Foram encontradas 50 questões.
Na última semana, agentes sanitários que atuam na prevenção
e no combate ao mosquito da dengue fizeram
vistorias em casas de certo bairro. Do número total de
casas vistoriadas, sabe-se que 2/5 não apresentavam
irregularidades, que 1/4 das restantes tinham irregularidades,
mas sem focos do mosquito, e que todas as demais
180 casas tinham focos do mosquito. O número total de
casas vistoriadas nesse bairro, nessa semana, foi
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Imprimindo 60 cópias por minuto e trabalhando 6 horas
por dia, uma máquina de uma gráfica conclui certo trabalho
em 10 dias. Outra máquina da mesma gráfica, imprimindo
48 cópias por minuto e trabalhando 5 horas por dia,
concluirá o mesmo trabalho em um número de dias igual a
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Considere um bloco de madeira na forma de um paralelepípedo reto retângulo, conforme mostra a figura, cujas
dimensões indicadas estão em centímetros.

Se a soma das áreas de duas de suas faces, indicadas por A e B na figura, é igual a 200 cm2, então o volume desse bloco é, em cm3, igual a

Se a soma das áreas de duas de suas faces, indicadas por A e B na figura, é igual a 200 cm2, então o volume desse bloco é, em cm3, igual a
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O gráfico a seguir mostra os resultados líquidos trimestrais (lucro ou prejuízo) da Petrobras no ano de 2014 e no 1º trimestre de 2015.

De acordo com os dados apresentados, é correto afirmar que a média aritmética dos resultados líquidos trimestrais obtidos pela Petrobras no período considerado corresponde a um prejuízo, em bilhões de reais, de
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Para se adequar ao projeto de construção, o terreno retangular
ABCD, adquirido por uma incorporadora, foi dividido
em duas regiões retangulares pelo segmento EF paralelo a AD, conforme mostra a figura.

Sabendo-se que a razão entre as medidas indicadas por x e por y é de 5 para 2, nessa ordem, e que a diagonal DE mede 50 m, é correto afirmar que o perímetro do terreno ABCD, em metros, é igual a

