: 2025
Disciplina: Informática
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Arapiraca-AL
No que se refere ao hardware dos notebooks e microcomputadores, três dispositivos se caracterizam por serem utilizados no armazenamento de dados, em momentos distintos, sendo enquadrados em uma categoria que possibilitam o uso na entrada dos dados, na consulta às informações a serem processadas pela máquina, como também na saída, na gravação dos dados já processados pelo sistema. São periféricos empregados em uma ampla variedade de aplicações, com destaque para o backup, que tem por objetivo garantir a segurança e a integridade dos dados.

Esses dispositivos são conhecidos, respectivamente, como:
 

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3977655 Ano: 2025
Disciplina: Informática
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Arapiraca-AL
No que diz respeito às modalidades de processamento, uma se destaca pelo fato das transações serem processadas pelo sistema e executadas no momento em que ocorrem. No tocante à entrada dos dados, as informações não são submetidas a qualquer armazenamento intermediário, sendo gravadas em um banco de dados central, para evitar redundância e inconsistências. Quanto ao tempo de resposta, cabe ressaltar que deve ser o menor possível, constituindo um requisito básico a ser atendido pelo sistema.

Nesse contexto, pode-se afirmar que esse sistema é classificado como:
 

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3977654 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Arapiraca-AL
Texto I
LER O BRASIL PARA AS CRIANÇAS
   O mercado editorial está cheio de títulos infantis disputando prateleiras e olhares de crianças curiosas e pais preocupados em estimular o hábito da leitura nos pequenos. Vale tudo na luta desleal entre as imagens e sons fáceis que saltam das telas e o delicado exercício de imaginar o que a literatura conta e, por vezes, apenas sugere.
    Entre os livros que recebo, um me chamou especial atenção: A onça esfomeada e os bichos espertos (2025), de Ugise Kalapalo, com ilustrações de Babette Costa e Greta Comolatti. É a adaptação de uma narrativa tradicional do povo kalapalo que habita o Alto Xingu, às margens do rio Kuluene, uma das mais de 305 etnias presentes no território nacional. A edição caprichada da editora Escuta Aqui Bem-Te-Vi é um exemplo a ser seguido no trato com a cultura indígena. O texto é bilíngue, em português-karib, língua falada pelos kalapalos (há em torno de 270 línguas indígenas faladas no Brasil).
    A informação da multiplicidade cultural presente em nosso país dá um bom começo de conversa com a criançada que tiver acesso ao livro, seja nas escolas, seja nas livrarias que ainda prezam o contato direto com seus leitores mirins, por meio de contação de histórias e da presença dos autores. Não é de menos importância o fato de que um indígena kalapalo possa ver sua língua estampada em espaços culturais que costumam ignorar sua existência. Parabenizo os envolvidos pela escolha político-editorial.  
    A segunda quebra de paradigma está na ideia de que entre animais e pessoas não há a hierarquia que o povo ocidental insiste em defender e que faz de nós os maiores predadores do ambiente do qual fazemos parte. É essa empáfia supostamente evolutiva que nos mantém na enrascada que deixará as próximas gerações sem água potável, temperaturas suportáveis e alimentos saudáveis. Como disse Nêgo Bispo, o que chamamos de des-envolvimento é falta de envolvimento. Para culturas em paz com o planeta onde habitam, animais são “pessoas não humanas”.
    Não se trata do antropomorfismo das fábulas de Esopo, com suas mensagens carregadas de moral a ser incutida nas crianças que, como nós, aprenderam horrorizadas que a Cigarra artista merecia ser deixada à míngua pela Formiga trabalhadeira. Entre os kalapalos, cada pessoa tem seu valor, seu truque e ensinamento, fazendo da onça – a maior caçadora da floresta – um animal a ser respeitado, mas não onipotente.
    A escolha por retratar o cotidiano das aldeias nas ilustrações ao longo do livro é de extremo bom gosto e atiçará a curiosidade da criançada branca atenta à jornada da dona Onça em busca de comida. O detalhe final fica para a introdução dos antropólogos Veronica Monachini (que assina a adaptação) e Antonio Guerreiro, que nos explicam que não se trata de um mito ou de um conto, mas daquilo que para os kalapalos é a própria história com h.
    É nesse ponto que se tem a oportunidade de avaliar o que entendemos por ficção em nossa cultura e aprender algo. As versões que fazemos do mundo não só explicam quem somos como nos orientam em como lidar com nossa existência coletivamente. Faz 500 anos que esses povos nos alertam para o perigo de nosso discurso desenvolvimentista, cujos efeitos nefastos nossas crianças já testemunham.
VERA IACONELLI
Adaptado de folha.uol.com.br, 25/08/2025.
Com base no último parágrafo, pode-se compreender que, para a autora, as criações ficcionais podem ter o papel de:
 

