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Foram encontradas 40 questões.

2689064 Ano: 2021
Disciplina: Matemática
Banca: FAFIPA
Orgão: Pref. Araucária-PR
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TEXTO 02

O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 11 a 15.


O triângulo ABC é isósceles e retângulo em A. Sabe-se que a medida do cateto oposto ao ângulo B mede 7 unidades. Sabe-se também que esse cateto é paralelo ao eixo x.

Enunciado 3390889-1

O próprio autor

Assinale a alternativa que apresenta o resultado de:

sen B ^ + sen C ^

 

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2689063 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FAFIPA
Orgão: Pref. Araucária-PR
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TEXTO 01

O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 01 a 10.

Você foi cancelado: o movimento 'woke' e sua falta de relativismo moral

Nesta nova consciência social, as ideias que não entram na categoria de aceitáveis são consideradas radicalmente imorais

No começo da década passada, os jovens progressistas do Ocidente, furiosos pelas consequências da Grande Recessão, se mobilizaram para ocupar as ruas, leram a teoria das desigualdades econômicas de Thomas Piketty com suas 1.000 páginas de extensão e se manifestaram contra o 1% formado pelos mais ricos. Tudo isso caiu no esquecimento. Os jovens progressistas agora são woke, ou seja, têm mais consciência social e estão mais indignados pelas injustiças raciais e de gênero.

Nas universidades, os professores se tornaram precavidos quando abordam temas delicados, especialmente se a aula está sendo transmitida via Zoom. E a nova consciência social não é só coisa de jovens. Os filmes mais recentes de Hollywood têm elencos com uma diversidade cada vez maior e os homens ficam eclipsados pelo protagonismo de mulheres perfeitas. Os jornais mais tradicionais começaram a falar de "supremacismo branco". A Nike e até a CIA lançam propagandas em que falam do patriarcado e da interseccionalidade.

A palavra woke (acordado, consciente) começou a ser utilizada na luta afro-americana contra o racismo, mas passou também a designar a política progressista em matéria de gênero e em particular sobre os direitos trans. Os horríveis vídeos dos assassinatos de homens negros desarmados por policiais que começaram a circular pelas redes sociais em meados da década de 2010 impulsionaram notavelmente a teoria crítica da raça, uma corrente intelectual surgida nos departamentos universitários de direito e sociologia. Nos últimos anos, a direita também começou a usar a palavra, mas com uma conotação irônica e pejorativa: se alguém fala de wokism (em tom pejorativo) não há nenhuma dúvida de que se opõe à política racial e de gênero progressista.

Em muitos aspectos, essa onda woke lembra o politicamente correto dos anos noventa e sua ênfase em controlar a linguagem. Os ativistas atuais tendem a se indignar por qualquer expressão que pareça problemática e controversa a eles, por palavras que, no ambiente atual, não só são consideradas ligeiramente polêmicas, como têm consequências. Ao contrário do que acontece na maioria das correntes da esquerda intelectual, o movimento woke não tem nada de relativista; quando uma pessoa recebe o qualificativo de problemática corre perigo de acabar "cancelada", desaparecida. Essa nova consciência é um fenômeno maniqueísta: as ideias e os comportamentos que não entram na categoria de aceitáveis são consideradas radicalmente imorais.

Mas o movimento woke também se transformou em uma obsessão à direita, que desfruta se indignando por que algo ou alguém foi "cancelado". Ser contra o woke permite hoje à imprensa e aos políticos conservadores se unir por uma nova causa, mas a revolta causada por cada caso de cancelamento cultural distrai a direita e a impede de fazer uma reflexão política profunda.

Outro aspecto chamativo do movimento woke é como estabelece as prioridades entre diversos tipos de opressão. A nova consciência social inclui o feminismo, mas, de acordo com princípios "interseccionais", as feministas devem ceder a primeira linha aos direitos dos transsexuais, como demonstrou a controvérsia sobre J. K. Rowling (a escritora de Harry Potter protagonizou uma polêmica no ano passado ao insinuar que para ser mulher é preciso menstruar). O meme de "Karen" - que retrata o estereótipo de uma mulher branca, burguesa e racista - indica que o feminismo também está abaixo do antirracismo. Outro exemplo foi a resistência na imprensa alemã de falar das agressões sexuais ocorridas nas comemorações do Ano Novo de 2016 por medo de que a acusassem de estigmatizar os supostos culpados.

