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Foram encontradas 50 questões.

805278 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Arujá-SP
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Na última semana, agentes sanitários que atuam na prevenção e no combate ao mosquito da dengue fizeram vistorias em casas de certo bairro. Do número total de casas vistoriadas, sabe-se que 2/5 não apresentavam irregularidades, que 1/4 das restantes tinham irregularidades, mas sem focos do mosquito, e que todas as demais 180 casas tinham focos do mosquito. O número total de casas vistoriadas nesse bairro, nessa semana, foi
 

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805276 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Arujá-SP
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Imprimindo 60 cópias por minuto e trabalhando 6 horas por dia, uma máquina de uma gráfica conclui certo trabalho em 10 dias. Outra máquina da mesma gráfica, imprimindo 48 cópias por minuto e trabalhando 5 horas por dia, concluirá o mesmo trabalho em um número de dias igual a
 

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805273 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Arujá-SP
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Considere um bloco de madeira na forma de um paralelepípedo reto retângulo, conforme mostra a figura, cujas dimensões indicadas estão em centímetros.


enunciado 805273-1

Se a soma das áreas de duas de suas faces, indicadas por A e B na figura, é igual a 200 cm2, então o volume desse bloco é, em cm3, igual a


 

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805272 Ano: 2015
Disciplina: Estatística
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Arujá-SP
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O gráfico a seguir mostra os resultados líquidos trimestrais (lucro ou prejuízo) da Petrobras no ano de 2014 e no 1º trimestre de 2015.

enunciado 805272-1

De acordo com os dados apresentados, é correto afirmar que a média aritmética dos resultados líquidos trimestrais obtidos pela Petrobras no período considerado corresponde a um prejuízo, em bilhões de reais, de

 

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805271 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Arujá-SP
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Para se adequar ao projeto de construção, o terreno retangular ABCD, adquirido por uma incorporadora, foi dividido em duas regiões retangulares pelo segmento EF paralelo a AD, conforme mostra a figura.

enunciado 805271-1

Sabendo-se que a razão entre as medidas indicadas por x e por y é de 5 para 2, nessa ordem, e que a diagonal DE mede 50 m, é correto afirmar que o perímetro do terreno ABCD, em metros, é igual a


 

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805259 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Arujá-SP
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O lavrador

Esse homem deve ser da minha idade – mas sabe muito mais coisas. Era colono em terras mais altas, se aborreceu com o fazendeiro, chegou aqui ao Rio Doce quando ainda se podiam requerer duas colônias de cinco alqueires “na beira da água grande” quase de graça. Brocou a mata com a foice, depois derrubou, queimou, plantou seu café.
Explica-me: “Eu trabalho sozinho, mais o menino meu”. Seu raciocínio quando veio foi este: “Vou tratar de cair na mata; a mata é do governo, e eu sou fio do Estado, devo ter direito”. Confessa que sua posse até hoje ainda não está legalizada: “Tenho de ir a Linhares, mas eu magino esse aguão...”
No começo, não tinha prática de canoa, estava sempre com medo da canoa virar, o menino é que logo se ajeitou com o remo; são quatro horas de remo lagoa adentro. [...]
Olho sua cara queimada de sol; parece com a minha, é esse o mesmo tipo de feiura triste do interior. [...] Volta a falar de sua terra e desconfia que eu sou do governo, diz que precisa passar a escritura. Não sabe ler, mas sabe que essas coisas escritas em um papel valem muito. Pergunta pela minha profissão, e tenho vergonha de contar que vivo de escrever papéis que não valem nada; digo que sou comerciante em Vitória, tenho um negocinho. Ele diz que o comércio é melhor que a lavoura; que o lavrador se arrisca e o comerciante é que lucra mais; mas ele foi criado na lavoura e não tem nenhum preparo. Endireita para mim o cigarro de palha que estou enrolando com o fumo todo maçarocado. Deve ser de minha idade – mas sabe muito mais coisas.
(Rubem Braga. 200 Crônicas Escolhidas, 2001. Adaptado)
No início e no final do texto, o narrador afirma que o ex-colono deveria ter a mesma idade que ele, porém sabia muito mais coisas. Isso significa que o narrador
 