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3977653 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Arapiraca-AL
Texto I
LER O BRASIL PARA AS CRIANÇAS
   O mercado editorial está cheio de títulos infantis disputando prateleiras e olhares de crianças curiosas e pais preocupados em estimular o hábito da leitura nos pequenos. Vale tudo na luta desleal entre as imagens e sons fáceis que saltam das telas e o delicado exercício de imaginar o que a literatura conta e, por vezes, apenas sugere.
    Entre os livros que recebo, um me chamou especial atenção: A onça esfomeada e os bichos espertos (2025), de Ugise Kalapalo, com ilustrações de Babette Costa e Greta Comolatti. É a adaptação de uma narrativa tradicional do povo kalapalo que habita o Alto Xingu, às margens do rio Kuluene, uma das mais de 305 etnias presentes no território nacional. A edição caprichada da editora Escuta Aqui Bem-Te-Vi é um exemplo a ser seguido no trato com a cultura indígena. O texto é bilíngue, em português-karib, língua falada pelos kalapalos (há em torno de 270 línguas indígenas faladas no Brasil).
    A informação da multiplicidade cultural presente em nosso país dá um bom começo de conversa com a criançada que tiver acesso ao livro, seja nas escolas, seja nas livrarias que ainda prezam o contato direto com seus leitores mirins, por meio de contação de histórias e da presença dos autores. Não é de menos importância o fato de que um indígena kalapalo possa ver sua língua estampada em espaços culturais que costumam ignorar sua existência. Parabenizo os envolvidos pela escolha político-editorial.  
    A segunda quebra de paradigma está na ideia de que entre animais e pessoas não há a hierarquia que o povo ocidental insiste em defender e que faz de nós os maiores predadores do ambiente do qual fazemos parte. É essa empáfia supostamente evolutiva que nos mantém na enrascada que deixará as próximas gerações sem água potável, temperaturas suportáveis e alimentos saudáveis. Como disse Nêgo Bispo, o que chamamos de des-envolvimento é falta de envolvimento. Para culturas em paz com o planeta onde habitam, animais são “pessoas não humanas”.
    Não se trata do antropomorfismo das fábulas de Esopo, com suas mensagens carregadas de moral a ser incutida nas crianças que, como nós, aprenderam horrorizadas que a Cigarra artista merecia ser deixada à míngua pela Formiga trabalhadeira. Entre os kalapalos, cada pessoa tem seu valor, seu truque e ensinamento, fazendo da onça – a maior caçadora da floresta – um animal a ser respeitado, mas não onipotente.
    A escolha por retratar o cotidiano das aldeias nas ilustrações ao longo do livro é de extremo bom gosto e atiçará a curiosidade da criançada branca atenta à jornada da dona Onça em busca de comida. O detalhe final fica para a introdução dos antropólogos Veronica Monachini (que assina a adaptação) e Antonio Guerreiro, que nos explicam que não se trata de um mito ou de um conto, mas daquilo que para os kalapalos é a própria história com h.
    É nesse ponto que se tem a oportunidade de avaliar o que entendemos por ficção em nossa cultura e aprender algo. As versões que fazemos do mundo não só explicam quem somos como nos orientam em como lidar com nossa existência coletivamente. Faz 500 anos que esses povos nos alertam para o perigo de nosso discurso desenvolvimentista, cujos efeitos nefastos nossas crianças já testemunham.
VERA IACONELLI
Adaptado de folha.uol.com.br, 25/08/2025.
“O detalhe final fica para a introdução dos antropólogos Veronica Monachini (que assina a adaptação)” (6º parágrafo)