É curioso que os ativistas europeus tenham adotado aspectos do movimento woke que são específicos dos Estados Unidos: por exemplo, a denúncia dos atores com o rosto pintado de negro (blackface) e o assassinato de George Floyd se transformaram em fenômenos internacionais. Mas a diferença fundamental entre a Europa e os EUA está na legislação. As leis contra a discriminação são muito mais rígidas nos Estados Unidos do que na Europa. Nos EUA, os departamentos de recursos humanos das empresas oferecem aos funcionários cursos de formação em matéria de inclusão e diversidade desde os anos setenta. O futuro do movimento woke dos dois lados do Atlântico dependerá da capacidade dos ativistas e de seus adversários de aproveitar a indignação moral atual para fazer mudanças legais de peso.

François Bonnet é sociólogo do Centro de Pesquisas Científicas da França. É autor de 'The Upper Limit', (University of California Press, 2019)

https://brasil.elpais.com/opiniao/2021-08-15/voce-foi-cancelado-o-movimento-woke -e-sua-falta-de-relativismo-moral.html - último acesso: 29 de agosto de 2021.

Releia atentamente o trecho "Os horríveis vídeos dos assassinatos de homens negros desarmados por policiais que começaram a circular pelas redes sociais em meados da década de 2010 impulsionaram notavelmente a teoria crítica da raça".

Sobre a expressão "horríveis vídeos", assinale a alternativa CORRETA:

 

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2689062 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FAFIPA
Orgão: Pref. Araucária-PR
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TEXTO 01

O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 01 a 10.

Você foi cancelado: o movimento 'woke' e sua falta de relativismo moral

Nesta nova consciência social, as ideias que não entram na categoria de aceitáveis são consideradas radicalmente imorais

No começo da década passada, os jovens progressistas do Ocidente, furiosos pelas consequências da Grande Recessão, se mobilizaram para ocupar as ruas, leram a teoria das desigualdades econômicas de Thomas Piketty com suas 1.000 páginas de extensão e se manifestaram contra o 1% formado pelos mais ricos. Tudo isso caiu no esquecimento. Os jovens progressistas agora são woke, ou seja, têm mais consciência social e estão mais indignados pelas injustiças raciais e de gênero.

Nas universidades, os professores se tornaram precavidos quando abordam temas delicados, especialmente se a aula está sendo transmitida via Zoom. E a nova consciência social não é só coisa de jovens. Os filmes mais recentes de Hollywood têm elencos com uma diversidade cada vez maior e os homens ficam eclipsados pelo protagonismo de mulheres perfeitas. Os jornais mais tradicionais começaram a falar de "supremacismo branco". A Nike e até a CIA lançam propagandas em que falam do patriarcado e da interseccionalidade.

A palavra woke (acordado, consciente) começou a ser utilizada na luta afro-americana contra o racismo, mas passou também a designar a política progressista em matéria de gênero e em particular sobre os direitos trans. Os horríveis vídeos dos assassinatos de homens negros desarmados por policiais que começaram a circular pelas redes sociais em meados da década de 2010 impulsionaram notavelmente a teoria crítica da raça, uma corrente intelectual surgida nos departamentos universitários de direito e sociologia. Nos últimos anos, a direita também começou a usar a palavra, mas com uma conotação irônica e pejorativa: se alguém fala de wokism (em tom pejorativo) não há nenhuma dúvida de que se opõe à política racial e de gênero progressista.

Em muitos aspectos, essa onda woke lembra o politicamente correto dos anos noventa e sua ênfase em controlar a linguagem. Os ativistas atuais tendem a se indignar por qualquer expressão que pareça problemática e controversa a eles, por palavras que, no ambiente atual, não só são consideradas ligeiramente polêmicas, como têm consequências. Ao contrário do que acontece na maioria das correntes da esquerda intelectual, o movimento woke não tem nada de relativista; quando uma pessoa recebe o qualificativo de problemática corre perigo de acabar "cancelada", desaparecida. Essa nova consciência é um fenômeno maniqueísta: as ideias e os comportamentos que não entram na categoria de aceitáveis são consideradas radicalmente imorais.

