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“A elaboração de um mapa requer um método que estabeleça uma relação entre os pontos da superfície da Terra e seus correspondentes no plano de projeção do mapa. Para se obter essa correspondência, utilizam-se os sistemas de projeções cartográficas.”
Júlio César Lima D'Alge
Quanto ao tipo de superfície de projeção adotada, assinale a alternativa que se refere aos sistemas de projeção equivalentes nas figuras abaixo.
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São zoonoses transmitidas por carne malcozida, EXCETO:
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A palavra que poderia substituir a destacada em "abro um carro assim [...] DAÍ ele puxa.", com manutenção de significado, é:
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A teoria da aprendizagem que tem como pressuposto básico a ideia de que o homem busca adaptar-se e engrandecer sua existência é a:
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Segundo a Resolução INEA nº 86/2014, a prática de pousio será admitida por pequenos produtores rurais em que, comprovadamente, essa prática vem sendo utilizada tradicionalmente, nas áreas de Mata Atlântica em estágio inicial de regeneração em até quanto(s) hectar(es)/ano?
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2246162
Ano: 2015
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: FUNCAB
Orgão: Pref. Araruama-RJ
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: FUNCAB
Orgão: Pref. Araruama-RJ
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Em 2015, o responsável por uma criança que nasceu em 21 de fevereiro de 2011 procura a rede pública, para efetuar sua matrícula. Conforme a LDBEN, a criança deverá ser matrícula no(a):
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Os principais estudiosos da psicologia da aprendizagem concordam que na relação ensino e aprendizagem:
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A discussão em torno da cultura organizacional vem seguindo uma base de conceitos fornecida pela Antropologia Cultural, em que existem diversas correntes teóricas, que privilegiam aspectos diferentes de um mesmo fenômeno. A Cultura Organizacional é o modelo dos pressupostos básicos, que um dado grupo inventou, descobriu ou desenvolveu no processo de aprendizagem, para lidar com os problemas de adaptação externa e integração interna. Uma vez que os pressupostos tenham funcionado bem o suficiente para serem considerados válidos, eles são ensinados aos demais membros da organização como:
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2246159
Ano: 2015
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: FUNCAB
Orgão: Pref. Araruama-RJ
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: FUNCAB
Orgão: Pref. Araruama-RJ
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Para montar uma máquina qualquer se devem escolher cinco entre sete peças disponíveis, a saber: peças P1, P2, P3, P4, P5, P6 e P7. Para auxiliar na escolha das peças para montagem têm-se as seguintes condições:
- cada peça ser escolhida no máximo uma única vez.
- a máquina deve conter ou a peça P4 ou a peça P7, mas não ambas ao mesmo tempo.
- se a peça P6 for escolhida, então a peça P3 também deve ser escolhida.
- se a peça P2 for escolhida, então a peça P4 não pode ser escolhida.
No caso de P1, P2 e P5 serem peças escolhidas, as outras duas peças são:
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O Búfalo
Mas era primavera. Até o leão lambeu a testa glabra da leoa. Os dois animais louros. A mulher desviou os olhos da jaula, onde só o cheiro quente lembrava a carnificina que ela viera buscar no Jardim Zoológico. Depois o leão passeou enjubado e tranquilo, e a leoa lentamente reconstituiu sobre as patas estendidas a cabeça de uma esfinge. “Mas isso é amor, é amor de novo”, revoltou-se a mulher tentando encontrar-se com o próprio ódio mas era primavera e dois leões se tinham amado. Com os punhos nos bolsos do casaco, olhou em torno de si, rodeada pelas jaulas, enjaulada pelas jaulas fechadas. Continuou a andar. Os olhos estavam tão concentrados na procura que sua vista às vezes se escurecia num sono, e então ela se refazia como na frescura de uma cova.
Mas a girafa era uma virgem de tranças recém-cortadas. Com a tola inocência do que é grande e leve e sem culpa. A mulher do casaco marrom desviou os olhos, doente, doente. Sem conseguir — diante da aérea girafa pousada, diante daquele silencioso pássaro sem asas — sem conseguir encontrar dentro de si o ponto pior de sua doença, o ponto mais doente, o ponto de ódio, ela que fora ao Jardim Zoológico para adoecer. Mas não diante da girafa que mais era paisagem que um ente. Não diante daquela carne que se distraíra em altura e distância, a girafa quase verde. Procurou outros animais, tentava aprender com eles a odiar. [...]
“Eu te odeio”, disse ela para um homem cujo crime único era o de não amá-la. “Eu te odeio”, disse muito apressada. Mas não sabia sequer como se fazia. Como cavar na terra até encontrar a água negra, como abrir passagem na terra dura e chegar jamais a si mesma? Andou pelo Jardim Zoológico entre mães e crianças. Mas o elefante suportava o próprio peso. Aquele elefante inteiro a quem fora dado com uma simples pata esmagar. Mas que não esmagava. Aquela potência que no entanto se deixaria docilmente conduzir a um circo, elefante de crianças. E os olhos, numa bondade de velho, presos dentro da grande carne herdada. O elefante oriental. Também a primavera oriental, e tudo nascendo, tudo escorrendo pelo riacho.
[...]
O búfalo voltou-se, imobilizou-se, e a distância encarou-a.
Eu te amo, disse ela então com ódio para o homem cujo grande crime impunível era o de não querê-la. Eu te odeio, disse implorando amor ao búfalo.
Enfim provocado, o grande búfalo aproximou-se sem pressa.
Ele se aproximava, a poeira erguia-se. A mulher esperou de braços pendidos ao longo do casaco. Devagar ele se aproximava. Ela não recuou um só passo. Até que ele chegou às grades e ali parou. Lá estavam o búfalo e a mulher, frente à frente. Ela não olhou a cara, nem a boca, nem os cornos. Olhou seus olhos.
E os olhos do búfalo, os olhos olharam seus olhos. E uma palidez tão funda foi trocada que a mulher se entorpeceu dormente. De pé, em sono profundo. Olhos pequenos e vermelhos a olhavam. Os olhos do búfalo. A mulher tonteou surpreendida, lentamente meneava a cabeça. O búfalo calmo. Lentamente a mulher meneava a cabeça, espantada com o ódio com que o búfalo, tranquilo de ódio, a olhava. Quase inocentada, meneando uma cabeça incrédula, a boca entreaberta. Inocente, curiosa, entrando cada vez mais fundo dentro daqueles olhos que sem pressa a fitavam, ingênua, num suspiro de sono, sem querer nem poder fugir, presa ao mútuo assassinato. Presa como se sua mão se tivesse grudado para sempre ao punhal que ela mesma cravara. Presa, enquanto escorregava enfeitiçada ao longo das grades.Em tão lenta vertigem que antes do corpo baquear macio a mulher viu o céu inteiro e um búfalo.
LISPECTOR, Clarice. O búfalo. In: Laços de família. Rio: José Olympio, 1982. p.149.
“O búfalo voltou-se, imobilizou-se, e a distância encarou-a.”
A respeito do trecho acima, quanto aos aspectos gramatical, sintático e semântico, analise as afirmativas a seguir.
I. O A da expressão A DISTÂNCIA , equivocadamente, não recebeu o acento indicativo de crase, obrigatório no contexto.
II. A linguagem da oração O BÚFALO ENCAROU-A é conotativa.
III. O SE nas duas ocorrências são partículas expletivas.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s):
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