Sem prejuízo para o sentido original do trecho acima, o verbo contido na oração entre parênteses também poderia ser conjugado no seguinte tempo do modo indicativo:
 

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3977652 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Arapiraca-AL
Texto I
LER O BRASIL PARA AS CRIANÇAS
   O mercado editorial está cheio de títulos infantis disputando prateleiras e olhares de crianças curiosas e pais preocupados em estimular o hábito da leitura nos pequenos. Vale tudo na luta desleal entre as imagens e sons fáceis que saltam das telas e o delicado exercício de imaginar o que a literatura conta e, por vezes, apenas sugere.
    Entre os livros que recebo, um me chamou especial atenção: A onça esfomeada e os bichos espertos (2025), de Ugise Kalapalo, com ilustrações de Babette Costa e Greta Comolatti. É a adaptação de uma narrativa tradicional do povo kalapalo que habita o Alto Xingu, às margens do rio Kuluene, uma das mais de 305 etnias presentes no território nacional. A edição caprichada da editora Escuta Aqui Bem-Te-Vi é um exemplo a ser seguido no trato com a cultura indígena. O texto é bilíngue, em português-karib, língua falada pelos kalapalos (há em torno de 270 línguas indígenas faladas no Brasil).
    A informação da multiplicidade cultural presente em nosso país dá um bom começo de conversa com a criançada que tiver acesso ao livro, seja nas escolas, seja nas livrarias que ainda prezam o contato direto com seus leitores mirins, por meio de contação de histórias e da presença dos autores. Não é de menos importância o fato de que um indígena kalapalo possa ver sua língua estampada em espaços culturais que costumam ignorar sua existência. Parabenizo os envolvidos pela escolha político-editorial.  
    A segunda quebra de paradigma está na ideia de que entre animais e pessoas não há a hierarquia que o povo ocidental insiste em defender e que faz de nós os maiores predadores do ambiente do qual fazemos parte. É essa empáfia supostamente evolutiva que nos mantém na enrascada que deixará as próximas gerações sem água potável, temperaturas suportáveis e alimentos saudáveis. Como disse Nêgo Bispo, o que chamamos de des-envolvimento é falta de envolvimento. Para culturas em paz com o planeta onde habitam, animais são “pessoas não humanas”.
    Não se trata do antropomorfismo das fábulas de Esopo, com suas mensagens carregadas de moral a ser incutida nas crianças que, como nós, aprenderam horrorizadas que a Cigarra artista merecia ser deixada à míngua pela Formiga trabalhadeira. Entre os kalapalos, cada pessoa tem seu valor, seu truque e ensinamento, fazendo da onça – a maior caçadora da floresta – um animal a ser respeitado, mas não onipotente.
    A escolha por retratar o cotidiano das aldeias nas ilustrações ao longo do livro é de extremo bom gosto e atiçará a curiosidade da criançada branca atenta à jornada da dona Onça em busca de comida. O detalhe final fica para a introdução dos antropólogos Veronica Monachini (que assina a adaptação) e Antonio Guerreiro, que nos explicam que não se trata de um mito ou de um conto, mas daquilo que para os kalapalos é a própria história com h.
    É nesse ponto que se tem a oportunidade de avaliar o que entendemos por ficção em nossa cultura e aprender algo. As versões que fazemos do mundo não só explicam quem somos como nos orientam em como lidar com nossa existência coletivamente. Faz 500 anos que esses povos nos alertam para o perigo de nosso discurso desenvolvimentista, cujos efeitos nefastos nossas crianças já testemunham.
VERA IACONELLI
Adaptado de folha.uol.com.br, 25/08/2025.
A ideia central contida no 5º parágrafo é articulada por meio do procedimento principal chamado de:
 

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