Mas o movimento woke também se transformou em uma obsessão à direita, que desfruta se indignando por que algo ou alguém foi "cancelado". Ser contra o woke permite hoje à imprensa e aos políticos conservadores se unir por uma nova causa, mas a revolta causada por cada caso de cancelamento cultural distrai a direita e a impede de fazer uma reflexão política profunda.

Outro aspecto chamativo do movimento woke é como estabelece as prioridades entre diversos tipos de opressão. A nova consciência social inclui o feminismo, mas, de acordo com princípios "interseccionais", as feministas devem ceder a primeira linha aos direitos dos transsexuais, como demonstrou a controvérsia sobre J. K. Rowling (a escritora de Harry Potter protagonizou uma polêmica no ano passado ao insinuar que para ser mulher é preciso menstruar). O meme de "Karen" - que retrata o estereótipo de uma mulher branca, burguesa e racista - indica que o feminismo também está abaixo do antirracismo. Outro exemplo foi a resistência na imprensa alemã de falar das agressões sexuais ocorridas nas comemorações do Ano Novo de 2016 por medo de que a acusassem de estigmatizar os supostos culpados.

É curioso que os ativistas europeus tenham adotado aspectos do movimento woke que são específicos dos Estados Unidos: por exemplo, a denúncia dos atores com o rosto pintado de negro (blackface) e o assassinato de George Floyd se transformaram em fenômenos internacionais. Mas a diferença fundamental entre a Europa e os EUA está na legislação. As leis contra a discriminação são muito mais rígidas nos Estados Unidos do que na Europa. Nos EUA, os departamentos de recursos humanos das empresas oferecem aos funcionários cursos de formação em matéria de inclusão e diversidade desde os anos setenta. O futuro do movimento woke dos dois lados do Atlântico dependerá da capacidade dos ativistas e de seus adversários de aproveitar a indignação moral atual para fazer mudanças legais de peso.

François Bonnet é sociólogo do Centro de Pesquisas Científicas da França. É autor de 'The Upper Limit', (University of California Press, 2019)

https://brasil.elpais.com/opiniao/2021-08-15/voce-foi-cancelado-o-movimento-woke -e-sua-falta-de-relativismo-moral.html - último acesso: 29 de agosto de 2021.

Sobre a acentuação da palavra "alguém", assinale a alternativa em que todas as palavras estejam de acordo com a mesma regra de acentuação:

 

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2689061 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FAFIPA
Orgão: Pref. Araucária-PR
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TEXTO 01

O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 01 a 10.

Você foi cancelado: o movimento 'woke' e sua falta de relativismo moral

Nesta nova consciência social, as ideias que não entram na categoria de aceitáveis são consideradas radicalmente imorais

No começo da década passada, os jovens progressistas do Ocidente, furiosos pelas consequências da Grande Recessão, se mobilizaram para ocupar as ruas, leram a teoria das desigualdades econômicas de Thomas Piketty com suas 1.000 páginas de extensão e se manifestaram contra o 1% formado pelos mais ricos. Tudo isso caiu no esquecimento. Os jovens progressistas agora são woke, ou seja, têm mais consciência social e estão mais indignados pelas injustiças raciais e de gênero.

Nas universidades, os professores se tornaram precavidos quando abordam temas delicados, especialmente se a aula está sendo transmitida via Zoom. E a nova consciência social não é só coisa de jovens. Os filmes mais recentes de Hollywood têm elencos com uma diversidade cada vez maior e os homens ficam eclipsados pelo protagonismo de mulheres perfeitas. Os jornais mais tradicionais começaram a falar de "supremacismo branco". A Nike e até a CIA lançam propagandas em que falam do patriarcado e da interseccionalidade.

A palavra woke (acordado, consciente) começou a ser utilizada na luta afro-americana contra o racismo, mas passou também a designar a política progressista em matéria de gênero e em particular sobre os direitos trans. Os horríveis vídeos dos assassinatos de homens negros desarmados por policiais que começaram a circular pelas redes sociais em meados da década de 2010 impulsionaram notavelmente a teoria crítica da raça, uma corrente intelectual surgida nos departamentos universitários de direito e sociologia. Nos últimos anos, a direita também começou a usar a palavra, mas com uma conotação irônica e pejorativa: se alguém fala de wokism (em tom pejorativo) não há nenhuma dúvida de que se opõe à política racial e de gênero progressista.