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805258 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Arujá-SP
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O lavrador

Esse homem deve ser da minha idade – mas sabe muito mais coisas. Era colono em terras mais altas, se aborreceu com o fazendeiro, chegou aqui ao Rio Doce quando ainda se podiam requerer duas colônias de cinco alqueires “na beira da água grande” quase de graça. Brocou a mata com a foice, depois derrubou, queimou, plantou seu café.
Explica-me: “Eu trabalho sozinho, mais o menino meu”. Seu raciocínio quando veio foi este: “Vou tratar de cair na mata; a mata é do governo, e eu sou fio do Estado, devo ter direito”. Confessa que sua posse até hoje ainda não está legalizada: “Tenho de ir a Linhares, mas eu magino esse aguão...”
No começo, não tinha prática de canoa, estava sempre com medo da canoa virar, o menino é que logo se ajeitou com o remo; são quatro horas de remo lagoa adentro. [...]
Olho sua cara queimada de sol; parece com a minha, é esse o mesmo tipo de feiura triste do interior. [...] Volta a falar de sua terra e desconfia que eu sou do governo, diz que precisa passar a escritura. Não sabe ler, mas sabe que essas coisas escritas em um papel valem muito. Pergunta pela minha profissão, e tenho vergonha de contar que vivo de escrever papéis que não valem nada; digo que sou comerciante em Vitória, tenho um negocinho. Ele diz que o comércio é melhor que a lavoura; que o lavrador se arrisca e o comerciante é que lucra mais; mas ele foi criado na lavoura e não tem nenhum preparo. Endireita para mim o cigarro de palha que estou enrolando com o fumo todo maçarocado. Deve ser de minha idade – mas sabe muito mais coisas.
(Rubem Braga. 200 Crônicas Escolhidas, 2001. Adaptado)
Assinale a alternativa que apresenta pontuação em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa.
 

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805257 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Arujá-SP
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O lavrador

Esse homem deve ser da minha idade – mas sabe muito mais coisas. Era colono em terras mais altas, se aborreceu com o fazendeiro, chegou aqui ao Rio Doce quando ainda se podiam requerer duas colônias de cinco alqueires “na beira da água grande” quase de graça. Brocou a mata com a foice, depois derrubou, queimou, plantou seu café.
Explica-me: “Eu trabalho sozinho, mais o menino meu”. Seu raciocínio quando veio foi este: “Vou tratar de cair na mata; a mata é do governo, e eu sou fio do Estado, devo ter direito”. Confessa que sua posse até hoje ainda não está legalizada: “Tenho de ir a Linhares, mas eu magino esse aguão...”
No começo, não tinha prática de canoa, estava sempre com medo da canoa virar, o menino é que logo se ajeitou com o remo; são quatro horas de remo lagoa adentro. [...]
Olho sua cara queimada de sol; parece com a minha, é esse o mesmo tipo de feiura triste do interior. [...] Volta a falar de sua terra e desconfia que eu sou do governo, diz que precisa passar a escritura. Não sabe ler, mas sabe que essas coisas escritas em um papel valem muito. Pergunta pela minha profissão, e tenho vergonha de contar que vivo de escrever papéis que não valem nada; digo que sou comerciante em Vitória, tenho um negocinho. Ele diz que o comércio é melhor que a lavoura; que o lavrador se arrisca e o comerciante é que lucra mais; mas ele foi criado na lavoura e não tem nenhum preparo. Endireita para mim o cigarro de palha que estou enrolando com o fumo todo maçarocado. Deve ser de minha idade – mas sabe muito mais coisas.
(Rubem Braga. 200 Crônicas Escolhidas, 2001. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a reescrita do trecho destacado altera o sentido do texto.
 