Sabendo-se que a razão entre as medidas indicadas por x e por y é de 5 para 2, nessa ordem, e que a diagonal DE mede 50 m, é correto afirmar que o perímetro do terreno ABCD, em metros, é igual a
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O lavrador
Esse homem deve ser da minha idade – mas sabe muito
mais coisas. Era colono em terras mais altas, se aborreceu
com o fazendeiro, chegou aqui ao Rio Doce quando ainda se
podiam requerer duas colônias de cinco alqueires “na beira
da água grande” quase de graça. Brocou a mata com a foice,
depois derrubou, queimou, plantou seu café.
Explica-me: “Eu trabalho sozinho, mais o menino meu”.
Seu raciocínio quando veio foi este: “Vou tratar de cair na mata;
a mata é do governo, e eu sou fio do Estado, devo ter direito”.
Confessa que sua posse até hoje ainda não está legalizada:
“Tenho de ir a Linhares, mas eu magino esse aguão...”
No começo, não tinha prática de canoa, estava sempre
com medo da canoa virar, o menino é que logo se ajeitou com
o remo; são quatro horas de remo lagoa adentro. [...]
Olho sua cara queimada de sol; parece com a minha,
é esse o mesmo tipo de feiura triste do interior. [...] Volta a
falar de sua terra e desconfia que eu sou do governo, diz que
precisa passar a escritura. Não sabe ler, mas sabe que essas
coisas escritas em um papel valem muito. Pergunta pela
minha profissão, e tenho vergonha de contar que vivo de escrever
papéis que não valem nada; digo que sou comerciante em Vitória, tenho um negocinho. Ele diz que o comércio é
melhor que a lavoura; que o lavrador se arrisca e o comerciante
é que lucra mais; mas ele foi criado na lavoura e não
tem nenhum preparo. Endireita para mim o cigarro de palha
que estou enrolando com o fumo todo maçarocado. Deve ser
de minha idade – mas sabe muito mais coisas.
(Rubem Braga. 200 Crônicas Escolhidas, 2001. Adaptado)
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O lavrador
Esse homem deve ser da minha idade – mas sabe muito
mais coisas. Era colono em terras mais altas, se aborreceu
com o fazendeiro, chegou aqui ao Rio Doce quando ainda se
podiam requerer duas colônias de cinco alqueires “na beira
da água grande” quase de graça. Brocou a mata com a foice,
depois derrubou, queimou, plantou seu café.
Explica-me: “Eu trabalho sozinho, mais o menino meu”.
Seu raciocínio quando veio foi este: “Vou tratar de cair na mata;
a mata é do governo, e eu sou fio do Estado, devo ter direito”.
Confessa que sua posse até hoje ainda não está legalizada:
“Tenho de ir a Linhares, mas eu magino esse aguão...”
No começo, não tinha prática de canoa, estava sempre
com medo da canoa virar, o menino é que logo se ajeitou com
o remo; são quatro horas de remo lagoa adentro. [...]
Olho sua cara queimada de sol; parece com a minha,
é esse o mesmo tipo de feiura triste do interior. [...] Volta a
falar de sua terra e desconfia que eu sou do governo, diz que
precisa passar a escritura. Não sabe ler, mas sabe que essas
coisas escritas em um papel valem muito. Pergunta pela
minha profissão, e tenho vergonha de contar que vivo de escrever
papéis que não valem nada; digo que sou comerciante em Vitória, tenho um negocinho. Ele diz que o comércio é
melhor que a lavoura; que o lavrador se arrisca e o comerciante
é que lucra mais; mas ele foi criado na lavoura e não
tem nenhum preparo. Endireita para mim o cigarro de palha
que estou enrolando com o fumo todo maçarocado. Deve ser
de minha idade – mas sabe muito mais coisas.
(Rubem Braga. 200 Crônicas Escolhidas, 2001. Adaptado)
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O lavrador
Esse homem deve ser da minha idade – mas sabe muito
mais coisas. Era colono em terras mais altas, se aborreceu
com o fazendeiro, chegou aqui ao Rio Doce quando ainda se
podiam requerer duas colônias de cinco alqueires “na beira
da água grande” quase de graça. Brocou a mata com a foice,
depois derrubou, queimou, plantou seu café.
Explica-me: “Eu trabalho sozinho, mais o menino meu”.
Seu raciocínio quando veio foi este: “Vou tratar de cair na mata;
a mata é do governo, e eu sou fio do Estado, devo ter direito”.
Confessa que sua posse até hoje ainda não está legalizada:
“Tenho de ir a Linhares, mas eu magino esse aguão...”
No começo, não tinha prática de canoa, estava sempre
com medo da canoa virar, o menino é que logo se ajeitou com
o remo; são quatro horas de remo lagoa adentro. [...]
Olho sua cara queimada de sol; parece com a minha,
é esse o mesmo tipo de feiura triste do interior. [...] Volta a
falar de sua terra e desconfia que eu sou do governo, diz que
precisa passar a escritura. Não sabe ler, mas sabe que essas
coisas escritas em um papel valem muito. Pergunta pela
minha profissão, e tenho vergonha de contar que vivo de escrever
papéis que não valem nada; digo que sou comerciante em Vitória, tenho um negocinho. Ele diz que o comércio é
melhor que a lavoura; que o lavrador se arrisca e o comerciante
é que lucra mais; mas ele foi criado na lavoura e não
tem nenhum preparo. Endireita para mim o cigarro de palha
que estou enrolando com o fumo todo maçarocado. Deve ser
de minha idade – mas sabe muito mais coisas.
(Rubem Braga. 200 Crônicas Escolhidas, 2001. Adaptado)
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O lavrador
Esse homem deve ser da minha idade – mas sabe muito
mais coisas. Era colono em terras mais altas, se aborreceu
com o fazendeiro, chegou aqui ao Rio Doce quando ainda se
podiam requerer duas colônias de cinco alqueires “na beira
da água grande” quase de graça. Brocou a mata com a foice,
depois derrubou, queimou, plantou seu café.
Explica-me: “Eu trabalho sozinho, mais o menino meu”.
Seu raciocínio quando veio foi este: “Vou tratar de cair na mata;
a mata é do governo, e eu sou fio do Estado, devo ter direito”.
Confessa que sua posse até hoje ainda não está legalizada:
“Tenho de ir a Linhares, mas eu magino esse aguão...”
No começo, não tinha prática de canoa, estava sempre
com medo da canoa virar, o menino é que logo se ajeitou com
o remo; são quatro horas de remo lagoa adentro. [...]
Olho sua cara queimada de sol; parece com a minha,
é esse o mesmo tipo de feiura triste do interior. [...] Volta a
falar de sua terra e desconfia que eu sou do governo, diz que
precisa passar a escritura. Não sabe ler, mas sabe que essas
coisas escritas em um papel valem muito. Pergunta pela
minha profissão, e tenho vergonha de contar que vivo de escrever
papéis que não valem nada; digo que sou comerciante em Vitória, tenho um negocinho. Ele diz que o comércio é
melhor que a lavoura; que o lavrador se arrisca e o comerciante
é que lucra mais; mas ele foi criado na lavoura e não
tem nenhum preparo. Endireita para mim o cigarro de palha
que estou enrolando com o fumo todo maçarocado. Deve ser
de minha idade – mas sabe muito mais coisas.
(Rubem Braga. 200 Crônicas Escolhidas, 2001. Adaptado)
Em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa, as lacunas do enunciado devem ser preenchidas, respectivamente, com:
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O lavrador
Esse homem deve ser da minha idade – mas sabe muito
mais coisas. Era colono em terras mais altas, se aborreceu
com o fazendeiro, chegou aqui ao Rio Doce quando ainda se
podiam requerer duas colônias de cinco alqueires “na beira
da água grande” quase de graça. Brocou a mata com a foice,
depois derrubou, queimou, plantou seu café.
Explica-me: “Eu trabalho sozinho, mais o menino meu”.
Seu raciocínio quando veio foi este: “Vou tratar de cair na mata;
a mata é do governo, e eu sou fio do Estado, devo ter direito”.
Confessa que sua posse até hoje ainda não está legalizada:
“Tenho de ir a Linhares, mas eu magino esse aguão...”
No começo, não tinha prática de canoa, estava sempre
com medo da canoa virar, o menino é que logo se ajeitou com
o remo; são quatro horas de remo lagoa adentro. [...]
Olho sua cara queimada de sol; parece com a minha,
é esse o mesmo tipo de feiura triste do interior. [...] Volta a
falar de sua terra e desconfia que eu sou do governo, diz que
precisa passar a escritura. Não sabe ler, mas sabe que essas
coisas escritas em um papel valem muito. Pergunta pela
minha profissão, e tenho vergonha de contar que vivo de escrever
papéis que não valem nada; digo que sou comerciante em Vitória, tenho um negocinho. Ele diz que o comércio é
melhor que a lavoura; que o lavrador se arrisca e o comerciante
é que lucra mais; mas ele foi criado na lavoura e não
tem nenhum preparo. Endireita para mim o cigarro de palha
que estou enrolando com o fumo todo maçarocado. Deve ser
de minha idade – mas sabe muito mais coisas.
(Rubem Braga. 200 Crônicas Escolhidas, 2001. Adaptado)
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