Em muitos aspectos, essa onda woke lembra o politicamente correto dos anos noventa e sua ênfase em controlar a linguagem. Os ativistas atuais tendem a se indignar por qualquer expressão que pareça problemática e controversa a eles, por palavras que, no ambiente atual, não só são consideradas ligeiramente polêmicas, como têm consequências. Ao contrário do que acontece na maioria das correntes da esquerda intelectual, o movimento woke não tem nada de relativista; quando uma pessoa recebe o qualificativo de problemática corre perigo de acabar "cancelada", desaparecida. Essa nova consciência é um fenômeno maniqueísta: as ideias e os comportamentos que não entram na categoria de aceitáveis são consideradas radicalmente imorais.

Mas o movimento woke também se transformou em uma obsessão à direita, que desfruta se indignando por que algo ou alguém foi "cancelado". Ser contra o woke permite hoje à imprensa e aos políticos conservadores se unir por uma nova causa, mas a revolta causada por cada caso de cancelamento cultural distrai a direita e a impede de fazer uma reflexão política profunda.

Outro aspecto chamativo do movimento woke é como estabelece as prioridades entre diversos tipos de opressão. A nova consciência social inclui o feminismo, mas, de acordo com princípios "interseccionais", as feministas devem ceder a primeira linha aos direitos dos transsexuais, como demonstrou a controvérsia sobre J. K. Rowling (a escritora de Harry Potter protagonizou uma polêmica no ano passado ao insinuar que para ser mulher é preciso menstruar). O meme de "Karen" - que retrata o estereótipo de uma mulher branca, burguesa e racista - indica que o feminismo também está abaixo do antirracismo. Outro exemplo foi a resistência na imprensa alemã de falar das agressões sexuais ocorridas nas comemorações do Ano Novo de 2016 por medo de que a acusassem de estigmatizar os supostos culpados.

É curioso que os ativistas europeus tenham adotado aspectos do movimento woke que são específicos dos Estados Unidos: por exemplo, a denúncia dos atores com o rosto pintado de negro (blackface) e o assassinato de George Floyd se transformaram em fenômenos internacionais. Mas a diferença fundamental entre a Europa e os EUA está na legislação. As leis contra a discriminação são muito mais rígidas nos Estados Unidos do que na Europa. Nos EUA, os departamentos de recursos humanos das empresas oferecem aos funcionários cursos de formação em matéria de inclusão e diversidade desde os anos setenta. O futuro do movimento woke dos dois lados do Atlântico dependerá da capacidade dos ativistas e de seus adversários de aproveitar a indignação moral atual para fazer mudanças legais de peso.

François Bonnet é sociólogo do Centro de Pesquisas Científicas da França. É autor de 'The Upper Limit', (University of California Press, 2019)

https://brasil.elpais.com/opiniao/2021-08-15/voce-foi-cancelado-o-movimento-woke -e-sua-falta-de-relativismo-moral.html - último acesso: 29 de agosto de 2021.

"Tudo isso caiu no esquecimento" nesse trecho, o pronome indefinido "Tudo" retoma uma ideia anterior. Assinale a alternativa que melhor retrata o sentido dessa palavra no texto:

 

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2128155 Ano: 2021
Disciplina: Pedagogia
Banca: FAFIPA
Orgão: Pref. Araucária-PR
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Para Jean Piaget, o processo de desenvolvimento infantil está relacionado à maturação, à experiência adquirida pela criança em contato com ambiente e ao processo de auto-regulação, denominado como equilibração. Isso posto, assinale a alternativa que apresente as características da equilibração:

 

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2116146 Ano: 2021
Disciplina: Matemática
Banca: FAFIPA
Orgão: Pref. Araucária-PR
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TEXTO 02

O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 11 a 15.