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Questão presente nas seguintes provas
805256 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Arujá-SP
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O lavrador

Esse homem deve ser da minha idade – mas sabe muito mais coisas. Era colono em terras mais altas, se aborreceu com o fazendeiro, chegou aqui ao Rio Doce quando ainda se podiam requerer duas colônias de cinco alqueires “na beira da água grande” quase de graça. Brocou a mata com a foice, depois derrubou, queimou, plantou seu café.
Explica-me: “Eu trabalho sozinho, mais o menino meu”. Seu raciocínio quando veio foi este: “Vou tratar de cair na mata; a mata é do governo, e eu sou fio do Estado, devo ter direito”. Confessa que sua posse até hoje ainda não está legalizada: “Tenho de ir a Linhares, mas eu magino esse aguão...”
No começo, não tinha prática de canoa, estava sempre com medo da canoa virar, o menino é que logo se ajeitou com o remo; são quatro horas de remo lagoa adentro. [...]
Olho sua cara queimada de sol; parece com a minha, é esse o mesmo tipo de feiura triste do interior. [...] Volta a falar de sua terra e desconfia que eu sou do governo, diz que precisa passar a escritura. Não sabe ler, mas sabe que essas coisas escritas em um papel valem muito. Pergunta pela minha profissão, e tenho vergonha de contar que vivo de escrever papéis que não valem nada; digo que sou comerciante em Vitória, tenho um negocinho. Ele diz que o comércio é melhor que a lavoura; que o lavrador se arrisca e o comerciante é que lucra mais; mas ele foi criado na lavoura e não tem nenhum preparo. Endireita para mim o cigarro de palha que estou enrolando com o fumo todo maçarocado. Deve ser de minha idade – mas sabe muito mais coisas.
(Rubem Braga. 200 Crônicas Escolhidas, 2001. Adaptado)
O lavrador acredita que tenha direito_______ terras em Rio Doce. Dá muito valor ______ coisas escritas em papel. E diz isso_____ seu interlocutor, pensando que este é homem do governo.

Em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa, as lacunas do enunciado devem ser preenchidas, respectivamente, com:

 

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805255 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Arujá-SP
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O lavrador

Esse homem deve ser da minha idade – mas sabe muito mais coisas. Era colono em terras mais altas, se aborreceu com o fazendeiro, chegou aqui ao Rio Doce quando ainda se podiam requerer duas colônias de cinco alqueires “na beira da água grande” quase de graça. Brocou a mata com a foice, depois derrubou, queimou, plantou seu café.
Explica-me: “Eu trabalho sozinho, mais o menino meu”. Seu raciocínio quando veio foi este: “Vou tratar de cair na mata; a mata é do governo, e eu sou fio do Estado, devo ter direito”. Confessa que sua posse até hoje ainda não está legalizada: “Tenho de ir a Linhares, mas eu magino esse aguão...”
No começo, não tinha prática de canoa, estava sempre com medo da canoa virar, o menino é que logo se ajeitou com o remo; são quatro horas de remo lagoa adentro. [...]
Olho sua cara queimada de sol; parece com a minha, é esse o mesmo tipo de feiura triste do interior. [...] Volta a falar de sua terra e desconfia que eu sou do governo, diz que precisa passar a escritura. Não sabe ler, mas sabe que essas coisas escritas em um papel valem muito. Pergunta pela minha profissão, e tenho vergonha de contar que vivo de escrever papéis que não valem nada; digo que sou comerciante em Vitória, tenho um negocinho. Ele diz que o comércio é melhor que a lavoura; que o lavrador se arrisca e o comerciante é que lucra mais; mas ele foi criado na lavoura e não tem nenhum preparo. Endireita para mim o cigarro de palha que estou enrolando com o fumo todo maçarocado. Deve ser de minha idade – mas sabe muito mais coisas.
(Rubem Braga. 200 Crônicas Escolhidas, 2001. Adaptado)
O raciocínio do lavrador, expresso no segundo parágrafo, tem equivalente de sentido e redação, de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa, em:
 

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