O triângulo ABC é isósceles e retângulo em A. Sabe-se que a medida do cateto oposto ao ângulo B mede 7 unidades. Sabe-se também que esse cateto é paralelo ao eixo x.

enunciado 1472424-1

O próprio autor

Um colégio vai premiar os alunos formandos do Ensino Médio com livros ou agendas, conforme a preferência de cada um. Cada aluno ganhará apenas um desses presentes. A diretora foi às compras, em uma mesma papelaria, sendo que todos os livros serão iguais e de mesmo preço, assim como as agendas. Para a turma A foram comprados 10 livros e 15 agendas, sendo gastos R$ 490,00. Para a turma B foram comprados 15 livros e 10 agendas, custando um total de R$ 510,00. A diferença entre o preço do livro e da agenda é de:

 

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2089744 Ano: 2021
Disciplina: Pedagogia
Banca: FAFIPA
Orgão: Pref. Araucária-PR
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Vygotsky, ao estudar e elaborar sua teoria sobre o desenvolvimento infantil, enfatiza que o mesmo deve ser analisado a partir de três aspectos, sendo eles: instrumental, cultural e o histórico. Dentre os aspectos descritos (instrumental, cultural e histórico), assinale a alternativa que explica o aspecto cultural:

 

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2089743 Ano: 2021
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FAFIPA
Orgão: Pref. Araucária-PR
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Uma das histórias a respeito da origem do jogo de xadrez é contada no livro de Malba Tahan, chamado "Diabruras da Matemática". Diz a lenda que o jogo foi criado para entreter um rei da Índia, de nome Iadava. O jovem Lahur Sessa apresentou o jogo ao rei e este ficou maravilhado, querendo recompensar o inventor do jogo de xadrez. Iadava o perguntou qual presente ele gostaria de receber: joias, terras, um palácio... O pedido do jovem inventor deixou o rei perplexo, Lahur disse que como recompensa, queria receber uma quantidade de trigo da seguinte forma:

1 grão de trigo pela 1ª casa;

2 grãos de trigo pela 2ª casa;

4 grãos de trigo pela 3ªcasa;

8 grãos de trigo pela 4ª casa, ....

A quantidade de grãos deveria ser dobrada a cada casa subsequente, e como sabemos, o jogo de xadrez tem 64 casas. O rei achou o pedido muito insignificante e pediu que fosse calculado a quantidade de grãos para atender o desejo do inventor do jogo de xadrez do jeito que este havia proposto.

(...)

Os calculistas reais chegaram à conclusão que para atender ao pedido, seria necessário semear o planeta Terra todo e a dívida só seria quitada ao fim de 450 séculos!

FONTE: go-dee-xaddezhhmml ogspot.com/2011/11/lenda-do-jogo-de-xadrez.html

A diferença entre a quantidade de grãos correspondente à décima segunda casa e à décima primeira casa é de:

 

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2089742 Ano: 2021
Disciplina: Matemática
Banca: FAFIPA
Orgão: Pref. Araucária-PR
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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 18 a 19.


No mês de dezembro haverá eleições para a presidência do Clube Delta, na cidade da Aritmética, clube de tradição que conta com exatamente 1000 sócios. Desde já, os cabos eleitorais começaram suas pesquisas e apresentaram aos candidatos (A, B e C), as seguintes projeções para os resultados das eleições.


Intenção de votos para Presidente do

Clube Delta

Candidato A

200 votos

Candidato B

320 votos

Candidato C

190 votos

Brancos ou Nulos

150 votos

Indecisos

140 votos

Total

1000 votos


A banca

Nesse momento de projeção, pode-se afirmar CORRETAMENTE que:

 

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2089741 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FAFIPA
Orgão: Pref. Araucária-PR
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TEXTO 01

O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 01 a 10.


Você foi cancelado: o movimento 'woke' e sua falta de relativismo moral


Nesta nova consciência social, as ideias que não entram na categoria de aceitáveis são consideradas radicalmente imorais


No começo da década passada, os jovens progressistas do Ocidente, furiosos pelas consequências da Grande Recessão, se mobilizaram para ocupar as ruas, leram a teoria das desigualdades econômicas de Thomas Piketty com suas 1.000 páginas de extensão e se manifestaram contra o 1% formado pelos mais ricos. Tudo isso caiu no esquecimento. Os jovens progressistas agora são woke, ou seja, têm mais consciência social e estão mais indignados pelas injustiças raciais e de gênero.

Nas universidades, os professores se tornaram precavidos quando abordam temas delicados, especialmente se a aula está sendo transmitida via Zoom. E a nova consciência social não é só coisa de jovens. Os filmes mais recentes de Hollywood têm elencos com uma diversidade cada vez maior e os homens ficam eclipsados pelo protagonismo de mulheres perfeitas. Os jornais mais tradicionais começaram a falar de "supremacismo branco". A Nike e até a CIA lançam propagandas em que falam do patriarcado e da interseccionalidade.

A palavra woke (acordado, consciente) começou a ser utilizada na luta afro-americana contra o racismo, mas passou também a designar a política progressista em matéria de gênero e em particular sobre os direitos trans. Os horríveis vídeos dos assassinatos de homens negros desarmados por policiais que começaram a circular pelas redes sociais em meados da década de 2010 impulsionaram notavelmente a teoria crítica da raça, uma corrente intelectual surgida nos departamentos universitários de direito e sociologia. Nos últimos anos, a direita também começou a usar a palavra, mas com uma conotação irônica e pejorativa: se alguém fala de wokism (em tom pejorativo) não há nenhuma dúvida de que se opõe à política racial e de gênero progressista.

Em muitos aspectos, essa onda woke lembra o politicamente correto dos anos noventa e sua ênfase em controlar a linguagem. Os ativistas atuais tendem a se indignar por qualquer expressão que pareça problemática e controversa a eles, por palavras que, no ambiente atual, não só são consideradas ligeiramente polêmicas, como têm consequências. Ao contrário do que acontece na maioria das correntes da esquerda intelectual, o movimento woke não tem nada de relativista; quando uma pessoa recebe o qualificativo de problemática corre perigo de acabar "cancelada", desaparecida. Essa nova consciência é um fenômeno maniqueísta: as ideias e os comportamentos que não entram na categoria de aceitáveis são consideradas radicalmente imorais.

Mas o movimento woke também se transformou em uma obsessão à direita, que desfruta se indignando por que algo ou alguém foi "cancelado". Ser contra o woke permite hoje à imprensa e aos políticos conservadores se unir por uma nova causa, mas a revolta causada por cada caso de cancelamento cultural distrai a direita e a impede de fazer uma reflexão política profunda.

Outro aspecto chamativo do movimento woke é como estabelece as prioridades entre diversos tipos de opressão. A nova consciência social inclui o feminismo, mas, de acordo com princípios "interseccionais", as feministas devem ceder a primeira linha aos direitos dos transsexuais, como demonstrou a controvérsia sobre J. K. Rowling (a escritora de Harry Potter protagonizou uma polêmica no ano passado ao insinuar que para ser mulher é preciso menstruar). O meme de "Karen" - que retrata o estereótipo de uma mulher branca, burguesa e racista - indica que o feminismo também está abaixo do antirracismo. Outro exemplo foi a resistência na imprensa alemã de falar das agressões sexuais ocorridas nas comemorações do Ano Novo de 2016 por medo de que a acusassem de estigmatizar os supostos culpados.

É curioso que os ativistas europeus tenham adotado aspectos do movimento woke que são específicos dos Estados Unidos: por exemplo, a denúncia dos atores com o rosto pintado de negro (blackface) e o assassinato de George Floyd se transformaram em fenômenos internacionais. Mas a diferença fundamental entre a Europa e os EUA está na legislação. As leis contra a discriminação são muito mais rígidas nos Estados Unidos do que na Europa. Nos EUA, os departamentos de recursos humanos das empresas oferecem aos funcionários cursos de formação em matéria de inclusão e diversidade desde os anos setenta. O futuro do movimento woke dos dois lados do Atlântico dependerá da capacidade dos ativistas e de seus adversários de aproveitar a indignação moral atual para fazer mudanças legais de peso.

François Bonnet é sociólogo do Centro de Pesquisas Científicas da França. É autor de 'The Upper Limit', (University of California Press, 2019)


https://brasil.elpais.com/opiniao/2021-08-15/voce-foi-cancelado-o-movimento-woke -e-sua-falta-de-relativismo-moral.html - último acesso: 29 de agosto de 2021.

Releia atentamente o trecho "Os horríveis vídeos dos assassinatos de homens negros desarmados por policiais que começaram a circular pelas redes sociais em meados da década de 2010 impulsionaram notavelmente a teoria crítica da raça".

Ainda sobre o trecho acima, assinale a alternativa CORRETA em relação à palavra QUE:

 

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